A natureza, em suas ordens e forças de vida, induz os seres vivos a um comportamento pró-vida, ou seja, voltados para a ação continua e vigilante a favor de viver, de expandir, de crescer, de se alimentar, de buscar o que precisa para sobreviver. Seus potenciais adaptativos lhes darão certa garantia de agir em diferentes ambientes e situações. Entretanto, embora com todo equipamento favorável de auto preservação evolutivo, seus mecanismos de luta, fuga e solução, nem sempre irão fazer justiça a essas disposições.

Nossas emoções, desde as mais primitivas, envolvem o prazer e o desprazer; a busca do bem estar e a fuga da dor (Freud, 1920) e, como somos animais racionais, elas permeiam pelas estruturações e construções do nosso psiquismo e da nossa consciência existencial. Muitas são as emoções e experiências que, integradas aos nossos desejos, parecem ampliar ou extinguir o sentido de viver.

Ao longo da evolução dos seres vivos, alguns animais acrescentaram e suas necessidades vitais, os motivos afetivos para além das “simples” ordens primitivas de vida, ultrapassaram a linha gregária e alcançaram complexidades psicoafetivos e sociais, e tornaram sua existência ainda mais complexa. A espécie humana evoluiu para um cérebro cortical e subcortical incrivelmente poderoso, permeado por sentimentos, emoções desejantes, experimentando questões morais e éticas da cultura do seu “habitat”, muitas vezes empurrando para decisões ou escolhas, significações e superações que podem estar além dos instintos de sobrevivência ou memória de sua espécie.

Os efeitos surpreendentes do nosso sistema nervoso, trabalhando com o límbico emocional, num ambiente percebido como extremamente adverso, pode não oferecer a garantia da vida esperada e ceder às demandas da retração e fuga da dor.

Este cérebro fantástico que nos permitiu a perpetuação da espécie e a dominação na existência terrena sob outras potencialidades, inúmeras vezes poderá se tornar impotente a favor da vida.

O psiquismo, ao longo de sua estruturação construída na relação homem/mundo, em determinadas circunstâncias, pode-se sentir fragilizado no seu caminho de aprendizagem, descobertas, planejamentos e realizações dentro de suas realidades.

Apesar do poder interativo do nosso cérebro arcaico e o novo (neocortex) e as evoluções civilizantes, com suas aquisições sócioculturais, podem fomentar conflitos existenciais que causem extrema instabilidade e sofrimento, induzindo a uma fuga da dor de viver.

Sentimentos contrastantes com os desejos e aquisições morais, traumas desenvolvimentais, dificultam a construção de um self sadio, fortalecido em meio às pulsões de vida e morte.

Vemos, a todo instante, ações grandemente construtivas, mas também devastadoras ou destrutivas, em relação aos outros, mas também contra si mesmo. Pequenas e grandes ações de automutilação, negação de contato social, desistência alimentar, sonegações de alegrias pessoais, etc… parecem ser formas de suicídio inconsciente, enquanto acompanhado dos derradeiros pedidos de socorro.

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Publicação sugerida pelo autor.

123 Comentários Respondidos

  • Natalia Alice de Souza Rodrigues dos Reis  11 de outubro de 2017 em 13:40

    Muitos cometam o suicídio por não ter alguém de confiança a desabafar e até mesmo receber uma ajuda, um Conselho.
    No nosso dia-a-dia vemos pessoas indo e vindo mas de fato nao conseguimos saber o que se passa na mente da Pessoa.
    Adorei esse texto, pois nos faz refletir muito a respeito..😉👏👐

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  • Daniele Carolina  11 de outubro de 2017 em 17:04

    É incrível a mente humana!
    A mesma mente que salva o homem,num momento crítico de perigo extremo, em que a pessoa precisa pensar e agir em milésimos de segundo, se não morre!, È a mesma que mata, em doses homeopáticas,com conflitos existenciais e etc…Se não houver uma intervenção de uma equipe multidisciplinar e até mesmo medicamentosa.

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  • Lucinea pereira soares  12 de outubro de 2017 em 12:46

    Suicídio é um problema cmplexo para o qual não existe uma única causa ou uma razão.Ele resulta de uma complexa interação de fatores biológicos,genéticos,psicológicos,sociais,cultuais e ambientais. Édifícil explicar porque algumas pessoas decidem cometer suicídio. Portanto pode ser prevenida, suicídio é agora uma grande questão de saúde pública em todos os países. Capacitar a equipe de atênção primária à saúde para identificar, abordar,manejar e encaminhar um suicida na comunidade é um passo importante na prevenção do suicício.

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  • Vanessa Augusto de Deus  12 de outubro de 2017 em 20:05

    Que esse texto nos sirva como alerta, para a importância de pais, filhos, irmãos, professores, colegas e amigos, estarem sempre observando as mudanças de comportamentos nas pessoas próximas. Ao menor sinal de mudanças de comportamentos ou emoções, devem incentivar a pessoa a buscar ajuda profissional, porque o assunto é muito sério. Alguém que tente ou que consiga tirar voluntariamente a própria vida, não é um louco e sim uma pessoa desesperada, cheia de conflitos internos, que precisa da ajuda de outras pessoas.

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  • Jadson Rodrigues de Assis  12 de outubro de 2017 em 20:24

    O comportamento Suicida : Em vários momentos da vida algumas pessoas podem pensar em suicídio, por não encontrarem saída para certos problemas que surgem. Sentem-se sem esperança e uma grande angustia vem acompanhado com pensamentos de se privarem do direito de viver.
    Na maioria das vezes o suicida, sinaliza que está com problema e tenta pedir socorro , mas não é levado a sério na grande maioria, por falta de conhecimento das pessoas próximas.
    Devemos ficar atentos a alguns sinais que uma pessoa com comportamento suicida possa estar apresentando,como:
    Querer se isolar , estar sofrendo Bullyng , O uso de Drogas , Perdas Afetivas, separação dos pais.

    sds.,
    Jadson R. Assis
    Psicologia FAEV

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  • Paulo p  12 de outubro de 2017 em 21:58

    Se pudéssemos entrar na mente de um possível suicida e saber as razões que o leva a esta “atrocidade” com certeza nós o faríamos para evitar este ato, mas ainda não chegamos a este nível, aliás nós não chegamos, mas teve sim, uma única Pessoa, um único Homem, Jesus, Ele sabia que um dos seus iria tirar a própria vida, Judas Iscariotes, e o que levou Judas dar fim a própria vida, remorso, medo, culpa e de certo muitos outros fatores. Que tipo de emoção o indivíduo sente ao tentar contra a própria vida? Por que ele tem plena certeza que nada mais faz sentido em sua vida? Estas e outras perguntas ele somente encontrará respostas se procurar ajuda. São inúmeras questões que levam um indivíduo ao suicídio: Relações mal vividas, financeiro, doenças que ele acha incurável, culpa etc.
    Os órgãos de saúde,tanto público quanto privado, precisam intensificar campanhas alertando e orientando sobre este mal.

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  • Alexsandra Piedade de Oliveira Gonçalves  13 de outubro de 2017 em 15:07

    Triste realidade a nossa . Tantas pessoas sofrendo conflitos internos , e tão próximos de nós, as vezes passando despercebidos nesse mundo louco de conquistas e correria, onde mal temos tempo de prestar atenção nos outros. Os conflitos, as perdas , decepções , a não realização profissional ,afetiva ,relacionamentos destruídos , buscas ppr aceitação, entre outros problemas , podem levar a um nível alto de tristeza no indivíduo ao ponto de não saber lidar c suas frustações. Então acham q a única solução é o suicídio. Mal sabemos q muitos ja cometeram o suicídio emocional , quando se fecham diante das situações difíceis da vida . Sem força p enfrentar,morrendo aos poucos. Lutas internas constantes sem sucesso. Quando percebermos o sinal, por menor q seja , devemos orientar a procurar ajuda profissional . Pessoas tem tirado suas vidas sem pedir ajuda. Frustrações faz parte da vida , mas precisamos saber lidar c isso, aprender c às emoções. Suicídio tem sido solução p os problemas de muita gente . Isso é muito sério. temos q ajudar.

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  • Kleidiane Maria Classner  13 de outubro de 2017 em 20:57

    A cada dia nos deparamos com noticias de pessoas se jogando da ponte e tirando a sua própria vida ,essa triste realidade só tem aumentado, os índices de depressão esta cada vez maior pessoas que estão se mutilando se matando tentando acabar com o sofrimento delas e dos que estão a sua volta. E tem pessoas que ao invés de ajudar criticam falando que é frescura mais não sabem o conflito que esta na cabeça delas temos que olhar com mais atenção e cuidado pois essa taxa só esta aumentando e são vidas que estão sendo ceifadas que se tivessem sido tratadas e cuidadas estariam aqui .

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  • Eduardo Torezani  13 de outubro de 2017 em 23:56

    O texto é excelente em trazer a questão para o indivíduo e sua percepção da realidade objetiva ou subjetivamente. O que é externo ao homem parece em diversos momentos “entrar” com influência tal a mudar as lentes que esse indivíduo usa para enxergar a realidade, transformando o mundo antes colorido e belo num cenário acinzentado, sem graça e até hostil. Viver parece ser abraçar as contingências da vida com competência emocional e equilíbrio. Acredito que o ser humano tem a fantástica capacidade de adaptar-se, mas a luta se perde ou se ganha na mente, quando a visão de sí mesmo e da vida parecem não compensar qualquer esforço.
    Eduardo Torezani- 1o período de Psicologia- Faculdade Europeia de Vitoria.

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  • Lucilene de Ornelas Soares  14 de outubro de 2017 em 00:59

    O Texto releva o comportamento dos seres vivos induz os seres vivos a um comportamento pró-vida, ou seja, voltados para a ação continua e vigilante a favor de viver, de expandir, de crescer, de se alimentar, de buscar a relação entre a adaptação dos seres vivos ao ambiente com sua evolução.
    sendo esta ideia de que as espécies não mudam nem mudarão ao longo do tempo é conhecida, num ambiente percebido como extremamente adverso, pode não oferecer a garantia da vida esperada e ceder às demandas da retração e fuga da dor.Causando sentimentos contraditórios, sufocando a vivência e morrendo aos poucos. Fugindo da realidade levando ao suicídio.

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  • Lucineudo batista  15 de outubro de 2017 em 12:51

    O que leva as pessoas nos dias atuais a se suicidarem, na maior parte das vezes, é a tristeza, insatisfação, o medo da mudança, o desespero do fracasso.Tais sentimentos e muito comum em dias atuais,e as vezes passa desapercebido diante da sociedade.Que possamos ficar apercebido e ajudar na medida do possível aqueles que precisa de um incentivo pra viver.

