As classificações científicas de dificuldades no âmbito da aprendizagem, se elastecem e se estreitam dependendo de como são percebidos pelos estudiosos e teóricos. Alguns ressaltam os distúrbios estruturais e ou funcionais que provocam certos déficits no aprendizado (epilepsia, lesões cerebrais e outros), alguns enfatizam os distúrbios de desenvolvimento em migração embrionária (microcefalias, atrofias no cérebro e outros) outros tantos consideram como pontos de destaque, a preocupação com as síndromes genéticas, algumas desordens cromossômicas provocadoras das dificuldades de aprendizado (Síndromes de Turner, Willians e outros).

Nos extensos estudos mais recentes, abrem-se preocupações com os aspectos sociais, culturais e sócio-históricos, além dos interacionistas e biofuncionais. Novas posições alertam da relação corpo e mente no tocante ao cérebro emocional e inteligências; muitos trabalhos e pesquisas se desenvolveram na área da educação e psicopedagogia na tentativa de melhores caminhos para a facilitação da aprendizagem. O que podemos concluir é que não podemos pensar unilateralmente na visão integrada e global de homem aprendente.

Existem inúmeros e interdependentes fatores envolvidos no processo complexo do aprender. Não há, pois, respostas prontas, nem medicamentos milagrosos, nem estrutura social perfeita, ou escola ideal que, sozinhos, possam dar conta da aprendizagem humana.

Talvez o que importe mesmo é a nossa disposição de fazermos a nossa parte, não esmorecer; e que possamos nos munir de todos os instrumentos possíveis, de modo a ajudar o processo de aprendizagem de todas as crianças que estão sob nossa responsabilidade, e as que estarão.

Aqui não há pretensão de ensinar técnicas ou metodologias de ensino ou formular algo parecido. Apenas possibilitar sugestões que pareçam coerentes com tudo aquilo que buscamos em nossa relação de ajuda para com o próximo que está em processo de aprendizado.

Parece que, num estado ruidoso há prejuízos à capacidade de se processar informações, as pessoas não agem de forma tão inteligente quanto em situações de tranquilidade. A memória perde sua força e torna-se difícil concatenar certas ideias e é como se fossem puxadas as respostas mais primitivas, impulsivas, fora das construções adaptativas do cérebro no mundo civilizante, com novas exigências, além de fuga e luta.

Assim, relacionando seus conceitos biológicos com os psicológicos e de comportamento social, citando várias concepções freudianas, autores falam da depressão mascarada, dos distúrbios da raiva, dos ecos autistas, das compulsividades e outros conduzindo ao pensamento sobre uma biologia da personalidade. Mas ressalta o poder de se aprender a tomar decisões entre os níveis de aceitação e resistência das ordens e grilhões biofuncionais do nosso corpo e das exigências sociais. É preciso, portanto, de estímulos.

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Publicação sugerida pelo autor.

37 Comentários Respondidos

  • Gláucia  19 de março de 2017 em 14:37

    Precisamos de força ecoragem para conseguirmos enfatizarmos esses processos de aprendizagem…relembrando o que o texto disse isso e nossa responsabilidade.

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    • SUELLY REJANE SANTOS FERREIRA  27 de novembro de 2017 em 18:47

      A aprendizagem é um processo complexo que envolve múltiplos fatores, os quais não dependem tão somente do aspecto biológico do indivíduo. Certamente, deve-se considerar a relevante importância do educador no contexto educativo, tendo em vista seu papel enquanto mediador do conhecimento. Nesse sentido, a inclusão deve transcender toda e qualquer barreira que impeça os indivíduos, o acesso e permanência aos estímulos educativos provenientes do âmbito escolar, em ressalva da sala de aula. Precisa- portanto, compreender que todo e qualquer sujeito ainda que com algumas limitações, é dotado de potencial para aprender, desde que seja adequadamente estimulado.

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  • Joselândia de Almeida Barbosa  6 de junho de 2017 em 16:27

    Não havendo nenhuma forma para o sujeito que possui NEE, para o ensino cabe o profissional da área buscar meios, ferramentas que possibilita uma melhor compreensão do sujeito aprendente.

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    • ELISÂNGELA OLIVEIRA LIMA  7 de junho de 2017 em 16:06

      O texto vem falando de uma abordagem muito interessante, sobre o trabalho que por sua vez é desenvolvido na escola, que tem sua contribuição. Porem o sujeito aprendente necessita de outros espaços que contribuam para uma que ele seja inserido em todo um contexto social.

