O termo “esquizofreniforme” tem sido utilizado, nas ultimas décadas para definir “misturas de características” e “sintomas atípicos”, visto como um “termo de inclusão relevante” para se compreender comportamento evidentes de transtorno temporário (pg.12) CID-10.

Não necessariamente a esquizofrenia passa a definir em crianças desde o inicio da vida. É necessário levar em conta as fases típicas do Desenvolvimento Infantil, em especial após a descoberta do eu ( 2 a 6) em que a mente estará povoada de fadas, duendes, heróis e monstros …. bem típico da fase fantasiosa que se confunde com o mundo real que a criança está descobrindo. Esse período do “faz de conta” tão conhecido nas creches e escolas de educação infantil, tem funções mágicas e imaginativas, preparando a mente intelectiva ou cognitiva, para uma lógica mais concreta e depois abstrata e formal ( Piaget, 1980).

Desse modo, os profissionais da psiquiatria e da saúde em geral, preferem não diagnosticar a criança após quanto a possíveis transtornos mentais no estilo da esquizofrenia.

Parece-nos saudável, para o mundo progressivo em que vivemos, que os psiquiatras continuem a discordar sobre as classificações dos transtornos mentais. Em especial, nos transtornos de humor, em meio à inúmeras síndromes, que também apresentam alterações químicas e fisiológicas, além das emoções e das ações estranhas. Daí porque a persistência em nos basearmos em graus e níveis dos transtornos, em especial, no trato com as crianças cujas experiências familiares, escolares e sociais são marcadas pelo sofrimento da violência, da fome e dos desafetos.

Ainda persistem dificuldades na melhor definição e diagnósticos sobre os delírios de humor, por exemplo. E já se pensa em incluir termos como “congruentes ou incongruentes”, pelo menos como um extra opcional” (pg.13) CID-10.

Nesse sentido, as escolas são orientadas pelos pedagogos a fazerem relatos bem descritivos, nunca com caráter diagnóstico, nem de fechamento opinativo, para ser mais um dado, o mais fidedigno possível, sobre os comportamentos dos escolares, com o mínimo de sugestões opinativas, mesmo que os conhecimentos as favorecem, justamente para deixar o profissional da saúde, estabelecer o seu diagnostico de modo mais preciso.

Vejamos 03 dos exemplos dessa variedade comportamental, algum dos transtornos mentais intercalados às distorções da realidade, segundo anotações de nossas vivencias escolares:

  • Criança que fora violentada aos 03 anos por familiares e que na escola, corre e se esconde (aos 06 anos) quando um professor de educação física a segura pela Mão, definindo seu lugar na fila dos jogos do bastão: (ação encurvada, debaixo de uma carteira numa sala vazia, tremendo, dizendo que há um monstro de 05 cabeças que quer matá-la.);

  • Criança que, aos 08 anos, numa escola publica, afirma, com convicção que 02 colegas querem roubar seu celular que está na mochila, quando na realidade, nunca teve um celular. A mãe conta que foi um tio, irmão do pai desse menino, que recebeu pelo celular, a mensagem de que o pai foi morto por 02 homens, na porta da escola, quando vinha buscá-lo.

  • Jovem, de 14 anos, em plena adolescência que jurava ver pessoas circulando pela sala de aula, mexendo nos livros e papeis do professor e dele próprio, rindo e olhando para ele. Disse a orientadora que ele sabia que era coisa da sua cabeça, mas que não conseguia parar de olhar e ver desse mesmo modo. Exames posteriores revelaram disfunções no hormônio da tireoide, problemas de ansiedade, ligados a autoestima, abandono da mãe na infância, filho caçula e com 02 irmãos tremendamente destrutivos dos seus esforços da afirmação de identidade.

Nesses 03 casos, inicialmente prováveis para sintomas do tipo esquizofrenia, mesmo antes do DSMV, a psiquiatria jamais fecharam os diagnósticos como esquizofrenia. Os delírios foram passageiros e sob orientação médica e pedagógica, a equipe familiar e escolar unidas em apoio, os 03 escolares superaram bem, na medida de suas possibilidades, os momentos de crise e todos 03 concluíram seus estudos, de modo bem razoável.

Esses relatos de casos foram apenas alguns, ocorridos em nossos trabalhos com escolares; muito tempo já se passou desde então e jamais foram esquecidos. Talvez para que pudéssemos lembrar que, apesar das possíveis certezas que temos há sempre um campo afetivo e significativo na subjetividade humana, que nem sempre podemos alcançar de imediato.

É preciso ir mais fundo, investigar sem preconceitos e sem preceitos, abrir mente e coração para entender o outro numa idade e experiência bem diferente da sua, e confiar no profissional da saúde para oferecer seu saber sobre o sofrimento psíquico e possíveis resoluções.

Publicação sugerida pelo autor.

71 Comentários Respondidos

  • ADRIANO PIRES  3 de setembro de 2017 em 15:13

    AO LONGO DA VIDA E INEVITÁVEL A NOSSA CONVIVÊNCIA COM PESSOAS PORTADORAS DE ALGUM TIPO DE TRANSTORNO DESSA NATUREZA OU MAIS GRAVE ATE,TAMBÉM A EXEMPLO DOS CASOS APRESENTADOS ELES AS PESSOAS POSSUEM CAPACIDADES PRA ADMINISTRAR SEUS MOMENTOS DE ´´LOUCURA´´SE PRECISAMOS TER MENOS PRE-CONCEITO ACERCA DAS PESSOAS EM GERAL ,COM ISSO VAMOS DESCOBRIR O QUANTO ELAS SAO DIFERENTES E PRA MELHOR.

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    • Lucinea pereira soares  14 de setembro de 2017 em 22:51

      Como a esquizofrenia não tem cura ,o tratamento é importante para controlar os sintomas e evitar surtos e, assim impedir que o distúrbio psiquiatrico cause prejuízo ao dia a dia do paciente e de sua família, A reintegração social do paciente é sociedade,assim como apoio da família e de amigos e de grande importãncia.

