Retornando nossas conjecturas, lembramos que os comportamentos excêntricos, pode-nos levar a pensar em transtorno esquizotipico (CID-10 pg.94/95). Nesse quadro os afetos se apresentam parecidos com os do alexitimicos (frios e pouco expressivos na fala), pois os “esquizotipicos” tem esse afeto um tanto constrangido.

Sua aparência é bem diferente, estranha ou excêntrica, (a do esquizotipíco) e de grande retraimento social. Eles geralmente tem muito fortemente o que chamamos de “pensamento mágico”, diferindo bastante dos conceitos culturais do seu grupo social. Geralmente tem pensamentos persecutórios e segundo o CID-10 (ruminações obsessivas, sem resistência interna, com conteúdos dismorfóbicos, sexuais ou agressivos) pg.94.

Suas percepções são bem repletas de ilusões e despersonalizações, seu pensamento é fugitivo, cheio de metáforas e às vezes plenos de estereotipias criadas por seu próprio estilo de pensar.

Estudantes podem apresentar episódios carregado de ilusões, alucinações, ideias mirabolantes, mas não são do tipo provocador. Os colegas costumam reclamar de suas “esquisitices” e é comum os professores comunicarem que apresentam “ transtorno de personalidade”.

Muitas vezes, esses alunos não são necessariamente esquizofrênicos no sentido forte do termo, mas podem ser descendentes ou aparentados de pessoas que sofreram ou sofrem de esquizofrenia. O CID-10 fala em “spectrum genético da esquizofrenia” (pg.95). E avisa que esse tipo não é claramente demarcado ( às vezes é chamada pseudoneurótica).

Transtornos delirantes podem ser mais comuns do que imaginamos na vida escolar. As vezes são variáveis no conteúdo, episódicos ou mais duradouros. Alguns deles duram a vida toda.

Segundo o CID-10, a maioria é do estilo persecutório, hipocondríacos ou grandiosos e podem estar ligados a realidades vivenciadas como ciúmes, litígios, desejos primitivos. Em certos casos, podem se desenvolver alucinações olfativas e táteis, etc. Às vezes há a crença de ter o corpo disforme, e estão relacionados à vida do sujeito. Fora esse aspecto delirante, cognições, discursos, falas são normais, mas há sempre a possibilidade do surgimento das depressões.

Além desses estilos de esquizofrenia, também entram na classificação das doenças os transtornos psicóticos agudos.

Geralmente apresentam estresse agudo, e podem ser transitórios, com delírios, alucinações, distorções perceptivas bem distantes do real objetivo. Estão sempre relacionados com emoções muito fortes, seja de felicidade ou ansiedade e decepção. Dizem os psiquiatras que são “quadros polimórficos”, instáveis e mutáveis. Entretanto podem não aparecer aí episódios maníacos e depressivos nas características de esquizofrenia.

Nesse caso, diferencia-se do transtorno psicótico não transitório sintomas da esquizofrenia, nesse caso, vão incluir-se ai os delírios e alucinações mais estáveis, com sintomas da esquizofrenia e psicose cicloide com sintomas de esquizofrenia, como alucinações auditivas, etc.

Além desses, ainda temos transtorno esquizoafetivo, relacionados as alterações de humor e afetividade, alguns são do tipo maníaco mais do que depressivo, experimentando fenômenos mórbidos e outros no estilo mais depressivo. A Classificação das Doenças Mentais, ainda fala do tipo misto cujos sintomas de esquizofrenia estão aliados ao transtorno afetivo bipolar.

Analisando a situação dos transtornos escolares, é preciso não esquecer que crianças e, em especial, adolescentes, vivenciam situações de conflito, ao construírem ou reconstruírem sua individualidade, no esforço identitário e de pertencimento grupal, o que os perturba diante de uma realidade, às vezes, extremamente distante de suas expectativas e ilusões.

A ansiedade parece mesmo “apertar forte”, “estrangular”, “oprimir pelo sofrimento”, sendo uma “carga” ou “fardo” a se carregar, obrigatoriamente, em total desconforto (Freeman, pg.11).

Freud (1895) ao falar da “Neurose de Angustia”, apresentou a ansiedade separada das doenças nervosas. A ansiedade é uma emoção que está ligada à sobrevivência. Sabemos que as emoções afetam o corpo, pensamentos e ações. Relacionam à nossa percepção da situação que vivenciamos, mesmo inconscientemente.

As emoções estão ligadas ao papel adaptativo da natureza humana, de modo a nos permitir lidar com o ambiente de riscos e vantagens para sobrevivência.

A ansiedade, aflorando as respostas orgânicas, nos ajudam a sobreviver mas mexe com o sistema nervoso autônomo (SNA) que controla reações vitais como a respiração, batimentos cardíacos, temperatura, etc… e muitas vezes nossas capacidades psicoadaptativas e culturais sucumbem diante dos altos níveis de ansiedade que podem prejudicar os mecanismos gerais envolvidos na saúde física e mental.

Na realidade básica, a ansiedade está na raiz da maior parte dos transtornos mentais e físicos, assim como na base das grandes realizações tecnológicas, cientificas, praticas, conceptuais, etc.

A esquizofrenia, de inicio precoce, como uma patologia na infância e adolescência se apresenta como prejuízo profundo ao desenvolvimento dos sujeitos em desenvolvimento, em sua aprendizagem e sociabilidade.

Segundo Teixeira (2013) pg. 191, a “esquizofrenia precoce é uma condição comportamental rara, afetando cerca de um ou dois em cada mil estudantes, sendo os meninos duas vezes mais acometidos que as meninas”.

As crianças apresentam sintomas fortes de ansiedade, dificuldades na aprendizagem e socialização e sintomas psicóticos como delírios e alucinações. Pensamentos irreais e aparentemente ilógicos compromete a visão do real objetivo e dificultam seu relacionamento no grupo da escola.

No delírio elas alteram o conteúdo do pensamento, mas alucinações há alterações sensitivas e perceptivas, confusão dos sentidos na decodificação cognitiva. Nota-se o empobrecimento da fala ou outro tipo de comunicação, isolamento social e as vezes descuido na aparência pessoal e na organização do pensamento.

