A abordagem sobre os transtornos da infância se inicia sempre pelas características da própria infância em seu desenvolver e o ambiente em que cada criança se desenvolve. Essa interação é única, poderosa, marcante, cuja força parece mesmo ficar profundamente imprimida em sua construção personal.

Griffa e Moreno (2001) buscaram encontrar o que chamaram de chave para entender cada etapa desse desenrolar infantil em suas significações para a própria criança, analisando esse “Jogo mútuo de forças” (p.06) para além dos fatores genéticos e dos aspectos socioculturais. Deram ênfase a cada momento, a começar pelo momento em que se dá a concepção.

Afirmam que até os 18 meses (em especial), se organiza “a matriz do eu e das relações objetais” pela força afetiva da relação vincular entre mãe e filho, mas que cada fase desse desenvolver é significativo para a formação da totalidade do ser vivo e funcional. (p.06).

Nada ocorre sem o processo interacional; a primeira infância se caracteriza bastante pela função simbólica e o psiquismo, na segunda infância os pesquisadores enfatizam a “instauração da lei” e a abertura maior para o mundo social, além da questão identitária. (p.7).

Para eles, o período escolar é um processo socializador de alta importância, tanto no campo intelectual quanto afetivo e social; consideradas todas as especialidades que acompanham a compreensão de si mesmos e do mundo.

Acreditamos na grande contribuição que os autores acima nos oferecem, com um convite interpretativo à nossa abertura para reunir as outras ciências como a lógica, a antropológica, a cultural, a filosofia, a linguística e outras (p.08) na busca de entender a questão desenvolvimento e transtorno.

Nessa linha de pensamento, e seguindo o princípio de que existe mesmo leis internas do desenvolvimento, dentro de certa sequencia e momentos próprios, supondo certo plano básico da natureza viva, entende-se que cada construção existencial supõe não uma determinação para cada indivíduo, mas uma base definidamente sujeita a edificação de novas peças que irão apoiar a construção final, dinâmica e transformadora sempre.

A personalidade constitui-se em uma interrelação, por um lado daquilo que é dado, tanto leis de desenvolvimento quanto potencialidades; por outro lado, com o adquirido de diferentes maneiras, começando do vínculo com os pais, educadores, instituições e com a cultura em sua totalidade. ( GRIFFA; MORENO, 2001, p. 10)

Citando Erickson, os autores acreditam na autodeterminação, mostrando que cada pessoa está também à serviço de sua própria construção. Conseguem esclarecer, com o apoio de autores analíticos do desenvolvimento, o debate entre o que intervém e o que se vê como determinante no comportamento humano.

Tem sido muito complexo, e até difícil, definir até que ponto a genética e a cultura intervêm na formação de uma pessoa e, até que ponto, esses estarão na base dos transtornos que conduzem ao sofrimento psíquico e aos comportamentos sociais pouco aceitáveis.

As arrumações entre o mundo externo e o mundo interior parecem ser extremamente difíceis para uma criança processar com sua pouca maturidade. Embora saibamos que existem possibilidades auto-organizadoras e defensivas, plenos do campo resiliente, minimizando as dores dessas arrumações pois, elas não são definitivas.

Cada experiência vivida nessa ou naquela fase e circunstância, terá um significado especial para essa ou aquela criança. Algumas dessas crianças superarão de forma otimizada, outras talvez terão respostas organizadas de maneira facilitadora de ansiedades e transtornos.

Os aspectos ligados às questões adaptativas e superativas ou resilientes , podem não estar totalmente encontradas em nossos gens, embora fazem parte do D.N.A, dependerão de inúmeros processos do organismo ou psiquismo humano na sua interação com o seu habitat físico e social. Estes aspectos só estarão parcialmente contidos nas moléculas do D.N.A, suas informações podem não ser precisas, pois dependerão de um conjunto de outros aspectos entre a natureza humana e o ambiente nutridor.

Muitas teses inatistas, e outras ambientalistas, tiveram de assumir a questão interacionista e construtivista, justamente por analisar tais questões. Conforme Jean Rostand, citado por Griffa e Moreno:

É necessário compreender que, no germe, o ser humano só está predeterminado em potência. Não há no ovo humano, nenhuma parte do novo ser, nenhum órgão , mesmo que apenas em estado rudimentar ou esquemático, nem o mais potente microscópio poderia descobrir algo que recordasse aproximadamente as formas ou o aspecto de um ser humano. (2001, p. 36):

Assim, as inúmeras combinações utilizadas na organização do psiquismo humano, estarão envolvidas, à sua maneira, nos problemas e soluções socializadoras ou transformadoras. Os profissionais mediadores ou especialistas psicossociais não têm, bem definidos, embora possam conhecer muitos padrões desenvolvimentais na linha da saúde mental.

Griffa e Moreno afirmam, após uma minuciosa análise da genética, que “muitas doenças e má formação”, quando hereditárias, supõem “combinações” de vários gens que se alteram, em especial, na interrelação com o meio.

Pensando mais especificamente no bullyng, o ambiente social está sempre sujeito a riscos e vantagens, experiências felizes e infelizes, ou até um tanto indiferentes. Vivenciamos brincadeiras saudáveis mas talvez algumas cruéis e desabonadora da autoestima. Sob o título de brincadeiras, existem muitas formas de perversidade ou críticas, muitas delas com agressões físicas e deprimentes.

Brincadeiras ou ações que nada somam de positivo são aquelas em que apenas um componente, ou grupo liderado por alguém, retira prazer ao brincar. O outro não recebe gratificações nesse “jogo”, e muitas vezes é deixado de lado ou, o que é pior, é agredido e utilizado para deleite do outro que joga este tipo de jogo. As brincadeiras que envolvem todos os participantes, mesmo em situações competitivas e que entram no jogo, obtendo prazer e satisfação relacional costuma fazer parte dos jogos de soma para todos.

Essas concepções são utilizadas em trabalhos de equipe, nas organizações ou empresas, na visão cooperativista mas, ainda pouco usadas nas escolas ( o que é uma pena!); pois talvez auxiliasse na consciência da dor que é causada ao outro, diante das provocações, ciúmes, perseguições ou disputas pouco saudáveis.

Numa sociedade como a nossa, numa perspectiva mais democrática (cujo ponto central é o direito á todos e o respeito às diferenças) muitos deboches e apelidos costumam disfarçar intenções agressivas ou destrutivas, violentando física e/ou psicologicamente o outro.

O termo “bullying” se aplica a todo tipo de comportamento violento, de modo repetitivo e insistente, geralmente sobre alguém pouco fortalecido para reagir. Um termo de origem inglesa, mas no Brasil ainda não há tradução.

Os agredidos, geralmente, se inibem, se encolhem, engolindo a sensação de rejeição, de inferioridade, de dor, de impotência diante do mais poderoso, o que os faz experimentar também a mágoa da injustiça e do não pertencimento grupal. E ocorre tanto com o gênero feminino quanto masculino.

O bullying não é apenas fato que ocorre na vida comunitária entre crianças e vizinhança, ou na vida escolar. Ele entrou pelas redes sociais, na vida adulta de trabalho, de romances, de vida familiar… A vantagem única é que hoje temos plena consciência de sua existência como um crime passível de punição, e um problema de saúde pública.

Não são poucos os casos e os agredidos, que muitas vezes levam a vida fazendo terapias para minimizar o sofrimento psíquico causado pelo bullying, em especial, na fase da infância ou período pré-escolar.

Alguns casos em que estudantes que se sentiram excluídos guardaram hostilidade suficiente para despertar o desejo de vingança, tem trazido impacto social muito forte, quando se decidem a matar outros estudantes e professores buscando um conforto pessoal. Silva (2010) lembra a tragédia no Colégio Columbine, em 1999, nos EUA, Colorado, quando dois estudantes assassinaram um professor e doze alunos, suicidando-se após o crime. Foi um ato desesperador de vingança por terem sofrido bullying por muito tempo com forte exclusão escolar. (Eram vítimas e agressores).

Casos como esse, alteram o mundo social e mostraram os riscos de maus tratos nos períodos desenvolvimentais de crianças, adolescentes e jovens, deixando marcas profundas na vida psíquica e social dos membros.