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    • SUELLY REJANE SANTOS FERREIRA  27 de novembro de 2017 em 19:15

      Assim como outros transtornos mentais, a esquizofrenia é uma doença que precisa ser investigada minunciosamente para que se tenha uma possível hipótese diagnóstica, sendo necessário um olhar de sensibilidade dos profissionais envolvidos de forma que se compreenda os múltiplos aspectos envolvidos na constituição humana, dando ênfase a afetividade. Sendo assim, é necessário desmistificar alguns preconceitos estabelecidos socialmente em torno dos transtornos mentais, no sentido de que se conceba dignamente o indivíduo, sem rotulá-lo ou estigmatizá-lo.

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  • Kleidiane Maria Classner  4 de setembro de 2017 em 14:24

    Temos que prestar mais atenção em nossas crianças pois achamos fantasias da cabeça delas ´por causa da poca idade quando na verdade muitas das vezes essas fantasias podem ser algo mais grave como a esquizofrenia infantil.

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  • Vanda Nolasco  5 de setembro de 2017 em 12:36

    A leitura desse artigo nos mostra a importância de investigar o paciente com integralidade ver a pessoa por completo e tratar conforme a sua necessidade, não olha só a doença ou sintoma, mas todo o paciente, observando assim os sinais que possam contribuir para o melhor tratamento. É importantíssimo a parceria da escola e dos pais para observar o comportamento da criança nos dois ambientes. Parabéns pelo artigo.

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  • lucineudo batista de lima  6 de setembro de 2017 em 08:02

    A realidade e que quando paramos pra dar mas um pouco de atenção as nossas crianças no sentido de observá-la e entender os seus comportamento e ai que percebemos que as as vezes a atitudes mas simples fala mas que palavras,mas como entender certos comportamentos? e difícil porque o que vemos e uma sociedade que não ta dando importância ao que se diz respeito a criança e o ambiente escolar,e um exemplo mas claro e o que acabemos de ler o esquizofrenia no ambiente escolar,para muitos essa realidade não existe,mas oque vemos e que existe e tem muitos indícios que pode ser detectado e não confundido.O bom seria que as escolas tivessem profissionais capazes de ajudar em tais situações isso ajudaria e muito!

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  • Lucilene de Ornelas  7 de setembro de 2017 em 15:58

    O texto nos revela que a esquizofrenia é uma enfermidade pela qual, sofre uma desordem cerebral que deteriora a capacidade das pessoas para pensar, dominar suas emoções, tomar decisões e relacionar-se com os demais. É uma enfermidade crônica e complexa que não afeta por igual a quem sofre dela.
    ” …. bem típico da fase fantasiosa que se confunde com o mundo real que a criança está descobrindo. Esse período do “faz de conta” tão conhecido nas creches e escolas de educação infantil, tem funções mágicas e imaginativas, preparando a mente intelectiva ou cognitiva, para uma lógica mais concreta e depois abstrata e formal ( Piaget, 1980).”
    Visto que a autora Vanessa Cavalgante foi bem feliz em proporcionar este desafio da leitura e comentário nos fez estudar, mas sobre tal assunto e compreender que o ser humano na fase escolar junto ao ambiente, necessita de um acompanhamento especifico e com integridade fazendo as observações necessárias e relevantes no aprendizado do aluno devido o seu cognitivo já comprometido pelo tal comportamento e sintomas, causando pensamentos e sentimentos estranhos. Estando em um ambiente escolar e inevetavel este tipo de contato e aproximação, sendo que o mesmo proporcionará um resultado positivo nas interações especificamente e no convivio escolar quanto a necessidade do aluno excluisivamente a parceria dos profissionais da escola.
    Ainda existe muito preconceito em relação a esquizofrenia, aos estudantes para participação nos contextos de ensino, pequisa etc. E de suma importancia incentivar e manter com esse estudante atividades que o reintegrem, O desenvolvimento de uma relação de proximidade e confiança entre professor e aluno também representa um suporte necessário para o caminhar saudável.

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  • paulo sergio de souza  7 de setembro de 2017 em 16:44

    Saber lidar com os anseios de uma criança em um ambiente familiar estruturado ou não, é um tarefa prazerosa ou dolorosa, e nem sempre os,pais estão preparados para identificá-los
    Este anseios podem ser identificados pelo profissional da educação,
    e é neste contexto que eles surgem juntamente com os profissionais da saúde para dar sua contribuição neste aspecto.
    Acompanhar a rotina de uma criança, suas atitudes, manias, virtudes, alegrias, tristezas, tem sido para alguns pais um desafio, pois o trabalho, as preocupações do dia a dia, situação financeira e até mesmo o modismo de um mundo atual dificulta, e muito este acompanhamento.
    A criança na maioria das vezes não sabe ou não quer relatar seus sentimentos e/ou necessidades e decepções com seus pais, neste momento é que entra os profissionais e a ciência capazes de diagnosticar e cortar o mal pela raiz

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    • Lucinea pereira soares  14 de setembro de 2017 em 22:37

      A maneira com que o jovem é criado será o registro para criar sua própria família. Uma família que transmite amor carinho e leva a sério os filhos e lhe proporciona boas experiências, não devolverá ódio e agressividade.

      Responder
      • Lucinea pereira soares  14 de setembro de 2017 em 22:43

        A criança pode ser obediente, carinhosa, mas com os pais perfeccionistas sempre vai estar faltando algo. Os pais acabam dando broncas demais por coisas sem muita importância, acabam deixando a criança oprimida sem oportunidade de expressar ,dialogar, então é preciso atenção e controle nessa situação que pode ser resolvida.

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  • Nathiely Avancini da S. Coelho  7 de setembro de 2017 em 17:07

    É importante destacar que o nosso sistema de ensino é defasado e tem pouco apoio quando o assunto é inclusão. Nós profissionais da educação e saúde (física e metal) precisamos estar abertos e dispostos a novos aprendizados que darão suporte para um bom atendimento e acompanhamento aos alunos. Somos a coluna de sustentação. Não podemos fechar a nossa mente só para o que já sabemos ou vimos o novo sempre surge.