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  • Valdineia Quintino Gomes Evangelista  7 de junho de 2017 em 07:36

    De acordo com o texto acima existe inúmeras dificuldades de fatores envolvidos no processo de aprender . pois não há resposta prontas nem medicamentos milagrosos , nen estrutura social perfeita , nen escola ideal que sozinhos possam dar conta da aprendizagem humana. o que é importante mesmo é disposição do profissional, pois ensinar alunos com necessidades especiais requer muito esforço e preparo por parte do professor, é preciso conhecer o aluno para adaptar o método de ensino para atender as dificuldades pessoais de cada estudante.

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  • Thaynara Regina Samora  7 de junho de 2017 em 18:18

    Excelente texto traz aos profissionais da educação um estimulo para não desistir dos alunos com dificuldade de aprender independente de suas necessidades especiais, mas é necessário que os pais compreendam a dificuldade do professor em sala de aula e auxiliem os alunos fora do âmbito escolar, pois a alunos que necessitam de atendimento especializado.

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  • Rozineia Ferreira  7 de junho de 2017 em 19:11

    O texto vem mostrando que não há nenhuma fórmula mágica para se ensinar ou aprender, mas o que pode ajudar no facilitamento do aprendizado, principalmente dos NEE são estratégias estimulantes ao grau de dificuldade que cada um carrega consigo, independente de ser NEE ou não. os estímulos ou métodos usados que podem ajudar no aprendizado.

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  • Eliana Azevedo Morellato Trancoso  7 de junho de 2017 em 20:31

    Esse texto vem trazendo uma ótima reflexão, para pensarmos e refletirmos, onde, estamos errando com nossas crianças. Pois, merecem o nosso melhor.
    É preciso capacitar se todos os dias com novas idéias, e muita vontade de ensinar, e o mais importante de todos: O amor pela profissão!

    Responder
  • Eliana Azevedo Morellato Trancoso  7 de junho de 2017 em 20:31

    Esse texto vem trazendo uma ótima reflexão, para pensarmos e refletirmos, onde, estamos errando com nossas crianças. Pois, merecem o nosso melhor.

    Responder
  • Tania Regina Francisco  7 de junho de 2017 em 21:56

    O texto vem mostrando que para ensinar , ou para aprender , precisamos de tão pouco . Precisamos refletir sobre o quanto nossas crianças precisa de um ensino com mais objetivo, com mais carinho , Ê preciso inserir nossas crianças num contexto escolar, facilitando principalmente o aprendizado do NEE. Pois assim reforçamos nosso amor e a nossa responsabilidade a nossa profissão .

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  • Claudia Santos Coutinho  8 de junho de 2017 em 09:53

    Existem pessoas que por algum motivo estão limitadas e precisam de ajuda ou estratégias diferenciadas no processo de aquisição de conhecimentos. É necessário que medidas e estratégias sejam elaboradas de acordo com cada característica e particularidade, para facilitar a compreensão e participação ativa nesse processo.

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  • Simone Cândida de Andrade  8 de junho de 2017 em 17:51

    Basicamente, para o processo de educação inclusiva e, educação “normal” acontecer não há que falar em método padronizado. A equipe pedagógica, levando em consideração todos os segmentos (físicos, sociais, econômicos etc.) do ser aprendente procurar o método mais eficaz para determinada demanda. Enfim, o sucesso do processo de ensino-aprendizagem depende do empenho de todos que estão envolvidos direta e indiretamente nele.

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  • Alcéia de Fátima Leite Barcellos  8 de junho de 2017 em 23:30

    O professor da educação inclusiva deve ser um mestre estrategista, pois no seu cotidiano escolar ele depara com infinidades de situações adversas, é preciso proporcionar aos alunos especiais experiências enriquecedoras e gratificantes; e isto só é possível através de atividades concretas e significativas, promovendo assim um desenvolvimento das habilidades diversas, tais como: coordenação motora, expressão corporal, criatividade, e o senso de iniciativa, essas atividades tendem a promover uma melhor qualidade de vida.

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  • Suênia Pádua  9 de junho de 2017 em 10:01

    Algumas limitações humanas que impossibilitam o homem de realizar certas ações têm sido vistas com olhares diferenciados. Os olhares têm se voltado de forma mais atenciosa no cuidado de que precisa de atenção diferenciada. na busca por melhores condições de desenvolvimento e qualidade de vida, pessoas que precisam de assistência especial a tem tido para que possam se desenvolver e participar na sociedade de maneira mais igual e com os mesmos direitos e condições dos outros cidadãos.