Vinculados às ânsias e abusos de poder ou necessidades afirmativas egoicas e prepotentes, o bullying é usado para humilhar o outro e exercer domínio e autoridade, diversão, em especial, frente a determinados grupos que aplaudem a ação.

Na vida cotidiana, costumamos assistir comportamentos e indivíduos valentões, dominantes, agressores, gozadores, piadistas, criadores de apelidos maldosos, e até os que fazem fofocas e calunias, para queimar a imagem daqueles que os fazem se sentir menores ou incomodados. Não só entre crianças e jovens mas, encontramos adultos, com lembranças de bullying sofridos quando crianças.

Silva (2010) diz que além de encontrar esses indivíduos entre pais, irmãos, parentes e colegas de trabalho tiranos, essas atitudes também fazem parte de comportamentos que não se acreditam nessa categoria criminosa:

Suas atitudes agressoras (ou transgressoras) estão configuradas na corrupção, na coação, no uso indevido do dinheiro público, na imprudência arbitrária no trânsito, na negligência com os enfermos, no abuso de poder das lideranças, no sarcasmo de quem se utiliza da lei da esperteza, no descaso das autoridades, no prazer em ver o outro sofrer. (p.22)

Entretanto, neste trabalho, enfatizamos o bullying na vivência escolar, para melhores investigações sobre os transtornos escolares.

O bullying na escola!

Esse comportamento agressivo geralmente aparece na vida familiar, por diferentes razões, inclusive aquelas ligadas a predisposições do sujeito e as modalidades de estabelecimento dos vínculos relacionais (interpessoais) nos primeiros contatos sociais.

A agressividade do adulto pode se expressar em ataques abertos, controles, repressão. Mielnik (1982) já nos alertava sobre essas modalidades; dizia que o ataque aberto é mais direto, está no nível elementar, sem controle ou limite, como por exemplo, arrancar um brinquedo das mãos de outra criança, quebrar os óculos de alguém, derrubar uma pessoa, empurrar…

No segundo nível, estaria o controle da repressão, quando se escoa o instinto agressivo para outros locais, até para seu próprio corpo, em somatizações. No terceiro nível, Isaac Mielnik (p.149) fala em canalização dos impulsos agressivos que são transformados em atividades menos ofensivas como esportes, estudos, competições e vitórias profissionais.

Para o autor, o impulso agressivo tende a libertar certa quantidade de energia física e psíquica, para sua satisfação e equilíbrio. Na criança há desejos de satisfação que se apresentam como agressivos como tomar, puxar, sentir poder e forças, enfrentar a autoridade… O escoamento emocional pode ser positivo contra dores afetivas. A interferência do adulto tolhe está libertação e provoca temor e insegurança, às vezes raiva e rancor. (p.148-149)

Sabemos que existe a impulsividade (não a violência) normal na criança. Está, muitas vezes condenada e reprimida pelos adultos, poderá torná-la tímida ou ainda mais agressiva e revoltada. Poderá deslocar essa hostilidade de formas odiosa e cruel para outras crianças ou familiares. Outras formas de orientação ao deslocamento ou canalização da agressividade podem ser bem saudáveis como chutar uma bola praticar natação, judô, corridas… ao lado de um diálogo franco e não culpabilizante sobre a agressividade.

Mielnik lembra que existem formas sadias e morbidas da agressividade infantil (p.150). A saudável pode estar ligada à necessidade de expansão, conhecimento, iniciativa, realização, superação, curiosidade, ajuda solidária, etc… mas pode estar embasada em impulsos destruídos, cruéis e patológicos.

Em grupos, costumamos encontrar toda natureza de impulsividade agressora, assim como ambientes variados, propícios ou não à essas agressões. A idade conta, as experiências, estímulos e predisposição, assim como defesas e formas solucionadoras de necessidades também contam.

Em certas situações os indivíduos deixam o nível elementar da modalidade agressivo/física para a verbal com xingamentos, palavras e imagens na internet. Experiências escolares mostram que, apesar das agressões serem mais comuns entre meninos; cresce a incidência de agressividade entre meninas; e que as crianças mais carentes na vida socioafetiva são mais agressivas e violentas que as que recebem boa nutrição ambiental.

É bom lembrar que quase sempre temos (na família, na escola e na sociedade em geral) expectativas quanto às crianças sobre um comportamento tranquilo X agressivo; preferimos os acomodados e obedientes em lugar dos argumentadores e insistentes, talvez para preservação de um bom desenvolvimento moral e social.

Será preciso observar bem as formas relacionais entre as crianças, os estilos solucionadores, defensivos e agressivos para uma intervenção também saudável. Mielnik (1982), em seu livro O comportamento Infantil, afirma:

Ao intervirmos, soterramos o impulso agressivo infantil ou o inibimos, ou recalcamos, ou simplesmente fazemos com que a criança procure negá-lo (…) nem queremos saber quem começou a briga e porque (…) e frustramos a criança que se vê lesada em seus anseios de defesa legítima. (p.152)

O adulto, quase sempre deseja a finalização da briga e o ensinamento moral; falta o diálogo, o enfrentamento da situação, a conscientização das partes, a defesa da percepção e a solução do problema entre os envolvidos. (p.153)

O que é pior, há situações em que ninguém interfere, nem para condenar, nem para proteger, nem para facilitar a compreensão da situação de conflito. Assim, o agressor se vê livre para oprimir ou se liberar com o uso do outro, achando-se poderoso e certo, enquanto o agredido também continua se sentindo excluído, inferior, talvez numa defensiva penosa e hostil, com efeitos posteriores perturbadores.

Crianças também podem ser estimuladas ao esgotamento de impulsos agressivos, precisam ser ouvidas e de descobrirem, por si mesmas (com nossas facilitações) modalidades interativas mais saudáveis, produtivas, além das formas otimizadas de sublimação desses impulsos.

Dependendo da idade, a criança pode concluir que a libertação dos impulsos agressivos procura dar sensação de força e liberdade individual e que medita em que ela se torna mais humana e social, aprende a equilibrar suas ordens de liberdade com o controle saudável da própria agressividade.

A liberdade de ação e de demonstrar sentimentos e emoções deve ser saudável. Assim, aprenderão por si mesmas, o exercício da tolerância como compreensão e decisão, ou escolha própria na conscientização e internalização entre o eu e os outros.

A agressividade, assim como a raiva, não devem permanecer recalcada. O uso da agressividade pode ocorrer em vários campos, como esportes, teatros, textos escritos, pichações artísticas, jogos e debates opinativos entre grupos de alunos em seminários.

Sempre existem opções para apoiar os agredidos e os agressores a encontrarem pontos de coerência. Podemos ajudá-los a descobrir defesas para os recalques inconscientes com diálogos sem julgamentos precipitados e sem a anulação de valor pessoal, individual e grupal. Podemos iniciar ajudando-os na descoberta de si mesmos e suas razões!

Silva (2010) fala das expressões variadas de bullying.

  • Bullying verbal: insultar, ofender, xingar, fazer gozações, colocar apelidos pejorativos, fazer piadas ofensivas, zoar, etc…

  • Bullying físico e material: bater, chutar, espancar, empurrar, ferir, beliscar, roubar, furtar ou destruir pertences da vítima, atirar objetos contra as vítimas, etc…

  • Bullying psicológico e moral: irritar, humilhar e ridicularizar, excluir, isolar, ignorar, desprezar ou fazer pouco caso, discriminar, aterrorizar, amedrontar, ameaçar, chantagear ou intimidar, tiranizar, dominar, perseguir, difamar, passar bilhetes ou desenhos entre colegas com caráter ofensivo, fazer fofocas, intrigas, mexericos, etc…

  • Bullying sexual: abusar, violentar, assediar, insinuar…

  • Bullying virtual (ciberbullying): novas formas de bullying com utilização de aparelhos e equipamentos de comunicação (celular, internet…)para difundir de maneira avassalador calúnias e maledicências.