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  • Alexsandra Piedade de Oliveira Gonçalves  7 de setembro de 2017 em 20:35

    Vemos aqui relatos de crianças em idades diferentes, com históricos de atitudes diferentes tbm ,mas q levam ao um mesmo problema aparente. Como estamos falando de alunos, percebemos então a importância de professores saberem observar as crianças de forma mais atenciosa, para q ao menor sinal de q algo não está bem, possa informar aos responsáveis p um exame com um profissional ,assim ajudando a criança em seu desenvolvimento de forma mais saudável na medida do possível.

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  • fabiane silva morais arpini  7 de setembro de 2017 em 23:49

    Uma criança mais reservada mas timida com menos mecanismo de defesa e aquela criança ou adolescente que nao sabe responder uma agressão,que nao sabe lidar com dificuldade ele foje ele se omite. E importante observar a criança dentro das nossas casas também, nao dechar que só os professores si responsabilizam nós pais podemos ajudar e muito conversando é entendendo nossos filhos.

    Responder
  • denise barros  9 de setembro de 2017 em 10:46

    esquizofrenia e ambiente escolar.muito interessante esses 3 relatos pois é sempre bom para a criança ou adulto se for o caso olhar para sua situação de forma clinica mas tambem humana ou seja sempre investigar ou estudar o caso para ver de onde veio aquela situação para poder tratar de forma correta .com acompanhamento ou medicamentossde for necessario.e claro que ter a familian e a escola trabalhando juntos é melhor ainda.

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  • Jadson Rodrigues de Assis  9 de setembro de 2017 em 20:04

    Hoje por diversos fatores familiares , nossas crianças vem crescendo em lares desestruturados , e vem cada ves mais desenvolvendo diversos problemas neurológicos , e com isso o reflexo e claro nas escolas , onde nossos profissionais (professores) deveriam ter a minima condições de trabalho para junto com a família das crianças poderem de alguma forma ajudá-la. Para que seja menor possivel o impacto no futuro.
    Esses assuntos deveria ser mais discutidos , pois só vem trazer conhecimento em nossos lares.
    Parabéns Vanessa pelo belos textos.

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  • Fernanda Neitzel Cypreste  10 de setembro de 2017 em 17:23

    De fato, temos que estar sempre em alerta quando o assunto é criança, pois no ambiente escolar ou até mesmo familiar as pessoas não consegue entender sobre alguns tipos de doenças, principalmente quando se trata de doença infantil, não deveria ser mas é comum entre os adultos pensarem que é um tipo de fantasia dessa criança. esquizofrenia infantil é algo grave devemos ter uma visão mais sensível.

    Responder
  • Vanessa Câmara  10 de setembro de 2017 em 17:59

    Vivemos um momento da história da humanidade na qual muita coisa passa desapercebido, podemos ver aqui exemplos de comportamentos infantis e juvenis que sem a integração de família, escola e profissional da saúde mental seria talvez impossível ajudá_los. Precisamos de professores mais preparados, de pais que sejam atentos a tais comportamentos para que encaminhem seus alunos e filhos a envontrar ajuda.

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  • Suellen Batge  10 de setembro de 2017 em 21:08

    Interessante que estejamos sempre alertas para esses tipos de reações tanto na escola quanto em casa, as crianças respondem a esquizofrenia de alguma maneira que mesmo tendo conhecimento como a criança de 14 anos do texto acima sabia, mas não tinha como controlar, diferente de algumas outras que falam como se tivessem certeza do que está acontecendo, e na verdade não está. A esquizofrenia é um pouco mais complexa e assustadora do que imaginei, um transtorno difícil de lidar e que exige muita sabedoria das pessoas que os acompanham, alucinações e delírios são constantes em seu dia-a-dia, quanto mais precocemente for tratada menos danos as crianças.

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  • Vanessa Augusto de Deus  10 de setembro de 2017 em 21:59

    Um dos grandes aliados e de fundamental importância no tratamento da esquizofrenia vai ser sempre a família. O transtorno não define a pessoa, pois a criança tendo acompanhamento médico vai aprende a lidar com os sintomas tendo assim qualidade de vida. Os sintomas aparecem gradualmente ao longo de meses e a família e os amigos que mantêm contato frequente podem não notar nada. Porém, cabe aos pais não achar que os filhos estão tentando chamar atenção, e que de fato tem o problema e que precisa de ajuda profissional.

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  • Willian Vicente Zanotti  12 de setembro de 2017 em 09:40

    Como citou o texto a esquizofrenia no ambiente escolar falando especificamente em crianças , é algo realmente alarmante. Pois é no período da infância e adolescência que os processos cognitivos são adquiridos, trazendo uma concepção de mundo peculiar para cada um ( descoberta do eu, diferenciar o eu do outro, imitação do outro, rejeição do outro).
    Então podemos levar em conta a importância do objeto de estudo que será utilizado para tratar cada um de acordo com sua singularidade.

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  • Diego Afonso De Souza  12 de setembro de 2017 em 14:21

    Alguns profissionais preferem não classificar alguns transtornos, mas não vejo isso como uma forma 100% correta, pois muitos sintomas de alguns transtornos psicológicos de uma criança ou adolescente são, de fato, parecidos. Parando para analisar o texto e as informações vemos que devemos sim dar o direito da criança expressar a sua opinião, seu bem-estar, seus sentimentos, sua satisfação e também insatisfação, seja elas na escola, em casa, na rua ou em qualquer lugar que ela frequente, e assim de uma excelente forma vamos respeitar o espaço da criança e gerando um bom controle do estado emocional da mesma.

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  • losangela aparecida da silva  12 de setembro de 2017 em 14:28

    A esquizofrenia pode ser definida em crianças a partir dos 2 anos, que é quando há descoberta do eu , onde a criança vive com muitas fantasias na cabeças. nesse momento é necessário que haja uma interação da escola ( corpo-técnico e professores) para que as crianças não sejam rotuladas e incentivarem os pais a levarem os filhos à profissionais da áreas, para que o diagnostico possa ser feito sem interferência ou opiniões.

