Os profissionais da saúde, antes de concluírem o CID-10 e o DSM-5, fazem também testes de campo, frente a frente com a realidade, e se baseiam, nos fatos e não só nas percepções, e assim organizam suas classificações.

O que nos fascina é a constante abertura da ciência para novas possibilidades de verdades ou realidades, e as oportunidades continuas de revisão. O ser humano é concebido como um ser de alta complexidade, estamos ainda muito longe de conhecê-lo em profundidade, mas o segredo é justamente “nunca desistir” de buscar e agir sempre em busca do melhor.

Hoje, em meio às dificuldades de tempo e renda, as terapias breves têm investido bastante nas possibilidades “foco” ou destaques sintomáticos para esse fim no processo de tratamento.

Existem diferentes tipo de esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e os delirantes. Algumas dessas manifestações têm o curso continuo, episódico, remissivo e outros.

São muito comuns as alucinações auditivas, por vezes visuais, táteis, etc… e que sensações e percepções são operadas pelo pensamento, em incongruência com a realidade objetiva. Em meio a tudo isso, os pacientes podem dar significados específicos a cada situação vivida, algumas delas os colocando como culpados, reféns ou salvadores sob a ordem de um poder maior.

O pensamento é muitas vezes sinistro ou pleno de signos especificamente seus e distante de significado para outras pessoas, e, portanto, incompreendidos, A instabilidade da questão da vontade, e a sua ambivalência aparece aos olhos dos demais como inércia, incapacidade, loucura, etc.

Segundo o CID-10 (pg.86-7), alguns sintomas se agrupam:

Ecos do pensamento, inserção ou irradiação do pensamento;

Delírios de controle, referencia ao corpo como não eu;

Vozes alucinatórias parecendo vir de fora do corpo;

Delírios de poder, capacidades super humanas, comunicação com entidades extra planeta;

Alucinações persistentes, com ou sem conteúdo afetivo;

Discussões aparentemente incoerentes, irrelevantes para nós;

Comportamento pleno de excitação, por vezes catatônico, postura estranha na flexibilidade motora;

Estupor, negativismo, mutismo, podem ocorrer e sintomas negativos como apatia, discurso empobrecido, fechamento nas respostas emocionais, geralmente com inibição social;

Alterações significativas na vida pessoal, falta de objetivos, fechamento em si mesmo, distanciamento;

Falta de crença no outro, receio de abertura à dor.

(CID-10 – adaptações pg. 86-7)

Geralmente, um diagnóstico de esquizofrenia precisará de 02 sintomas claramente presentes a maior parte do tempo e pelo menos durante 30 dias. Caso não ocorram pode ser diagnosticado de forma diferente, as vezes como transtorno psicótico esquizofreniforme. É preciso cuidado, pois o desinteresse na aparência, desanimo de tomar banho, sair de casa, trabalhar podem ser não psicóticos e estarem ligados à traumas e ansiedades, no estilo “desistência de lutar” por uma “vida sem sentido” (grifos meu).

Por isso, o CID-10 recomenda que não se deve diagnosticar a esquizofrenia como tal, na presença dos sintomas depressivos e de doenças cerebrais claras ou estados de alteração que podem acontecer por uso de drogas e outros.

À esquizofrenia paranoide no escolar, pode se caracterizar:

  • Por delírios de perseguição (não reais), delírios de grandeza, ciúmes desenfreados;

  • Vozes alucinatórias que dão ordem para realizar algo cruel ou grandioso, ou ameaçam, mesmo sem uso da palavra, como risos, zunidos, assobios, etc.

  • Alucinações em outros aspectos dos sentidos como as olfativas, gustativas, sensações sexuais e visuais.

  • Podem surgir a irritabilidade, receio, suspeita, raiva repentina e fechamento ou retraimento na afetividade/sociabilidade.

Muitos são os tipos de transtornos que não envolvem a esquizofrenia paranoide. Manias e crenças persecutórias podem advir de experiências e aprendizados anteriormente dolorosos que passam a fazer parte dos mecanismos do organismo e defesa do sofrimento e a favor da precaução.

Na esquizofrenia hebefrénica, os delírios e alucinações incluem maneirismos, comportamento pouco afetivo e bem superficial. O uso de deboches, risadinhas sarcásticas, postura de superioridade, bem como, brincadeiras que ferem, parecem ser comuns.

Geralmente o pensamento é pleno de incoerências, tudo parecendo vago e sem sentido (entre 15 e 25 anos), não justificando nenhum investimento nas coisas reais ( estudo, trabalho, etc.).

As perturbações do afeto e da vontade são fortes na hebefrenia. As vezes o paciente se engaja na religião, estudos, filosofias para se afastar mais dos que o cercam. Quase sempre a hebefrenia se dagnostica entre jovens e adultos, mas o estilo “mórbido” já se percebe na criança.

Na esquizofrenia catatônica, podemos notar perturbações psicomotoras, as vezes surgindo como hipercinesias, outras vezes com comportamentos bastante agitados. No CID-10 (p.90-91) são descritos as diretrizes diagnósticas diante desses comportamentos:

  1. Estupor ou mutismo;

  2. Excitação sem aparente sentido ou estimulo;

  3. Posturas inadequadas ou bizarras;

  4. Negativismo ou resistência à instruções de ação, rigidez e manutenção de postura rígida contra esforços de ser movido.

  5. Preservação de palavras ou frases, obediência por automatismo, etc.

É bom lembrar que muitos sintomas catatônicos podem não envolver a esquizofrenia e que podem estar ligados à perturbações cerebrais metabólicas, por ingestão de álcool, drogas, etc.

Muitas vezes, algumas crianças, sob efeitos da luta pela identidade, ou reações fortes contra figuras de autoridade, podem ter crises na escola, no recreio, etc.. como ultima tentativa de contestação, e o corpo em movimentos desalinhados se expressa em formas violentas ou sem sentido para descarregar o peso do mal estar.