(Classificação totalmente segundo a apresentação conceptual da autora. P. 13-14)

A autora fala de consequências psíquicas e comportamentais do bullying como:

  • Sintomas psicossomáticos como insônia, cansaço crônico, alergias, náuseas, dificuldades de concentração, automutilação…;

  • Transtorno do pânico: medo intenso ansiedade, sintomas de transtornos físicos sem razão aparente;

  • Fobia escolar e social: esta forma fóbica revela o medo intenso de estar na escola, incluindo-se ai a desistência escolar, dificuldades na aprendizagem, sintomas psicossomáticos variados que podem ter origem em conflitos familiares como, por exemplo, receio de abandono, ciumes do irmão menor, medo de deixar a mãe sozinha com o pai alcoólatra…

  • Quanto a fobia social pode se apresentar como timidez patológica, com ansiedade excessiva e persistente, receio de estar na “berlinda” visado, observado, julgado negativamente. Por isso, afasta-se das pessoas, dos brinquedos em grupo, das festas sociais. Alguns desses apresentam tartamutez e dificuldades comunicativas.

  • Anorexia e bulimia: são transtornos alimentares epidêmicos na nossa sociedade, em especial, entre mulheres jovens. Na anorexia o pavor de tornar-se gordo, chegando a distorcer sua percepção sobre a realidade do próprio corpo, sentindo-se fora dos padrões sociais de beleza. Regimes rigorosos podem levar à desnutrição e morte. A bulimia nervosa se traduz por compulsão alimentar, com sentimentos de culpa e rituais para provocar vômitos; laxantes, exercícios exagerados.

  • Transtorno obsessivo compulsivo: chamados de TOC, repleto de manias, rituais, pensamentos recorrentes causando ansiedade e compulsão. Apresentam-se de diferentes formas, anexadas à receios de risco prováveis e verificação constante como prevenção repetitiva ou ainda de organização, limpeza e ordem excessiva e simétricas sem controle. Esses transtornos formam a pessoa “prisioneira da própria mente” (p.31), plena de estresse e sem controle de suas ações repetitivas. O bullying, segundo Barbosa, pode abrir um quadro de TOC em pessoas com predisposição ao mesmo.

  • Outros: Parece que situações estressantes, traumas destrutivos da identidade, sentimentos de exclusão e impotência, vivencias angustiantes, desagregadoras e geradoras de ansiedade, podem estar associadas a transtornos menos ou mais graves. Pode alcançar as pessoas até nas tentativas de suicídio e homicídio, ampliando possibilidades de psicoses e outros transtornos. O bullying pode estar na base de muitos desses sofrimentos que fragilizam o psiquismo e conduz a serias situações existenciais.

Resumo das expressões possíveis do Bullying segundo Barbosa Silva (Adaptação. p. 13 e 14)

* Verbal: insultos,ofensas, xingamentos, gozações, apelidos pejorativos, piadas ofensivas, deboches…

* Físico e material: ações como bater, chutar, espancar, empurrar, ferir, beliscar, roubar ou furtar, destruir pertences, quebrar óculos dos outros, atirar objetos contra as vitimas…

* Biológico e moral: humilhar, ridicularizar, irritar, isolar ou excluir, ignorar, aterrorizar, desprezar ou fazer pouco caso, tiranizar, discriminar, ameaçar, amedrontar, chantagear ou intimidar, dominar, perseguir, difamar, fazer fofocas, passar bilhetes ou mensagens e desenhos entre colegas com caráter ofensivo, intrigar, entre outras formas.

* Sexual: abusar, violentar, assediar, insinuar…

* Virtual: novas formas de bullying com a utilização da internet com o intuito de difundir, de modo destrutivo a imagem das pessoas, com calúnias, nudez, relacionamentos inaceitáveis e outras maledicências. Essa modalidade é conhecida como Ciberbullying.

BIBLIOGRAFIA:

Publicação sugerida pelo autor.

61 Comentários Respondidos

  • Ronaldo Pires  14 de abril de 2017 em 12:45

    O Bullyng pode ser praticado por adultos e crianças; existe uma parte da cultura dentro das escola, faculdades e universidades que vemos este tipos de atos mais comum do que se imagina; lógico não estamos aqui querendo dizer que seja algo de normal, no qual nunca será. Por exemplo eu particularmente vejo a cultura do “trote” nas universidades principalmente, como um ato de Bullyng no qual é praticado por pessoas que se dizem mais culta, penso que até quando veremos estes tipos de ações em nosso convívio social?

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    • SUELLY REJANE SANTOS FERREIRA  27 de novembro de 2017 em 19:04

      O desenvolvimento humano, conforme o texto é precedido de algumas fases, iniciando-se na vida intra-uterina, sendo os aspectos sociais, afetivos e biológicos são extremamente importantes para a formação integral do sujeito. Nesse contexto, a escola é um espaço significativo para estimular e potencializar a aprendizagem e outros fatores inerentes ao convívio social. Contudo, a problemática do Bullyng, existente nos ambientes escolares, tem sido algo preocupante tanto para a família dos (as) alunos(as) quanto para professores e demais profissionais do meio educativo, pois trata-se atitudes desconfortáveis, com agressões físicas e/ou verbais, uso de apelidos e xingamentos que certamente refletem negativamente na autoestima do indivíduo vitimizado. Precisa-se intensificar campanhas de combate ao Bullyng de forma que se minimize os impactos causados ou quiçá erradique a presença de posturas inadequadas. Contudo, deve-se considerar que os adultos com quem as crianças convivem são espelhos e modelos e que certamente influenciam o comportamento delas.

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  • Maria Luiza Gomes  18 de abril de 2017 em 22:46

    Os transtornos, como tambem a personalidade das crianças são construidas no ambiente em que ela se desenvolve desde a concepção. A força afetiva entre mãe e filho pode definir o caráter da pessoa, porém, é dificil definir até que ponto a genética, a cultura, intervem na formação de uma pessoa ou influencia nos transtornos que conduzem ao sofrimento ou conportamento antisocial.
    O período escolar é importante para a socialização e uma grande vantagem são as experiências felizes, mas também, onde está sujeito a risco como o bullying.

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  • Tânia Lucia Coimbra santos Oliveira  19 de abril de 2017 em 20:59

    É triste saber que existe ainda pessoas com esse tipo de pensamento racista ou de achar que é melhor que o outro, o Billing é uma das piores atitudes que uma pessoa pode praticar com o seu próximo., Penso também que a educação famíliar influi nesse tipo de comportamento, devemos desde cedo ensinar aos nossos filhos o respeito, para que quando na escola ou num ambiente social saiba se comportar como um ser humano educado e compreensivo as diferenças.. amor é a base de tudo e acho que está faltando muito isso na humanidade…

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  • Patrícia Batista Alonso  20 de abril de 2017 em 12:40

    Bullying o nome tão pequeno mais que atrapalha a vida de muitos algo que poderia e pode ser evitado mais tem sempre um engraçadinho fazendo piadas de mal gosto colocando apelidos desagradáveis e ruins , pra que recebe esse tipo de chacota e não consegue levar a vida normalmente algo muito chato mais que infelizmente ainda existe nosso meio.

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  • Patrícia Batista Alonso  20 de abril de 2017 em 13:13

    Bullying o problema que enfrentamos no nosso dia a dia e que hj em dia em dia pra muitos é levado na maior normalidade, pessoas que se isolam por causa de uma simples “brincadeira” mais infelizmente pra quem recebe esse tipo de brincadeira não é tão engraçado assim se fecham no mundo só deles é muitas das vezes se alto mutilando,mais informação seria uma boa.

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  • Natache Damasio da Silva Souza Soares  20 de abril de 2017 em 14:24

    Uma “brincadeira” de mau gosto que pode trazer consequências graves futuramente, alterando no comportamento, e influenciando, em geral na vida daquele que sofreu com bulling, seja na infância ou na vida adulta. não esquecendo do indivíduo que pratica esse ato, pois também terá consequências futuras. Vimos no texto acima que a cultura, a falta de diálogo e a necessidade de “ser”, influência no ato, pois passa a sentir-se bem em diminuir ou agredir o outro achando “comum” a prática e cegando para a realidade.