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  • Andressa Almeida de Amorim  12 de setembro de 2017 em 15:34

    Vemos aí a importância de não ter um olhar mecânico em relação ao problema, transtorno do outro. Empatia nesse tipo de situação é muito importante, principalmente por que se tratam de pessoas, nesse caso de crianças/adolescentes . Tratar e entender o que se passa em casa, no meio familiar também é um dos pontos chave para chegar a raiz do mal causado.

    Responder
  • Anna caroliny campos  13 de setembro de 2017 em 14:22

    Nos tempos em que vivemos onde crianças são abusadas, maltratadas e até abandonadas, é esperado que aumente os casos de transtornos infantis e entre esses a esquizofrenia, uma triste realidade da nossa sociedade. O bulling também pode influenciar nessa questão, por isso é necessários que os profissionais escolares estejam sempre atentos a tais comportamentos. o problema é que os pais dessa época estão ” sempre” ocupados, deixando muitas vezes seus pequenos a mercê das babás eletrônicas, e outros meios de entretenimento, e acabam sem prestar atenção nos devidos sintomas ou muitas vezes ignorando. Portanto é necessário, atenção redobrada com nossas crianças, pois a esquizofrenia, é tratável e quando mais cedo descoberta, melhor.

    Responder
  • denise silva januario  13 de setembro de 2017 em 23:15

    Fase bem commplicada e relativa, onde idades variadas e mentes bastante fertéis, difícil de ser entendida e compreendid, onde o profissional tem que saber fazer as diferenciações adequadas para cada caso, de diferentes raciocinio.

    Responder
  • Adriana Vieira de Souza Santos  14 de setembro de 2017 em 00:11

    O texto desperta a complexidade de se diagnosticar a esquizofrenia em toda a fase infantil.
    A ESCOLA tem o importante papel de ser ESTIMULADORA pra criança em sua cognição, classificando-a como FUNDAMENTAL no registro de possíveis alterações comportamentais, emocionais e outros, pois toda didática tem sua função RESPOSTA que trará a tona fatos que estão fora do comum.
    As variações naturais das fases do desenvolvimento da criança pode dificultar para na definição específica da esquizofrenia que com certeza exigirá mais atenção, tempo, técnicas pra que se conclua o objetivo maior que é trazer ajuda e condições tratáveis melhores de vida.

    Responder
  • lauana Rocha  14 de setembro de 2017 em 13:27

    Em um ambiente escolar onde a criança é sempre tão cheia de energia e vive no mundo de fantasias,é difícil ter um olhar clínico para esse transtorno,por isso um profissional preparado pode ajudar os pais nesse ambiente escolar,onde certos comportamentos pode fugir dos padrões.

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  • Nathalia Ribeiro  14 de setembro de 2017 em 15:22

    Temos que observar atentamente as crianças e os jovens as vezes o comportamento agressivo seja uma forma da mesma si expressar querendo dizer algo não com palavras mais sim com sinais de agressão choros gritos e até mesmo machucando ele próprio.

    Responder
  • Eduardo Torezani  14 de setembro de 2017 em 15:55

    Não é difícil perceber que o que ocorre a criança no seu primeiro habitat (casa, familia e familiares) é de grande importancia para seu desenvolvimento saudável nos demais lugares, incluindo a escola… na escola, o profissional da educação deve estar atento e a cada dia buscar o aperfeiçoamento da percepção do aluno quanto a sua relação com o ambiente e as pessoas para assim poder propor, junto da família e do profissional da saúde o que for mais adequado para a criança.
    Eduardo Torezani – 1o Periodo- Faculdade Europeia de Vitoria

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  • Jeander nunes dutra  14 de setembro de 2017 em 16:46

    Acho interessante a participação da Escola nesse texto com preocupação nas atitudes de cada aluno. Mais infelizmente no meu ponto de vista as coisas não acontecem desta forma, muita das vezes as crianças que passam por esses tipos de problemas são vítimas de preconceito. Temos que ter um olhar especial para confirmar essas crianças e adolescentes e procurar entender o que estão passando no intuito de ajudar e tentar ser menos preconceituosos.

    Responder
  • Daniele Zene  14 de setembro de 2017 em 16:55

    Como é importante a aproximação aluno versos professor!
    Tenho certeza que se não houvesse essa aproximação de afeto ,de preocupação com o outro,esses alunos seriam só mais um aluno com “invenções” para não participar das atividades na escola.Ou crianças que “estão assistindo muita TV!”
    Precisamos prestar mais atenção nas pessoas que nos rodeiam, independente de idade, credo ,cor.

    Responder
  • Regine Linhaus Muniz  14 de setembro de 2017 em 22:49

    MUITO TRISTE SABER DESTES RELATOS E IMAGINAR, UM PASSADO ONDE CRIANÇAS FORAM ATERRORIZADAS, MALTRATADAS,SEPARADAS DE SEUS PAIS ETC… QUANDO AINDA NAO SE CONHECIA A PSICOLOGIA.
    MAS HOJE PODEMOS NOS DIRECIONAR E CUIDAR DE NOSSAS CRIANÇAS POR MEIO DOS ESTUDOS CAUTELOSOS DA PSICOLOGIA, DENTRO E FORA DAS ESCOLAS. ONDE ALI FORAM ACOMPANHADOS OS CASOS RELATADOS, E
    DERAM A ELES UM NOVO SENTIDO A VIDA.

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  • Silvia Maria de souza Romanha  14 de setembro de 2017 em 22:58

    Acredito eu que por se tratar de uma doença que se revela na adolescência ou na fase adulto do individuo é muito complicado para a escola trabalhar.
    Na sociedade em que vivemos onde não se investe em bons profissionais é complicado.
    Geralmente quando chega o diagnóstico na fase adulta o tratamento tem que ser feito corretamente para que não haja risco para ele e para sociedade.