Essa questão do controle (sócio cultural) egoico, nem sempre é tão poderoso a ponto de retrair uma ação expansiva e o desejo forte de manifestar o descontentamento. Pode-se dizer que em termos “saudáveis” essa forma de “catatonia” não parece tão doentia assim, se as pressões forem altas demais e se o acumulo de estresse estiver no caminho destrutivo do corpo.

Na verdade, a esquizofrenia simples supõe um comportamento considerado como “estranho” diante de uma sociedade repleta de exigências e para os quais o sujeito aparece fraco no desempenho da convivência social. Pode haver o embotamento afetivo, perda da vontade ou forte inércia diante das exigências externas e certos negativismos sobre a vida.

A precocidade dessa esquizofrenia, pode mesmo estar forte desde a fase do “faz de conta”, e pais e filhos não se deram conta disso.

Certos comportamentos posteriores podem ser de uma criança um tanto voltada para em si mesma (não confundir com autismo ou a característica egocêntrica), de forma vagante e pouco definida.

As vezes nos parece aquela criança destituída da motivação existencial e da luta pela sobrevivência ; certa inatividade e predisposição do “não adianta lutar, nada mudará;’, o que mostra ao seu psiquismo o caminho único do “não sentido”.

Em muitos momentos da nossa vida profissional, pensamos na possibilidade de uma “troca” possível nas mensagens de expansão e vida (biofilia) que o organismo nos dotou ao optar pela vida e pela auto preservação, para outra de “desistência” e entrega, sem luta, no “deixar ficar”. Parece ser um convite a nós, neuropsicopedagogos, professores, pais, educadores em geral, na busca de formas mais assertivas de estimulação a vida; tal qual fazem os médicos ao reativar as batidas de um coração.

Publicação sugerida pelo autor.

71 Comentários Respondidos

  • ADRIANO PIRES  3 de setembro de 2017 em 14:36

    ENTENDEMOS MUITO POUCO DE ESQUIZOFRENIA,PENSO QUE EXISTAM ESCALAS PRA DEFINIR A DOENÇA OU PELO MENOS APRENDEMOS DIANTE DE CASOS CONHECIDOS QUE O COMPORTAMENTO E DIFERENTE EM SITUAÇOES DA VIDA . OBSERVEI NO TEXTO QUE EM ALGUM MOMENTO A ESQUIZOFRENIA PODE SER PROVOCADO POR INGESTAO DE ALCOOL OU OUTRAS DROGAS.

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  • lucineudo batista de lima  4 de setembro de 2017 em 09:23

    a esquizofrenia ao olhar de muito parece ser tao fácil ser percebida,mas oque vemos e bem diferente da realidade,são muitos os sintomas e que pode ser confundido se não for observado de forma correta, pois existe diferente tipos de esquizofrenia,e que alguns sintomas se agrupam,e assim fica mais fácil compreender que tipo de esquizofrenia a pessoa esta sofrendo.alguns tipos de esquizofrenia pode ate ser confundido com sintomas depressivo ou alterações por uso de drogas por isso e bom saber que existe a esquizofrenia hebefrênica que e caracterizada por pertubações de afeto ou comportamento irrepreensível, e a paranoide que e desconfiança do outo ,a catatônica que afeta o estado psicomotor e por ultimo a simples que e o o comportamento estranho em relação a sociedade como perda de vontade e negativismo,por isso vamos ficar bem atentos ao percebe tais atitude avisar a família pra que possa encaminhar a um especialista.

    Responder
  • Kleidiane Maria Classner  4 de setembro de 2017 em 14:20

    neste texto podemos ver diferentes tipos de esquizofrenia e que ela tem vários estágios e que não só o adulto pode sofrer desse mal mais as crianças também ,e que a vários tipos de transtornos que se não forem observados adequadamente poderá ser confundido com esquizofrenia.

    Responder
  • Vanda Nolasco Sepulcro  5 de setembro de 2017 em 22:13

    Os quatros tipos de esquizofrenias citadas no texto são diferenciadas,deve ser bem observadas pois se manifestam de forma distintas,os sintomas podem ser confundida com outras doenças,ao ser percebida procurar um profissional para dar o diagnóstico, ele dará orientação necessárias para tratar do problema ajudando a manter a qualidade de vida do paciente.

    Responder
  • paulo sergio de souza  7 de setembro de 2017 em 15:49

    Eu sempre digo em variados assuntos em conversas com meus familiares e colegas de trabalho, Morrerei careca e nunca vou entender o ser humano, inclusive eu mesmo, e parece que diante deste texto tenho razão,leia-se segunda parágrafo: ” O ser humano é concebido como um ser de alta complexidade, estamos ainda muito longe de conhecê-lo em profundidade, mas o segredo é justamente “nunca desistir” de buscar e agir sempre em busca do melhor”
    Declino sobre a esquizofrenia paranoide pois ela pode ocorrer em profissões de alto risco e estressantes. Segue link destas profissões.
    (http://www.infomoney.com.br/carreira/emprego/noticia/6429543/profissoes-mais-estressantes-2017) onde o profissional pode desenvolver sintomas desde a famosa mania da perseguição até o ciúme desenfreado, cito um (a) colega de profissão o (a) qual foi diagnosticado (a) por esta doença, a pessoa (doente) tem sua vida totalmente modificada diante da sociedade, pois muitas das vezes são tratadas como loucos, o convívio com outras pessoas, que se dizem normais fica mais “tenso”, e são pouquíssimas vezes compreendidos pelos seus excessos.

    Responder
  • Nathiely Avancini da S. Coelho  7 de setembro de 2017 em 16:57

    Parece algo muito distante de nós, porém se pararmos para pensar ao longo de nossas vidas com certeza nos deparamos com algumas dessas características, que pré-julgamos (sem o conhecimento cientifico) como birra, falta de interesse, entre outras. A triste realidade é que não estamos preparados para diagnosticar ou acompanhar tais transtornos em nosso lar, vizinhança e principalmente no ambiente escolar e a postura que devemos adotar é dar mais atenção as necessidades do nosso próximo.