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  • Luismar de Lima s. Teodorio  20 de abril de 2017 em 16:57

    Vai da noção e percepção de cada um mas todos já vivenciaram o bullying, mesmo aqueles que não sofreram posso afirmar que com certeza viu alguém sofrer e em muitas das vezes não fez nada para ajudar, motivo pelo qual muitas crianças sofrem com isso pelo resto de suas vidas , é uma reação natural do ser humano talvez simplesmente não se envolver se esquecendo apenas de que futuramente poderá ser seu próprio filho (a) na mesma situação ou pior. Algumas crianças podemos dizer que há a questão talvez da inocência , mas não todas, e o adulto ? ; e o adolescente? ; Onde ou o que eles podem usar como desculpa ?
    A sociedade muitas vezes é simplesmente hipócrita.
    Errado é quem age certo e certo quem age errado , usam da justificativa de que isso é simplesmente “normal” , é normal meu filho (a) agir assim afinal é apenas um menino (a).
    Será que essa desculpa irá durar até quando ? Até ele (a) morrer ? Até ele (a) matar alguém ? Até ser preso?
    Precisamos nos educar mais , tudo se inicia em casa , é preciso olhar para si antes de olhar para o outro. Relações interpessoais podem deslumbrar magníficas relações intrapessoais.

    Responder
  • EDNETH DA PENHA LYRA  20 de abril de 2017 em 17:23

    BULLYING ENFRENTAMOS TODOS OS DIAS ATRÁVES DE COMPORTAMENTOS QUE SEM PENSAR PRATICAMOS .CRIANÇAS E ADOLESCENTES ,SOFREM DENTRO DO SEU LAR ATRAVÉS DE BRINCADEIRAS OU AÇÕES QUE PODEM LEVAR ELAS A SE ISOLAR DO QUE ELAS GOSTAM DE FAZER . MUITOS PAIS NÃO TEM CONHECIMENTO O QUE SIGNIFICA BULLYING.

    Responder
  • Geovana Do Nascimento Oliveira  20 de abril de 2017 em 17:45

    Nos dias de hoje, infelizmente é comum encontrar alguém que já praticou ou foi vítima de bullying, fazendo com que crianças e adolescentes sofrem violência física ou pscicologica de maneira intencional,constrangendo,ridicularizando
    e agredindo vítimas causando angústia e sofrimento.

    Responder
  • arielly ferreira da silva  20 de abril de 2017 em 18:18

    Bulling conhecido como formas e atitudes agressivas sendo verbais ou físicas que acontecem sem razão ou motivação clara.A sociedade esta vivendoa favor de falta de união e amor ao próximo onde está se tornando mais que comum o bulling entre as pessoas;São pais que não respeitam os filhos,filhos que não respeitam os pais e etc…São feitos apelidos de mal gosto,chingamentos e agressões, onde as pessoas perdem a autoestima,falta de união e principalmente o amor próprio existem bulling de muitas formas umas delas são palavras e eagressões e muitas vezes é usado como “brincadeirinhas”mais que na verdade são so ofensas,são atos repetitivos que as vezes praticamos e não percebemos, mais que causam problemas sérios tantos problemas Físicos como problemas psicologicos.

    Responder
  • Poliane Bitencourtt  20 de abril de 2017 em 19:55

    Infelizmente as crianças que praticam esse tipo de comportamento acabam se destacando em meio a turma e isso faz com que elas continuem.
    O alvo por sua vez ficará sempre marcado pelas “brincadeiras” de péssimo gosto dos colegas.
    Esse comportamento inconsequente deixa marcas tanto na infância quanto na vida adulta de quem sofre as agressões, eu sou um exemplo disso, fui vítima de bullyng na infância e as lembranças são nítidas até hoje na minha memória.
    A família e a escola são peças fundamentais para detectar e ajudar a solucionar esse tipo de problema.

    Responder
  • Larissa Vieira Ferreira  20 de abril de 2017 em 20:54

    Quando falamos em bullying sempre lembramos de brincadeiras, piadas, comentários de mal gosto que acabam afetando e muito a vida de quem é ofendido, desencadeando vários transtornos psicológicos, de comportamento ou de convivência, creio que o papel da família e de imprescindível importância para ajudar essas crianças/ adolescentes que enfrentam diversas situações todos os dias seja em escolas ou em qualquer outro lugar. A geração de hoje está sofrendo e precisa de socorro.

    Responder
  • Edna Ferreira Góes  20 de abril de 2017 em 21:02

    O bullying esta cada vez mais presente na rotina de criança e jovens. . Ao sofrerem bullying o seu desempenho escolar e a auto estima diminui , o que parece uma simples brincadeira pode afetar emocionalmente e fisicamente. Podendo resultar consequências futuras para ambos.

    Responder
  • Edna Ferreira Goes  20 de abril de 2017 em 21:40

    O bullying está cada vez mais presente na rotina das crianças e jovens, ao sofrerem o bullying o seu desempenho escolar e sua autoestima diminui. O que parece uma simples brincadeira pode afetar emocionalmente e fisicamente. Podendo resultar em consequências futuras para ambos, podendo apresentar sintomas psicossomáticas, e sofrer tipos de traumas que influenciam na sua personalidade.

    Responder
  • Adriana botazini ribeiro  20 de abril de 2017 em 23:45

    O bullying é uma agressão praticada por um indivíduo que não se coloca no lugar da pessoa que está sendo agredida, é uma das agressões mais comuns nos dias de hoje, pois ela pode ser física ou verbal e as vezes dificil de identifica-lo Devemos colaborar e ajudar pessoas que sofrem com esse tipo de agressão, pois isso pode causar danos piscológicos a qual pode vim sofrer várias consequências esse individuo agredido. Devemos respeitar os outros do mesmo jeito que queremos ser respeitados.

    Responder
  • RANIELLE M DE OLIVEIRA  21 de abril de 2017 em 00:40

    Partindo do pressuposto que o Bullyng, a anos e anos atrás fez parte do cotiano das pessoas e não era questionado, foi criando— se uma rotina ensinado pelo adulto que era legal fazer piadas de todos acontecimentos e com isso o outro foi ficando de lado .

    A opinião da outra pessoa é o que menos importa, pelo fato que fazer piadas fora de hora alegra o ambiente mas entristece grande maioria.

    Principalmente quando não encontramos pais ativos no desenvolvimento e educação dos filhos.

    Porque grande maioria dos acontecimentos se localiza em locais de baixa renda e autoestima baixa e comprometida, com defasagem escolar, cunho social etc.

    A medida que o tempo passou e as pessoas começaram entender há gravidade da dita “brincadeira de mal gosto” que recebeu o nome de bullyng tomando proporções grandiosas, passou se a tomar mais cuidado com o outro, o que fala e as emoções.

    O cuidado ao ofender as pessoas foi ficando cada vez mais visível, e apareceu além de estudos, atitudes para que quanto mais cedo a criança souber de determinados assuntos, mais cedo ira disseminar a informação e poderá evitar situações conflituosas.

    Não vejo pelo lado de quando uma criança é repreendida por algo feito, ela se fruste e se inicie alguns transtornos de personalidade, conduta ou outro em geral , pelo contrário na medida que ela é repreendida e o adulto conversa e explica o motivo e a escuta, cria se um vínculo e uma rotina para que ela entenda o porque daquilo e se coloque no lugar do outro também, fazendo com que menos atritos aconteçam nessa rotina.

    A criança quando deixada de lado, por “N” motivos, e a educação que era para ser dos pais passa a ser terceirizada, tende a seguir o que está mais próximo, emitando e aprendendo com o adulto, e se esse adulto também não participa, essa criança fica sem um direção a seguir.

    Responder
  • Amanda Armini Dos Santos Grassi  21 de abril de 2017 em 14:38

    Na minha opinião, toda escola ( que é o lugar onde mais acontecem casos de bullying ) deveria ser obrigada ter um pscólogo, para que as crianças que sofrem com o bullying tivessem a oportunidade de conversar e ter alguém para desabafar sobre as agressões sofridas.
    A infância e a adolescência são fases essenciais e que precisam ser respeitadas, esse período de transição e formação, não só na escola, mas também em casa com seus familiares vão direcionar os passos dessas crianças e adolescentes quando adultos.
    O bullying na maioria dos casos age de forma silenciosa e, por esse motivo, os pais nem sempre percebem. Por isso, através esse comentário, vou fazer um pedido aos Srs PAIS: Pais, conversem mais com seus filhos, procurem saber mais deles como está sendo o dia a dia deles nas escolas e nos lugares por eles freqüentados, para que se o bullying estiver atuando no dia a dia deles, vocês possam tomar uma atitude, possam procurar uma ajuda profissional para que seus filhos tenham uma vida adulta saudável e sem traumas acarretados pela infância.