    Responder
  • Marinalva ramaldes  14 de setembro de 2017 em 23:57

    Creio que não seja nada fácil para que um professor em sala de aula venha a perceber que uma criança ou jovem tem indícios de esquizofrenia, mas creio que com a ajuda da família e das pessoas que fazem parte da vida dessa criança isso fique mais fácil creio que o relatório da vida dela de como ela se comporta no registro de vida dessa criança seria a chave para quê tal transtorno fosse diagnosticado .

    Responder
  • Cristiane Lourenço  15 de setembro de 2017 em 19:29

    Levando-se em consideração que a educação é um direito de todos como diz a constituição e garante o atendimento educacional especializado a pessoas com necessidades especiais. Sendo a esquizofrenia um transtorno mental grave,e necessário assegurar que estudantes com essas características,possam ter u bom desenvolvimento acadêmico e assim fazer parte da sociedade de forma atuante e não marginalizado, ou excluído por apresentar características peculiares.
    Por apresentar alterações qualitativas das interações sociais reciprocas e na comunicação , este grupo pode manifestar dificuldades nas interações e, muitas vezes , serem mal compreendidos e sofrem preconceitos. Neste caso, a principal barreira a ser superada esta relacionada ás atitudes , por parte de colegas , professores e da comunidade universitária como um todo .

    Responder
  • Jamille R. Zeferino Waiandt  16 de setembro de 2017 em 15:03

    Quanta riqueza de informações e observações são encontradas no ambiente escolar!
    Como é importante uma atenção interdisciplinar quanto ao comportamento e desenvolvimento das crianças. Mais do que isso, para uma atenção integral é necessário aproximar cada vez mais a saúde da educação e o ambiente familiar do ambiente escolar a fim de complementar o saber do conhecimento familiar e comunitário do conhecimento técnico.

    Responder
  • Helida Scalfoni  18 de setembro de 2017 em 18:36

    A cada dia que passa percebemos que aumenta o número de lares desestruturados, que não tem condições de formar uma criança sem que ela venha a ter sequelas, muitas vezes alguns tipos de comportamentos são percebidos, mas ficam somente sendo tratados no ambiente escolar, não se dá a devida importância, não buscando um profissional de saúde que venha intervir e perceber do que realmente se trata, para que o problema venha ser tratado da forma correta.

    Responder
  • Gislaine Estevo  7 de outubro de 2017 em 01:46

    A criança com esquizofrenia infantil antes dos cinco anos de idade apresenta características muito semelhante ao autismo, por isso fica difícil de diferencia-las. E como diz o texto a cima entra em questão também as fantasias que elas criam, com fadas, super heróis etc…,os professores tem um papel importante, porque podem ser os primeiros a notar mudanças de comportamento. Crianças ou adolescentes que tem esquizofrenia começam a mudar o seu jeito de se relacionar com os demais; passam a ficar mais tímidas e fechadas no próprio mundo e também começam a apresentar um mal desempenho escolar. A doença não impede a criança ou adolescente de continuar com suas atividades escolares, isso é claro se essa mesma não apresentar risco pra ela ou as demais, e também precisam de um acompanhamento escolar diferenciado.

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  • Lucinéa Pereira Soares  12 de outubro de 2017 em 14:55

    Falando sobre ambiente escolar a atenção para as crianças precisam ser redobradas para uma avaliação constante no comportamento, atitudes,durante o período de aula. Temos pedagogo para nos auxiliar em casos com um relatório encaminhamento ao psicólogo e demais profissionais, tomando devidas providencias amenizando problemas.

    Responder
  • Raniely schmidtberger  19 de outubro de 2017 em 02:15

    No fundo ninguém quer acabar com a vida e sim com a dor. Penso que quem não se insola e procura ajuda consegue aliviar a dor da alma.O insolamento,e a falta de diálogo com os familiares,amigos ou profissional da área é um passo para o sofrimento.

    Responder
  • victor marianelli  26 de outubro de 2017 em 00:06

    Ao analisar o artigo notei a importância de um olhar apurado da parte responsavel (professores, diretor,coordenador…) certamente a criança apresenta sintomas que podem ser notados , comunicando aos pais para que procurem um especialista e tambem podem ser de extrema importancia no acompanhamento do tratamento informando se ouve mudança no comportamento da criança tanto positivo como negativo , auxiliando assim no processo de recuperação .

    Responder
  • Paula Murta Chaves Ribas  1 de novembro de 2017 em 12:10

    Falar sobre esquizofrenia nas escolas é preciso, até mesmo para que possamos preparar a área educacional e seus professores para conseguir agir diante desse quadro e também é fundamental relutar para que isso não seja banalizado, pois sabemos que para chegar ao diagnóstico é preciso uma equipe de profissionais capacitados.
    Conhecer e reconhecer tais características irá ajudar muito a escola na condução de um diálogo com a família e os profissionais envolvidos.

    Responder
  • ALESSANDRA BOF  7 de novembro de 2017 em 19:00

    A esquizofrenia compõe o grupo de psicoses, a incapacidade de distinguir a realidade da imaginação. Os primeiros sinais de uma pessoa com esquizofrenia pode se manifestar nos primeiros anos de vida. Alguns comportamentos que a pessoa que tem transtorno pode apresentar na convivência escolar.
    Criança que foi violentada aos 3 anos por familiares, amigos e vizinhos.
    Criança com 8 anos numa escola publica,que 2 colegas querem roubar seu celular;
    Jovem com 14 anos em plena convivência que jurava ver pessoas circulando.
    Ter paciência, saber ouvir entender pois e uma situação muito delicada que precisa do apoio da família.