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  • Helenir de A. Bertoldo Buker  9 de junho de 2017 em 11:00

    Na área da Educação temos porém muitas teorias em relação ao ensino-aprendizado, porém mesmo com tantas teorias o que nos ensina realmente a como compartilharmos conhecimentos é a relação do dia a dia dos docentes com os discentes. Como o texto enfatiza não existe uma forma milagrosa de se ensinar, principalmente se tratando dos alunos com dificuldade de aprendizado e para que a inclusão destes seja feita, algumas estratégias muito bem colocadas neste texto, devem serem levadas em conta e devidamente aplicadas.

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  • Evelyn De Amorim Bastos Azevedo  9 de junho de 2017 em 12:30

    Ter um aluno com NEE muitas vezes gera preocupação para o professor que recebe esse aluno porque pensa que tem que ser cheio de teorias,técnicas avançadas etc. sendo que na verdade o professor precisa “abraçar” o aluno e buscar entender qual a necessidade especifica daquele ser individualmente, quando o professor se colocar nesse objetivo abrirá em sua mente um leque para trabalhar da melhor forma possível com essa criança que depende dele no aprendizado escolar. Quando o professor se dispõe a trabalhar com esse aluno terá prazer de fazer um planejamento diferenciado para essa criança onde proporcionará trabalhar nas áreas onde ele possui maiores dificuldades e até mesmo aperfeiçoando as áreas que tem menos dificuldades. Professor e aluno precisam criar um vinculo no qual trabalhem passivamente, positivamente e que os resultados possam aparecer para a satisfação de ambas as partes.
    Mas é necessário uma equipe junto como o psicopedagogo, caso haja necessidade o neurologista e principalmente a família.
    Mas o professor jamais poderá tirar a responsabilidade dele nesse processo de inclusão, como já citado a cima.

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  • Leticia Ramos Rodrigues  9 de junho de 2017 em 19:11

    Realmente não há, respostas prontas, nem medicamentos milagrosos, nem estrutura social perfeita, ou escola ideal que, sozinhos, possam dar conta da aprendizagem humana. Devemos repensar nas nossas atitudes e fazer a nossa parte ajudando no processo de aprendizagem.

    Responder
  • Leticia Ramos Rodrigues  9 de junho de 2017 em 19:21

    É preciso conhecer o aluno e suas dificuldades para para adaptar métodos que possam ajudar mais esses alunos

    Responder
  • Zenaide Fernandes  9 de junho de 2017 em 21:28

    O planejamento e a organização das estratégias para aprendizagem podem variar de acordo com o estilo do professor. Contudo é preciso que o planejamento tenha flexibilidade na abordagem do conteúdo na promoção de multiplas formas de participação nas atividades educacionais e na recepção das diversos modos de expressão dos alunos na inclusão.

    Responder
  • Augusto Manoel Ribeiro Junior  9 de junho de 2017 em 22:32

    Certamente com os avanços tecnológicos e o aprofundamento nos trabalhos de pesquisa, ressurge a cada momento novas possibilidades para a Educação Inclusiva no processo de aprendizagem sobre vários aspectos. Não se pode apenas vislumbrar este futuro, precisa-se trabalhar com as ferramentas disponíveis hoje, para que o presente se concretize uma sólida base para a construção de melhores caminhos da aprendizagem em um futuro próximo.

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  • Kelly Pechincha De Campos  18 de julho de 2017 em 16:38

    Muitos recursos são simples pois já estão na sala de aula, cabe ao professor elaborar uma estratégia para trabalhar com esses recursos,essa elaboração de estratégias deverá ser pensada, construída e adaptada mediante a identificação das necessidades que cada aluno apresenta.
    A utilização de tecnologia assistiva também é uma estratégia que contribui para ampliar as habilidades funcionais desses alunos,podendo ser de baixa ou de alta tecnologia.

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  • lidia da cunha freire fernandes  18 de julho de 2017 em 18:24

    Excelente texto!Infelizmente percebe- se um desinteresse de muitos em desenvolver métodos que realmente alcance os portadores de nee.Sabemos que é preciso buscar recursos, adaptados e profissionais empenhados em fazerem o diferente, o que de fato necessita ser feito.O presente texto otientas de forma correta , várias atividades que com certeza tornará mais fácil e significativo o aprendizado dos portadores de nee.

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  • Adriana Lano  19 de julho de 2017 em 16:54

    Infelizmente podemos ver que existe professores que ainda não estão capacitados para trabalhar com educação inclusiva. Alguns deles são os de Educação Especial mesmo podemos ver que eles não têm habilidades que eles não sabem desenvolver e a escola disponibiliza alguns materiais o recurso está dentro da sala de aula só que eles não conseguem.
    No meu ver a escola deve trabalhar com os professores para que na hora que chegue aquele aluno com aquela deficiência o professor saiba ensina a trabalhar com ele.