    Responder
  • Alexsandra Piedade de Oliveira Gonçalves  7 de setembro de 2017 em 20:15

    Diante de uma sociedade corrida a qual vivemos ,muitas vezes esses comportamentos diferenciados são atribuídos a “loucura” e mal danos conta da gravidade de tal situação . Cabe a nós observar tais situações em nosso ambiente no cotidiano, pois algumas atitudes passam desapercebidas . São vários tipos de esquizofrênica e não se pode confundir c outros transtornos q podem tem sintomas parecidos . Devemos levar em conta q algumas drogas tbm causam alucinações e por isso cada caso deve ser muito bem avaliado ,para q possa ser diagnosticado corretamente.

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    • Lucinea pereira soares  14 de setembro de 2017 em 23:11

      Muitas pessoas que sofrem de depressão tem pensamentos suicidas mas escondem esse fato se seus médicos ou da família.Portanto, saber identificar a tendência suicida é de grande importância no tratamento do paciente.

      Responder
  • Joyce  7 de setembro de 2017 em 21:56

    Podemos entender que a esquizofrenia é uma doença mental que afeta o comportamento social do indivíduo, e exitem vários tipos de esquizofrenia e sintomas, podendo ser descobertos e tratados.

    Responder
  • fabiane silva morais arpini  8 de setembro de 2017 em 00:34

    E importante perceber a dificuldade que a pessoa tem de relacionamento, e uma pessoa que tendem a se ensolar do contado social vive mal as relações com as pessoas e familiares e fora do surto tem um contato social pobre. O texto citado fala de quatro tipos de esquizofrênica que nos leva a pensamentos extensos e sábios.

    Responder
  • Suellen Batge  8 de setembro de 2017 em 20:53

    Ao longo do texto percebo o quão pouco sabemos a respeito de esquizofrenia e qual tipo elas podem se manifestar nas pessoas. Comportamentos diferentes, falas, olhar, medo, postura e atitude estão ligados à elas, é difícil para alguns pais e professores dessas crianças e adolescentes entenderem o que se passa, já que para elas é mais difícil falar e demonstrar o que estão sentindo. Nos quatro tipos de esquizofrenia percebo como são parecidas e ao mesmo tempo diferentes, cada uma com um tipo de sintoma que é necessário acompanhamento de um profissional assim que percebida, ele(a) fará as análises necessárias para reverter o quadro o quanto antes. Muito importante para os novos alunos de psicologia entenderem um pouco sobre a esquizofrenia através de textos como este que nos mostra um pouco de cada uma.

    Responder
  • denise barros  9 de setembro de 2017 em 10:23

    esquisofrenia,agora da para ter a noção ainda que pequena dessa doença que muitas das vezes nem percebiamos no comportamento que para mim em especial julgava estranho ou que tinha algum problema mental mas não compreendia nem sabia explicar.agora sei que existem diferentes tipos e que são comum as alucinções auditivas,visuais,tateis ect..
    e os sentimentos ou coisas que passam dentro da cabeça da pessoa para ela é real e o que pode causar isso são traumas ou transtornos

    Responder
  • Jadson Rodrigues de Assis  9 de setembro de 2017 em 20:30

    Vejo com tristeza , como nosso sistema de saúde vem contribuindo para que cada vez mais o diagnóstico seja tardio , e a falta de conhecimento humano a respeito de um assunto tão grave , onde e pouco ou quase nada discutido . A um breve pedido de socorro de uma pessoa , muitas das vezes vemos como frescura ou que esta fazendo para chamar atenção; e com isso deixamos de ajudar por não temos conhecimento e por falta de profissionais acessíveis nas unidades de saúde.
    Esses assuntos precisam ser discutidos para que mais pessoas tenham acesso a esses conteúdos e possam assim fazer a diferença .

    Responder
  • Fernanda Neitzel Cypreste  10 de setembro de 2017 em 16:09

    Eu não tinha ideia dessa dimensão que é esquizofrenia, diante do texto eu pude ter uma noção sobre o que é essa doença e sem duvidas foi o começo para sanar algumas duvidas.

    Responder
  • Lorraine Peres  10 de setembro de 2017 em 18:42

    Não é preciso leitura para saber que estamos em constante mudanças,mudamos de casa,cor de cabelo,hora sorrimos,hora choramos.
    Por isso a ciência esta em constante evolução e os profissionais que dela dependem estão sempre abertos ao novo e nunca desistem de seu objeto de estudo,o homem.
    Mas ao ler esse artigo vejo como é complexo lidar com esse tipo de transtorno e diagnosticar corretamente qual tipo pertence.
    O indivíduo que sofre de esquizofrenia é visto pela sociedade como louco,isso faz com que o mesmo se exclua (o que ja é uma característica do transtorno) da convivio social criando um grau de dificuldade maior para um possível tratamento.
    Vejo também no texto que qualquer um está sujeito a passar por isso pois nosso dia a dia esta cada vez mais corrido,competitivo e stressante,fatores que podem desencandear qualquer tipo de transtorno.
    A sociedade precisa entender que depressão não é frescura,ansiedade não é medo bobo e esquizofrenia não é paranóia,são doenças que necessitam de tratamento para possibilitar ao indivíduo desfrutar da vida novamente.

    Responder
  • lauana Rocha  11 de setembro de 2017 em 05:38

    Entendamos pouco sobre esquizofrenia e seus sinais,principalmente na criança e em seu ambiente escolar,quando não identificado,pode ser visto como uma criança fora dos padrões, uma criança indisciplinada.
    Quando na verdade essa indisciplina pode está nos dando indício de algo.

    Responder
  • Nathalia Ribeiro Pelegrino  11 de setembro de 2017 em 12:22

    Sabe-se pouco sobre a esquizofrenia, muitas pessoas não enxergam como é grave, no decorrer do texto mostra com clareza a dimensão dessa doença. Eu não tinha um entendimento sobre isso, depois que li o texto vou rever alguns dos meus conceitos.