Sinais e sintomas prodrômicos são nossos aliados preventivos. Segundo a área médica, a esquizofrenia tem forte componente genético, de origem neurobiológica, revelando alterações químicas no cérebro. Está profundamente ligada às questões experienciais e a modalidade adaptativa dos sujeitos.

O ambiente, afirma Teixeira, pouco facilitador ou destrutivo poderá funcionar como gatilhos para o disparo desse tipo de patologia no estudante (pg. 194) ao enfrentarem tipos de agressões externas. A interação entre genética e agentes estressores pode ser “acionadora” da esquizofrenia nos estudantes.

Segundo o autor “o tratamento da esquizofrenia de inicio precoce deve envolver psicoeducação sobre a doença, medicamentos, psicoterapia familiar e psicoterapia cognitivo-comportamental” (pg. 195). Recomenda aos profissionais a procura da ABRE (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores da Esquizofrenia) no Brasil, indicando que os tratamentos devem ser também precoces e não tardios, evitando evolução da doença (precocidade interventiva) (pg.196)

Todo e qualquer esforço que pudermos desenvolver a favor do Desenvolvimento Infanto juvenil saudável, em nossos estudantes será de grande valor, não somente a nível individual, mas coletivo. A eles serão entregues os destinos das próximas gerações e na linha profissional está sempre a base ética e humana ao lado dos fartos conhecimentos que buscamos para nos tornarmos cada vez mais eficientes e melhores, culminando nossos trabalhos em efeitos otimizados e ampliados para o próximo.

 

 

 

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Publicação sugerida pelo autor.

70 Comentários Respondidos

  • paulo  10 de outubro de 2017 em 16:48

    Gosto muito da palavra emoção, pois creio que, nas emoções, surgem os fatores diversos na personalidade de um indivíduo, “Sabemos que as emoções afetam o corpo, pensamentos e ações.” Ora, se a palavra emoção deriva do latim emovere, onde o e- (variante de ex-) significa “fora” e movere significa “movimento”, nós estamos em determinados momentos fora de alguns padrões normais de comportamento diante situações adversas em nosso cotidiano, seja criança, adolescente ou adulto. Pouquíssimos adolescentes (estudantes) não sofrem bullyng,os quais possivelmente podem desencadear os “pensamentos persecutórios”. Neste caso cabe a instituição estudantil coibir estes fatos e juntamente com a família fazer um acompanhamento profissional.

    Responder
  • L  12 de outubro de 2017 em 13:48

    Esse tipo de compotamento delirante faz com que as pessoas acredite piamente em algo que é claramente falsom mas que ainda é aplasusível a esses pacientes.Ter esse tanstorno não é uma forma de esquizofrenia, uma condição com a qual é frequentemente confundida.Ao aprender mais sobre esses problemas lembramos que a mente é extremamente forte e é capaz de causar pensamento estranho, mas que podem parecer críveis a pessoa doente. Há tratamento com profissional licenciado podendo diagnosticar esse tipo de trasntorno.

    Responder
  • Alexsandra Piedade de Oliveira Gonçalves  13 de outubro de 2017 em 10:55

    Quando falamos de emoção,e reação ligadas a mesma, precisamos entender q cada um reage a sua maneira. Mas quando se trata de crianças e adolescentes precisamos dar ainda mais Atenção ao assunto, pois estamos falando de futuros adultos e profissionais. Estudantes com pensamentos percecutorios ja estão dando sinal de q algo não está bem. Nas reações às emoções diante algumas situações e provações, é q vamos entender muitas vezes as personalidades desses estudantes. talvez o senso de inferioridade ,o bulling , a falta de se identificar c um grupo , ser “diferente” dos demais, etc… ,podem desenvolver esses pensamentos , e ainda sabemos q os fatores genéticos tbm contribuem . Acompanhar de perto nossos filhos fará toda a diferença, saber identificar as mudanças tbm ajudará a perceber se algo não anda bem. E as escolas devem ter um suporte para analizar cada estudante , para ajudar as famílias a construírem jovens e profissionais mais seguros e c alto-estima mais preparada para a vida .

    Responder
  • Joyce G. Braga Dos Santos  13 de outubro de 2017 em 14:30

    Pessoas com pensamentos persecutórios acredita que está sendo observado, perseguido, que existe pessoas que quer o prejudicar até dentro da própria casa. Entendi que suas percepções são diferentes da realidade, e que só faz sentido para ele.

    Responder
    • Lucilene de Ornelas Soares  20 de outubro de 2017 em 00:06

      E complexo quanto falamos sobre o poder da mente principalmente quando se trata de mente sem Saúde, pois o ser humano e dependente de suas capacidades mentais, para tais resoluções diária.O comportamento
      excêntricos, como se refere o texto pode-nos levar a pensamento em transtorno esquizotipico, afetando a forma de expressar através dos seus comportamentos, adquiri também transtornos delirantes, prejudicando literalmente o convívio social tornando o individuo empático,

      Responder
  • Lauana Rocha  13 de outubro de 2017 em 15:06

    “Quando se tem mania de perseguição todos estarão-lhe seguindo”.
    uma serie de fatores poderão desencadear esse pensamento,principalmente no mundo atual onde violência super abunda,e grande desestrutura familiar,como não desencadear nenhum problema!

    Responder
  • Eduardo Torezani  14 de outubro de 2017 em 00:15

    A conclusão do texto coloca de maneira clara a necessidade das terapias tanto com o acometido quanto com a família, afim de auxiliar no caminho de uma vida mais “normal” dentro das possibilidades. Parece que as emoções se potencializam quando uma pessoa sofre de esquizofrenia atrapalhando e pervertendo o controle sobre diversas circuntâncias da vida cotidiana, gerando algumas impressões de uma realidade inexistente como a mania de perseguição, como bem explica o texto.
    Eduardo Torezani- 1o Perido de Psicologia- Faculdade Europeia de Vitoria