    Responder
  • Cláudio Messias Pimenta  21 de abril de 2017 em 15:17

    Texto bem esclarecedor sobre o bullying, principalmente quando trata das consequências apontando os sintomas, o que serve de auxílio aos pais na percepção de sinais indicadores de que seus filhos possivelmente estaria sendo vítima de tais agressões.
    Não menos importante a explanação do tema enfatizando ___ com base em um trabalho de pesquisa comprovado___, a influência do ambiente familiar na formação do indivíduo que vai interagir socialmente, seja no lazer, na escola ou em qualquer outra atividade realizada em grupo. O texto ainda destaca a necessidade de enfrentamento do problema no ambiente doméstico, social, e principalmente no ambiente escolar.

    “Já é hora de uma reflexão sobre quem somos hoje, e quem queremos ser como nação no futuro”. Se sonhamos com uma nação mais inteligente e saudável em todos os aspectos, então devemos olhar com mais atenção para o projeto desta nação que surge, no ambiente e no processo educacional em que cada indivíduo nasce, cresce e se desenvolve. E na responsabilidade que estado e família tem sobre esse tema.
    Por isso:
    Parabéns Vanessa pala atitude!

    Responder
    • Denilza Maria Maioli  22 de abril de 2017 em 13:23

      O bullying, mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação e maltrato.Ele é utilizado principalmente em relação aos atos agressivos e/ou psicológicos entre alunos e/ou grupos nas escolas; antigamente era visto como fatos isolados “briguinhas de crianças” normalmente família e escola não tomavam atitude nenhuma a respeito.O bullying atrapalha inclusive a aprendizagem. sendo que normalmente os agressores são as crianças com maior porcentagem de reprovação.

      Responder
  • Rita de Cássia Mártires  22 de abril de 2017 em 00:22

    Em nossos dias atuais um dos assuntos mais comentados mundialmente é o bullying é uma questão nova, porém o mundo já vem sofrendo desse mal a um certo tempo, pois este se tornou um problema mundial, e cada dia que passa está se tornando habitual ao nosso dia-a dia.
    As consequências são sérias para quem sofre desta violência. As agressões podem surgir desda forma oral com insultos ou da forma física , este tipo de ato acaba provocando dor e angustia para quem o sofre, podendo lhe causar sérios transtornos psicológicos . O assédio pode ocorrer no local de trabalho, na Escola, na rua e até mesmo dentro do próprio ambiente familiar. As vítimas devem procurar ajuda, para que possa descobrir um modo de defesa, e dar a volta por cima.

    Responder
  • Denilza Maria Maioli  22 de abril de 2017 em 12:46

    O bullying, mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação e maltrato.Ele é utilizado principalmente em relação aos atos agressivos e/ou psicológicos entre alunos e/ou grupos nas escolas; antigamente era visto como fatos isolados “briguinhas de crianças” normalmente família e escola não tomavam atitude nenhuma a respeito.O bullying atrapalha inclusive a aprendizagem. sendo que normalmente os agressores são as crianças com maior porcentagem de reprovação.

    Responder
  • Silvania Maria da Silveira  22 de abril de 2017 em 13:42

    Atualmente o bullying é reconhecido como problema crônico nas escolas e com consequências psicológicas sérias, tanto para vítimas, quanto pra agressores. As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem ser tornar adultos com sentimentos negativos, traumas e baixo autoestima ;a vítima sofre calada,se isola e tem queda do rendimento escolar e fica retraído tanto na escola quanto no lar; além de levar a depressão e até ao suicídio.

    Responder
  • Stephanie Sabrina Sunderhus Freitas  22 de abril de 2017 em 17:28

    Quando tentamos falar sobre o tema bullying com demais pessoas, o que mais encontramos são opiniões já formadas sobre o assunto e muita das vezes totalmente negativas.
    Entendo o bullying como muito falado e praticado mais pouco explicado. Muitos não fazem idéia do quão séria uma pequena brincadeira maldosa pode ser e o tamanho da repercussão social e pessoal que ela vai ter.
    Penso eu ser um assunto tão profundo que pode começar com a vida pessoal do praticante do bullying onde ele usa o menos favorecido para descontar o seu pessoal mesmo que não tenha consciência disso.
    E claro que temos aqueles que têm total consciência do que estão fazendo, mas de qualquer forma não fazem idéia de como isso pode ou vai afetar profundamente a vida de quem está recebendo aquela ação negativa. Levando muitos a tomar a mesma atitude achando ser normal agir de uma certa forma a qual não vejo o lado e o sentimento do meu próximo e nem me importo como isso vai refletir na vida dele.

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  • Gabriela de Souza Lopes  24 de abril de 2017 em 10:34

    A composição do texto proposto me fez refletir em perguntas como por exemplo o que leva uma criança a cometer o bullying, seja ele físico, psicológico, verbal, biológico e moral ou virtual?

    O bullying pode ser praticado por motivos de insegurança, os agressores não passam de pessoas inseguras que procuram sustentar o seu ego por atos de violência, tratando um colega de escola como se fosse um lixo, sentem-se melhor consigo mesmos com mais poder e capacidade.

    Percebemos que uma das causas principais do bullying é a ausência de empatia, o agressor não se coloca no lugar do agredido, as crianças não estão sendo estimuladas na compreensão de comportamentos e sentimentos uma das outras, acredito que quando elas são capazes de compreender os seus próprios sentimentos, tornam-se mais capazes de entender que a outra pessoa também foi magoada por ter sido agredida.

    Se uma criança for educada a ter uma noção sobre o autoconhecimento, ser empática e altruista, vão ter a habilidade de lidar uma com as outras de forma saudável e as práticas do bullying não fará presente nas escolas e muito menos na vida adulta.

    Responder
  • Luciene Lepaus  24 de abril de 2017 em 13:34

    O bullyng remete a criminalidade e também a jovens “bem sucedidos” sem nenhum escrúpulo social.
    A partir do momento em que uma criança se sente acuada em seu ambiente de aprendizado e não possui nenhuma ajuda psicológica, o mesmo tende a querer ser “igual”ao protagonista do bullyng, ou seja, queria ser visto como forte por alguém mais fraco do que ele.

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  • Luciene de Paula Tinoco Perim Rangel  24 de abril de 2017 em 17:51

    Infelizmente o que tem faltado é amor, compreensão e respeito ao próximo, e isto deve ser ensinado na infância nos primeiros anos da criança. O bullying ocorre não só entre crianças, mas entre adultos nas mais variadas áreas da sociedade, causando graves consequências na vida de quem é ofendido. Precisamos estar atentos, para não sermos tais agressores na vida de outrem, seja em casa, na escola, no trabalho, ou no meio em que vivermos.

    Responder
  • Antonio Carlos do Carmo  24 de abril de 2017 em 18:39

    É inegável os danos causados pelo bullying tanto para o agressor como para o agredido. É importante ressaltar que muitas vezes, antes de ser uma situação enfrentada no ambiente escolar, a criança é vítima de bullying por parte de seus próprios familiares, e sendo assim, como a família se comporta se a criança/adolescente sofre tal situação na Escola? A família está preparada para lidar com tal situação?
    Se a família, ou mesmo a escola na maioria das vezes não estão preparados para lidar com tal situação, fica fácil entender o porque de tanta violência no âmbito familiar, na escola e na sociedade em geral, extrapolando o limite do bom senso e contribuindo cada vez mais para uma forma de poder totalmente desequilibrado baseado na força.
    Acredito que as opções de ajuda ainda se encontra com os profissionais preparados para lidar com tais situações e que a família e a escola no futuro poderão lidar melhor com a situação a medida que o o assunto for difundido e assimilado.