    Responder
  • Marinalva ramaldes  11 de setembro de 2017 em 17:07

    Após ler este artigo me sinto impotente diante de uma realidade tão obscura. Quando meu irmão Foi diagnosticado eu não fazia a mínima ideia que fosse tão sério
    Hoje entendo muitas coisas, muitas crises
    Até mesmo paranóia, também consigo entender que na realidade não existe uma causa específica para explicar todos os tipos de esquizofrenia e que seus sintomas incluem alucinações, perturbações em atenção compreender e fluxo de pensamentos,sintomas catatônico e esvaziamento afetivo.
    Suas causas ainda são desconhecidas.

    Responder
  • Willian Vicente Zanotti  12 de setembro de 2017 em 09:08

    Percebemos que a esquizofrenia assim como outros transtornos psíquicos, não se resume somente em um diagnostico único, pois existem diferentes níveis ou graus que diferenciam o transtorno, trazendo diferentes comportamentos e consequentemente diferentes tratamentos também. Assim podemos de fato afirmar a importância dos profissionais da saúde mental para tais casos, com ajuda na análise comportamental (seções de terapia) como também na farmacologia ( se for preciso).

    Responder
  • Diego Afonso De Souza  12 de setembro de 2017 em 13:58

    Algo que parece estar tão próximo de nós e ao mesmo tempo tão longe, pois pela nossa forma de que “isso nunca irá acontecer comigo ou com meus filhos” faz com que muitos dos sintomas sitados a cima passam despercebidos. Deveriamos dar mais atenção e se importar mais com os mínimos detalhes, em visto que para até quem esta lendo causa um certo desconforto em saber que há pessoas que passam por coisas tão alucinógenas e desconfortantes

    Responder
  • losangela aparecida da silva  12 de setembro de 2017 em 14:16

    saber identificar os diferentes tipos de esquizofrenia é importante, pois a partir do momento que se sabe o que está ocorrendo, e possível cuidar e tratar de forma correta e ajudar a criança de quem esta sofrendo desta doença.
    A partir deste texto sabemos que a esquizofrenia se apresenta de quatro maneiras que são; hebrefênica , paranoide, catatônica e simples. E importante saber avaliar se o individuo está mesmo sofrendo de esquizofrenia ou se está passando por um momento difícil, ou até mesmo fazendo uso de substancias que possam alterar o sentido cognitivo motor, ou a logica clara, capaz de discernimento.

    Responder
  • Andressa Almeida de Amorim  12 de setembro de 2017 em 15:01

    O alerta mais gritante apresentado, é o fato da esquizofrenia ter variados sintomas que podem sim ser confundidos com os de outros tipos de transtornos. Precisamos ter uma atenção redobrada e um olhar mais humano e compreensivo para tais sintuaçoes , podendo assim ajudar de forma coerente os que passam por isso.

    Responder
  • Adriana Vieira de Souza Santos  13 de setembro de 2017 em 01:17

    O conteúdo, ao meu ver, ressalta o valor que se deve dar às “emoções” e as relações sociais conturbada que manifesta um esquizofrênico.
    Os sintomas que classificam os diferentes tipos(hebefrênica, paranoide, catatônica e simples), direciona o observador à um respeito ao portador e um alerta no quesito “O Outro” pois os comuns sintomas que distingue seus tipos podem indicar um doente muuito próximo e não percebemos.
    Que nossa inclinação á ciência(Psicologia) nos habilite á sermos relevantes ao meio.

    Responder
  • Anna caroliny campos  13 de setembro de 2017 em 13:45

    A esquizofrenia mesmo que muito estudada, ainda é um assunto bastante complexo, levando em consideração que existem tipos dessa doença. É necessário bastante atenção quando o indivíduo apresentar os sintomas citados acima pela psiconeuropedagoga Vanessa Cavalcante, é necessário sempre a ajuda de um profissional, para o não agravamento da situação do indivíduo. Além ser indispensável o apoio da família.

    Responder
  • denise silva januario  13 de setembro de 2017 em 23:06

    Nesse daso de esquizeofrenia, os estudos vão se prolongar por décadas, pois o caso é delicado e vão surgir a cada dia casos novos e polemicos, vezes até para o próprio individuo, em transe com seus próprios pensamentos.
    Penso que os indivíduos desse caso nunca terão um “diagnostico concluido“,sempre estarão em análise.

    Responder
  • Jeander Nunes Dutra  14 de setembro de 2017 em 01:28

    Muito bom o texto,Nos mostra os diferentes tipos de Esquizofrenia que existem e que não é nada fácil diagnosticar esse tipo de doença.Também observei que a Esquizofrenia pode ser provocada pelo uso de Drogas,que hoje em dia em nossa Sociedade é um problema que cresce a cada dia e qué pode elevar os índices dessa doença.

    Responder
  • Eduardo  14 de setembro de 2017 em 15:32

    Texto interessantíssimo! Pensar em esquizofrenia já é complexo; diferencia-las muito mais. Esse texto me ajudou muito hoje em lançar um olhar mais especulativo e/ou clinico (se é que posso usar essa palavra) para algumas pessoas com que tive contato ao longo da vida e que de alguma maneira as achavam de um comportamento antes apenas catalogados para mim como “estranho”. Me parece que nos casos de esquizofrenia acontece algum tipo de descontrole de organização e nexo dos saberes adquiridos pelo paciente. Me parece também que uma forte característica do esquizofrenico é o pessimismo, entretanto achei fantástica a observação da religião e da filosofia como instrumentos de fuga…
    Eduardo Torezani- 1o período de psicologia- Faculdade Europeia de Vitoria

    Responder
  • Suammer forrechi  14 de setembro de 2017 em 15:59

    A esquizofrenia ela é uma doença crônica, complexa que exige tratamento por toda a vida , por exemplo se ela não for tratada corretamente ela levará a delírios ,alucinações, vozes ,discussões .