    Responder
  • Jadson Rodrigues de Assis  14 de outubro de 2017 em 20:59

    Boa Noite.
    De uma maneira simplificada, podemos dizer que mania de perseguição é a sensação que o indivíduo tem de que está sendo perseguido, monitorado, observado ou ameaçado por outras pessoas. É bastante inconveniente essa situação, que causa grande prejuízo à vida social do indivíduo, levando o mesmo a evitar lugares públicos. Afinal, quem irá a um show, com muitas pessoas, se o mesmo tem a sensação ou até mesmo a certeza (em sua mente) de que as pessoas não estão vendo o show e sim observando-o.
    Esse Transtorno nada mais e do que um dos sintomas de Esquizofrenia , onde precisa ser tratado por profissionais , logo que identificado para que se consiga um diagnostico mais assertivo.

    sds.
    Jadson Assis
    1º Periodo de Psicologia
    FAEV – Faculdade Europeia de Vitoria

    Responder
  • Lucineudo batista  15 de outubro de 2017 em 11:32

    Ao que percebemos,e que certo tipo s de comportamentos fora do normal como alucinações e delírios e uma realidade bem presente em ambiente escolar e que dever ter mas um pouco de atenção com os nossos alunos pra que tais comportamento não possa ser interpretado de forma errada,porque ao invés de ajudar acaba que piorando ainda mais o quadro da pessoa com tais sintomas.

    Responder
  • Fernanda Neitzel Cypreste  15 de outubro de 2017 em 18:33

    Sim, pois esquizofrenia é um transtorno mental caracterizado pela desestruturação do pensamento, dificuldade de comunicação, isolamento e introversão, desagregação da personalidade e perda do contato com a realidade. O pensamento, a afetividade e o comportamento são comprometidos.

    Responder
  • Renilda Felicio Leonidio Silva  15 de outubro de 2017 em 19:44

    É importante observarmos o que nos diz o texto que os jovens com pensamentos persecutórios nem sempre vão ser esquizofrênicos,mas podem ter algum parentesco com alguém que seja.Os sintomas são muitos e é importante que os profissionais da área da educação e familiares observem as atitudes e comportamentos desses jovens para que juntos com outros profissionais da área da saúde consigam ajuda los e evitar problemas maiores como assassinatos e até mesmo suicídios.

    Responder
  • Marinalva ramaldes  15 de outubro de 2017 em 23:54

    Bom a crédito eu que toda criança e todo adolescente deve ser observado e acompanhado, temos que ter um cuidado especial com os nossos jovens, pois até para quem se diz normal encontra barreiras e obstáculos às vezes transformando a mente e no verdadeiro labirinto.
    Acredito que para um jovem os problemas se multiplicam e acabam fazendo com que venham a surta, saindo completamente da realidade e vivendo em verdadeiros abismo.

    Responder
  • Kleidiane Maria Classner  17 de outubro de 2017 em 13:57

    vemos nesse artigo que a esquizofrenia não escolhe idade ,devemos ficar mais atentos com as crianças também,muitas das vezes elas já nos dão um indicio da doença apresentando os sintomas com pensamentos de perseguição ,agressividade ,delírios .Não nos damos conta que é a esquizofrenia e achamos que é por causa da idade ,e se tiver casos na família ai que temos que dar toda a atenção necessária pois a criança precisa de acompanhamentos necessários pra poder ter uma vida mais equilibrada e não sofra tanto com essa doença.

    Responder
  • Suellen Batge  17 de outubro de 2017 em 18:01

    É um conjunto de coisas que resultam em esquizofrenia, penso que não necessariamente ter pensamento persecutório seja indício de esquizofrenia. No atual mundo em que vivemos pode ser normal que estudantes e as demais pessoas pensam que estão sendo perseguidas, claro que até um certo ponto, quando começar a ficar exagerado, de sentir isso o tempo inteiro o caso já é um pouco mais preocupante e válido investigar outros possíveis comportamentos estranhos.

    Responder
  • Andressa Almeida de Amorim  18 de outubro de 2017 em 11:00

    Temos que ter mais atenção no que diz respeito a nossas crianças e adolescentes, principalmente por estarem em formação pessoal,a probabilidade de desenvolverem problemas é maior. Quanto mais preciso e precoce for o diagnóstico mais fácil fica de ajudarmos.

    Responder
  • denise silva januario  18 de outubro de 2017 em 11:19

    Sabemos que a pessoa esquiziofrenica, tem varios transtornos que pode ser tanto na pessoa adulta como na criança, é uma doença cronica que tem que ser tratado por toda vida.
    A emoção para uma pessoa esquiziofrenica, pode ser uma injeção de adrenalina, que faz a pessoa ter seus disturbios mentais.

    Responder
  • Nathiely Avancini da Silva Coelho  18 de outubro de 2017 em 11:57

    O tema central desse delírio envolve a crença de estar sendo vítima de conspiração, traição, espionagem , perseguição, envenenamento ou intoxicação com drogas, estar sendo alvo de comentários maldosos, de assédio ou está sendo impedido na sua busca de objetivos a longo prazo. (). Essas pessoas devem ter uma atenção maior devido a probabilidade de o individuo se revoltar e agredir os supostos perseguidores. Devemos investigar se esses pensamentos surgem internamente ou se estão sendo despertados ou alimentados por algo ou alguém externamente. Deve-se tomas medidas preventivas para ajudar esses adolescentes a lidar com tais emoções e seguir uma vida social regular sem se prejudicar ou prejudicar o relacionamento com o próximo.

    Responder
    • Nathiely Avancini da Silva Coelho  18 de outubro de 2017 em 12:00

      De acordo com o site (www.ufrgs.br/psicopatologia/wiki/) O tema central desse delírio envolve a crença de estar sendo vítima de conspiração, traição, espionagem , perseguição, envenenamento ou intoxicação com drogas, estar sendo alvo de comentários maldosos, de assédio ou está sendo impedido na sua busca de objetivos a longo prazo. (). Essas pessoas devem ter uma atenção maior devido a probabilidade de o individuo se revoltar e agredir os supostos perseguidores. Devemos investigar se esses pensamentos surgem internamente ou se estão sendo despertados ou alimentados por algo ou alguém externamente. Deve-se tomas medidas preventivas para ajudar esses adolescentes a lidar com tais emoções e seguir uma vida social regular sem se prejudicar ou prejudicar o relacionamento com o próximo.