    Responder
  • Fernanda Neitzel Cypreste  15 de outubro de 2017 em 18:24

    Suicídio: tema delicado e necessário. E esse número vem aumentando assustadoramente, por diversas razões. O primeiro é que, hoje, essas ocorrências vêm mais à tona, por causa do maior acesso à informação. Mas também há uma explosão de casos de transtornos como depressão, estresse, transtorno de humor, esquizofrenia, comportamentos impulsivos e dependência química.
    O suicídio é um paradoxo. Bem ao contrário do que muitas pessoas pensam, suicidar-se é puro ato que define quão grandiosa é sua vontade de viver. Aquele que opta por morrer, é tão somente por que deseja a vida de outra maneira: mais leve, mais pura, sem dor.

    Responder
  • Marinalva ramaldes  16 de outubro de 2017 em 00:18

    Todo mundo passa por mudanças na vida. Mas algumas podem ser traumáticas quando não estamos preparados.
    Uma pessoa depressiva fragilizada dificilmente terá condições de encarar uma mudança inesperada e acabam por tirar a própria vida.

    Responder
  • denise silva januario  17 de outubro de 2017 em 16:03

    Muitas pessoas se suicidam por causa de dividas, que as vezes querem ostentar uma vida social,que nao pode e nen tem condições de manter, é quando se veem afundados em dividas e nao tem como pagar.
    Esse tipo de suicída as vezes conversam com amigos pede por ajuda, mas nen sempre as pessoas podem ajudar,é quando eles então se suicídam.

    Responder
  • Camila Dornelas  18 de outubro de 2017 em 00:38

    Há um movimento natural por parte da natureza quanto a manutenção/adaptação da vida.Em alguns animais por exemplo quando se perde parte de um membro do corpo, regenera-se! Quanto a ferida no corpo de um ser humano entra-se no processo de cicatrização! E para a alma, as emoções, o que fazer?
    É notório no comportamento suicida a presença de grande angústia, solidão, falta de esperança, desprazer na vida. O individualismo, a indiferença cada vez maior não faz percebida situações extremas como essas de um grito, ainda que inconsciente, de socorro.

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  • Adriana Vieira de Souza Santos  18 de outubro de 2017 em 02:52

    O texto narrado faz-nos refletir quão incrível é o homem. Sua forma de pensar, trabalhar, se relacionar, etc.
    Nossas habilidades dependem de um equilíbrio e controle psíquico emocional pra que se gere motivação a favor da vida.
    O EMOCIONAL parece ser a chave pra busca da vida ou seu encerramento…aparece como peso DECISIVO na busca do prazer ou na fuga da dor.
    Se as emoções em desequilíbrio tem capacidades destrutivas, com certeza o EMOCIONAL sadio e bem preparado é garantia de uma longa vida.

    Responder
  • Lauana Rocha  18 de outubro de 2017 em 09:52

    problemas quem não tem? o fato é como encara-los de frente.Para muitas pessoas a quebra de expectativa pode ser algo muito frustrante por planejar algo e não conseguir concluir, poderá ficar vulnerável a seus muitos pensamentos e sentimentos ;Não Vendo a solução pessoa entende que o mais viável é a perda de algo de muito,valor tirar a vida.

    Responder
  • Nathiely Avancini da Silva Coelho  18 de outubro de 2017 em 11:40

    O inicio de um sentimento interno (emoção, sofrimento, pensamento, etc.) por mais que pareça inofensivo no começo, deve ter a atenção necessária para que o individuo consiga lidar e usar desse momento em sua vida para um aprendizado e fortalecimento. Algumas pessoas não conseguem lidar com essas situações e se entregam a dor, se isolam, se vitimizam e tristemente chegam a tirar a própria vida. Suicídio é um assunto sério que merece respeito, pessoas ao nosso redor gritam por socorro as vezes sem dizer uma palavra se quer através de sinais, atos e olhares que nos rodeiam. Como futuros profissionais da psicologia nosso dever é buscar orientar e ajudar para que isso não aconteça.

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  • Renilda Felicio Leonidio Silva  18 de outubro de 2017 em 13:34

    E importante ficarmos atentos as atitudes,falas e principalmente comportamentos de pessoas em nossa volta.O suicídio é algo que vem crescendo a cada dia em nosso Estado e também no mundo.A humanidade esta cada vez mais doente e carente de atenção e cuidados.Quando conseguimos observar e notar algo de errado no comportamento de alguém,temos a oportunidade de ajudar e assim poder evitar que mais uma vida se perca.

    Responder
  • Suellen Batge  18 de outubro de 2017 em 18:24

    Infelizmente é do nosso convívio esse tipo de comportamento, essa situação é uma triste realidade que vivenciamos diariamente. Há pessoas que falam seus sentimentos, sobre essa vontade de cometer suicídio, e também existem as que não falam, e nem sempre é perceptível quando somente se observa. Inicialmente começa com tristezas e angústias, sendo ela um sintoma de depressão, e é assim que começa, com isso vem os pensamentos de suicídio e com o passar dos dias as pessoas começam a se comportarem de modo estranho. É de extrema importância que estejamos sempre atentos quando se desconfia desses tipos de comportamentos, tentar ajudar e prevenir que aconteça é a nossa forma de ajudar.

    Responder
  • vanda Nolasco  18 de outubro de 2017 em 19:47

    Ninguém quer se suicidar,não é questão de escolha,mas acontece quando a pessoa não encontra recursos para lidar com a dor,uma pessoa fragilizada por uma depressão ou outro problema psíquico dificilmente terá condições de enfrentar alguns problemas que a vida traz.isso acaba levando pensamentos de suicídio.

    Responder
  • Jamille R. Zeferino Waiandt  18 de outubro de 2017 em 20:44

    Muito instigante esse texto que nos faz refletir sobre a expansividade da mente humana que é capaz de pulsar e impulsionar a vida e a sobrevivência ao longo de milênios, também em alguns momentos não consegue suportar a dor sendo capaz de caminhar para sua autodestruição mesmo que a ideia central não seja acabar com a vida, mas sim acabar com a dor e o sofrimento.

    Responder
  • Vanessa Câmara  18 de outubro de 2017 em 23:08

    A fantástica máquina chamada homem!
    A mesma mente que foi capaz de criar coisas fascinantes ao longo do tempo, perde suas potencialidades ao deparar_ se com os conflitos existenciais , agora fragilizada e sem estímulos para sobrepor_ se aos obstáculos, decide por um fim a tudo, desiste de si mesmo.

    Responder
  • ADRIANO PIRES  18 de outubro de 2017 em 23:54

    nao vejo como motivos ou razoes as pessoas chegarem ao ponto de terem desejos suicidas,muitos casos conhecidos por midia nao apresentavam problemas aparentes pra culminar em um fim tao tragico,uma pessoa e porque nao toda uma cidade composta de pessoas inspiram cuidados no que diz respeito as suas emoçoes ,porque todos sao vulneraveis a momentos de altos e baixos podendo ocasionar crises e desencadear em pensamento suicida.

    Responder
  • Victor Marianelli  19 de outubro de 2017 em 02:43

    Estamos rodeados do pessoas assim ,com esse desejo de tirar a própria vida , basta parar para observar. O face book por exemplo, tenho um amigo que frequentemente posta certas coisas que dão a entender que ha esse desejo de tirar sua própria vida, ao conversar com ele não consigo entender o porque de tanto sofrimento com coisas simples. Para ele são barreiras imensas , já no meu ponto de vista não. Essa ideia de que o problema é simples nos faz até pensar que uma atitude infantil (manha ou pirraça), pode ser muito perigoso, podemos não dar a devida atenção para aquela situação e o pensamento pode se tornar um ato.

    Responder
  • Jamille R. Zeferino Waiandt  19 de outubro de 2017 em 09:21

    A vida é algo fascinante e lendo esse texto pude refletir sobre as potencialidades que temos enquanto ser humano de superar as adversidades e o tempo conseguindo perpetuar a nossa espécie por milênios! Contudo as intempéries da vida cotidiana por vezes nos coloca em situações que desestabilizam essa sina pela vida e a sobrevivência, porém ainda assim acredito que o desejo pela vida que é inato ao ser humano continua presente e o pensamento ou atitude de cessar a vida, na verdade surge como consequência de um desejo de cessar com a dor e sofrimento.

    Responder
  • Anna caroliny campos  19 de outubro de 2017 em 11:24

    suicidio, uma palavra forte, e cada vez mais comum. Muitas pessoas procuram por essa solução (pois pra quem opta por tirar sua propria vida ver como soluçao.) A propria sociedade com seus rotulos, padroes de beleza dificeis de serem seguidos, aumento de pedofilia e consequentemente traumas, violencias, as vezes geram um desanimo ou ate um estresse psicológico. Por isso é sempre bom que possamos dar apoio as pessoas ao nosso redor, ficar de olhos abertos aos sintomas pre-suicídio para que possamos ajudar. Pois realmente não está fácil viver hoje em dia, mas quando se tem alguém ao seu lado tudo fica mais fácil de ser resolvido…
    “..Quando uma pessoa pensa em suicidio ela quer matar sua dor, mas nunca a vida…” ( Augusto cury).

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  • Gislaine Estevo  19 de outubro de 2017 em 12:46

    Ao meu ver um comportamento suicida vem da consequência de uma depressão não curada,de um estresse pós traumático ou até mesmo por causa da esquizofrenia. Mas as vezes esse tipo de comportamento pode ser evitado , isso quando os familiares ou amigos identificam o problema e ajudam. Porque essas pessoas na maioria das vezes não consegue achar uma solução para a crise emocional que esta passando, e se não for tratada por um profissional, só vai piorando a cada vez mais até cometer o ato do suicídio.

    Responder
  • suammer forrechi  19 de outubro de 2017 em 15:42

    O suicídio em adolescentes e jovens tenham acontecido com mais frequência algumas doenças como a depressão , ou o uso de o drogas e álcool, estão diretamente relacionados ao suicídio , muitos acreditam que tirar a própria vida vai resolver seus problemas mas não vão ,eles não procuram ajuda e muitos não veem o que estão passando ate acontecer essa fatalidade.

    Responder
  • Nathalia Ribeiro Pelegrino  19 de outubro de 2017 em 15:57

    Geralmente esses jovens que comentem suicídio são aqueles que tem alguma doença física ou mental, e para eles o único jeito de se livrar desse peso é infelizmente cometer o suicídio um atentado contra sua própria vida. Isso é triste e nos faz pensar cada vez mais em nossas vidas e nas oportunidades que perdemos quando tomamos a decisão errada.!

    Responder
  • Willian Vicente Zanotti  19 de outubro de 2017 em 16:09

    Temos realmente um cérebro incrivelmente poderoso capaz de criar e solucionar situações complexas no palco da vida. Mas quando se trata de nós mesmos, somos péssimos gestores do próprio eu. Situações adversas que fogem do controle, vão além do alcance de solucionar os problemas apresentados, isso traz ansiedade um sofrimento antecipado, comportamentos e ações inferiorizando a si próprio. O aumento no índice de suicídio cresceu assustadoramente nos últimos anos, e nunca o trabalho do psicólogo e outros profissionais relacionados foram tão requisitados, devido a esse problema agravado em nossa era moderna.