    Responder
  • Christiany Saúde  7 de novembro de 2017 em 22:32

    A esquizofrenia é uma doença mental complexa e intrigante, cujas causas não são ainda completamente conhecidas.
    Os sintomas da esquizofrenia são frequentemente assustadores – a pessoa pode ouvir vozes não escutadas pelos outros, acreditar que os outros estão lendo seus pensamentos, controlando sua mente ou planejando algo para prejudicá-la. Estes sintomas podem levar a pessoa a ficar com muito medo e se retrair. Sua fala e seu comportamento podem ficar tão desorganizados que ela se torna incompreensível e desperta medo nos outros ao seu redor. Pude conviver de perto com dois meninos que foram adotados por uma amiga e que só depois dos quinze anos de idade conseguiu chegar ao diagnóstico de esquizofrenia.
    Fizeram o uso de vários medicamentos e intervenções terapêuticas e de apoio, que ajudaram muito a diminuir e controlar os sintomas que traziam tanto sofrimento aos mesmos.
    Entretanto, algumas pessoas não têm acesso ao tratamento, outras não melhoram muito com os tratamentos disponíveis, ou abandonam o tratamento por falta de orientação e apoio adequados.
    Sabemos que a escola é um ambiente propício para a avaliação emocional das crianças por ser um espaço social relativamente fechado, intermediário entre a família e a sociedade. É na escola onde a performance dos alunos pode ser analisada e onde elas podem ser acompanhadas estatisticamente com seus pares, com seu grupo social e etário. Com isso facilitando identificar crianças portadoras de doenças como a supracitada de forma mais clara. Mas infelizmente muitos ambientes escolares (espaço físico e profissionais qualificados) não estão preparados para recebe-los.

    Responder
  • naty_wundervoll  14 de novembro de 2017 em 16:59

    Bem, temos que estar bem atentos afinal o assunto é criança, nesses casos a escola e familiares devem ser orientados com medidas simples para favorecer a inclusão, a escola tem um papel fundamental e deve está atenta a pequenas mudanças em seu funcionamento para beneficiar a inserção e adaptação de portadores de necessidades especiais e juntamente com os pais devem evitar fatores estressantes, como a mudança de escola, professor e tentar reduzir críticas ou comentários maldosos de colegas. Um trabalho em conjunto ajuda e muito crianças nesses casos.

    NATÁLIA RAMOS PINTO Itamaraju- BA aluna faculdade CENSUPEG Teixeira de Freitas

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  • Dênia França Campos  15 de novembro de 2017 em 10:28

    Diante do presente texto observa-se a necessidade de formação dos profissionais da educação e saúde, para ajudar o invidou portador de uma necessidade especial. Formação que não é priorizada nos cursos de pedagogia onde o foco está no aprendizado para alunos “normais”. Todos os dias nos deparamos com crianças e adolescentes que mudam de escolas, especialistas, terapeutas constantemente, por não compreenderem suas limitações e possibilidades de desenvolvimento, suas famílias que muitas vezes não buscam informações acabam prejudicando esse processo. Escolas desestruturadas que poderiam identificar esses transtornos e orientar a busca de ajuda , não conseguem também lidar com o assunto, muitas pressionada pelo preconceito de outras famílias que temem o convívio de seu filhos “normais” com com o “louco”. A formação para a educação inclusiva é uma necessidade imediata!!!

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  • Edmárcia Maria Kretli Neves Dias  15 de novembro de 2017 em 21:08

    De acordo com estudos, a esquizofrenia não tem base biológica clara. Ela tem causa multifatorial (fatores genéticos e fatores ambientais). Não é fácil reconhecer os sintomas porque não são apresentadas alterações exclusivas. A esquizofrenia pode desenvolver-se de forma lenta que nem mesmo a pessoa ou quem está próximo à ela conseguem perceber. Somente se ocorrer comportamentos abertamente desviantes, o que levará a uma observação mais atenta de algumas características como mudanças no curso do comportamento. Esse período da normalidade do comportamento até a doença propriamente dita pode levar meses. O ambiente escolar é local rico de informações que auxiliam no diagnóstico de vários transtornos. Os comportamentos se manifestam e a partir daí, coleta-se dados relevantes, que são repassados aos profissionais habilitados para realização dos diagnósticos. Cabe à escola fornecer relatórios descritivos dos comportamentos no campo afetivo, nas relações interpessoais e intrapessoais, na forma e nos conteúdos das falas, no nível de ansiedade, levando em consideração todos os fatores ambientais. O diagnóstico é tarefa exclusiva do psiquiatra.
    Edmárcia Maria Kretrli Neves Dias – Teixeira de Freitas- BAl

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  • Geovanina muraro saldanha  19 de novembro de 2017 em 10:56

    Os transtornos delirantes pod2m ser mais fáceis de serem sinalizados or nós educadores no ambiente escolar. Temos esta vantagem ao nosso lado. Pois estamos em contato diário e se fizermos bem esse papel de observador, conseguiremos melhorá nosso desempenho em avaliar nossos educandos.
    A esquizofrenia é uma doença, a qual geralmenteapresenta delirios e alucinações. Ela é de ordem descendente e aparentados de pessoas que sofrem ou sofreram de esquizofrenia. Muitas das vezes, alunos não são necessariamente esquizofrênicos, no sentido forte da palavra.Pois são demarcado de pseudoneurotica.
    No entanto, é necessário levar em conta as fases típicas da evolução genética da criança, em especial após a descoberta do EU (2 a 6 anos), período pré- operatório. Periodo, este, em que a mente é transitada no mundo da imaginação, onde fadas, heróis, bandidos , amigos imaginários. Estes, se confundem com o mundo real que transita. O mesmo, é um periodo importante onde para a mente ser preparada intelectualmente oh cognitivamente para a lógica concreta das coisas.
    Então, é preciso ir mais fundo, investigar, abrir a mente e o coração para entender o outro em sua plenitude e atenar nas ” fases” de maturação genética do cérebro, determinante na epistemologia do desenvolvimento segundo, Jean Piaget.
    A adaptação do indivíduo ao seu ambiente é uma característica de todo ser vivo. A inteligência humana é entendida como a forma de adaptação mais refinada, graças a uma série de adaptações que permite atingir a um estado de equilíbrio entre o sujeito e o meio. Além dessa maturação neurológica, intervém duas séries de fatores: o exercício e a experiência adquirida na ação sobre os objetos; de outro, as interações e transmissões sociais. A adaptação é um equilíbrio entre a assimilação e a acomodação.
    Por este motivo, hoje mais que nunca, chego ao meu ponto culminante da “acomodação”. Concluo da importância destas fases do desenvolvimento cognitivo da criança. Como ela é realmente importante para bom desenvolvimento emocional e intelectual do indivíduo.