      Responder
  • Losangela Aparecida da silva  18 de outubro de 2017 em 20:02

    devemos ficar atentos pois, esses transtornos é mais comum do que imaginamos na vida do individuo,como ciúmes e litígios podem ser precursores desses transtornos.De acordo com o texto a ansiedade é a raiz da maior parte dos transtornos mentais e físicos,principalmente adolescente e jovens sobrecarregados com a busca por quem se é e muitas vezes ambientes que contribuem para elevar o nível de estresse e ansiedade dos mesmo.Alguns sintomas da ansiedade aparecem como dificuldade na aprendizagem é na socialização e o surgimento de delírio e alucinações.É possível tratar a esquizofrenia,principalmente se houver o dignóstigo precoce, através de medicamentos,psicoterapia famíliar, psicoeducação,podendo evitar a evolução da doença.

    Responder
  • Vanda Nolasco Sepulcro  18 de outubro de 2017 em 23:15

    AO PERCEBER QUE ALGUÉM ,ESTÁ COM ESSE PENSAMENTO ,CHEGOU A HORA DE AUXILIAR,TRANQUILIZA-LO QUANDO ESTIVER SOFRENDO COM ESSE PENSAMENTO DELIRANTES, E AJUDA=LO A DESENVOLVER ESTRATÉGICAS PARA LIDAR COM O PROBLEMA,INCENTIVANDO A AVALIAR ESTE ESTADO PELO UM PROFISSSIONAL DA ARÉA,

    Responder
  • Adriana Vieira de Souza Santos  19 de outubro de 2017 em 01:29

    O peso GENÉTICO deve ser considerado par todo tipo de anormalidade.
    O acesso ao grande volume informativo, traz a importância na parcela significativa que a genética tem em cada indivíduo.
    As dificuldades de socialização e as alucinações já deixa a vista sintomas pra que se notifique, principalmente no ambiente escolar, onde a COGNIÇÃO esta sendo estimulado e analisado.

    Responder
  • Jeander Nunes Dutra  19 de outubro de 2017 em 02:28

    O texto Nós trás que estudantes com pensamentos persecutórios não são necessariamente esquizofrenicos. Mais que pode ser uma questão de genética q já aconteceu na família. O texto também nos trás que quem sofre desse tipo de doença tem percepções repletas de ilusões, alucinações, pensamentos fugitivos, cheios de metáforas e que para eles são verdades. Me chamou atenção também no texto que na fase da adolescência tendemos a idealizar e imaginar um mundo e quando batemos de frente com a realidade nos frustramos e ficamos muito ansiosos, E no texto Freud diz que altos níveis de Ansiedade podem prejudicar nossos mecanismos gerais envolvidos na saúde física e mental.

    Responder
  • Jamille R. Zeferino Waiandt  19 de outubro de 2017 em 09:47

    Os pensamentos persecutórios e outros possíveis transtornos, conforme lido, são potencializados na fase da adolescência em virtude de várias questões relacionadas ao convívio e aceitação em grupos, mudanças físicas e momentos de transição da infância para a vida adulta o que geram conflitos existenciais e relacionais ´principalmente quando as expectativas e idealizações são diferentes da realidade encontrada pelo adolescente causando frustrações, ansiedade e outros impactos na forma em que o jovem vê e se relaciona com o mundo. Sendo assim, o acompanhamento com um profissional psicólogo tende a ser fundamental para o acompanhamento das pessoas na fase ou período estudantil.

    Responder
  • Anna caroliny campos  19 de outubro de 2017 em 10:55

    com texto acima pude perceber que nem sempre os pensamentos persecutórios estão ligados diretamente a esquizofrenia, por isso não podemos generalizar achando que por conta de um sintoma a criança tem esquizofrenia. Até porque a própria adolescência é um momento muito delicado. Por isso é sempre bom que com os devidos sintomas a criança seja acompanhada por um profissional da saúde mental.

    Responder
  • Suammer Forrechi  19 de outubro de 2017 em 16:07

    O tipo mais comum delírio costuma envolver a crença de estar sendo vítima de conspiração, traição nem sempre pensamentos persecultorios estão ligados a esquizofrenia tem que ter um acompanhamento .

    Responder
  • Nathalia Ribeiro Pelegrino  19 de outubro de 2017 em 16:08

    temos que ficar atentos ao comportamentos de pessoas próximas a nós pois isso pode acontecer a quem a gente menos espera. Nunca sabemos ao certo oque se passa na cabeça dos outros as vezes julgamos sem ao menos saber o problema que o mesmo está passando, é difícil sim, mais estamos dispostos a tentar já que queremos ser futuros psicólogos, essa é a nossa função ajudar ao próximo.!

    Responder
  • Denise Barros  19 de outubro de 2017 em 16:22

    Essa doença é muito séria e deve ser tratada com muito seriedade,nossas crianças prescisam de atenção , cuidado. as vezes olhamos e nao percebemos o grito de socorro da criança,um comportamento fora do “normal” tem que ser observado ,ver o que esta levando essa criança ou adolescente a ter esse tipo de comportamento, muitas das vezes as pessoas isolam ou deixam a criança/adolescente se isolar.Vamos nos atentar mais para essas cituações.acredito que nossas crianças/adolescentes são o futuro de nosso Pais.são os profissionais que estaram de certa forma cuidando de nós amanhã.

    Responder
  • Gislaine Estevo  19 de outubro de 2017 em 17:03

    Ao meu ver se um jovem estudante está se comportando de maneira diferente e está tendo delírios e alucinações , ele está com indícios sim de algum tipo de esquizofrenia , Porque os jovens principalmente nas escolas sofem com muitos tipos de “pressão”. E muitos deles não conseguem lidar com elas, na maioria entra nas drogas pra fugir da realidade ou caem em depressão. Se esses não tem uma família estruturada pra ajudar fica ainda mais difícil a recuperação. E por isso a importância dos profissionais que amam o que fazem nas escolas.

    Responder
  • Willian Vicente Zanotti  19 de outubro de 2017 em 17:14

    Precisamos ter muita cautela a respeito das opiniões formadas diante de sintomas apresentados com aspecto esquizofrênico longe de um tratamento sistemático das causas por um especialista.
    Como podemos observar no texto relacionado, os sintomas podem ser as vezes relacionados a esquizofrenia, mas não necessariamente será de fato, então precisamos ter prudencia ao afirmar tal relato. Isso pode acarretar de fato em um agravo no quadro de síntomos do paciente que pode leva-lo de fato a esquizofrenia.