    Responder
  • Cristiane Lourenço da Silva  19 de outubro de 2017 em 17:57

    Um dos fatores principais de um comportamento suicida são mudanças inesperadas,todo mundo passa por uma mudança na vida querendo ou não,faz parte, mas algumas mudanças podem ser traumáticas e nem sempre estamos preparados,por mas fortes que sejamos uma pessoa fragilizada por uma depressão ou outro problema psíquico dificilmente terá condições de encarar uma mudança inesperada como perder um emprego que considerava muito importante . Então são vários fatores que podem levar uma pessoa a ter um comportamento suicida .

    Responder
  • Vanessa Augusto de Deus  19 de outubro de 2017 em 23:57

    Falar sobre suicídio em todos os setores da sociedade é fundamental para ampliar o acesso ao conhecimento sobre o assunto, e ainda evitar novas ocorrências. Com ajuda profissional, apoio de amigos e familiares, muitos casos podem ser prevenidos. Existe um mito de que pessoas que falam em suicídio só o fazem para chamar a atenção e não pretendem, de fato, terminar com suas vidas. Isso não é verdade, falar sobre isso pode ser um pedido de ajuda.

    Responder
  • Lorraine Peres  24 de outubro de 2017 em 15:14

    Acredito que o ser humano hoje não esta preparado para respostas negativas,não eata preparado para ouvir NÃO,ACABOU,etc.
    Ser reprovado em um curso,término de relacionamentos.
    Somos criados para o sucesso e quando isso não acontece nos decepcionamos,a vergonha e a dor passam a ser constantes em nosso dia a dia.
    Algumas pessoas lidam melhor com isso,outras não,o suicídio é um assunto sério e deveria ser olhado com mais cuidado pela sociedade,pois até chegar a tal ato a pessoa ja deu diversos sinais de desgosto pela vida.

    Responder
  • Helida Scalfoni  25 de outubro de 2017 em 22:56

    Através do texto compreendemos como o ser humano pode simplesmente desistir da vida, mesmo com o comportamento pró-vida, ações do nosso cotidiano, podem inverter esse quadro, esse tema é atual e deve ser cada vez mais aberto e discutido na sociedade, pois muitas das vezes não percebemos os pedidos de socorro.

    Responder
  • Paula Murta Chaves Ribas  30 de outubro de 2017 em 16:11

    Falar sobre suicídio na nossa sociedade ainda é um tabu, mas é necessário implantar uma política pública que vise abordar e debater esse assunto principalmente na adolescência. Sabemos que hoje vivemos em uma sociedade que tida padrões para que sejamos aceitos e na adolescência isso é mais aflorado, pois o jovem na tentativa desesperadora de ser aceito se submete a “joguinhos” para se enquadrar na grupo.
    Na série ” 13 Reasons Why” isso é retratado de uma maneira realista pela protagonista Hannah Baker, que tira sua própria vida, mas antes deixa um conjunto de gravações em fita cassete nas quais aponta as motivações que a teriam levado ao suicídio: bullying, violação de privacidade, assédio, incompreensão e estupro. Diante da série debates foram levantados e ressalto que a família precisa ler sobre o assunto sem, principalmente, opinião minha, acredito que precisamos ter mais fé e falar sim de Deus em nossos lares e ensinar nossos filhos que Deus é o sabedor e conhecedor de todas as coisas.

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  • ALESSANDRA BOF  7 de novembro de 2017 em 19:37

    A morte por suicídio tem um efeito marcante emocionalmente em todos os envolvidos, parentes,amigos e médicos podem sentir culpados por não terem evitados o suicídio com o tempo, eles perceberão que não poderiam ter evitado o suicídio.

    Responder
  • George Hilton Brito Pereira  7 de novembro de 2017 em 19:55

    A civilidade afastou o homem da simplicidade do viver primitivo, acarretando-lhe muitas angustias emocionais e perturbações biológicas; o cérebro se torna cada vez mais complexo para atender aos muitos estímulos recebidos com a agitação da vida pós moderna, as demandas pela compreensão dos fatos, a busca incessante por resposta sobre a complexidade da existência; a insatisfação do ser e as redes de relações sociais dinâmicas e também superficiais, acabam por conduzir o homem moderno a um labirinto funesto de solidão e medo do amanhã, levando a mente a procurar soluções rápidas e simples para finalizar a dor da frustração ou do sucesso extremo, resultando muitas vezes no suicídio; atendendo assim, à auto destrutiva pulsão de morte.

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  • Christiany Saúde  7 de novembro de 2017 em 21:36

    Fiquei horrorizada quando li uma matéria que a cada 40 segundos alguém tira a própria vida no mundo. E a cada dia para muitas pessoas, o sofrimento físico ou emocional fica mais intenso e viver torna-se um fardo pesado e angustiante demais para ser administrado. É como se a vida perdesse totalmente o sentido, a dor parece ser incomunicável; por mais que a pessoa tente expressar a tristeza que sente, ninguém parece escutá-la ou compreendê-la. E tirando a própria vida, é como se todos os problemas fossem resolvidos(ledo engano).
    O suicídio não tem explicações objetivas. Agride, estarrece, silencia. Continua sendo tabu, motivo de vergonha ou de condenação, sinônimo de loucura, assunto proibido na conversa com filhos, pais, amigos enfim.
    Sabemos que vários fatores desencadeiam esses tipos de comportamentos destrutivos e nossa contribuição para reverter essas tragédias é oferecer ajuda psicológica, emocional e sempre com muito amor no coração dedicados ao nosso próximo.

    Responder
  • naty_wundervoll  9 de novembro de 2017 em 11:14

    Comportamento suicida é um assunto que vale a pena ser discutido e analisado principalmente nos jovens de hoje, o bullying mesmo é algo que cresceu muito e tem trazido grandes casos de suicídio. Pais, professores, escola, amigos, família devem estar atentos ao que os jovens andam fazendo, de que forma estão se comportando, o que andam publicando em redes sociais, pois muitas vezes ali mesmo, eles estão dando vários avisos que passam despercebidos e com isso vai gerando a depressão, que leva a insatisfação com a vida social e que por fim muitas vezes termina de forma trágica, que possamos olhar mais para nossas crianças e jovens, e que possamos participar mais da vida deles como um todo, pois assim poderemos ajudá-los a superar qualquer coisa que esteja acontecendo com eles.

    NATÁLIA RAMOS PINTO, Itamaraju-BA, aluna da CENSUPEG Teixeira de Freitas

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  • Gabriele Oldenburg  13 de novembro de 2017 em 20:47

    Acredito que a melhor forma de desmistificarmos essa ideia de que é raro uma pessoa atentar contra a própria vida, ou que isso não vai acontecer com alguém próximo, é a população, de maneira geral, levar um pouco mais a sério o sofrimento psíquico, porque quando alguém se queixa de algum problema ou fala que está passando por alguma dificuldade, as pessoas tendem a achar que isso é frescura, que com o tempo vai passar ou que é falta do que fazer, e não dá a devida atenção ou auxílio.
    Psicologicamente falando, pessoas que têm tendências suicidas possuem um sentimento de desesperança muito grande, uma sensação de que as coisas não vão melhorar, uma sensação também de solidão, de que ninguém é capaz de ajudá-las. Nesses casos, o apoio da família, o apoio social, de ter alguém para poder ouvir, alguém para tentar ajudar a pessoa a elaborar esse sofrimento, já é de grande ajuda, ainda que, muitas vezes, será necessário fazer um acompanhamento psiquiátrico e psicológico

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  • Dênia França Campos  15 de novembro de 2017 em 00:34

    Vivemos uma hera tecnológica de total ligação, onde a informação chega a velocidade da luz, as relações altamente conectadas via telas e maquinas. Diante desse quadro percebemos que valores ainda se fazem necessários, que nosso cérebro ainda se encontra carente de laços afetivos, de se encontrar, de se satisfazer, de se autoafirmar. Observamos indivíduos com comportamentos egoístas, que não conseguem se encontrar nos padrões formais das novas gerações, como também aqueles que não se identificam com padrões fechados considerados antigos, indivíduos mecânicos que passam os dias sobre contrariedade, sem opinião própria, que devido ás circunstancias são obrigados a práticas que não condizem às suas crenças e ideais. A sociedade atual é muito cruel! A cada dia somos expostos a diversas dificuldades, o convívio e a formação familiar precisa ser terceirizada pois pais precisam trabalhar longos períodos para conseguir dar uma qualidade de vida aos seus filhos, que crescem em total isolamento dependendo somente da educação escolar que na sua fragilidade não forma, não educa, nem resolve os problemas de crianças e jovens. O descaso social e cultural ao que vivemos mata inúmeras pessoas silenciosamente, desde os mais bem sucedidos aos menos favorecidos! Está presente em nossas casas, escolas, igrejas, locais de trabalho… Este texto é um alerta para percebemos o outro com um novo olhar.

    Responder
  • Maxielle Pinheiro Santos Silva  16 de novembro de 2017 em 19:53

    Falar sobre suicídio é algo complexo, pois envolve diversas questões que impulsiona o individuo a cometer este ato. O suicídio não acontece por acaso, mas todo esse evento está baseado em um extremo sofrimento e dor do individuo, vulnerabilidade que leva a pessoa a pensar e sentir que não será capaz de superar os obstáculos de sua vida, esgotando assim suas possibilidades de sobrevivência, situação que estimula o indivíduo escolher como alternativa a morte para escapar de sua amargura. Uma pessoa que projeta tirar sua vida, na maioria das vezes sinaliza de alguma forma seu desejo, expressa de forma objetiva ou subjetiva. É sabido que cada indivíduo possui sua singularidade e potencialidade, e nem todos estão preparados para enfrentar certos eventos e transições de sua vida, questões que somam ou potencializam a impotência frente seus enfrentamentos necessários para sua existência. Apesar de existir inúmeras pesquisas e estudos sobre o assunto do suicídio e necessário impulsionar esse campo de pesquisa, mesmo porque os casos de suicídio a cada dia aumentam, é indispensável construir diversos estudos a prol de alternativas para prevenção e tratamento de pessoas que possui o sentimento de suicídio e para amparar pessoas que perderam entes queridos a partir de suicídio.

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  • Sablina Fernandes Rodrigues Coelho  16 de novembro de 2017 em 20:55

    O ser humano é muito complexo, acredito que não há um culpado para o suicídio, existem muitos fatores que que entra em jogo. Penso que o suicida não queira morrer ou acabar com a vida e sim se livrar de uma dor na qual o mesmo sente por não sentir se ser capaz de dá com uma vida de sofrimentos e frustrações.
    O vazio dentro da alma, a falta de Deus levam a caminhos que para o homem parece ser bom, mas o fim dele é a morte.