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  • Enedina Mártires Monteiro da Costa  24 de abril de 2017 em 18:49

    Bullying, são todas as formas de atividades agressivas, intencionais e repetidas adotadas por uma ou mais pessoas, o bullying na escola trás efeitos negativos como baixo rendimento escolar.
    Sentimento de impunidade, exclusão e humilhação por parte das vitimas. Bullying é a piada sem graça que deixa marcas para o resto da vida.

    Responder
  • Evelyn Cristina  24 de abril de 2017 em 20:01

    Refletindo sobre o tema (Transtornos na vida e na escola: o bullying), de uma maneira geral podemos dizer que, basicamente, o bullying é uma forma de agressão intencional feita de maneira consciente, mas que se passa despercebido quando é escondido atrás de uma palavra: ‘’ brincadeira ‘’. Infelizmente o bullying ainda está presente nos dias de hoje e os princípios/atitudes das escolas contam muito quando uma simples brincadeira passa a ser bullying. Sendo assim, o bullying atrapalha o desenvolvimento da criança, jovens e a vida pessoal de um adulto, portando deve-se existir mais palestras/debates sobre esse tema, que, embora seja muito comentado é um tema que ainda afeta muitas crianças, jovens e adultos de uma maneira bastante dolorosa.

    Responder
  • Valdemir Souza Pereira  25 de abril de 2017 em 15:09

    O Bullying passou a ser tratado, na atualidade, como sendo um problema de saúde, tendo em vista que ele pode ter ligações a fatores genéticos, aspectos socioculturais , dentre outros. Podendo ocorrer na infância ou na fase adulta, com brincadeiras, apelidos , xingamentos, mais todos feitos de mal gosto. Acarretando em diversos transtornos, sintomas e consequências, tanto para quem o sofre, quanto para a sociedade. Devemos ficar atentos não somente os pais, mais como cidadãos para ajudar neste problema e contribuir da melhor forma possível.

    Responder
  • Marcela Oliveira  26 de abril de 2017 em 09:55

    Tenho sérias preocupações também com quem comete o bullying. Lendo o artigo, por várias vezes me questionei na forma como são tratados os que o cometem. Muitas vezes acabam sendo vitimas do seu próprio “veneno” e ao invés de sairem fortalecidos de uma dessas brincadeiras pejorativas, se tornam aprisionados em um stigma, que com o tempo pode fazer dele (a) mais um (a), nas estatisticas suicidas.. O que no passado recente, era considerado brincadeira, se tornou algo até mortal para nossa sociedade atual. Infelizmente a cada dia vemos e ouvimos nos noticiários casos recorrentes de violencias domesticas contra crianças muitas das vezes praticados por seus pais ou companheiros destes que não possuem vinculo sanguineo com a criança. O fato é q temos a cada dia mais famílias desestruturadas, crianças sem uma formação infantil adequada, adolescentes perdidos em sua maturidade atropelada por avanços tecnologicos que nem sempre acrescentam ou ao contrário so trazem prejuizos psicologicos e adultos cada vez mais tristes, isolados sem entender o rumo que está tomando a propria vida.
    Obrigada pelo texto e pela reflexão a que nos induziu, Vanessa Cavalcante.

    Responder
  • katissiani  4 de maio de 2017 em 14:20

    Infelizmente, estamos presenciando com frequencia o bullying em nosso dia a dia seja contra jovens, idosos ate as crianças são o alvo mais atingidos. Um problema que muita das vezes ignorado pelas escolas e faculdades. Uma criança ou um adolescente que e alvo do bullying , pode ser torna um adulto com sentimentos negativos , baixa autoestima e tem de adquirir sérios problemas de relacionamento , podendo contrair comportamento agressivo , Em casos que a vitima pode ate cometer suicídios. A solução que a vitima pode ter com recurso é buscar ajuda em casa, e não se esconder e muito menos se envergonha

    Responder
  • Roseane Emiliano  4 de maio de 2017 em 16:07

    O bullying representa a falta de paciência nas pessoas, e mostra como elas são, sendo incapaz de amar o próximo, tornando-se violento e agressivo, com a intenção de ferir intencionais contra uma pessoa indefesa, que podem causar danos neurológicos e levar a vítima até morte.

    Responder
  • Fabrícia Perovani  4 de maio de 2017 em 17:42

    O texto é extremamente complexo, mas sabemos que infelizmente fez e faz parte de nossa realidade a temática “bullying”. É chega a doer a forma que acontece, e na maioria dos casos com danos irreversíveis..traumas tão profundos, ainda em fase de formação de caráter que refletem por toda uma vida, desencadeando tantos outros problemas, lamentavelmente.

    Responder
  • Margarete Pereira  4 de maio de 2017 em 17:58

    É um assunto tão vivo dentro na nossa sociedade e ao mesmo tempo velado, pois pouco se avança na extinção de algo tão danino. Sociedade essa tão sagaz mas sem tempo para meditar em suas ações e consequências. Bullying é quando caracteriza agressão intencional verbal,física,feita de maneira repetitiva e internacionalmente. É necessário ter políticas de aprendizagem comportamento. Para que possamos estar bem informados.Respeitar as diferenças é necessário. As pessoas que praticam o bullying podem no futuro se tornar autoritários e também agressivas. É necessário incluir pedagogos educadores nesse processo e estudar também o perfil do agressor.

    Responder
  • Mara Cristina Andrade nunes  8 de maio de 2017 em 20:39

    Infelizmente o bulling ainda faz parte da nossa sociedade, o bulling está em vários lugares, nas escolas nas ruas ou até mesmo em casa. Tem pessoas que não se importam com o que as outras vão sentir, ou que estão sentindo.Deveria ter um sistema mais rígido quando se trata do bulling.Na minha opinião deveria ter um tratamento para quem comete esse ato. deveria se tra

    Responder
  • Maria Aparecida Chaves Ferreira Oliveira  10 de maio de 2017 em 07:10

    O projeto do nosso Criador é perfeito,quando Ele viu que tudo era bom e foi criado.
    Simplesmente Ele fez um lindo quadro ao criar o universo,mas depois de tudo pronto inclusive o homem houve uma interferência,o quadro foi borrado com tintas escuras.
    E foi necessário o sacrifício de um Lindo Cordeiro para restaurar tudo o que estava perdido,só que depende de cada ser humano ter uma consciência de permanecer no mesmo patamar do Mestre do quadro.
    A primeiro molde já está em nossas mãos .
    Primeiro passo é aceitar o Serginho dentro do ventre com amor.Recebê_lo com muito amor.Ensinar seus primeiros passos da vida com muita paciência,respeitando cada fase do crescimento da criança e até a sua adolescência.Prepara_lo para a sociedade ,pois no mundo onde há vários tipos de pessoas de todas as formas muitas vezes não está enquadrado neste perfil de amor,borrando assim um quadro muito especial que necessita de cuidados e restauração,que são as nossas crianças de hoje que acresce no meio da violência prejudicado o seu caráter em formação ficando tudo obscuro econfuso se tornando uma criança sem educação e sem amor.E acaba transmitido tudo para o seu ambiente social em que vive.
    Sofrendo bullying e agredindo tbm em busca de defesa pessoal.
    Cabe a todos nós preservar a criação tão perfeita etrasmitir nosso amor,compreensão e dedicação aos nossos pequenos pra que toda a sociedade seja justa amorosa e tolerante.
    E o quadro que esteja borrado,que haja restauração contínua.

    Responder
  • Rafaela de Deus  15 de maio de 2017 em 13:00

    O bullying é o que se refere a todas as atitudes agressivas, verbais ou físicas. Onde as pessoas deixam o respeito de lado e agem de forma insensata, desmoralizando a pessoa a qual tem sido o alvo da ofensa. Com ações desmotivadoras causando constrangimentos e intimidações .