    Responder
  • Vanessa Augusto  24 de outubro de 2017 em 13:01

    Antes de apresentar algum sintoma, a pessoa revela de alguma forma que não esta bem. A colaboração da família e ajuda profissional é fundamental para o controle e evolução da doença, também para que esse paciente possa ter mais conhecimento a respeito da sua nova condição, e ter um convivo social de qualidade.

    Responder
  • Cristiane Lourenço da Silva  24 de outubro de 2017 em 17:12

    Esses alunos não necessariamente são esquezofrenicos no sentido forte do termo,mas podem ter descendentes ou aparentados de pessoas que sofreram ou sofrem de esquezofrenia.
    A esquezofrenia precoce é uma condição rara,que na adolescência,o quadro típico da esquezofrenia é o hebefrênico ,que pode associar-se a alguns catatônicos e mais raramente paranoides .

    Responder
  • Helida Scalfoni  25 de outubro de 2017 em 23:06

    O texto nos desperta para o compromisso que devemos ter com nossas crianças, o cuidado e a atenção que devem ser desprendidos a elas, pois muitas vezes não percebemos os comportamentos esquizofrênicos ou não damos a devida importância, com isso elas não tem o acesso ao tipo de tratamento adequado, se tornando adultos esquizofrênicos.

    Responder
  • Lorraine Peres  26 de outubro de 2017 em 00:14

    Comportamentos delirante,mania de perseguição são fatores preocupantes na vida do indivíduo e devem ser olhados com mais cuidado,porém não necessariamente podem ser diagnosticados esquizofrênicos.
    Somente um profissional é capaz de distinguir o que acomete o indivíduo.
    Apesar do fator genético,existem vários fatores que podem desencandear esses distúrbios,violência sexual,família desestruturada.
    Cada caso deve ser analisado individualmente por profissionais aptos para um diagnóstico.

    Responder
  • Diego Afonso de Souza  26 de outubro de 2017 em 00:36

    Temos que nos informar cada vez mais pois cada detalhe é realmente indispensável e pode fazer muita diferença, e também devemos passar oque aprendemos para as pessoas em vista que muitas julgam sem sequer saber o básico do básico do básico

    Responder
  • Paula Murta Chaves Ribas  1 de novembro de 2017 em 11:31

    Nossa esse texto na minha opinião e diante da minha vivência profissional deveria ser a cartilha obrigatória par aos professores, educadores e até mesmo profissionais da saúde que ainda acham um absurdo diagnosticar ou suspeitar que uma criança pode ter tal patologia, seja ela a depressão e ou esquizofrenia. Hoje, noto que crianças com esse perfil estão chegando nos consultórios com diagnóstico e ou suspeita de AUTISMO, o que é preocupante, pois sabemos o quanto a negação e até mesmo o tratamento errado pode causar danos à vida adulta dessas crianças e jovens.
    Buscar uma intervenção precoce para esses jovens irá fazer a diferença no desencadeamento da patologia.

    Responder
  • Dênia França Campos  15 de novembro de 2017 em 01:03

    Esse texto deveria ser apresentado para todas as pessoas que lidam com crianças e jovens, afim de diminuirmos a quantidade de diagnósticos precoces e medicações desnecessárias. Sabemos que crianças em fase de transição e jovens em especial na adolescência passam por mudanças onde o cérebro demora assimilar estas transformações, principalmente quando não dispõem de relações familiares assistidas de carinho, correções, respeito e dignidade. Nem sempre ser averso a regras e padrões significa apresentar alguma patologia! Também percebemos que alguns comportamentos podem ser percebidos, investigados, e tratados ainda na infância, cabe aos profissionais da saúde, educação e famílias observar o desenvolvimentismo e as atitudes em cada etapa da formação da vida. Também formar profissionais com mais qualificações.

    Responder
  • Dênia França Campos  15 de novembro de 2017 em 01:06

    Esse texto deveria ser apresentado para todas as pessoas que lidam com crianças e jovens, afim de diminuirmos a quantidade de diagnósticos precoces e medicações desnecessárias. Sabemos que crianças em fase de transição e jovens em especial na adolescência passam por mudanças onde o cérebro demora assimilar estas transformações, principalmente quando não dispõem de relações familiares assistidas de carinho, correções, respeito e dignidade. Nem sempre ser averso a regras e padrões significa apresentar alguma patologia! Também percebemos que alguns comportamentos podem ser percebidos, investigados, e tratados ainda na infância, cabe aos profissionais da saúde, educação e famílias observar o desenvolvimento e as atitudes em cada etapa da formação da vida. Também formar profissionais com mais qualificações.

    Responder
  • Nathália Barreto Pinheiro  4 de dezembro de 2017 em 14:18

    É de total importância, que a sociedade tenha ciência do assunto abordado no texto. O contexto apresentado, engloba aspectos que se faz necessária atenção e um olhar peculiar diante do exposto. Os pensamentos persecutórios envolvem perturbações paranóicas, onde o indivíduo é protagonista de seus próprio delírios. Esses delírios interpretativos são progressivos e envolvidos por ciúmes, perseguição,doenças inventadas dentre outros. Não obstante, é necessário que nós educadores entendamos o contexto acerca do fato apresentado, sendo mediadores.

    Responder
  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  4 de dezembro de 2017 em 23:55

    Acompanhei durante algum tempo uma pessoa que tinha um comportamento diferenciado e extremamente estressante, na época não sabia do que se tratava e nem a família. A mesma dizia que sofria de “um sistema nervoso abalado” e em meio as crises tomava anti depressivos que não ajudavam muito.depois de muita insistência consegui leva-la a um psiquiatra que a diagnosticou como bipolar e com leve esquizofrenia. Tanto a paciente como sua família nunca aceitaram o diagnóstico e consequentemente não seguiram as orientações médicas para um tratamento que poderia trazer uma qualidade de vida. Tanto nesse exemplo que vivenciei como em outros, tenho observado que se tratando de transtornos e doenças mentais o preconceito traz uma negativa da doença que impede uma terapia correta e consequentemente uma vida com qualidade dentro das possibilidades do paciente.