    Responder
  • Daniele  14 de setembro de 2017 em 16:35

    A esquizofrenia é uma doença mental crônica que afeta 1 a cada 100 pessoas.No Brasil estima-se que há cerca de 1,6 milhões de esquizofrênicos,a cada ano cerca de 50.000 pessoas manifestam a doença pela primeira vez, segundo o psiquiatra e prof° Dr° Mário Rodrigues Louzã Neto.
    Ainda não se sabe as causas da esquizofrenia,e seu diagnóstico é feito pelo especialista, a partir das manifestações da doença.Não há exames laboratoriais para a confirmação da doença.
    O tratamento requer duas abordagens: medicamentosa e psicossocial.Os familiares são aliados importantíssimos no tratamento e na reintegração do paciente.
    Fonte: http://www.saudemental.net/o_que_e_esquizofrenia.htm

    Responder
  • Vanessa Augusto de Deus  14 de setembro de 2017 em 16:57

    É uma desordem cerebral que danifica a capacidade das pessoas de pensar, dominar suas emoções, tomar decisões e de se relacionar com os demais. É uma enfermidade crônica e complexa que não afeta por igual a quem sofre dela. Espero que o campo da genética e neurociência traga soluções para permitir que as pessoas que sofrem de esquizofrenia atinjam seu pleno potencial.

    Responder
  • Regine Linhaus Muniz  14 de setembro de 2017 em 17:26

    NO QUE PUDE ENTENDER SOBRE ESQUIZOFRENIA, É ALGO MUITO COMPLEXO ONDE EXIGE MUITA ATENÇÃO AO DIAGNOSTICAR UM PACIENTE, ONDE PUDE NOTAR ALGUMAS CARACTERÍSTICAS BEM PARECIDAS. SEM FALAR QUE ALGUNS TIPOS DE DROGAS PODEM PROVOCAR DISTÚRBIOS OU SINTOMAS DE ESQUIZOFRENIA.

    Responder
  • Renata Dias Nascimento  14 de setembro de 2017 em 22:24

    Uma doença muito complexa de difícil diagnóstico pois, os sintomas se misturam a uma incompreensão tanto por parte do paciente quanto por parte da família. Acho um caminho extenso até se chegar a um profissional capacitado a diagnosticar a esquizofrenia destacando-a de simples sintomas de depressão, isolamento, entre outros. Sintomas mal compreendidos podem levar a tratamento errôneo e distanciar ainda mais o paciente do bom convívio em sociedade.

    Responder
  • Silvia Maria de souza Romanha  14 de setembro de 2017 em 22:43

    Boa noite!
    O estudo sobre o caso de esquizofrenia é muito complexo, pois precisa ser estudado e observado com muito cuidado para não confundir o diagnóstico.
    Se não for feito um diagnóstico precoce, se não tratado pior é a vida social do paciente e dos que estão ao seu redor.
    Muitas da vezes o diagnostico vem tarde e se tem inicio no final da adolescência ou início da idade adulta, com curso nas esfera social e ocupacional.
    As vezes por falta de informação tem levado à demora no acesso ao tratamento médico.

    Responder
  • Natalia Alice de Souza Rodrigues dos Reis  15 de setembro de 2017 em 09:52

    Para alguns pais nao consegue indentifica o problema no filho. Conheço muitos que dizem que o filho tem problema de aprender , mas não busca métodos pra resolver E saber de fato o que está acontecendo. A esquizofrenia é difícil ser percebida por conter muitos transtornos mas por ser causada pelas drogas que já espalhou pelo mundo e fez tal estrago.
    Vivi isso na família, agressividade, comportamento pertubador e outros.
    Então hoje é motivo de alegria ver quem gostamos bem …

    Responder
  • Cristiane Lourenço  15 de setembro de 2017 em 17:51

    A esquezofrênia é uma doença crônica,que causa alucinações e delírios,que é subdividida nós tipos hebefrênica,paranoide,catatônica e simples. A esquezofrenia hebefrênica ocorre na infância quando ainda a personalidade ainda não esta totalmente desenvolvida bloqueando no seu desenvolvimento , neste sentido quando mais nova a criança mais ruim o prognóstico e maior o desenvolvimento dos sintomas negativos como o embotamento afetivo e perda da volição (escolher ou decidir).
    Tipos de tratamentos: medicamento,abordagens individuais,familiares e educacionais e a reinserção social mostra o processo que integra uma pessoa novamente ao convívio social após sofrer uma etapa de privação .

    Responder
  • Jamille R. Zeferino Waiandt  16 de setembro de 2017 em 15:21

    Quanta complexidade relacionada à esquizofrenia e como é importante a procura por profissionais especialistas na área para identificar um caso ou desmistificar rótulos ou percepções distorcidas de uma suposta esquizofrenia!
    Considero muito importante, considerarmos a estratégia de utilizar a religião ou a filosofia para compreender a si e aos conflitos da mente também um ponto que merece ser mais discutido e analisado.

    Responder
  • Helida Scalfoni  18 de setembro de 2017 em 18:23

    Texto esclarecedor tanto quanto ao tema esquizofrenia, como também aos tipos existentes, ao ter conhecimento dos sintomas, percebemos que essa doença muitas vezes pode passar despercebida, pois acabamos julgando os sintomas de forma errada, não percebendo a complexidade em questão, cabe a nós cidadãos olhar o outro de forma mais relevante, para evitarmos interpretações errôneas.

    Responder
  • Gislaine Estevo  6 de outubro de 2017 em 16:37

    Esquizofrenia: mente dividida, quebra do juízo da realidade. Essa doença as vezes chega de forma silenciosa, isso quando não se descobre na infância. E triste de se ver ou saber que uma pessoa está sendo chamada de doida ; porque as pessoas não reconhecer que se trata de uma doença. Nesse momento a pessoa precisa de muito apoio dos familiares porque aos pouco o sujeito vai perdendo tudo e muita das vezes não é o que acontece. As esquizofrenias mais conhecidas é a Paranoide que a mais comum , onde se tem delírios, acha que está sendo perseguida, se baseia em fatos não reais e não tem nada que convença a pessoa ao contrário. Catatonica a pessoa fica parada numa posição durante horas ou dias , onde pode ter risco de não comer, não beber, em posição incômoda e não responde quieta muito tempo. A Hebefrenica que é a mais grave o paciente fala coisas sem sentido, ou “nada com nada” a pessoa começa a perde a capacidade de raciocínio, as vezes apresenta comportamento infantil, para de cuidar das suas egiene pessoal;levando as vezes até à morte.