    Responder
  • Andreia Fatima Firme  5 de junho de 2017 em 19:30

    Bullyng

    E um termo da língua inglesa(Bully_valentão)que se refere a todas as formas de atitudes agressivas,verbais ou físicas,intencionais e repetitivas,que ocorrem sem motivaçao evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos,causando dor e angústia,com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender.
    O Bullyng e um problema mundial,podendo ocorrer praticamente em qualquer contexto no qual as pessoas interajam,tais como escola,faculdade,familia ,mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos.Pesquisei alguns casos de Bullyng na escola:Um deles foi o caso de uma adolescente linda(Luana)que estava muito incomodada na escola por alguns colegas de turma(no recreio…)eles a chamavam de batatinha,mas ela nem sequer era gorda,no entanto ela ficava muito triste ,chegou a parar de comer, pois afetou o psicológico dela e se sentia gorda e feia.Certo dia sua professora notou sua tristeza e também notou que ela não comia nada e perguntou o que estava acontecendo,foi então que contou a professora que estava de regime porque chamavam ela por um apelido…a pedagoga então tomou as devidas providencias.

    Responder
  • Wesley Loureiro  3 de julho de 2017 em 16:48

    Bullying é uma palavra inglesa que em português não tem tradução, mas que pode ser compreendido como brigão/valentão. O Texto faz uma abordagem excelente a respeito do tema buscando clarificar algumas situações que, certamente, passa despercebido como as peculiaridades do Bullying direto e indireto. O cyberbullying é outra via que precisa ser trabalhado, sobretudo nas escolas. Mas a parte que chama a atenção é a dos “ESPECTADORES DO BULLYING”, pois muitos se enquadram perfeitamente nessa perspectiva. Nossa missão será lutar com veemências contra todo tipo doe bullying.

    Responder
  • Ana Carla Jardim Rodrigues  5 de julho de 2017 em 22:59

    O bullying começa sempre com brincadeirinhas, e era visto como briguinhas de crianças, mas atualmente tem se sido levado a sério e reconhecido como um problema crônico e que pode resultar em consequências sérias. O bullying tem sido um dos motivos de muitas discussões, agressões entre alunos chegando até a difamações e suicidio, um grande perigo para nossas crianças.

    Responder
  • Jadson Rodrigues de Assis  10 de setembro de 2017 em 16:33

    Se pararmos para observar com mais atenção , nossas crianças ja começam a sofrer bullying dentro de seus próprios lares e de pessoas que deveriam de alguma forma ajudá-las .
    Por menor que seja ao colocar apelidos ou falar que a criança não e capaz isso pode trazer consequências graves para o futuro , baixo rendimento na escola , no convívio com os colegas , sempre vão se sentir inferior.
    Não podemos compactuar com esse tipo de agressão, precisamos tomar a frente sempre que presenciar algo dessa natureza.

    Responder
  • Christiany Saúde  7 de novembro de 2017 em 20:58

    Para acabar com o bullying, pais e escola precisam se unir. Esse é um problema que pode acarretar consequências ruins para a vida dos pequenos, tenho uma filha que sofreu bullying por ser inteligente, responsável e por querer tirar boas notas pois sempre foi apaixonada pelos estudos e com isso estava sendo excluída principalmente das meninas. E por alguns anos o retorno dela na escola foi um verdadeiro transtorno. O meu medo era dela perder o entusiasmo e com isso o rendimento escolar ser um fracasso, mas graças a Deus em primeiro lugar e a nossa família ser estruturada o suficiente para dar todo o suporte que ela precisava. Minha filha venceu e hoje lida com a situação com muita maturidade, menos sofrimento e com a auto estima mais elevada pois entendeu que as pessoas que fizeram bullying com ela eram pobres de espírito e com históricos familiares decadentes e dignos de pena.
    A escola tem a responsabilidade de manter seu ambiente livre de bullying, isso está, inclusive, na lei. É claro que não podemos esperar que estejam cientes de tudo o que acontece, mas precisam ter uma postura de abertura para receberem relatos e, assim, poderem cumprir completamente esse papel. Entretanto, o papel nobre da escola nesse assunto é implementar programas de Educação Emocional para erradicar o bullying e prover ambiente saudável, numa proposta de educação integral do aluno. Na escola que minha filha estuda eu tive uma grande ajuda tanto da direção escolar quanto da coordenação e professores. Sou muito grata.

    Responder
  • Nivia Chiarelli A. Akahori  16 de novembro de 2017 em 17:00

    O bullying sempre existiu mas era tratado como uma “brincadeira”. É uma das formas de violência que mais cresce na sociedade hoje em dia. É difícil dizer até que ponto a genética e a cultura podem intervir na formação de uma pessoa. As crianças não tem maturidade suficiente para processar e aceitar as dores desse tipo de comportamento mas espera-se que, com o tempo, consiga faze-lo. Há de se levar em consideração que cada um faz esse processamento de uma forma, uns melhor outros nem tanto, lembrando também que há aqueles que ficam como expectadores e não tomam nenhuma atitude. Fala-se tanto sobre bullying “abertamente” mas quando há a necessidade de uma intervenção é feita de forma bastante furtiva. Bullying é uma forma de agressão intencional disfarçada de brincadeira ou quem o comete não tem plena consciência do que faz? O exemplo vem de casa, dos responsáveis. Falta de amor ao próximo, paciência, carinho, falta educação.

    Responder
  • JUREMA ANTUNES DA ROCHA (CENSUPEG TEIXEIRA DE FREITAS -BA)  17 de novembro de 2017 em 01:55

    O bullying é um ato de violência física ou psicológica, as pessoas são agredidas fisicamente, tem seus de objetos quebrados, são extorquidas etc… Sem saber o porquê de comportamento tão violento.
    Normalmente o bullying acontece na escola na hora do recreio, na hora da atividade física ou na hora da saída são provocações perversas e repetitivas com intenção de magoar e ridicularizar a criança ou o adolescente diante dos seus colegas, que acham engraçado a situação. A vítima não sabe reagir nem ver a perseguição como um ato de brincadeira.
    Essa agressão em fase de transformação podem causar problemas psicológicos por toda vida. Por isso é importante que os funcionários da instituição obtenha um conhecimento maior sobre o bullying, para saber identificá-lo e fazer as intervenções necessárias evitando problemas futuros.
    Lopes Neto (2005) salienta que é obrigação dos educadores, profissionais da saúde e familiares atentarem e identificarem possíveis situações de dificuldades entre a criança e/ou adolescente com os jovens de seu convívio social.
    jurema

    Responder
  • Maxielle Pinheiro Santos Silva  17 de novembro de 2017 em 17:45

    O bullyng é um ato que produz efeitos negativos sobre a vítima. A pessoa que sofre ou sofreu bullyng nem sempre tem o costume de expressar para seus amigos e família sobre seu sofrimento. Tal angústia interna vai danificando sua motivação e autoestima. A prática do bullyng pode ser feita de diversas formas, ou seja, pode acontecer de forma direta ou indiretamente. Independente do formato os danos são desfavoráveis ao bem estar da vitima trazendo prejuízos que poderão ser irreparáveis. Nos últimos anos a mídia mostrou diversos casos de bullyng que aconteceram dentro das escolas e hospitais, mas vale ressaltar que essa prática acontece em quase todos os lugares no qual as pessoas costumam participar, tanto do âmbito público quanto privado. No meio a tanta especulação sobre o assunto do bullyng, fica claro que essa prática por muitas vezes tem se desenvolvido de forma naturalizada a tal ponto no qual dificulta o individuo perceber o próprio ato ou sentir que está sendo vítima. Se formos fazer um breve analise do processo de bullyng, percebemos que essa prática faz parte das estruturas das relações. Dentro da família, escolas, trabalho entre outras instituições existem as pequenas brincadeiras, piadas, assuntos e comportamentos que a priori só tem o proposito de diversão, porém para a vítima dificilmente é internalizada somente como uma brincadeira ou piada, mas como um sofrimento que se transforma em angústia profunda.

    Responder
  • Lorena Neres  18 de novembro de 2017 em 21:21

    As pessoas usam do bullying para descrever atos de violência física ou psicológica. São intencionais e repetidos.
    Quem sofre o bullying não expressa para seus familiares o que acontece, o que agrava ainda mais no indivíduo. Desencadeando baixa auto-estima, problemas psicológicos, etc…
    Fica claro que essa prática acontece em vários lugares, e produz efeitos de sofrimento que se transformam no individuo afetado.