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  • JUREMA ANTUNES DA ROCHA (CENSUPEG TEIXEIRA DE FREITAS -BA)  17 de novembro de 2017 em 02:06

    Nascemos para viver e o natural é lutarmos para sobreviver neste mundo de diferentes culturas, religiões, classes sociais, etc…
    Nos dias atuais existe uma estatística que nos remetem a refletir. Segundo a agência das nações unidas, a cada 40 segundo uma pessoa comete suicídio no mundo, ou seja estão fragilizadas com seus sofrimento e tristezas, “desistindo” de viver.
    Mas sempre vem o questionamento, o que leva uma pessoa tirar a própria vida ¿ Existem os fatores de ordem social, psicológica, biológica e familiar que contribui para o suicídio .Na verdade a morte vem como um pedido de” socorro” para se livrar da dor que os sufocam.
    Carssola e Angerami , percebem esse ato de tirar a própria vida como uma forma de fuga a um sofrimento intenso e insuportável.

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  • Zilmaria Hermano Fontoura  17 de novembro de 2017 em 23:56

    Infelizmente esta é uma realidade muito triste.Ultimamente vem acontecendo muitos casos de suicídio. Pessoas que fizeram ou que pensam em fazer ,estão com a mente perturbada, vivendo conflitos internos que não suportam.As pessoas devem sempre estar atentos aquelas que ficam isoladas, não convive socialmente ,cabisbaixa,etc.Pois pedem socorro e não a entendem.

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  • Marcia Miranda Gonçalves de Sousa Resende  18 de novembro de 2017 em 19:33

    É perceptível que a pressão social e comportamental da sociedade influência diretamente os pensamentos suicidas entre jovens e adultos. Cada atitude tem por trás uma sombra de medos e incertezas que fazem com que o indivíduo se isole e se culpe da situação, visto isso mesmo com toda a evolução biológica adaptativa, os seres humanos ainda buscam formas como o suicídio a fim de acabar com os sofrimentos induzidos por uma sociedade movida de conflitos existenciais e generalizados.

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  • Lorena Neres  18 de novembro de 2017 em 21:49

    O comportamento suicida vem em series de apresentações onde o individuo mostra-se: deprimido, isolado, baixa auto-estima sempre. Sendo um tabu, existe o mês de prevenção ao suicídio, o Setembro Amarelo. Onde focaliza informações, disque ajuda tudo para contribuir para as pessoas que estão passando por esse momento, e as pessoas próximas não identificam na maioria das vezes e ao invés de ajudar, acaba prejudicando ou agravando o estado em que se encontra essa pessoa.

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  • Geovanina muraro saldanha  18 de novembro de 2017 em 22:47

    Realmente, ultimamente estamos deparando com casos muito frequentes. Possivelmente pela insatisfações e desilusões de algo feito pela ilusão falsa da coisas. Jovens insatisfeitos co seu corpo, ou por não ser aceito como são, ou pela ideia de não encontrar a felicidade, acaba chegando a tirar sua própria vida como estamos deparando com ” enforcamentos”. RECENTEMENTE apareceu um site, onde ensinava como se enforcar. São coisas de dificil entendimento o porquê de uma jovem se enforcar aos dezesseis anos porque a chamavam de gorda. E na verdade ela não estava mais gorda. É uma triste história. Contudo, está sendo frequente em nossa sociedade essa triste realidade. As coisas supérfluas, estão sendo mais importante do que as coisas verdadeiramente importantes em nossas vidas. Precisamos nos atenar aos sinais que os jovens de hoje apresentam. Precisamos a todo custo mostrar os valores realmente importantes da vida. Valores estes, exercitados em nossas famílias e continuada nas escolas e assim por diante.

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  • Danielle Servin  20 de novembro de 2017 em 00:31

    O pensamento suícida ou a prática é resultado de sentimentos como tristeza profunda, abandono, angústia e desesperança com o futuro e consigo mesmo. Esses sentimentos estão cercados por doenças mentais, fisiológicas, traumas e até mesmo pertubações espirituais. A alma desta pessoa é levada pelo prazer de viver ao desprazer com forte intensão para realização de tal ato. Como diz Augusto Cury, o suicida, na verdade não quer se matar, quer matar a sua dor.

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  • Adriane de Oliveira Silva  23 de novembro de 2017 em 09:38

    O comportamento suicida não pode ser visto como uma maneira de chamar atenção.Mesmo que a pessoa conte para um amigo ou familiar. Deve sempre levar em consideração pois não é somente um desejo de morte e sim de desaparecer. O suicídio é visto em nosso país como um tabu ou distante da realidade quando na verdade a realidade é outra.

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  • Gleidiane Oliveira Rocha  28 de novembro de 2017 em 01:48

    Por mais que se propague a ideia de que não somos ilhas e que precisamos da interação com o meio, tecer teias de relacionamentos, constituir famílias, enfim, fazer parte da sociedade.
    Eu em minha humilde percepção, acredito que somos uma ilha mesmo quando não queremos ser, cada um tem seu mundo particular onde as pessoas por mais que se ame são consideradas, de certa forma, com maior ou menor importância, coadvantes, é cada um em seu mundo isolado o rei de seu mundo paralelo. E em nosso mundo tecemos uma história, temos sonhos, traçamos metas, nos alegramos e também nos decepcionamos. Ter o seu mundo particular, não é o problema, o problema é não saber lidar com as peças e o enredo, quando se envolve outras relações, adversidades não previstas e nem sempre tão bem resolvidas. Não sou psicóloga, mas, em minha humilde percepção, eu vejo o comportamento suicida como uma falsa válvula de escape para aqueles que ainda não se deram conta de que há saídas de emergência, e uma delas é o diálogo, é abrir questões que antes faziam parte apenas do seu mundo particular, é tecer novas relações, novas perspectivas. Tratar a causa e não os sintomas é sempre a melhor opção.

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  • Nathália Barreto Pinheiro  30 de novembro de 2017 em 16:30

    O comportamento suicida de fato, representa uma doença do século! Os problemas cotidianos vem surgindo, e cada vez menos o indivíduo consegue controlar suas emoções buscando fuga no suícido. Entender o sistema límbico e suas estruturas, nos permite compreender os instintos de nossa espécie.
    Com a propagação de tanta tecnologia e informação, a vida tem ficado banalizada, como diz o título do texto, ”por um fio”, Novelas, telejornais, noticiários, tem sido palco de muitos casos relatando esta ”doença do século” e que tem aumentado proporção a cada dia.

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  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  4 de dezembro de 2017 em 23:28

    É difícil falar sobre um tema tão complexo, mas através do texto podemos observar o quanto nosso cérebro pode se equivocar, adoecer e fazer escolhas errôneas. Interessante e obscuro saber que o cérebro pode se trair. Pois o suicídio pode ser encarado dessa forma uma traição ao extinto mais natural da existência: manter-se vivo. O senso comum diz que só se suicida quem é covarde, outros vão dizer que para ação é necessário muita coragem. Coragem ou covardia o fato é que o suicídio vai na contramão da natureza e com certeza é o resultado de uma mente que sofre uma morte diária e constante.

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  • Patrícia Carvalho  5 de dezembro de 2017 em 14:59

    O suicidio tem se tornado presente nas rodas de conversas entre adolescentes e na mídia. Entender que a questão está além de um ato irracional é fundamental para combatê-lo. Vejo frequentemente na minha pratica de Psicopedagoga Institucional algumas questões comportamentais que mereceriam maior atenção, por entender que com a adolescência os sentimentos são potencializados e podem ser catastróficos. Crianças com transtornos, traumas e frustrações são fisiologicamentevpropensas a um desequilíbrio bioquímico e emocional. Merecem atenção e acompanhamento especializado preventivo, a fim de evitar comportamentos depressivos e se fortalecerem. Aliás, como o texto ressalta: a primeira infância tem que ser um alicerce saudável para todas as crianças.

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  • Cristiane Pereira Oliozi Santos  6 de dezembro de 2017 em 15:56

    A força da vida deve imperar sobre os desafios que nos são impostos diariamente, no entanto, o sentimento que nos condiciona pode nos fragilizar, trazendo à tona sensações e sentimentos que podem nos deixar em situações de vulnerabilidade. Perceber a tristeza do e no outro e tentar ajudar encaminhando para que seja dado o suporte psicológico e demais outros que se fizerem necessário, e, não nos tornando incensíveis.

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    • Daniele Almeida Freire  10 de dezembro de 2017 em 17:47

      Comportamento suicida : a vida por um fio.

      O autoconhecimento deve ser buscado para que se possa ter consciência de como enxergamos, vivemos e conduzimos a vida, pois o ato de comporta-se perante ela, podem estar carregadas a maus hábitos adquiridos em consequências as experiências vividas. A busca do conhecer-se é fundamental para mudar aquilo que é destrutivo a própria vida. Não se muda aquilo que não se conhece.

      Responder
  • Ana Paula Cosenza  9 de dezembro de 2017 em 17:07

    O comportamento suicida realmente é bastante complexo, como o próprio texto relata, existem diversas formas de vir a tona na vida de um ser. Vivencio junto com a família uma experiência com um parente bem próximo, que inconscientemente entrou em seu mundo há mais de 15 anos. Totalmente lúcida, mas diante tantos traumas da vida, mesmo com medicações e acompanhamento, acredita piamente que não pode mais gozar a vida que Deus lhe proporciona. Realmente o emocional é um dos fatores primordiais no funcionamento do cérebro, quando ele não está bem o restante acaba sendo prejudicado. A mudança, acredito eu, vai além das medicações, terapias, precisa ser de dentro para fora o desejo de querer mudar. Grande abraço professora Vanessa

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  • Janine Manhães Teixeira  10 de dezembro de 2017 em 17:36

    Falar de suicdio se torna tão distante, mas tão perto do que se imagina, pois começa de forma silenciosa, mas que traz pequenos indícios, pois como o texto mesmo retrata, aos poucos os sentimentos são “matados” e se perde o sentido da vida. Acredito que diversos fatores em nossa sociedade contribuem para o fato em si, pois o instinto de sobrevivência, de pró-vida, deu lugar aos pensamentos de reconhecimento e aceitação, seja no ambiente familiar, social, de trabalho, onde não se sabe lidar com as frustrações, mudanças repentinas de humor ou até mesmo espera-se dos outros algo que não lhes pertencem ou desejam.

    Responder
  • Daniele Almeida Freire  10 de dezembro de 2017 em 17:45

    Comportamento suicida : a vida por um fio.

    O autoconhecimento deve ser buscado para que se possa ter consciência de como enxergamos, vivemos e conduzimos a vida, pois o ato de comporta-se perante ela, podem estar carregadas a maus hábitos adquiridos em consequências as experiências vividas. A busca do conhecer-se é fundamental para mudar aquilo que é destrutivo a própria vida. Não se muda aquilo que não se conhece.

    Responder
  • Cristina Pereira Gomes de Azeredo  10 de dezembro de 2017 em 18:04

    A fragilidade do psiquismo conduz o ser a fomentação de diversos conflitos.
    Causando instabilidades e sofrimentos no âmbito sócio/afetivo ,dificultando a relação intrapessoal e interpessoal, conduzindo-o ,inconscientemente, ao suicídio.