    Responder
  • Lucinea pereira soares  12 de outubro de 2017 em 14:39

    Para mim esse texto é de grande importancia
    pois me faz mais aprender sobre esse tema esquizofrenia. Vale ressaltar que quanto mais cedo a doença for diagnosticada, melhor será tratamento e maior controle dos sintomas.

    Responder
  • Lucilene de Ornelas Soares  26 de outubro de 2017 em 01:25

    A grande importância da descoberta da complexidade relacionada à esquizofrenia, pois somente assim o individuo será capaz de procurar por profissionais especialistas na área para identificar um caso ou percepções distorcidas de uma suposta esquizofrenia!
    Ao considerarmos a estratégia de utilizarem duas grandes saída a religião ou a filosofia para compreender a si e aos conflitos da mente também como um ponto que merece ser mais discutido, apreciado e analisado, entre os amantes dos estudos.

    Responder
  • Dênia França Campos  15 de novembro de 2017 em 20:41

    “A cura total da esquizofrenia é considerada rara, mas há relatos de que com a ajuda de medicamentos e de procedimentos terapêuticos adequados o indivíduo pode melhorar sua qualidade de vida e ser reintegrado na sociedade.”
    Mais uma vez percebemos o papel da sustentação familiar, de educadores bem informados, de profissionais da saúde, peças importantes para a reabilitação do indivíduo e para a prevenção das recaídas.

    Responder
  • Adriane de Oliveira Silva  24 de novembro de 2017 em 10:50

    Os diferentes tipos de isquizofrenia apresentados no texto nos faz refletir que é preciso observar com muita atenção os sintomas. Seria de grande importância tornar conhecidas tais informações na sociedade em especial no ambiente escolar para que não haja preconceito.

    Responder
  • Patrícia Carvalho  6 de dezembro de 2017 em 00:01

    O diagnóstico de esquizofrenia parece um pouco assustador, principalmente em se tratando de uma criança . No entanto, é cada vez mais comum entre nòs educadores tal comprometimento .

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  • Cristina Pereira Gomes de Azeredo  10 de dezembro de 2017 em 18:48

    Penso na complexidade do diagnóstico…
    A avaliação não pode se basear apenas nos sintomas é necessário um olhar e um acompanhamento específico.A esquizofrenia tem suas classificações que devem ser bem observadas,pois se manifestam de formas distintas.O segredo é nunca desistir e agir em prol do melhor para oferecer ao sujeito um tratamento.

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  • izabel cristina dos santos silva  10 de dezembro de 2017 em 22:42

    Devemos diferenciar claramente para não ser confundidos pois o texto mostra onde é o mal que atinge adultos e crianças e ter cuidado para não ser confundido e dar uma atenção necessária;

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  • Patrícia de Souza Gomes medeiros  11 de dezembro de 2017 em 18:40

    E notória a dificuldade de se chegar a um diagnóstico de esquizofrenia. Há uma linha muito tênue de seus sintomas com os das outras patologias. Acredito que um diagnóstico desta monta não seria possivel em um primeiro encontro ou terapia. O profissional deverá ser bem faltoso ao fechar um relatório por exemplo.

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  • PATRÍCIA FRANÇA GUIMARÃES  13 de dezembro de 2017 em 09:37

    O texto mostra uma variância de comportamento dentro do quadro da esquizofrenia que demonstra o quão cauteloso deve ser uma equipe multidisciplinar e médica ao taxar tal diagnóstico.
    Mais difícil ainda demonstra ser, fechar este diagnóstico na idade escolar. Vivo a realidade pública e ao ler este texto me reportei a alguns alunos e vejo o quanto é importante a equipe gestora ter desenvolvida um certo conhecimento do assunto para podermos ajudar nossos pequenos, vítimas de tantas privações.

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  • larissa sandre  14 de junho de 2018 em 14:24

    Uma pessoa que sofre com a esquizofrenia requer tratamento médico, frequentemente, por toda a vida. Entretanto, o psiquiatra diz que é possível ter uma vida produtiva e feliz: “Com as novas medicações e terapias disponíveis, o paciente pode desenvolver autonomia e cuidar bem da própria vida.” Existem algumas limitações, mas aqueles que recebem cuidados da família e tratamento adequado conseguem ter uma vida independente e de boa qualidade.
    As causas para o surgimento da esquizofrenia ainda não foram totalmente esclarecidas, mas acredita-se que haja fatores neurológicos e ambientais envolvidos. “Na esquizofrenia existe um transtorno do neurodesenvolvimento, que acarreta sintomas alucinatórios e delirantes, prejuízos cognitivos e afetivos e desorganização do pensamento e dos atos.
    Neste contexto apresentado podemos perceber vários tipos de esquizofrenia, onde se apresenta em diferentes níveis, e que acomete tanto adultos, quanto crianças.

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  • Sandra Rose Falcao Vidal  14 de junho de 2018 em 14:58

    Ao falar sobre esquizofrenia e suas associações, o ponto base e´um estudo amplo para entender tal problema, sendo que o ser humano tem suas subjetividades, passando a ser um estudo complexo e árduo, portanto estudar sua mente e seu comportamento vai muito além da observação. É preciso muito cuidado ao dar um diagnostico, pois ele deve ser muito bem estudado e observado, começando até mesmo na infância, passando pela adolescência, até a vida adulta. Existem muitos transtornos mentais com sintomas parecidos, por isso a importância do cuidado no diagnóstico.