    Responder
  • Patrícia Carvalho  5 de dezembro de 2017 em 23:23

    Na sociedade atual é fácil se identificar indivíduos que sofrem de ansiedade. O boom da tecnologia potencializou esse tipo de comportamento entre as pessoas, atingindo inclusive as crianças. Pode-se dizer que é um fator externo que muito tem contribuído para esse mal. O dado científico de que a ansiedade está na raiz de muitos transtornos psíquicos é determinante para repensarmos em práticas docentes e intervenções psicopedagogicas e terapias psicológicas visando formar indivíduos mais estruturados e menos suscetíveis a pressões emocionais que adoecem.

    Responder
  • Ana Paula Cosenza  9 de dezembro de 2017 em 17:58

    Infelizmente a ansiedade tem aflorado grandemente na vida não só na vida dos estudantes na fase da adolescência, mas nós que trabalhamos em escolas, estamos presenciando também nas crianças pequenas, que por vezes como trata o próprio texto, pode desencadear diversos transtornos e se não tratado desde cedo poderá impactar fortemente nas futuras gerações. Como é importante o caminhar junto da escola e família no desenvolvimento da criança.

    Responder
  • Rejane Senna  10 de dezembro de 2017 em 19:06

    Cada vez mais devemos estar atentos aos nossos estudantes, procurar conhecer a sua história de vida, pois eles trazem consigo heranças genéticas e sociais que podem desencadear situações que se identificadas ou diagnosticas precocemente, podem ser amenizadas durante a sua vida escolar. Os profissionais de educação ao observarem atitudes distorcidas, que fogem do “real”, da “normalidade” ,devem buscar a parceria e ajuda das famílias e principalmente encaminhando para uma equipe multidisciplinar.

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  • Geisa Goulart Barreto  10 de dezembro de 2017 em 19:40

    Estamos diante de uma sociedade com extrema dificuldade em lidar com as emoções e com o que elas provocam em nós. Diante deste fato, é de suma importância que familiares e a comunidade escolar de crianças e jovens , estejam atentas aos sinais diferenciados que os mesmos possam vir a apresentar. Percebemos indivíduos ansiosos desde a infância e tendo em vista que a ansiedade é gatilho para várias doenças psíquicas, vale a pena observarmos, em quanto família e educadores, mais de perto as crianças ansiosas, afim de procurarmos ajuda e assim contribuirmos para seu bem estar.

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  • Gabriela Vasconcelos Gomes  10 de dezembro de 2017 em 20:11

    Quando pensamos e falamos sobre essa doença, precisamos levar em consideração um conjunto de sintomas ligado principalmente as emoções. é importante a investigação do diagnóstico precocemente. As reações do corpo está correlacionada a patologia na infância ou adolescência, onde prejudica profundamente o desenvolvimento da aprendizagem e sociabilidade do indivíduo. É importante ressaltar que a esquizofrenia tem forte componente relacionado a genética, de origem neurobiológica, demonstrando alterações químicas no cérebro.
    é de suma importância estarmos atentos as crianças e adolescentes no contexto escolar, pois o comportamento e as emoções “falam” através do nosso corpo e atitudes. Gabriela Vasconcelos – turma de Neuropsicopedagogia de Rio das Ostras.

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  • Gabriela Vasconcelos Gomes  10 de dezembro de 2017 em 20:15

    Quando pensamos e falamos sobre essa doença, precisamos levar em consideração um conjunto de sintomas ligado principalmente as emoções. É importante a investigação do diagnóstico precocemente. As reações do corpo está correlacionada a patologia na infância ou adolescência, onde prejudica profundamente o desenvolvimento da aprendizagem e sociabilidade do indivíduo. É importante ressaltar que a esquizofrenia tem forte componente relacionado a genética, de origem neurobiológica, demonstrando alterações químicas no cérebro.
    É de suma importância estarmos atentos as crianças e adolescentes no contexto escolar, pois o comportamento e as emoções “falam” através do nosso corpo e atitudes. Gabriela Vasconcelos Gomes – turma de Neuropsicopedagogia Clínica / Inclusão de Rio das Ostras.

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  • TATIANE APARECIDA DE SOUZA MENDONCA  10 de dezembro de 2017 em 21:26

    O trabalho multidisciplinar faz-se necessário nesses casos, pois, como o próprio texto diz, os sintomas e comorbidades que os pacientes apresentam são muito parecidos em diversos transtornos e doenças. O trabalho em conjunto de vários profissionais pode facilitar e agilizar o diagnóstico e viabilizar o tratamento correto.
    Tatiane Mendonça
    1º Período de Neuropsicopedagogia – CENSUPEG – Turma 2 -RIo das Ostras – RJ

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  • Daniele Almeida Freire  10 de dezembro de 2017 em 21:38

    Todos os estudantes precisam frequentar regularmente seu curso, que através da presença contínua o estudante constrói seus conhecimentos. O estudante que apresenta pensamentos persecutórios , delírios , tem este processo de construção de conhecimento abalado por consequência do desequilíbrio mental. Ele precisa ser encaminhado a investigação psiquiátrica que irá diagnosticar e orientar ao tratamento .

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  • izabel cristina dos santos silva  10 de dezembro de 2017 em 22:26

    Ter um comportamento delirante faz com que o individuo acredite piamente em seus delírios,isso é uma forma de esquizofrenia e que pode parecer sensacional ,mais há tratamento com profissional adequado a dar este diagnóstico e tratamento;

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  • Janine Manhães Teixeira  10 de dezembro de 2017 em 22:56

    A Esquizofrenia traz prejuízos sociais e de aprendizagem aos indivíduos que se sentem perseguidos e vivem esse imaginário com alucinações e delírios. O texto traz várias informações sobre as diferenciações entre a Esquizofrenia e outros transtornos psicóticos, faz-se necessário um aprofundamento maior sobre as características, para um diagnóstico mais preciso.