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  • Gabriela Vasconcelos Gomes  10 de dezembro de 2017 em 18:45

    O ser humano é constituído de forças vitais que apresenta- se através de mecanismos do cérebro, potencializando e adaptando diferentes situações vivenciadas, através das emoções, sentimentos e ambientes que o indivíduo está inserido. Penso que o suicídio é um processo extremo de angustias e vivencias negativa, que envolve os sentimentos, emoções e a perda do equilíbrio, trazendo para esse indivíduo a falta de motivação para viver. É preciso estar atento aos sinais da mente, que influencia diretamente no comportamento, buscando sempre autoajuda de profissionais que possam acompanhar e acolher esse indivíduo, intervindo nos fatores que possam ressignificar a vida, através de terapias / medicamentos.

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  • Rejane Senna  10 de dezembro de 2017 em 18:50

    Toda e qualquer ação da natureza, conduz o homem para a vida, direcionando-o e adaptando-o a diferentes situações e ambientes. Porém a mente humana ainda apresenta muitas fragilidades, sendo um grande mistério. Os sentimentos, as relações, as decepções com o outro, com a vida, as crises existenciais. Inconscientemente ele começa a desistir de viver, seja se isolando da sociedade numa crise depressiva, seja atentando contra a sua própria vida.
    O homem nasce para viver e não para morrer!

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  • Geisa Goulart Barreto  10 de dezembro de 2017 em 19:11

    O tema ” Suicídio ” tem ganhado maior destaque nas mídias e/ou rodas de conversa com mais frequência nos últimos tempos.Talvez pelo grande número de ocorrências, principalmente entre os jovens, mostrando-nos o quão frágeis somos diante das frustrações,decepções, desilusões, cobranças pessoais e externas… O fato é que viver requer maestria em equilibrar( como faz o equilibrista de pratos no circo) as nossas emoções e o psíquico. Infelizmente, vivemos em uma sociedade cheia de indivíduos portadores de traumas, transtornos, distúrbios, etc não tratados e vítimas de uma sociedade e também de famílias incapazes de perceber que precisam de ajuda. E quando não há o equilíbrio o qual foi mencionado acima, quando algum “prato cai”, pode ser só o pontapé inicial para que o suicídio aconteça.

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  • TATIANE APARECIDA DE SOUZA MENDONCA  10 de dezembro de 2017 em 21:14

    Esse tema mexe muito comigo, pois, uma escola que eu trabalho viveu o luto de perder um aluno que tirou a própria vida. Tinha apenas 17 anos, inteligente, brilhante. Deu sinais, fez brincadeiras sobre o assunto, e nós, a família, com a nossa correria do dia a dia, não demos importância, achávamos que estava brincando, pois, era muito sarcástico e brincalhão. Família e escola precisam estar atentas aos sinais que nossos jovens deixam. Observar qualquer mudança brusca de humor, comportamento, personalidade. Nos capacitamos a cada dia para sabermos captar esses sinais em nossos locais de trabalho, com nossos filhos e alunos.

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  • Andreia Teixeira Pinto Figueira  11 de dezembro de 2017 em 07:10

    O texto nos leva a compreender que o ser humano pode desistir da vida mesmo com o comportamento pró – vida. O assunto suicídio requer conhecimento para que possa ser evitado. É de suma importância uma ajuda profissional, interação da família e amigos mais próximos para evitar essa fatalidade.

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  • Jaqueline Paiva  11 de dezembro de 2017 em 12:52

    É interessante observar como não nos conhecemos, desde as tendências mais instintivas até as morais e comportamentais. O quanto não sabemos lidar com nossos pensamentos e que mesmo com idade cronológica, não sabemos mensurar o tamanho das consequências que alguns atos podem ocasionar em nossas vida. A busca por um autoconhecimento é eterno, e se faz necessário para não cairmos nas armadilhas do nosso próprio subconsciente. E vai além de apenas um olhar pessoal, mas também de observar aqueles que estão a nossa volta, quando começam a dar sinais de conflitos internos, demonstrando, na sua maioria, de forma sutil e é necessário ter sensibilidade para notar e poder ajuda-los.

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  • Patrícia de Souza Gomes medeiros  11 de dezembro de 2017 em 18:18

    Muito interessante quando o texto aponta para a questão da “fuga da dor” E exatamente isso ,não é a falta de amor a si mesmo, não é uma baixa estima, mas sim o cessar de um sofrimento aparentemente sem fim. E uma expectativa frustrada, um querer vencer o invencível. E minha pergunta é: o que fazer quando nos deparamos com um indivíduo nessa situação? Como proceder diante de um ser que tentou o suicídio por 16 vezes por exemplo? Acredito eu que essa pessoa não está em busca de julgamentos mas sim apoio emocional. Quem sabe se ela enxergar que seu problema não finda com seu fim mas sim com sua disposição para superar e vencer.

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  • Paula Marcondes  11 de dezembro de 2017 em 21:34

    O texto nos leva a entender que o comportamento suicida vem crescendo cada vez mais e que esta tão perto que não percebemos. Pensamentos suicidas são silenciosos e de difícil identificação, pois não são expressados com palavras. São identificados por meio de comportamentos, convivência e de conversas. Precisamos estar sempre atentos para poder encaminhar essas pessoas para um profissional, a fim de ajuda lós.

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  • PATRÍCIA FRANÇA GUIMARÃES  13 de dezembro de 2017 em 08:57

    Embora tenhamos a capacidade de criar condições físicas e materiais para nos desenvolvermos e vivermos num ambiente favorável, ainda assim, está no cérebro, mais precisamente no que tange ao límbico, onde encontra-se a engrenagem da regulação de nossas emoções, pode não dar conta de fazer com que o indivíduo perceba a realidade a sua volta e trabalhe até mesmo contra aquilo que lhes possa ser favorável a sobrevivência do SER, levando o indivíduo a enxergar sua vida como não satisfatória e causadora de uma enorme dor e é a esta dor que ele tenta matar com seu ato suicida.

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  • larissa sandre  14 de junho de 2018 em 11:17

    O comportamento suicida normalmente surge como consequência de uma doença psicológica não tratada. Entre as pessoas que se matam, há uma forte presença de um sofrimento profundo, por isso é comum ver pessoas depressivas e suicidas sem energia, ou seja, sem força de vontade para realizar suas tarefas diárias.
    A dor é tão profunda e o sentimento sufocador, que parece não ter outra saída. Em um ato de desespero e pedido de ajuda, a pessoa em que pensa tirar sua própria vida grita por socorro, as vezes através das palavras, mas também apenas pela fato de se afastar de tudo e de todos, na esperança de alguém perceber essa mudança e tentar a mostrar um caminho a seguir.
    Devido a todo o seu tabu social e preconceito, o suicídio é pouco divulgado nas mídias. Porém é uma das causas mais comuns e frequentes no Brasil.
    O suicídio aumenta cada dia mais, por isso a necessidades de estarmos atentos as palavras, gestos e comportamentos das pessoas ao nosso redor, para que possamos oferecer ajuda enquanto ainda há tempo.
    ATT, Larissa

    Responder
  • Sandra Rose Falcão Vidal  14 de junho de 2018 em 13:53

    De acordo com o texto lido, entendo que, as necessidades de nosso dia a dia, nos induz a diferentes comportamentos em diferentes situações e lugares. Isso faz com que tenhamos que nos adaptar a esses diferentes meios, e isso pode de certa forma, conturbar nossa mente, nosso sistema nervoso, fazendo com que tenhamos atitudes de fuga ou dor por inúmeros motivos. Isso dificulta saúde do corpo e da mente, passando a termos uma vida cheia de conflitos dentro de si mesmo ou ate mesmo observando outros em nossa volta.

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  • Thayná de Souza  14 de junho de 2018 em 14:29

    Que esse texto sirva de alerta para todos !!
    Muitas pessoas com esse tipo de comportamento, no seu estado de sofrimento, elas se sentem envergonhadas ou discriminadas. E normalmente quem está “de fora” acha que aquela pessoa que ameaça se matar, não fará, apenas está ali chamando atenção. Mas na realidade a pessoa sempre demonstra , na fala ou dá sinais do que esta prestes a acontecer.
    Muitas das vezes uma depressão maior e bipolaridade são os transtornos mentais mais associados ao risco de suicídio.
    A melhor coisa que a pessoa pode oferecer apoio emocional é simplesmente escutar sem interromper, deixar que a pessoa fale o quanto quiser enquanto você escuta. Não julgar, não culpar, e nem ofender. Normalmente o desejo de morrer já esta associado a pensamentos e sentimentos de inferioridade e dependendo do que você diz ou como age, só aumentará o desejo de suicídio.

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  • Irone  16 de junho de 2018 em 01:42

    Que comportamento é esse que chega à tal ponto de um individuo tirar sua propria vida! O mais triste é ver que cada vez mais aumenta o índice de suicídio causado por muitas vezes pela tristeza, sentimento de rejeiçao, insatisfaçao, desilusão ,etc. Muito legal o que traz esse texto .Que nós possamos ficar mais atentos em relaçao a certos tipos de comportamentos ao nosso redor!

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  • elealza alves ofrazio  16 de junho de 2018 em 21:28

    este é um tipo de comportamento que pode ser evitado, especialmente quando os familiares ou amigos consegue identifica-lo, e ajuda a pessoa iniciar o tratamento adquado, isto porque,na maior parte parte dos casos, a pessoa já não é capaz de identificar outras soluções para a crise emocional que está passando.

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  • Ruimar brito dos reis  18 de junho de 2018 em 01:00

    O texto nos traz ate mesmo uma reflexão do tão frágil que samos, onde todos podemos passa por um momento de transtorno mental, não escolhendo idade,etnia,gênero,cultura,classe econômica, podendo afetar qualquer pessoa a qualquer época de sua vida.
    Apesar da maioria das pessoa com risco de suicídio apresenta transtorno mental, grande parte não procura um profissional de saúde mental. assim, o papel da disseminação da informação torna-se vital,para ajudar aqueles que não sabem que existe ajuda.