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  • Elealza Alves ofrazio  17 de junho de 2018 em 01:05

    Conviver com a esquizofrenia é difícil para todos, principalmente pra quem tem e para os que amam o indivíduo que a tem,mas é possível com ajuda da psicoterapia e com as medicações entra no caso com objetivo de ajudar o indivíduo a perceber a realidade de forma mais ampla,na sua capacidade de pensar e perceber o que está a sua volta e o que está dentro de sua mente.o poder de avaliação das atitudes e desejos é aumentando o que vai ajudar a proteger a si e aos que ama.

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  • Thayná de Souza  18 de junho de 2018 em 12:38

    A Esquizofrenia afeta á capacidade da pessoa de pensar, sentir e se comportar com clareza. Sendo assim, esse distúrbio requer acompanhamento com vários profissionais para que a pessoa recupere um pouco da sua qualidade de vida, dentre ele o psicólogo. Quanto mais precoce o tratamento, melhor o prognóstico e a evolução da doença.
    Infelizmente hoje em dia, existem ainda preconceitos. Há ideais que o esquizofrênico é violento. Mas a maioria das pessoas com esse transtorno não são violentas, elas podem apresentar agressividade durante as crises , mais isso não é regra. E também há ideias que Esquizofrenia é covardia, é frescura, falta de trabalho. A verdade é que o preconceito é desconhecimento e precisa de tratamento. Diminuindo o preconceito, todos os outros problemas melhoram.

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  • Valesca Amaro Gomes  21 de junho de 2018 em 01:03

    A esquizofrenia faz com que a pessoa perca a noção da realidade e não consiga mais diferenciar o real do imaginário. E um dos principais trastorno mentais de que se tem conhecido.
    Os sinais podem se apresentar de maneiras diferentes em cada pessoa .

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  • Adson Roberto  23 de junho de 2018 em 15:38

    Verifiquei que a esquizofrenia assim como outros transtornos psíquicos, não se resume somente em um diagnostico único, pois existem diferentes níveis ou graus que diferenciam o transtorno, trazendo diferentes comportamentos e consequentemente diferentes tratamentos também.

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  • Cristiane Araujo Coutinho Gil  24 de junho de 2018 em 14:41

    Maravilhoso texto. Nos ajuda a entender que diferente do que a grande maioria pensa, existem varios tipos esquizofrenia. Que todas afetam a forma do individuo em seu pensar, sentir e se comportar. Alucinações e delírios podem deixar o sujeito com um comportamento imprevisivel, por isso é tão importante o diagnóstico e acompanhamento com profissionais para tentar ao máximo reduzir os danos dessa patologia para o individuo e seus familiares.

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  • Edileuza Santos Pessini  25 de junho de 2018 em 09:27

    A pessoa esquizofrênica não é extremamente perigosa, também não possui dupla personalidade, esses equívocos são comum pelo fato de informação da população perante a doença. Sei que não é fácil conviver com alguém que tem esquizofrenia, o caso e convencer a pessoa fazer o tratamento corretamente. A doença atinge a cerca de 1% da população mundial, porem tem maior incidência no começo da adolescência, pelo fato de se desenvolver justamente em um período em que os conflitos naturais também pode ocorre no começo da vida adulta.
    Atualmente existe sete tipo de esquizofrenia que são; esquizofrenia paranoica; esquizofrenia hebefrênica; esquizofrenia catatônica esquizofrenia indiferenciada; esquizofrenia residual; esquizofrenia simples; esquizofrenia cenestopatica. Pesquisa mostram que 50% dos casos de esquizofrenia é causa da genética e os outros 50% são decorrentes de fatores ambientais. Uma pesquisa norte-americana recente, publicada no dia 19 de outubro de 2016 no jornal Nature, constatou que a doença é desenvolvida mais ativamente enquanto o cérebro do feto ainda esta sendo formado, outro ponto importante relatado na pesquisa é que o causador da doença não é composto apenas de um gene, mas sim de uma serie deles que é chamado de heterogeneidade.

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  • Jeferson  26 de junho de 2018 em 11:29

    Esse tipo de diagnóstico quando nos deparamos com ela e umas da doenças mais fácil de perceber em uma pessoa.Essa pessoa não consegue organizar os seus pensamento do que é do real.E o modo de sentir e totalmente perturbador em seus pensamentos.

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  • Estevão Barboza  27 de junho de 2018 em 00:17

    O texto nos abrange um conteúdo riquíssimo que nos possibilita ver e acessar com outros olhos a esquizofrenia, cuja ainda é taxada como somente loucura por muitos leigos e ignorantes.
    A esquizofrenia é uma doença, cujos efeitos podem ser de leves à “sinistros”, como vozes, imagens, crises, surtos… Devemos nos colocar em uma posição de respeito para com esta doença, e termos empatia para compreendermos e não condenamos quem porta essa doença tão agressiva.

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  • Ruimar brito dos reis  28 de junho de 2018 em 00:12

    A esquizofrenia é conhecida como uma das doenças mentais mais graves e desafiadora. Segundo compreendemos no texto a manifestação psicopatológica variada de pensamento,percepção ,emoção,movimento e comportamental.
    Devemos saber ou procura entender a diferenciar as doenças psíquicas para não colocamos a pessoa em uma situação pior do que ela já esta,fazendo pre-julgamentos sem ate mesmo oque esta si passando,porque muitos sintomas catatônicos podem não envolver a esquizofrenia e que podem esta ligados a pertubações cerebrais metabólicas, por ingestão de álcool, drogas, etc…

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  • Elcimara Ferraz  2 de julho de 2018 em 10:41

    A esquizofrenia é uma doença que dependendo dos casos, pode ser confundida com sintomas depressivos e de ansiedade. Por isso, a grande importância de uma observação e diagnóstico corretos, para assim, sabermos de fato com o que vamos estar lidando, para não causar situação pior ainda a pessoa.
    É preciso compreender oque está se passando na vida da pessoa envolvida, os sintomas, consequências e etc…

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  • Bruna Holanda  2 de julho de 2018 em 14:56

    É interessante comentar o assunto, pois quase não se tem conhecimento sobre, inclusive na diferenciações da esquizofrenia que é um transtorno psicótico grave, importante ressaltar essa doença mental para não ser confundida com outros tipos de transtornos. Já se sabe dos fatores genéticos que tem parcela para ocorrência da doença mas ainda não é possível afirmar que é hereditária. É bom a atenção dos pais sobre atitudes diferenciadas no filho, é difícil diagnosticar e as primeiras manifestações ocorrem no fim da adolescência e o início da idade adulta.