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  • Gabriele Oldenburg  19 de novembro de 2017 em 23:31

    A esquizofrenia é considerada a mais complexa das doenças psiquiátricas e, por mais avançados que estejam os estudos a seu respeito, estes são particularmente voltados à área clínica, e ainda se mostram incompletos diante do efeito devastador e do impacto da mesma na vida, não somente do indivíduo, mas também da família. É um transtorno mental crônico que atinge em torno de 1% da população mundial, independente de gênero, etnia ou classe social (SADOCK; SADOCK, 2008).
    É preciso estar atento ao que acontece no dia-a-dia da sala de aula, ampliar o olhar ao horizonte do aluno e perceber, em muitos casos, o que está além daquilo que é aparente. Ir além do aparente, do que é visível é permitir que o
    aluno mostre-se, e nesta apresentação exponha seus anseios, suas dúvidas, suas dores, seus sonhos e planos; é permitir que o aluno traga para a escola seu projeto pessoal.

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  • Nathália Barreto Pinheiro  4 de dezembro de 2017 em 14:35

    Ter um olhar diferenciado, é um determinante para mediação. O texto acima, muito me motivou a entender, que esquizofrenia no contexto escolar, não corresponde necessariamente à alguma patologia em específico, pude perceber que tais comportamentos são influenciados por traumas obtidos no contexto familiar, e leva este indivíduo à fantasiar situações, fantasiando realidade e e um mundo paralelo em que criou. A complexidade de situações são amplas e pluralizadas, precisamos estar preparados para receber essas crianças com profissionalismo e sobretudo com carinho e dedicação, quebrando barreiras, e ultrapassando preconceitos.

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  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  5 de dezembro de 2017 em 00:10

    Como já nos diz o texto, não é papel do educador diagnosticar qualquer tipo de doença ou transtorno. Isso fica a cargo de especialistas da área, porém é de extrema importância que o educador tenha um olhar sensível e uma observação minuciosa para seus educandos. Suas observações detalhadas em seus relatórios podem fazer a diferença, como material de auxílio, ao profissional de saúde no diagnóstico de uma doença psíquica.

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  • Patrícia Carvalho  6 de dezembro de 2017 em 10:12

    Realmente o diagnóstico de esquizofrenia merece ser feito com muito cuidado e minúcia. Como considera o texto, a subjetividade humana é permeada de aspectos muitas vezes insondáveis. É necessário um olhar multidisciplinar para que se possa ter segurança e eficácia. O papel do professor é de suma importância quanto aos relatos e observações a fim de se traçarem intervenções terapêuticas eficazes.

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  • Cristiane Pereira Oliozi Santos  6 de dezembro de 2017 em 11:15

    O ambiente escolar tem sido cada vez mais espaço de descoberta, de indicação e de dúvidas em relação às síndromes, doenças e demais situações e comportamentos que os alunos tem apresentado. Cada vez mais é percebido a necessidade de que haja por parte de quem lida com as crianças, sensibilidade, conhecimento, naturalidade em emitir nos relatórios, informações que tentem ao máximo traduzir as ações e comportamentos dos alunos que por quaisquer motivos se apresentam “fora” do que seria a normalidade. Sob nenhuma hipótese negligenciar ou ignorar o que o aluno apresenta, pois, a intensidade de um sentimento provocado pela consequência de uma ação nunca será igual para todos.

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  • Ana Paula Cosenza  9 de dezembro de 2017 em 18:53

    O texto traz uma grande reflexão sobre a importância do não pré-julgamento (enquanto escola) diante nossas observações nas atitudes e comportamentos de nossos estudantes ainda na infância. A condução dos 3 casos como exemplo nos mostra bem essa relevância. Interessante reforçar como também é importante o papel da escola junto a família, principalmente na fase da Educação Infantil, em seus relatórios descritivos em ser o mais fidedigno possível. Claro, com cuidados para que não seja indutivo, mas sim transparente para que possa auxiliar a família na percepção dessa criança e ao especialista caso seja preciso de alguma investigação mais aprofundada. Muito bom!

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  • Janine Manhães Teixeira  10 de dezembro de 2017 em 18:08

    Nos deparamos ao longo da vida com situações em que achamos que é algo e depois descobrimos que se tratava de outra coisa, fazemos pré-julgamentos e tomamos decisões. No texto fica bem explícito que o que diferencia o diagnóstico de esquizofrenia perpassa os “sintomas” e sim cultiva um olhar diferenciado, uma investigação mais profunda. Talvez essa seja a dificuldade do setor de Saúde e Psiquiatria em fechar o diagnóstico, pois algum dado pode se perder pelo caminho, e o que resta são apenas os “fantasmas” que cada um vivencia.

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  • Rejane Senna  10 de dezembro de 2017 em 19:39

    O texto deixa claro o papel fundamental que a equipe pedagógica apresenta na vida do escolar. Principalmente o papel do pedagogo ao fazer seus relatórios de encaminhamento a profissionais especialistas. A observação do escolar, seja na sua fala, nas atitudes comportamentais ou qualquer outra ação incoerente com a normalidade, mesmo que venham a ser consideradas improváveis ou até irreais, não podemos desprezá-las. Por trás de atitudes e/ou relatos incongruentes podem haver algum transtorno ainda encoberto.

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  • Geisa Goulart Barreto  10 de dezembro de 2017 em 20:03

    O texto acima, nos mostra 3 casos de educandos em ambiente escolar que, a um primeiro olhar, poderiam ser taxados como esquizofrênicos, não fosse uma observação mais criteriosa e imparcial de pessoas que se preocupam em antes de “diagnosticar” , procurar conhecer a fundo a realidade destes educandos. Nota-se aí, a grande importância do papel do profissional da educação, que em parceria com uma equipe multidisciplinar poderá trazer grandes benefícios para a vida emocional e psíquica de nossos estudantes.