    Responder
  • Gleidiane Oliveira Rocha  27 de novembro de 2017 em 23:52

    Sendo o período escolar um processo socializador de alta importância, como mencionado no artigo, nas relações que se estabelecem e na interação com o meio é que a aprendizagem ganha forma, força e espaço. Quando neste ambiente, as interações, geram situações de humilhações, agressões de diferentes tipos, torna-se não só nocivo a aprendizagem, como também ao bem estar do indivíduo. O bullyng, tem sido amplamente debatido e indiscutivelmente é um dos problemas que mais tem afetado as crianças e jovens brasileiros. De acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) 2015, uma em cada dez crianças brasileiras sofrem de algum tipo de bullyng. É preciso pensar em estratégias que busquem a erradicação deste problema, e a melhor ferramenta é sempre o diálogo, entre pais e filhos, família e escola e todas as interações possíveis buscando um bom canal de comunicação, favorecendo uma melhor atenção aos sintomas, e combatendo as causas a partir de ações que tenham por foco o respeito e a valorização do outro.

    Responder
  • Nathália Barreto Pinheiro  4 de dezembro de 2017 em 16:32

    Com os avanços socioeconômicos, aceleração do mundo globalizado, trouxe consigo aceleração da violência, uma delas se evidenciou o Bullying. Sabemos que o contexto escolar é crucial para o desenvolvimento do indivíduo, e em seu processo ensino aprendizagem, quando o mesmo se depara com as situações adversas, pode lhe ocasionar diversos problemas em sua autoestima, em seu desempenho escolar, em sua comunicação social, além de poder ocasionar alguns transtornos. Precisamos erradicar o bullying de nosso contexto educacional, pontuando a importância do respeito as diferenças e incluindo todos no paradigma social educacional.

    Responder
  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  5 de dezembro de 2017 em 20:24

    O Bullying sempre existiu na história da humanidade, se diferencia entre as culturas e épocas. Hoje tem nome, estatística e visibilidade, graças as mídia e as redes sociais. O Bullying tem dois lados, o lado agressor e o agredido. O agressor é alguém que com certeza vivencia inúmeras dificuldades principalmente consigo mesmo como autoestima deficiente ou com terceiros através de um lar desestruturado. Inúmeras carências, falta de limites e amor ao próprio e etc. Por outro lado temos a vítima, que muitas vezes também vivencia uma estrutura psíquica e emocional fragilizada que potencializa a ação opressora do bullyng sobre sua vida. A realidade é que princípios básicos de respeito ao próximo e amor próprio são infringidos com o bullyng, ensinamentos que deveriam ser aprendidos dentro de uma estrutura familiar saudável.

    Responder
  • Ana Paula Cosenza  10 de dezembro de 2017 em 19:31

    Bullying, infelizmente faz parte de nossas vidas independentemente da idade e classe social. Hoje podemos identificamos em diversas contextos como relata o texto, podendo ser presencial e agora também virtual. A forma como identificar e tratar está toda a diferença, a condução escolar quando lá acontece, assim como no meio familiar e nas empresas está o x da questão. Hoje em grandes empresas existe o código de ética, um avanço, visto que não é só com crianças e nas escolas, sabendo-se que neste é onde mais acontece. O trabalho efetivo nas escola com palestras, rodas de conversa e repensar sobre o assunto em si, acredito eu, traz mudança ao meio. Importante também esclarecer para as famílias, que por vezes acredita que o problema é só da escola, mas em casa também estimulam os filhos negativamente, com palavras pejorativas e apelidos, assim com brincadeiras que não são brincadeiras, consequentemente os filhos (as) reproduzem na escola.

    Responder
  • Cristina Pereira Gomes de Azeredo  10 de dezembro de 2017 em 20:21

    O termo bullying é um tipo de comportamento violento que se aplica a um ser menos fortalecido.Hoje o bullying ultrapassou a vida comunitária e escolar, está também nas redes sociais, no trabalho e na vida familiar.
    Infelizmente, vivemos numa sociedade predominante de tal prática. Sabemos que existe punição para os que praticam esse delito, porém nem sempre o direito possui sua efetividade na prática.

    Responder
  • Rejane Senna  10 de dezembro de 2017 em 21:34

    Infelizmente o bullying ainda está fortemente presente na nossa sociedade, principalmente nos ambientes escolares, nós educadores precisamos estar atentos a qualquer expressão que possa ser prática de bullying, seja ela, verbal, físico, material, psicológico, moral, sexual e virtual. A qualquer sinal ou pontuação devemos observar e agir, pois qualquer dessas expressões praticadas na infância ou na adolescência, podem levar a sequelas para o resto da vida.

    Responder
  • Janine Manhães Teixeira  10 de dezembro de 2017 em 22:03

    O bullying sempre esteve presente nas relações interpessoais, na escola e até mesmo no ambiente familiar, todavia camuflado em piadas, pequenos comentários e brincadeiras. A situação se agravou e ficou mais evidente
    quando com ele vieram as reações agressivas e de vingança. Se colocar no lugar do outro é difícil e exige uma condição diária. Trabalhar o bullying nas escolas envolve a parceria de todos os integrantes da mesma, pois se tentam esconder ao máximo de adultos essas agressões, sejam estas verbais ou físicas, e quando expostas, o papel da intervenção é essencial para evitar a propagação desses comportamentos.

    Responder
  • TATIANE APARECIDA DE SOUZA MENDONCA  10 de dezembro de 2017 em 22:22

    Tatiane Mendonça
    1º Período de Neuropsicopedagogia – Censupeg- Rio das Ostras – RJ – Turma 2
    Precisamos criar estratégias de combate ao bullying, não pensando apenas no agredido, mas, oferecendo chance de reflexão e retratação também ao agressor, que , por muitas vezes age assim como reflexo do que ele vive em seu ambiente familiar. A escola necessita criar oportunidades em que o jovem aprenda a lidar com as frustrações, a rejeição, mas também, orientá-los a falarem sobre seus medos, angústias e a buscarem ajuda quando sofrerem algum tipo de agressão.

    Responder
  • Gabriela Vasconcelos Gomes  10 de dezembro de 2017 em 22:34

    O bullyng é uma forma de ameaça, opressão, intimidação e descaso com o indivíduo ou grupo . Existem casos que acontecem com agressão física e psicológica, os casos mais ocorridos são nas escolas. por isso, é necessário um trabalho preventivo, através de palestras, rodas de conversas entre outras ações.

    Responder
  • Geisa Goulart Barreto  10 de dezembro de 2017 em 22:40

    Impossível apontar alguém que nunca sofreu bullying. Quem nunca ganhou um apelido ou foi excluído de alguma brincadeira pelos colegas? O bullying sempre existiu e provavelmente eu e você já fizemos bullying com alguém. O fato é que, de um tempo pra cá isso tomou uma proporção gigantesca, talvez pelas consequências físicas, emocionais e psiquicas causadas nos indivíduos, a exposição nas mídias. Mais uma vez, vale lembrar que pais e escola estejam atentos a comportamentos diferenciados nas crianças tanto para identificar não só quem sofre , mas também quem pratica.

    Responder
  • izabel cristina dos santos silva  10 de dezembro de 2017 em 23:53

    O período escolar é importante para a socialização e uma vantagem são os momentos felizes e sujeitos ao bullying e temos muitos com essa atitude e não devemos calar.

    Responder
  • Daniele Almeida Freire  11 de dezembro de 2017 em 13:20

    Billing é uma atitude cruel e desumana praticada por um indivíduo ou grupo que contém ato intencional e repetitivo onde o agressor oprime o agredido fazendo com que ele sofra consequências psíquicas e comportamentais. O agressor necessita de suporte psicológico para trabalhar o comportamento que está em desacordo com postura saudável a ser esperada pelos indivíduos.

    Responder
  • Andreia Teixeira Pinto Figueira  12 de dezembro de 2017 em 10:52

    Na vida educacional infelizmente nos deparamos com essa triste realidade chamada Bullying, e não só no âmbito escolar mas em qualquer lugar. Por isso a importância de termos uma excelente auto estima, o que nos facilita a superar de forma centrada esse desafio.

    Responder

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