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  • Edileuza Santos Pessini  18 de junho de 2018 em 10:28

    É muito difícil fala sobre esse assunto, mas é um tema polemica, e de grande aprendizagem para quem se estuda.
    O importante e sabe ajuda essa pessoa a se encontrar; O mais importante é demostrar o amor, por essa pessoa que esta oprimida e depressiva também fica atendo. Quando se suspeita que alguém pode estar com pensamento suicida o melhor e entender o que está acontecendo e quais os sentimentos associados. Por isso deve-se perguntar o que ela está sentindo, se está triste, deprimida e, ate se está pensando em suicídio.
    As tentativas de suicídio são, na maioria das vezes, impulsivas e, por isso, para prevenir uma tentativa e melhor fazer a retirada de coisas que são fácil para essa pessoa usar, como arma, comprimidos ou facas, dos locais onde essa pessoa passa mais tempo. Isto evita comportamentos de impulsividade, fazendo com que tenha mais tempo para pensar numa solução menos agressiva para os problemas

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  • Valesca Amaro Gomes  19 de junho de 2018 em 01:39

    Pouco divulgado,o suicídio e uma das causas de morte mais comum em todo o mundo e é considerado um problema de saúde publica.
    O suicídio geralmente esta associado a depressão devemos estar atentos aos sinais eles vem acompanhado de consumo abusivo de bebidas, drogas, remédios e como diz no próprio texto pequenas e grande ações de automutilação .
    Caso perceba alguém com um comportamento suicida procurar com rapidez psicólogos e psiquiatras para que se inicie um tratamento direcionado para tratar o quadro de sofrimento psíquico.

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  • Bruna Holanda da Silva  21 de junho de 2018 em 14:24

    O texto nos faz ter uma reflexão sobre a potencialidade no nosso cérebro. Um tema polêmico tratado por alguns como “frescura” ou “só quer chamar atenção” quando o individuo apenas faz um pedido de socorro e tenta fugir da dor, essa é a hora que se percebe que o cérebro tão poderoso se tornou impotente. O suicídio no entanto não é querer morrer, é querer desaparecer (Perros 1923 – 1978). É como diz o texto que algumas de nossas emoções e experiências juntamente com os desejos ampliam ou destroem o sentido de viver.

    Responder
  • Bruna Holanda  21 de junho de 2018 em 14:25

    O texto nos faz ter uma reflexão sobre a potencialidade no nosso cérebro. Um tema polêmico tratado por alguns como “frescura” ou “só quer chamar atenção” quando o individuo apenas faz um pedido de socorro e tenta fugir da dor, essa é a hora que se percebe que o cérebro tão poderoso se tornou impotente. O suicídio no entanto não é querer morrer, é querer desaparecer (Perros 1923 – 1978). É como diz o texto que algumas de nossas emoções e experiências juntamente com os desejos ampliam ou destroem o sentido de viver.

    Responder
  • Cristiane Araujo Coutinho Gil  21 de junho de 2018 em 23:04

    Esse é um problema bem atual, onde vemos os números crescentes de pessoas que recorrem ao suicidio como forma de fuga.
    Em si, a palavra “suicídio” parece cercada de um certo tabu nos meios sociais, onde raramente é abordada como deveria justamente por falta de entendimento das pessoas, sobre a importância em saber identificar os primeiros sinais de que algo não vai bem com aquele individuo.
    A ignorância sobre o tema, muitas vezes permite que um caso depressivo seja agravado por conta de sobrecargas que são postas em forma de criticas julgamentos, normalmente acompanhados por uma frase já bastante conhecida: “Depressão é frescura!”
    Se as pessoas entendessem que quem recorre ao suicidio, normalmente deu “n” sinais de que precisava de ajuda e que sua atitude foi não para acabar com a vida, mas sim tentar parar aquela dor… teríamos mais receio em apontar o dedo pois perceberiamos nossa parcela de responsabilidade no compromisso com a vida.
    Por isso, quanto mais formas de prevenção ao suicídio forem divulgadas, unidas a uma política publica que dá suporte profissional a quem precisa de auxilio medico/terapeuta, teremos uma mudança nesses indices crescentes.
    Cabe a sociedade se atentar para esse problema e cobrar dos governantes uma assistência digna a esses pacientes.
    Assim como cabe aos familiares e amigos estarmos atentos ao surgimento de sinais e acompanhamento dos mesmos.

    Responder
  • Jeferson Pereira Silva  22 de junho de 2018 em 12:04

    Temos duas forma de suicida ,
    A tentativa e o suicida que consegue o ato de suicidar .
    Muitas das vezes falamos que quem tenta suicidar e um ato de chama atenção , temos que ter bastante cuidado com esse dizer para com outro, pq não é dessa maneira que podemos ajudar a essa pessoa . Simm ajudar porque ela nos demonstra no dia dia dela sinais de suicidar.ex: uma frustação amorosa, precar do seu emprego, etc.

    Responder
  • Andréia Baptista Falcão  22 de junho de 2018 em 13:35

    “… parecem ser formas de suicídio inconsciente…” Fala-se muito sobre a morte do corpo, mas pouco sobre a “morte” da alma. Nessa sociedade em que vivemos, onde o que é incentivado é o ter, e não o ser, perdemos o gosto pelo viver. Tiramos do centro o essencial e colocamos o supérfluo.
    Nos matamos lentamente quando os excessos são praticados, seja pela alimentação sem qualidade, o sexo com muitos parceiros mas sem criar vínculos afetivos, o excesso de drogas lícitas e ilícitas, incluindo os medicamentos, o sedentarismo e principalmente nossa imprudência (falta de cuidado conosco mesmo e com o “outro”).
    Quando a morte física se expressa no corpo, é apenas um reflexo do indivíduo que há muito tempo se foi… um ser sem brilho, sem sentido, sem objetivo, sem metas, um ser apático, sem vida.
    Nosso grande desafio é trazer “vida” para o nosso cotidiano, para nossa rotina. Viver é mais que respirar, viver exige esforço e comprometimento.

    Responder
  • Laudiceia de Souza Ramaldes Leal  24 de junho de 2018 em 23:25

    Em algum momento da vida todos passa por alguns tipos de desconforto e inevitavel ,onde precisamos encarar novos desafios e supera-lo ,nos capacitar cada vez mais, buscamos fazer melhor. Com algumas pessoas nem sempre acontece de fato como o panejado , com isso entra em estado de depressão ,se marca por tristeza profunda na maior parte do tempo relacionamento conturbados com familiares ,perdas de emprego podendo perder o controle de sua vida .Essas pessoas que apresenta determinado problemas se sentindo-se incapaz de reagir,opitam pela morte como forma de aliviar problemas sofrimentos inevitavel.Triste realidade pessoas que carrega alguns transtorno mental ou que de fato não consegue lidar com as próprias emoções mais profunda,sensações praseres e arrependimento.

    att: Laudiceia S.Ramaldes.Leal

    Responder
  • Estevão Barboza  26 de junho de 2018 em 23:47

    Um texto muito rico a respeito de um assunto tão delicado, tratado ainda por alguns de maneira banal.
    As mais diversas das mazelas presentes na modernidade em que vivemos são as grandes vilãs dessa história, grandes cobranças sociais, supervalorização de padrões, indivíduos cada vez mais apáticos e individualistas são alguns dos fatores os quais tem nos tornado sujeitos cada vez mais frágeis, suscetíveis a colapsos e a episódios de grande dor, dúvida e sofrimento.
    A depressão, assim como o suicídio deve ser tratado com seriedade e responsabilidade por todos nós, pois todos estamos sujeitos a comportamentos suicidas, devemos estar atentos aos sinais e não podemos esperar até que seja tarde demais.

    Responder
  • Elcimara Ferraz  27 de junho de 2018 em 21:55

    Um texto muito rico a respeito de um assunto tão delicado e muitas vezes banalizado em nossa sociedade.
    Vivemos em uma sociedade completamente individualista, fruto do capitalismo, que acaba isolando e produzindo rupturas nas relações entre as pessoas.
    Na maioria das vezes antes de ocorrer o suicídio, diversos sinais e pedidos de socorro vêm antecedendo, porém, é muito raro ter de fato um corpo poroso para acolher o outro, acolher no sentido mais simples, como por exemplo de perguntar, se importar com as pessoas.
    A depressão, assim como o suicídio não são problemas apenas individuais, mas devem ser tratados com muita responsabilidade e seriedade por nós todos. Pois são questões que atravessam a todos !

    Responder
  • Bruna Valandro  28 de junho de 2018 em 17:56

    O tema acima diz de algo que nos ultimos dias tem sido bastante presente. A cada dia que passa os ser está em evolução e ao mesmo tempo com novas pressões vindo da propria sociedade. A depressão se faz presente não somente em um quadro crítico onde a pessoa não consegue mais se levantar da cama. Vêm também de forma implícita, dando pequenos sinais, em algumas ocasiões. E, na maioria das vezes iniciada após casos constantes de ansiedade. Realmente o mesmo cérebro que foi se perpetuando é o mesmo que poderá ser ‘extinto’ após decisões contra a vida (quando há perda do libido). Então, como sociedade, devemos ficar mais atentos e sensiveis a tal fato e dar crédito quando ao nosso redor exista alguns sintomas.

    Responder
  • YASMIM DE CARVALHO CORREIA  30 de junho de 2018 em 13:55

    Conforme o tema acima descrito, trás a todos que lê uma reflexão geral sobre sinais que passaram despercebidos em familiares, amigos, e até em si mesmo. Realmente nascemos com o comportamento pró-vida, de sempre busca se superar, de estar “ativo” enquanto ser vivo. Mas percebi que através de pequenos conflitos que poderiam ser evitados facilmente, vamos deixando o famoso ‘gosto de viver” de lado. Com o passar do tempo não cuidando desses sentimentos que surgem dos conflitos, acabamos caindo no comportamento suicida sem percebe. E infelizmente, a falta de informação divulgada e ajuda ao próximo, acaba trazendo mais facilidade para o comportamento suicida se torna um fato constante e até fatal.

    Responder
  • Maria José da Silva Oliveira  30 de junho de 2018 em 17:01

    Na maioria das vezes, o que leva as pessoas a se suicidarem é a tristeza, insatisfação, o medo da mudança, o desespero do fracasso. Tais sentimentos é muito comum em dias atuais, e as vezes passa desapercebido diante da sociedade. É de extrema importância que estejamos sempre atentos com pessoas ao nosso redor com tais comportamentos, se há uma desconfiança é importante que se converse diretamente com a pessoa que está sofrendo. Um diálogo aberto, respeitoso, empático e compreensivo pode fazer a diferença.

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  • Rafael Gomes  2 de julho de 2018 em 14:32

    Os conflitos, as perdas, decepções, a não realização profissional, afetiva, relacionamentos destruídos, buscas por aceitação, entre outros problemas, podem levar a um nível alto de tristeza no indivíduo ao ponto de não saber lidar com suas frustrações. Então acham que a única solução é o suicídio. Mal sabemos que muitos já cometeram o suicídio emocional, quando se fecham diante das situações difíceis da vida e de seu âmbito social. Os problemas emocionais não são uma escolha, e ninguém deseja atravessar uma depressão nem passar por momentos de ansiedade. Eles simplesmente podem surgir, após um período de acúmulo de situações e circunstâncias complicadas em nossas vidas. Existe uma falsa crença de que ansiedade e depressão são sinais de fraqueza e da incapacidade diante da vida. Mas não, uma pessoa com ansiedade, depressão ou sintomas mistos NÃO está louca e nem tem uma personalidade fraca ou inferior aos outros.