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  • Rafael Gomes  2 de julho de 2018 em 15:05

    Uma doença muito complexa de difícil diagnóstico pois, os sintomas se misturam a uma incompreensão intensa. É necessário bastante atenção quando o indivíduo apresentar os sintomas a esquizofrenia assim como outros transtornos psíquicos, não se resume somente em um diagnóstico único, pois existem diferentes níveis ou graus que diferenciam o transtorno, trazendo diferentes comportamentos e consequentemente diferentes tratamentos também.

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  • laudiceia de souza ramaldes leal  2 de julho de 2018 em 17:50

    Algumas pessoas que sofrem de esquizofrenia não têm a noção de que realmente possui transtorno as alucinações parecem reais, portanto elas precisam de ajuda e cuidados como qualquer outro tipo de transtornos. A esquizofrenia Heberênica, também chamada de desorganizada, é uma psicose que inicia após a puberdade e se caracterizada por fenômenos regressivos como: infantilidade, passividade e desagregação da personalidade. Esse distúrbio requer acompanhamentos de proficional insentivo de seus familiares.

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  • Wermenson S Brito  3 de julho de 2018 em 14:57

    A esquizofrenia caracterizada como uma quebra do contato com a realidade, pode ser uma das doenças fáceis de ser diagnosticada se for observado os estranhos comportamentos de quem possui, mesmo assim sendo uma das mais graves, ainda levada como loucura para quem vê, sem ao menos perceber que se trata de um transtorno psicótico que leva a delírios irreais, o texto traz um entendimento amplo sobre os tipos de esquizofrenia.

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  • Maria José da Silva Oliveira  3 de julho de 2018 em 17:38

    A esquizofrenia é um transtorno mental grave, que necessita constantemente de tratamento, tais como: medicamentos, intervenção familiar, psicoterapia individual e de grupo e tratamento hospitalar. Os sintomas mais comuns são alucinações auditivas, visuais, táteis, entre outras. Essas experiências são aterrorizantes e podem causar medo, recolhimento ou agitação extrema. Muitas pessoas com esquizofrenia podem ter dificuldade de cuidar de si mesmas, sendo assim a intervenção familiar é muito importante.

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  • clislaine oliveira  3 de julho de 2018 em 23:15

    A doença apresenta um prognóstico ruim porque ocorre na infância quando ainda a personalidade ainda não está totalmente desenvolvida bloqueando o seu desenvolvimento. Neste sentido, quando mais nova a criança mais ruim o prognóstico e maior o desenvolvimento dos sintomas negativos como o embotamento afetivo e perda da volição.

    Responder
  • Eliane Torezani  4 de julho de 2018 em 00:40

    Pouco se fala sobre a esquizofrenia e suas variáveis…
    Pessoas q perdem o Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, a esquizofrenia não é um distúrbio de varias personalidades. É uma doença crônica, que exige tratamento por toda a vida.
    Devemos dar atenção aos sinais.

    Responder
  • Thalia Gomes  4 de julho de 2018 em 02:38

    O texto traz um assunto de extrema importância, a esquizofrenia. É interessante ter acesso a esse tipo de material, pois traz informações importantes a cerca dos diferentes tipos de esquizofrenias. Por isso, é importante estar atento aos sintomas e comportamentos característicos de cada uma delas e saber diferenciar para que o tratamento seja aplicado de forma adequada. E mais uma vez é importante a interação entre a família e a escola para que os comportamentos estranhos a idade sejam identificados e que ajuda de um profissional seja solicitado.

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  • Andréia Baptista Falcão  4 de julho de 2018 em 06:32

    A esquizofrenia se caracteriza pela perda do contato com a realidade e pode ser classificada em:
    Hebefrênica ou desorganizada – Regressão acentuada a um comportamento primitivo, desinibido e desorganizado, comportamento bizarro.
    Paranoide – Caracterizado por delírios de grandeza ou perseguição.
    Catatônica – Acentuada pertubação psicomotora que envolve negativismo, estupor, rigidez e excitação. Movimentos involuntários.

    Responder
  • Andréia Baptista Falcão  4 de julho de 2018 em 06:50

    A esquizofrenia se carateriza pela perda do contato com a realidade e pode ser classificada em;
    Hebefrênica ou desorganizada – Regressão acentuada a um comportamento primitivo, desinibido e desorganizado, comportamento bizarro.
    Paranoide – Caracterizado por delírios de grandeza ou perseguição.
    Catatônica – Acentuada pertubação psicomotora que envolve negativismo, estupor, rigidez e excitação. Movimentos involuntários.

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  • Eliane Torezani  5 de julho de 2018 em 00:11

    Pouco se fala sobre a esquizofrenia e suas variáveis…
    Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam,a esquizofrenia não é um distúrbio de varias personalidades. É uma doença crônica, que exige tratamento por toda a vida.
    Devemos dar atenção aos sinais e saber diferenciar cada tipo para que seja tratado de acordo.

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  • Raiane Pereira  5 de julho de 2018 em 11:42

    Esquizofrenia é algo que tem que ser tratado com muita seriedade e conhecimento, por isso é muito importante estarmos ligados as fases e estágios da esquizofrenia para sabermos como solucionar ou pelo menos ajudar a situação. São pessoas bastante senciveis e que precisam de uma atenção extrema, este texto, por exemplo tras bastante conhecimento sobre a doença, muito importante!

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