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  • Jaqueline Paiva  11 de dezembro de 2017 em 14:46

    Quando nos deparamos com casos de pessoas com instabilidades emocionais e comportamentais fica complicado de se entender que tipo de “psicose” estamos lidando. Por isso se faz necessário estudar sobre, buscar entender e identificar os principais sintomas e tendencias de cada uma delas para poder agir da melhor maneira possível. Pela falta de tal informação mais específica, que em muitos casos que, acaba identificando é o profissional da área de saúde, que alerta aos pais para um olhar mais afundo diante de tal situação. Este sendo identificado se faz necessário uma ação em conjunto, na busca de uma melhor adaptação ao aluno, para que o aprendizado possa começar agir no indivíduo de forma mais clara e construtiva.

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  • Andreia Teixeira Pinto Figueira  12 de dezembro de 2017 em 06:07

    É percebido, que tipo de comportamento fora do normal como alucinações e delírios está bem presente no ambiente escolar, é importante ter mais um pouco de atenção com os alunos para que esses comportamentos não seja interpretado de forma errada, pois ao invés de ajudar acaba piorando ainda mais o quadro da pessoa com esses sintomas.

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  • Sandra Rose Falcao Vidal  15 de junho de 2018 em 12:26

    Como diz o texto, pensamentos persecutórios não significa necessariamente que esquizofrenia e que transtornos delirantes podem ser comuns na vida escolar e podem durar a vida toda. Está ligado a esse sintoma, realidades vivenciadas e entra na classificação das das doenças de transtorno psicótico agudo. Estão relacionados com emoções muito fortes como felicidade, ansiedade ou decepção. Este é mais um histórico que deve ser avaliado cuidadosamente para se fazer o diagnostico correto, pois possui sintomas semelhantes a outros transtornos. Interessante também falar da ansiedade como algo benéfico a saúde, mas que seu alto nível pode prejudicar a vida física e mental.

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  • Edileuza Santos Pessini  18 de junho de 2018 em 11:16

    A esquizofrenia e classificada por uma doença de transtorno psicótico, por isso é importante fica atento sobre o comportamento das crianças e adolescentes na escola, e na sociedade, a pessoa esquizofrênica tem fazer o tratamento, para encara o mundo pelo qual ele vive, a ansiedade aparece muito forte nessas pessoas, e ate oprimi pelo sofrimento sendo uma carga forte, a ansiedade está ligada a emoção da sobrevivência como diz (Freud 1895).

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  • Ruimar brito dos reis  21 de junho de 2018 em 01:49

    Os transtornos esquizofrênicos se caracterizam em geral por distorções fundamentais e características do pensamento e da percepção, e por afetos inapropriados ou embotados. E complicado assunto delicado mais muito bom de ser estudado, temos formandos na área da saúde ,que tem que esta capacitados para enfrentar muitas doença como a doença mental.
    precisamos ter muita cautela a respeito das opiniões formadas diantes de sintomas apresentados em estudantes, onde não necerssariamente si trata de esquizofrenia, podendo ser uma doença mais grave ou ate mesmo uma depressão,que possa trazer um comportamento diferente em um estudante, devemos ficar atentos e procura um profissional na área de saúde mental para lidar com a situação.

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  • Adson Roberto  23 de junho de 2018 em 15:34

    Importante observarmos o que nos diz o texto que os jovens com pensamentos persecutórios nem sempre vão ser esquizofrênicos,mas podem ter algum parentesco com alguém que seja.Os sintomas são muitos e é importante que os profissionais da área da educação e familiares observem as atitudes e comportamentos desses jovens.

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  • Cristiane Araujo Coutinho Gil  24 de junho de 2018 em 15:16

    Compreender sobre os sintomas dessa patologia nos auxilia a entender as dificuldades de quem as enfrenta, seja o esquizofrenico ao sofrer por conta de idéias delirantes, alucinações, e em alguns casos incapacidades; seja os famíliares que precisam lidar com esse comportamento ocilador e imprevisivel. O que precisa ser entendido por todos que convivem próximos a uma situação como essa, é saber que para o doente aquela alucinação é real, assim como seus delírios, e que para ele possuem uma lógica e há perturbações afetivas. Quando mais divulgado e expandido for estudos sobre esta patologia, melhor será os resultados de apoio e auxilio à quem as enfrenta. A ignorância (desconhecimento) gera um preconceito que acaba por punir quem na verdade nescessita de ajuda.

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  • Irone paixão  27 de junho de 2018 em 18:17

    O que me chamou atenção nesse texto, é o fato de jovens com pensamentos persecutórios que nem sempre é diagnosticado como esquisofrênia; sendo que certos tipos de comportamento anormal como alucinaçoes e delírios etc, deve ser ovservado cuidadosamente para nao ser interpretado de maneira errada.

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  • elealza alves ofrazio  1 de julho de 2018 em 13:14

    devemos saber distinguir o pensamento persecutório da esquizofrenia, o transtorno delirante fazem com que as pessoas acreditem em algo que é claramente falso, mas que ainda é plausível a essas pessoas.tais indivíduos acreditam que aquilo é verdade e não serão demovidos por ninguém. como o texto relata ter transtorno não significa que é uma forma de esquizofrenia,mas pode ter algum parentes que possa ter e é uma condição com a qual é frequentemente confundida.

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  • Laudiceia de Souza Ramaldes Leal  2 de julho de 2018 em 16:27

    Acho extremamente importante os pais estar atento ao comportamento de seus filhos, as fases mais propícias para esses desconfortos e na adolescência, onde não se importa com o que acontecer ao redor ,vive marcada por tensão e ansiedade muito grande , podendo aparecer alguns tipos de tornos causado pela mente.E muito importante os pais estar sempre em parceria com as escolas onde seu filhos passa grande parte de tempo, fundamental para o seu desenvolvimento.

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  • Bruna Holanda  3 de julho de 2018 em 12:42

    É importante as crianças e adolescentes no seu desenvolvimento terem a participação dos responsáveis, pode acontecer dos pais deixarem de lado tais comportamentos estranhos dos filhos por estarem ocupados com outras coisas, também tem grande relevância a participação da instituição de educação, pois ali onde se percebe algumas dificuldades não notadas em casa. Os delírios podem ser mais comum do que imaginamos, bastaria uma compreensão e um atenção entre docente, discente e os pais para se perceber isso não como frescura mas sim como transtorno.