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  • Cristina Pereira Gomes de Azeredo  10 de dezembro de 2017 em 20:40

    Está claro que só o profissional da saúde pode e deve estabelecer um diagnóstico da esquizofrenia. Os educadores muito contribuem com os seus relatos, mas devem se respaldar e ser o mais fidedigno possível e se abstinar de sugestões opinativas.

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  • Gabriela Vasconcelos Gomes  10 de dezembro de 2017 em 20:46

    O ambiente escolar apresenta um universo de crianças e adolescentes com sua singularidade. Por tanto é de suma importância observar e acompanhar as crianças e adolescentes em seu diverso contexto: As fases do desenvolvimento imaginário, o cognitivo e o raciocínio lógico etc. Analisando a realidade da prática das Unidades Escolares, nos deparamos com várias situações que nos fazem refletir sobre esse tema. Pois precisamos observar o comportamento e atitudes no contexto da sala de aula, no relacionamento afetivo com os colegas e suas experiências familiares, pois nossas crianças estão adoecendo, por terem famílias também adoecidas em vários aspectos como: falta de amor, sofrimento psicológico, físico, fome e outros.

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  • TATIANE APARECIDA DE SOUZA MENDONCA  10 de dezembro de 2017 em 21:41

    O educador que conhece e reconhece bem as fases do desenvolvimento infantil e suas principais características, terá mais facilidade em identificar se um indivíduo está apresentando um comportamento fantasioso excessivo, ou se é apenas uma fase de criatividade imaginativa. Por isso a importância de estar sempre buscando novas informações, estudando e se reciclando. A formação continuada do educador precisa ser mais valorizada, para ele adquirir subsídios e pressupostos para lidar com esse tipo de situação.
    Tatiane Mendonça
    1º Período de Neuropsicopedagogia – Censupeg- Rio das Ostras – RJ – Turma 2

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  • Daniele Almeida Freire  10 de dezembro de 2017 em 22:29

    A esquizofrenia afeta a consciência do próprio eu, as relações afetivas, a percepção e o pensamento. No ambiente escolar comportamentos atípicos podem surgir, necessitando que o professor busque sempre aprimoramento profissional para estar preparado para lidar com as peculiaridades.

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  • izabel cristina dos santos silva  10 de dezembro de 2017 em 22:52

    O tratamento é importante para controlar o sintoma e impedir que o distúbio cause prejuizo ao paciente e reintegra-lo a sociedade.

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  • Jaqueline paiva  11 de dezembro de 2017 em 14:58

    Quando nos deparamos com as adversidades que a sala de aula nos proporciono, e a necessidade de se seguir um cronograma conteudista, se torna complicado saber a fundo da vida por traz de cada um dos “rostinhos” que compõem aquele ambiente. Por isso se faz necessário a utilização de palavras/termos muito sutis na hora de se preparar um relatório do comportamento do indivíduo no ambiente escolar, com a intensão de orientar o profissional que ira acompanhar a criança, sem induzir a um diagnóstico prévio.

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  • Patricia de souza gomes medeiros  11 de dezembro de 2017 em 19:12

    Cada ser humano ê único, e por ser tão singular assim requer uma análise de sua totalidade. Não basta analisar pelos sintomas ele deve ser visto em um conjunto. O afetivo, social. Sua interação com o outro, convívio com a família, escola, o momento que está vivendo,

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  • Paula Marcondes  11 de dezembro de 2017 em 22:28

    Fica claro no texto que temos que ter um olhar mais profundo e diferenciado com nossos alunos observando a todo o instante seus comportamentos e atitudes durante o período de aula. Devemos sempre estar buscando, nos informando e estudando, pois conhecer e reconhecer tais características irá ajudar muito a escola na condução de um diálogo com a família.

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  • Paula Marcondes  11 de dezembro de 2017 em 22:31

    Fica claro no texto que temos que ter um olhar mais profundo e diferenciado com nossos alunos observando a todo o instante seus comportamentos e atitudes durante o período de aula. por isso devemos estar sempre buscando, nos informando e estudando,

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  • Andreia Teixeira Pinto Figueira  12 de dezembro de 2017 em 06:23

    A esquizofrenia é uma doença que precisa ser delicadamente investigada, para que se tenha uma possível hipótese diagnosticada, é de suma importância que o profissional envolvido tenha um olhar sensível e que compreenda os múltiplos aspectos envolvidos.

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  • PATRÍCIA FRANÇA GUIMARÃES  13 de dezembro de 2017 em 10:20

    No ambiente escolar nos deparamos com uma adversidade muito grande de comportamentos, manifestados muitas vezes em conflitos entre crianças, que percebe-se nitidamente, que advém do ambiente familiar: desafetos, violência doméstica…enfim, muitos, vítimas de maus tratos, o que gera uma frustração muito grande na criança. Com certeza um relato da escola direcionado a qualquer que seja o profissional da saúde, precisa ser realizado com riqueza de detalhes comportamentais do aluno neste ambiente e com os outros, porém dotado de imparcialidade, para que não aja indução de diagnóstico algum, mas um olhar sensível para perceber quando um comportamento DIFERENTE pode ser realmente passível de uma intervenção médica e que possam sinalizar realmente um problema que foge a alçada escolar.

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  • Sheila Alves Lima  14 de agosto de 2019 em 10:52

    Queria ver com vcs, tem algum método de como fazer a pessoa com esquizofrênica para concentrar mais nas aulas, algum método.

    Responder
    • Vanessa Cavalcante  14 de agosto de 2019 em 11:01

      Olá Sheila! Método específico para esquizofrenia não. Temos técnicas para auxiliar a concentração.

      Responder
  • Sheila Alves Lima  14 de agosto de 2019 em 10:53

    Queria ver com vcs, tem algum método de como fazer a pessoa com esquizofrênica para concentrar mais nas aulas, algum método.
    Para me ajudar, o que fazer.

    Responder

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