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  • Eliane Torezani  2 de julho de 2018 em 23:10

    O indice de suicídio tem aumentado e com ele,além do desconforto sobre o assunto,seguem questionamentos do tipo: será uma doença? Tem cura? Como surge ou onde começa? Oque leva uma pessoa ao ato?
    Vivemos em um mundo onde as doenças psiquicas tomaram uma proporção gigantesca, e nem sempre é levado tão a sério e a demora em aceitar o problema para tratamento tambem é bastante considerável.
    Uma pessoa não se torna suicida da noite para o dia, e sim,aos poucos somatizando e acumulando traumas, ansiedade e ultimo estágio é a depressão profunda, e em busca do alivio da sua dor pensam no suicidio como solução.
    Deve- se estar atento aos primeiros sinais e sintomas e juntamente com a familia buscar tratamento.
    Muitos despresam e criticam dizendo ser frescura ou bobagem,porem pode ser desenvolvido em qualquer pessoa, e a forma de tratamento negativo direcionados a estes podem acelerar o processo da doença.
    Devemos pensar que: uma gota pra mim pode ser um oceano pra outro e vice versa.

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  • Wermenson S Brito  3 de julho de 2018 em 14:20

    Nossos mecanismos de defesa nem sempre serão capazes de se manter potente a favor da vida, o que acaba nos levando a outros caminhos de fuga da dor, não se submetendo a morte em si, mas sim no desejo de não sentir mais tamanha dor que para ele seja insuportável.

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  • Thalia Gomes  3 de julho de 2018 em 15:42

    Falar sobre o suicídio ainda é considerado um grande tabu pela nossa sociedade, talvez seja por isso que tantas pessoas chegam a comete-lo, pois não recebem a ajuda necessária. Quando não falamos sobre um assunto, deixamos de dar informações importantes sobre o mesmo, se não temos informações acerca dos sinais que pessoas com ideação suicida apresentam não teremos como ajuda-las. Quando uma pessoa chega a cometer o suicídio é por que antes ela já tentou de várias maneiras superar o que estava lhe afetando, já emitiu diversos pedidos de socorros e deu vários sinais de que estava prestes a cometer tal ato. Por isso é de grande importância falar sobre o assunto, informar a sociedade que não são somente as doenças físicas que adoecem e matam as pessoas. É de extrema necessidade dar tanta importância a saúde mental quanto damos a saúde física e a doenças de origem biológicas.

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  • clislaine oliveira  3 de julho de 2018 em 23:08

    Um ato de autoagressão cuja intenção é a morte, que acaba não ocorrendo. Uma tentativa de suicídio pode ou não resultar em lesão, pessoas que passaram por separações, divórcios ou viuvez têm maior probabilidade de consumar um suicídio, aproximadamente uma em cada seis pessoas que cometem suicídio deixam um bilhete que, às vezes, dá pistas para as razões para essa atitude.

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  • Raiane Pereira  4 de julho de 2018 em 12:13

    A mente humana é incrível e cheio de mistérios.
    Por isso é importante o constante estudo sobre essas curiosidades, para estar atento a qualquer situação.
    É difícil ouvir discussões e comentários sobre esses assunto, sobre suicídio, depressão etc, por isso é preciso que ajudamos a expandir esses assuntos para deixar claro para as pessoas poder entenderem melhor, e ver que qualquer um que pode estar ao seu lado, pode estar passando por momentos dificieis como este.

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  • ADSON ROBERTO  4 de julho de 2018 em 14:26

    Os conflitos, as perdas , decepções , a não realização profissional ,afetiva ,relacionamentos destruídos , busca por aceitação, entre outros problemas , podem levar a um nível alto de tristeza no indivíduo ao ponto de não saber lidar c suas frustrações. Então acham q a única solução é o suicídio. Mal sabemos q muitos ja cometeram o suicídio emocional , quando se fecham diante das situações difíceis da vida . Sem força p enfrentar,morrendo aos poucos. Lutas internas constantes sem sucesso. Quando percebermos o sinal, por menor q seja , devemos orientar a procurar ajuda profissional .

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  • Gleice Gonçalves Oliveira  3 de abril de 2019 em 15:40

    Nós estamos vivendo um momento complicado.onde a era da tecnologia,tem entrado em nossa casa e tem feito muita destruição. Jovens que buscam cada vez mais se isolar do mundo, até mesmo usando droga entre amigos,o alcoolismo que está a tanto tempo no meio das famílias.e usam muita das vezes para fugir dos seus sofrimento,seus problemas familiares, muita das vezes deixamos de nós reunir em família para nos conectar no mundo virtual. E isso tem trago grandes prejuízo as nossas famílias.
    Não é só a vida que está por um fio, mas a família também marcada por grandes destruição,do mesmo jeito que a mente humana salva ela também mata.esses são alguns dos comportamento suicida.

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  • Iury Assis  5 de abril de 2019 em 10:43

    Uma pessoa com intenções suicidas, na maioria dos casos, no demonstra tal comportamento, muitas das vezes são pessoas que se mostram alegres, extrovertidas e de bem com a vida, por isso devemos estar sempre atentos a essas pessoas, para podermos ajudá-las quantos antes, em meu ver, uma pessoa suicida, não quer perder a vida, quer apenas acabar com o problema que está passando,

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  • bruna alvarenga  10 de abril de 2019 em 16:31

    Acredito eu que a pessoa , que comete o suicídio ela não quer morrer ela quer viver , e viver muito porem a dor da alma e muito maior do que a dor carnal e ela nao ver outro meio para essa dor a nao ser o suicidio.

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  • Jorly Cardoso Ottoni  11 de abril de 2019 em 14:36

    Boa tarde!
    Como agimos e se portamos em diversas situações que o dia a dia nos proporciona é fundamental para que possamos manter uma saúde mental forte e ordenada.
    Estamos cansados de saber que neste mundo desordenado cada dia vencido com êxito é um milagre. Pois são grandes as situações que podem nos fazer desenvolver algum tido de transtorno de grau irreversível para nossa saúde mental.
    No campo psicológico podemos ter vários fatores determinantes que venha a desenvolver uma tristeza seguida por um grau maior e acaba trazendo com ela o típico quadro depressivo.
    Como abordado em textos anteriores a depressão ela é silenciosa e até o pedido de ajuda de quem a contraiu e de certa forma silenciosa e árdua levando essa pessoa aos poucos para o abismo do suicídio.

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  • Ester Domingos de Oliveira  13 de abril de 2019 em 15:32

    Varias são as situações desconfortáveis ocorridas em nossa vida, e cada um tem seu modo de lidar com cada dificuldade que aparece. Um objetivo que era muito desejado porem por algum motivo não foi alcançado, um tratamento ruim em ambiente social, maus tratos por alguém que ama e um sentimento de abandono são fatores que levam a um transtorno de um grau maior em nossa saúde mental. Uma pessoa que chegar a cometer suicídio ou pensa em comete e acaba se alto mutilando ela não quer morrer, ela só quer apenas que a dor interna seja menor, que aquele sentimento de insuficiência. Esses são um dos fatores que leva o individuo a cometer uma dor externa (física) maior que aquela interna (sentimental). Devemos sempre estarmos atentos as atitudes do próximo, pois uma pessoa que pensar em suicídio nunca demonstra tal desejo, por isso é sempre importante sabemos o que falar e como tratar as pessoas ao nosso redor.

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  • Robson De Araujo Merlo  14 de abril de 2019 em 00:43

    Em diversos casos as pessoas cometem suicídio por falta de uma pessoa de confiança ou alguém que possa compartilhar os desabafos. O suicídio não é algo que aparece de um dia pro outro, devemos ficar atentos com nossos amigos e familiares, vê se esta tudo bem,se precisa de ajuda, porque o suicídio vem de muitos problemas internos que não são compartilhados e ficam sufocando a pessoa trazendo a ela o suicídio como unica e mais fácil solução do problema.

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  • Esther Amon  14 de abril de 2019 em 15:27

    Pessoas que estão pensando em suicidio, não querem no real morrer, mas matar a dor da alma pra conseguir assim se sentir bem, e muitas vezes por pessoas dizerem que elas estão se vitimizando ou fazendo drama, acabam se fechando pra pessoas que estão dispostas a ajuda- las por medo de mais uma vez ouvir algo que vai magoar. Por isso é necessário ter sempre uma palavra de conforto, saber o que falar é importante, um abraço, se preciso for… Gestos simples podem salvar uma vida!!!

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  • Quezia Airam  14 de abril de 2019 em 20:15

    O nosso cérebro e composto por uma complexidade fascinante, é a partir dele que se define o que somos, o que vamos ser e como o meio onde vivemos vai influenciar nosso comportamento. E é justamente ele, nosso cérebro, que nos torna tão distintos uns dos outros, pois cada um pensa e sente, com mais ou menos intensidade de forma única.

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  • Raquel  15 de abril de 2019 em 18:58

    No mundo o assunto suicídio e mutilação é um tabu, Não falamos dele. A mídia evita por medo de aumentar os números,as pessoas evitam por medo do assunto em si com isso, acabamos cortando o diálogo necessário.
    Falar sobre suicídio e mutilação em todos os lugares é de extrema importância. E passou a ser uma questão de saúde pública.

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  • Patrícia Romualdo  17 de abril de 2019 em 23:44

    Pessoas que tem esse sentimento, ruim que tira a vontade de viver por problemas que acham que não tem solução, requer uma atenção muito grande
    ,muita sabem esconder tão bem que quando chegam a cometer o suicídio, ficamos a perguntar porque ela fez isso ou ele.Devemos está atentos com todas as atitudes e fala dessas pessoas, para que possamos ajudar e pedir uma ajuda de um profissional antes que seja tarde demais.

    Responder
  • Júlia de Souza Furlani  19 de abril de 2019 em 23:31

    No texto podemos ver que ao mesmo tempo em que a mente de um ser humano pode salvar/alertar de perigos e conflitos, além de levar a fazer e imaginar coisas incríveis, também pode nos pregar peças e imaginações não existentes em nossos pensamentos que podem desencadear milhares de transtornos e até mesmo levar ao suicídio que é considerado o mal do século. Porém, o texto também mostra que situações do dia a dia, por mais que mínimas, podem levar ao mesmo problema, por exemplo, estresses, ações, traumas, os ambientes sociais que nos cercam, entre outros. Por isso, é bom que tentemos se afastar, ter um certo balanceamento desses conflitos ou ter uma ajuda terapêutica/psicológica para que nada pior possa vir acontecer.

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  • Eferson michel guinsber  20 de abril de 2019 em 02:02

    O interessante nesse texto é que o suicídio não ocorre por causa de Não ave ninguém para conversa, mas posso perceber que esse é um dos mínimo motivo para isso ocorrer,quando fala.os de suicídio parece só ver pessoas com corda na cabeça tirando a vida,mas aqui vemos que a várias forma de suicídio, o texto fala de pessoas se alto multilando, se negam em come,e socializar
    Sonegação de alegria etc… atitudes que precisam ser observada pra poder prever antes e ajuda o cidadão (a) a não chegar a este fato.