    Responder
  • Larissa Volkers Pimentel  19 de julho de 2017 em 16:54

    De acordo com o texto, vemos que não podemos abaixar a cabeça quando se trata de dificuldades dos alunos, como o mesmo diz sempre tem que estar buscando sugestões para o processo de aprendizado no próximo, o professor tem que ser visto como um importante direcionador das intervenções vistas pelos alunos.

    Responder
  • Gabriela Novelli  19 de julho de 2017 em 17:14

    Os professores precisam buscar formação para se especializar nessa área. Até mesmo através de pesquisas em livros, revistas ou internet. Um assunto que se amplia a cada dia na sociedade e necessita da participação de todos. É preciso estudar, diagnosticar e planejar para assim obter sucesso pensando sempre no coletivo para criar estratégias para a educação inclusiva.

    Responder
  • Larissa Volkers Pimentel  19 de julho de 2017 em 17:29

    De acordo com o texto, vemos que não podemos abaixar a cabeça quando se trata de dificuldades dos alunos, como o mesmo diz sempre tem que estar buscando sugestões para o processo de aprendizado para o próximo, o professor tem que ser visto como um importante direcionador das intervenções vistas pelos alunos.

    Responder
  • Marciani Vieira Memeli  19 de julho de 2017 em 19:27

    Infelizmente nem todo professor tem a preocupação em elaborar estrategias para ajudar as crianças com alguma dificuldade, por dar mais trabalho e ter que fazer mudanças e adaptação nos recursos para cada aluno pois cada um tem uma necessidade diferente, Se assim fizer ficara mais fácil e com certeza essas crianças terá um aprendizado satisfatório respeitando seus limites.

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  • Rayane Silva Soares Bastos  20 de julho de 2017 em 08:41

    O texto nos faz refletir nas dificuldades que encontramos no ambiente escolar com relação ao trabalhar com o que é diferente. Acredito que, o que está faltando são pessoas que realmente estejam interessadas em fazer a diferença. Quando deixamos de lado as dificuldades apresentadas no cotidiano e nos empenhamos em fazer a diferença, tudo se torna mais tranquilo e simples de se resolver.

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  • Fábio Xavier Calais  20 de julho de 2017 em 20:14

    Falar de educação inclusiva é pensar em uma pedagogia humanista,onde o professor regente não encontrará respostas prontas para incluir um aluno,ele tem como dever estudar meios e descobrir a melhor forma e métodos de ensino, no processo de aprendizagem do seu dissente.

    Responder
  • George Hilton Brito Pereira  7 de novembro de 2017 em 20:54

    Apesar de as patologias serem classificáveis e ter suas características definidas, é fundamental levar em consideração a subjetividade de cada indivíduo, ou seja, cada ser é único e deve ser considerado em suas especificidades subjetivas, visto que o sentir, o fazer, o expressar varia de individuo para individuo, a partir da sua própria percepção de mundo. qualquer estratégia desenvolvida para a edução inclusiva estará fadada ao fracasso se trabalhar apenas na coletividade, o sujeito único deve ser alcançado com estratégias desenvolvidas de acordo com suas características específicas. Há uma infinidade de técnicas já desenvolvidas e elas são uteis somente quando adaptadas ao contexto geral que envolve o sujeita a quem tal estratégia pretende alcançar.

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  • Nivia Chiarelli A. Akahori  16 de novembro de 2017 em 17:01

    O contexto atual das escolas, com a inclusão do público alvo da educação especial, tem exigido mudanças e adaptações na atuação e formação dos professores. No caso de alunos com deficiência a escola precisa buscar acima de tudo o respeito às diferenças mostrando que isso não é um empecilho ao ato de educar mas um fator de engrandecimento e aprimoração à qualidade de ensino e aprendizagem para todos envolvidos. Há situações adversas, não há uma cartilha a ser seguida que abranja a todos, nem a escola e o profissional perfeito mas com estudo e boa vontade tem se conseguido bons avanços. Da mesma forma que não temos a fórmula mágica também sabemos que nenhum indivíduo e igual a outro, cada um precisa de uma abordagem diferente, abordagem esta que tem como objetivo fazer com que o indivíduo manifeste o seu potencial.

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  • Lorena Neres  18 de novembro de 2017 em 21:06

    O Texto traz as patologias a serem classificadas e definidas, porém cada individuo tem suas mudanças e adaptações dentro dos casos apresentados. Atualmente existe a dificuldade no âmbito escolar, em questão de identificar, acompanhar.
    Com a inclusão da educação especial tem mudado a atuação dos professores na escolas.