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  • Thayná de Souza  3 de julho de 2018 em 13:00

    É um conjunto de coisas que resultam em esquizofrenia, penso que não necessariamente ter pensamento persecutório seja indício de esquizofrenia. No atual mundo em que vivemos pode ser normal que estudantes e as demais pessoas pensam que estão sendo perseguidas, claro que até um certo ponto, quando começar a ficar exagerado, de sentir isso o tempo inteiro o caso já é um pouco mais preocupante, e é válido investigar outros possíveis comportamentos estranhos.

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  • Wermenson S Brito  3 de julho de 2018 em 15:43

    Os pensamentos persecutórios por mais parecido que seja não são esquizofrênicos, mas é também uma causa de preocupação para os responsáveis e para quem acompanha os estudantes assim que demonstram esse tipo de comportamento, esses transtornos fazem com que as pessoas acredite no irreal esquecendo a realidade, prejudicando o desenvolvimento e acreditando que os outros estão a tentar prejudicá-los.

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  • Andréia Baptista Falcão  4 de julho de 2018 em 05:50

    Quando falamos sobre esquizofrenia, lembramos rapidamente dos delírios, principalmente os persecutórios e as alucinações (auditivas e visuais). Mas no começo da doença, ela se manifesta de maneira mais sutil. O sujeito não se importa com que acontece ao seu redor, não cuida da higiene pessoal nem se alimenta direito, apresenta um olhar distante, como se ele estivesse em outro mundo.
    Por este motivo é importante tanto a família como a escola observarem esses sintomas e procurar ajuda, pois a esquizofrenia atrapalha e muito o desenvolvimento cognitivo, o de aprendizagem e a sociabilidade do individuo.
    Quando mais cedo for diagnosticado, maior sucesso no tratamento, uma vez que terá que usar medicamentos e fazer psicoterapia cognitivo comportamental e psicoterapia familiar.

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  • Valesca Amaro Gomes  4 de julho de 2018 em 10:54

    Normalmente, as crianças com esquizofrenia passam a se desinteressar pelas atividades realizadas anteriormente, acompanhadas de isolamento. No início, o quadro é facilmente confundido com depressão, pois a criança torna-se retraída, perde o interesse pelas atividades habituais e passa a apresentar distorções do pensamento e da percepção. Como ocorre com os adultos, a criança pode ter alucinações, delírios e paranoia, temendo que as outras pessoas estejam maquinando para lhe causar danos ou que estejam controlando seus pensamentos. A criança esquizofrênica também pode apresentar contenção das emoções, nem a sua voz nem suas expressões faciais alteram-se em resposta a situações emocionais.

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  • Eliane Torezani  4 de julho de 2018 em 12:25

    Embora pouco se fala, esses transtornos são comuns na fase escolar em crianças e adolescentes,por um tempo ou a vida toda.
    Essas crianças e adolescentes estão em fase de formação da identidade e em busca de socialização com outros as vezes entram em conflitos psicologicos e mentais.
    O transtorno nessa fase dificulta a aprendizageme socialização.
    Deve-se dar mais atenção aos comportamentos estranhos de cada individuo e quanto antes detectado o transtorno e iniciando o tratamento evita a evolução da doença.

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  • Eliane Torezani  4 de julho de 2018 em 12:28

    Esses transtornos são comuns na fase escolar em crianças e adolescentes,por um tempo ou a vida toda.
    Essas crianças e adolescentes estão em fase de formação da identidade e em busca de socialização com outros as vezes entram em conflitos psicologicos e mentais.
    O transtorno nessa fase dificulta a aprendizageme socialização.
    Deve-se dar mais atenção aos comportamentos estranhos de cada individuo e quanto antes detectado o transtorno e iniciando o tratamento evita a evolução da doença.

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  • Eliane Torezani  4 de julho de 2018 em 12:29

    Essas crianças e adolescentes estão em fase de formação da identidade e em busca de socialização com outros as vezes entram em conflitos psicologicos e mentais.
    O transtorno nessa fase dificulta a aprendizageme socialização.
    Deve-se dar mais atenção aos comportamentos estranhos de cada individuo e quanto antes detectado o transtorno e iniciando o tratamento evita a evolução da doença.

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  • Estevão Barboza  4 de julho de 2018 em 16:57

    Nem sempre esse tipo de comportamento, como pensamentos persecutórios indicam esquizofrenia, claro que pode sim existir antecedentes esquizofrênicos, mas não se deve generalizar e banalizar esse distúrbio. Esse tipo de comportamento está sim presente entre estudantes devido a diferentes fatores, ocasionando comportamentos persecutórios, mas necessariamente não sendo esquizofrenia. Ainda sim esse tipo de comportamento deve ser acompanhado e tratado com não de maneira negligênte.

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  • Yasmim Carvalho  4 de julho de 2018 em 22:54

    devido aos detalhes que são os reflexos mostrado pelos jovens chamados de pensamentos persecutório, a uma dificuldade notável de se diferencia de esquizofrenia, porém mesmo se for diagnosticado um problema psicológico no indivíduo mesmo não sendo esquizofrenia, não quer dizer que não deve ser tratado. Todo problema detectado atravéz de profissionais, como por exemplo professores, deve ser encaminhado o mais rápido possível ao especialista do caso. Quanto mais rápido começa os tratamentos, melhor a porcentagem de progresso e sucesso. Infelizmente a sociedade de hoje deixa uma vacância muito grande quando o assunto é sobre problemas psiquicos e obviamente quando são descoberto, muitos deles são de formas tardias e não tendo o mesmo desempenho no tratamento (o que aconteceria se tivesse tratado logo no começo). Tanto a esquizofrenia e os pensamentos persecutórios são problemas que precisam de tratamento e ajuda específicas.

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  • Raiane Pereira  5 de julho de 2018 em 11:49

    Vemos que todo mundo está a mercer de sofrer por algo e consequentimente estar ligado ao sintoma esquizofrénico, isso causa desespero pois logo, alguém equivocado pode situar que o tal é esquizofrenico. Grande falta de conhecimento! São sintomas ligados a doença, mas que não necessariamente seja. São pessoas que precisam de ajuda, de auxilio, e nao necessariamente ser diagnosticada, pois isso afeta e ameaça ainda mais o individuo. São pessoas frageis, mas que pode ser ajudada e ter uma vida além do seu sofrimento.

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