    Responder
  • Emanuelle de Araujo Celis  20 de abril de 2019 em 02:08

    A causa para o suicido para muitos está ligada a depressão. O suicídio pode ser encarado como uma fuga da dor e consequentemente da vida.
    Como diz o texto ações como: a automutilação, negação de contato social, desistência alimentar, entre outros.É uma forma de suicídios, mesmo que algumas dessas ações seja inconscientemente.
    Devemos nos preocupar e não encarar essas ações como uma forma de chamar atenção como, por exemplo, a automutilação é encarada . Pois estes são comportamentos preocupantes.

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  • Maria de Fátima Marcelino da Silva  20 de abril de 2019 em 18:51

    O texto comportamento suicida a vida por um fio traz que o nosso psiquismo é estruturado na relação homem e mundo e envolve evoluções civilizantes e aquisições socioculturais. Assim, nossas emoções desde as mais primitivas envolvem a busca do prazer e bem estar e a fuga da dor e do desprazer. Tudo isso envolve um aprendizado permeado de circunstâncias que podem fomentar conflitos existenciais que podem sinalizar potência e energia para ação de viver ou a fuga da dor de viver, ou seja a negação da vida cujo desfecho seria o suicídio.
    Portanto, os conflitos faz parte de sua evolução e podem envolver bem estar e prazer, e assim, ser construtivos e contribuir para o desenvolvimento de um psiquismo saudável e um self sadio no decorrer do processo dos sujeitos. Por outro lado, os conflitos podem estar carregados de desprazer e mal estar para o indivíduo e desse modo ser devastadores e destrutivos e podem aparecer na negação do contato com outro, transtorno alimentar, automutilação o que pode sinalizar que o indivíduo no seu desenvolvimento está sendo guiado pela pulsão de morte que seria um tipo de suicídio inconsciente.

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  • Andressa Merscher  20 de abril de 2019 em 21:43

    Devemos dar atenção ao conjunto de fatores que desencadeia o comportamento suicida apesar do assunto ser complexo, temos que perceber o risco que de uma pessoa vir a se matar, pois o suicídio é um assunto nebuloso para nós, queremos de uma forma simples resolver, ou entender o sofrimento, causas, sentimentos que o indivíduo com essa doença passa, mas atitudes simples como, ouvir com atenção sem julgamentos, e conduzir a um profissional da saúde mental e não ficar inerte aos fatos, já trás esperança onde não há. são orientações do Dr. Neury José Botega. Que achei pertinente citar.

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  • Késia Resende Francisco  20 de abril de 2019 em 21:55

    Pessoas com tendências suicidas não querem se matar, querem matar a dor. A dor de ser julgado mais uma vez, de ser criticado, isso leva ao suicídio. Como o texto diz automutilação, desistência alimentar, já são formas de um suicídio inconsciente, as vezes a pessoa já está morrendo por dentro e só está procurando formas de se matar por fora. O grande problema é isso ser taxado como frescura, forma de “chamar atenção” (como é taxado a depressão em vários lugares) quando na real, podem ser pedidos de socorro.

    Responder
  • Daiane Marcial  20 de abril de 2019 em 23:00

    A vontade de calar as vozes internas, as dores, o amor não correspondido e a própria insignificância são uns dos fatores que parecem ser mais claros e talvez uma forma de justificativa para o fim da vontade de viver, quando não vemos aquele pedido de ajuda que vem e as vezes nem vem… Pois o suicídio é um assunto tão obscuro e complexo, que às vezes é mais fácil mudar o assunto do que tentar ajudar salvar uma vida…

    Responder
  • Daiane Marcial  20 de abril de 2019 em 23:02

    A vontade de calar as vozes internas, as dores, o amor não correspondido e a própria insignificância são uns dos fatores que parecem ser mais claros e talvez uma forma de justificativa para o fim da vontade de viver, quando não vemos aquele pedido de ajuda que vem e as vezes nem vem… Pois o suicídio é um assunto tão obscuro e complexo, que às vezes é mais fácil mudar o assunto do que tentar ajudar salvar uma vida… É um assunto que deviria ser abordado em casa e em sala de aula, para a melhor conscientização e tentativa de prevenção.

    Responder
  • Ellen Cassia  20 de abril de 2019 em 23:16

    A mente humana é realmente surpreendente, a mesma que nos salva em momentos de perigo, também é a que pode nos matar. O comportamento suicida não ocorre de uma hora pra outra, ao contrário, vai acontecendo aos poucos, e tudo que se precisa é de uma sensibilidade maior das pessoas! As vezes uma pequena frase, pode salvar alguém do suicídio, e também a busca por ajuda de profissionais.

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  • Joilson da Silva Costa Junior  21 de abril de 2019 em 19:43

    Por sermos uma espécie extramente social, podemos dizer que o momento em que vivenciamos (Id contemporânea) tem maior parte das causas de desenvolvimento da depressão e comportamentos suicidas, tem ligação com frustrações sociais. De maneira individual, criamos algum tipo de crise ou dor existencial, correlacionado à algum problema desenvolvido durante o desenvolvimento (clico da vida), que tem causa interna (ex:dificuldade em se encaixar no meio social) ou externa (ex:bullyn, cobrança excessiva ou crítica de figuras paternas) mais comum durante o desenvolvimento infantil, também podemos tomar de exemplo: almejo por status social, eventos negativos como perder emprego, pessoa amada, parentes, mais comum na fase adulta. Todos levam ao desenvolvimento de comportamentos tendenciosos a depressão e ao suicídio, ou seja mesmo com todo mecanismo cerebral próvida, instinto evolutivo de preservação da vida, a interação sóciocultural pode gerar instabilidade e dor existencial como sugere o texto. O suicida apela à fuga da existência, na tentativa de aliviar a dor que parece crônica em sua ótica. Um solução definitiva pra um problema momentâneo.

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  • Marina Mattos  21 de abril de 2019 em 21:44

    Todos sabem que a famosa depressão gera uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, entre outros fatores negativos. Por isso, precisa-se de um acompanhamento médico para o tratamento adequado. A maioria das pessoas afetadas tendem a tirar a própria vida por conta da gravidade desse quadro depressivo, ou uso de drogas e álcool, situações existenciais, presença de traumas psicologicos, etc.. Pessoas com esse tipo de agravamento severo, a ponto de não querer mais viver, precisam de ajuda médica imediata, fazendo um planejamento terapêutico adequado para que o pior não aconteça.

    Responder
  • Meiriana  21 de abril de 2019 em 22:29

    “A dor de viver” tão forte quanto triste.
    Difícil de pensar como nosso cérebro tão maravilho em suas funções, que por razoes adversas da vida, perda de familiares, dificuldades financeiras, doenças terminais levam a conclusão de que viver se tornou um fardo impossível de carregar, a ponto de por um fim a própria existência. O grito de socorro nem sempre é um grito.

    Responder
  • Júlia Furlani  21 de abril de 2019 em 22:34

    No texto podemos ver que ao mesmo tempo em que a mente humana pode salvar/alertar de perigos e conflitos, além de levar a fazer e imaginar coisas incríveis, também pode nos pregar peças e imaginações não existentes em nossos pensamentos que podem desencadear milhares de transtornos e até mesmo levar ao suicídio que é considerado o mal do século. Porém, o texto também mostra situações do dia a dia, por mais que mínimas, podem levar ao mesmo problema, por exemplo, estresses, ações, traumas, os ambientes sociais que nos cercam, entre outros. Por isso, é bom que tentemos se afastar, ter um certo balanceamento desses conflitos ou ter uma ajuda terapêutica/psicológica para que nada pior possa vir acontecer.

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  • Bruno da Penha Souza  21 de abril de 2019 em 23:28

    O suicídio pode ser uma espécie de “refúgio” para quem vive uma crise existencial constantemente, ou também um transtorno pessoal, na qual frusta uma pessoa tão fortemente que o abate por inteiro, entrando em uma profunda depressão. Mas, essa não deve ser a primeira opção de alguém! O acompanhamento e o amparo, não feito com o sofredor desses transtornos, podem ser feitos através de psicólogos, psiquiatras, terapeutas e pessoas próximas que salvariam muitas vidas se fossem sempre a primeira opção em meio dessas crises. Uma questão de suicídio não deve ser tratada como caso abandonado, o caso deve ser evitado e ai tratado como uma recuperação pessoal

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  • Dalva Oliveira  22 de abril de 2019 em 10:43

    Suicido tem sido assunto arduamente discutido pela mídia, incansavelmente vemos profissionais da área abordando e chamando atenção para esse problema tão sério e assustador . Enquanto escrevo esse texto e pesquiso mais sobre o assunto, encontro uma notícia. ” Suicídio do ex presidente do Peru, Alan Garcia (…) . Vejo como o mundo independente do status social , idade , etnia ….se encontra doente.
    Não estamos sendo capazes de lidar com tanta cobrança, o foco está em “ter” não em ” ser”.
    Como podemos nós educar emocionalmente para educar as gerações futuras ? Como podemos usar os avanços tecnológicos a nosso favor ? Em uma de suas obras Marx sonhou que chegaríamos a uma tecnologia tal que o homem dividiria o dia de modo que fosse possível trabalhar apenas quatro horas (…), (…) do ponto de vista técnico, já chegamos a esse patamar , a humanidade poderia viver hoje com sobra de matéria e tempo do que já produzimos (…) enquanto algumas pessoas são sobrecarregadas , outras são liberadas. Porque fazemos o que fazemos ? Cortella (23).
    Apesar de muitas perguntas, ainda sem resposta o importante é não se deixar levar por momentos de desespero, não ficar sozinho. Procurar ajuda é essencial.
    A dor insuportável da alma, grita latente no corpo de quem a sente.

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  • Alessandra Mariani Littig  22 de abril de 2019 em 18:00

    O real problema do suícida, está muito antes do ato ser investido. Sabemos que biologicamente somos preparados para sobrevive e se adaptar, nossa mente devidamente calcula a nossa sobrevivência, e quando nos deparamos ao suicídio nossa maior preocupação e se vamos chegar no serviço a tempo de não se atrasar? O problema do suicídio morra em nós, o suicídio acontece quando deixamos de ter empatia, quando não nos importamos, quando a dor do outro não te atinge, então não tratamos. O suicídio só acontece como um escape, quando a insignificancia da vida atinge o ápice. Precisamos olhar a nossa volta, observa e se mostrar sempre atento a prevenir os atos suicidas.

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  • Ana Carolina Brandão  22 de abril de 2019 em 22:06

    O comportamento suicida normalmente surge como consequência de uma doença psicológica não tratada, como é o caso da depressão severa, síndrome do estresse pós-traumático ou esquizofrenia,um suicida tem comportamentos que muitas das vezes são ignorados como fase ou como querer chamar atenção que muitas vezes acaba impedindo o reerguimento do individuo.

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