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  • A  21 de novembro de 2017 em 16:24

    Podemos perceber através desse texto, como nós profissionais da educação temos uma responsabilidade grande, e ao mesmo tempo muito privilegiada, gratificante de poder ajudar crianças com dificuldade de aprendizagem a se desenvolverem, mostrando-as que são capazes de aprender tudo que desejarem.
    Como o texto diz, devemos fazer a nossa parte! Penso que todos professores deveriam buscar especializações, estudar novos métodos, para poder ofertar um ensino de qualidade para seus alunos portadores de necessidades especiais, levando em consideração que o nosso país não investe em educação, não temos apoio, mas se quisermos fazer a diferença e trabalhar com excelência temos que buscar novas estratégias de aprendizagens.

    Responder
  • Ana Ligia Meira  21 de novembro de 2017 em 16:25

    Podemos perceber através desse texto, como nós profissionais da educação temos uma responsabilidade grande, e ao mesmo tempo muito privilegiada, gratificante de poder ajudar crianças com dificuldade de aprendizagem a se desenvolverem, mostrando-as que são capazes de aprender tudo que desejarem.
    Como o texto diz, devemos fazer a nossa parte! Penso que todos professores deveriam buscar especializações, estudar novos métodos, para poder ofertar um ensino de qualidade para seus alunos portadores de necessidades especiais, levando em consideração que o nosso país não investe em educação, não temos apoio, mas se quisermos fazer a diferença e trabalhar com excelência temos que buscar novas estratégias de aprendizagens.

    Responder
  • Gleidiane Oliveira Rocha  25 de novembro de 2017 em 21:52

    De fato, não há receitas milagrosas,tão pouco respostas prontas quando se trata de inclusão, no entanto, deve-se partir do princípio que não se promove a inclusão apenas com a interação. A educação especial é considerada pela LDB como uma modalidade de educação escolar que deve ser oferecida preferencialmente pela rede de ensino (Cap.V, Art. 58), assim sendo, cabe aos profissionais envolvidos garantirem que a inclusão de fato ocorra promovendo o desenvolvimento das potencialidades dos alunos, independente de seu quadro clínico, afinal cada indivíduo tem sua singularidade, o que o torna especial também, assim sendo, a educação inclusiva só vai ocorrer de fato quando os profissionais de educação entender a necessidade de ir além de ensinar a todos como se fosse a um só. Como afirma Leitão (2010) é preciso ter cuidado com a marginalização no atendimento aos alunos com Necessidades Educacionais Especiais. O importante é unir forças, não esmorecer, como tão bem afirma este artigo, o foco precisa estar na aprendizagem de todos independência dos diferentes canais em que ela ocorre.
    (LEITÃO, Francisco. Valores Educativos Cooperação e Inclusão. Graficas Lope, Salamanca, 2010)

    Responder
  • Gleidiane Oliveira Rocha  25 de novembro de 2017 em 21:54

    De fato, não há receitas milagrosas,tão pouco respostas prontas quando se trata de inclusão, no entanto, deve-se partir do princípio que não se promove a inclusão apenas com a interação. A educação especial é considerada pela LDB como uma modalidade de educação escolar que deve ser oferecida preferencialmente pela rede de ensino (Cap.V, Art. 58), assim sendo, cabe aos profissionais envolvidos garantirem que a inclusão de fato ocorra promovendo o desenvolvimento das potencialidades dos alunos, independente de seu quadro clínico, afinal cada indivíduo tem sua singularidade, o que o torna especial também, assim sendo, a educação inclusiva só vai ocorrer de fato quando os profissionais de educação entender a necessidade de ir além de ensinar a todos como se fosse a um só. Como afirma Leitão (2010) é preciso ter cuidado com a marginalização no atendimento aos alunos com Necessidades Educacionais Especiais. O importante é unir forças, não esmorecer, como tão bem afirma este artigo, o foco precisa estar na aprendizagem de todos independente dos diferentes canais em que ela ocorre.
    (LEITÃO, Francisco. Valores Educativos Cooperação e Inclusão. Graficas Lope, Salamanca, 2010)

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  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  5 de dezembro de 2017 em 22:10

    Certa vez me perguntaram o porquê de algumas pessoas não aprenderem. Essa pergunta me vez caminhar para a graduação de pedagogia e agora da pós em neuro psicopedagogia. Hoje entendo que são múltiplos os processos que dificultam a caminhada do aprendente, entre eles encontramos distúrbios neuropsiquiátricos, genéticos, físicos, familiares, sociais, emocionais e etc. E mais, aprendo que cada aprendente é único e individual. Por isso nossas ações no processo ensino/aprendizagem precisa ter um olhar pessoal e completo.

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