A Classificação Internacional das Doenças (CID), como resultado de trabalho intensivo de diferentes especialistas, tem oferecido base forte sobre os inúmeros transtornos, permitindo a facilitação de diagnostico mais precisos no campo da saúde.

A Esquizofrenia tem sido, ao longo do tempo, considerada rigidamente como psicose; hoje a dicotomia neurose/psicose passou por revisões nos debates e novas classificações, e, embora com a força das predisposições genéticas, tem se relacionado as experiências ou vivencias das pessoas que a apresentam, o que mostra significados especiais do meio social.

No CID-10, para que esse diagnóstico se efetive, vai depender da apresentação das alucinações, distorções marcantes, nas percepções e pensamentos, afetos distorcidos ou inadequados, revelando perturbações quanto a consciência de si mesmo, do mundo, ou seja, da realidade, sem contudo destruir certa clareza de consciência e possibilidades cognitivas.

Existem transtornos psicóticos agudos na esquizofrenia, mas também os transitórios. No campo medico, ou da saúde em geral, as opiniões divergem bastante sobre os sintomas esquizofrênicos, em especial, os transitórios, considerando-se as circunstancias atuais condutoras ou estimulantes ao estresse psicológico e a capacidade relacional; sujeito mundo de defesa, solução em cada dinâmica envolvida nessa relação. Pode-se mesmo acreditar que, apesar da natural capacitação resiliente de cada indivíduo, características mais sensíveis ou menos fortalecidas nesse momento estressante, predisponham este ou aquele sujeito a desenvolver os sintomas concernentes a esquizofrenia, em caráter transitório ou até durável.

A maioria dos relatos clínicos e autoridades sugerem que, na grande maioria dos pacientes com psicoses agudas, o inicio dos sintomas psicóticos ocorre em poucos dias ou em 1-2 semanas e que muitos pacientes “recuperam-se” com, ou sem medicação, dentro de 2-3 semanas. (OMS, 1993, pg.10).

Não estamos afirmando que a doença se desfaz desse modo mas que o processo agudo, violento, vai dando lugar ou permitindo a transição a outros sintomas, não necessariamente típicos da tradicional esquizofrenia anteriormente conhecida.

Transtornos delirantes tem se apresentado diante de vivências em escolas, hospitais, em situações traumáticas ou pós-traumáticas, às vezes, caracterizadas por esforços defensivos ou “marcas” do sistema autorregulador no sentido da minimização da dor psicológica, ao alterar a percepção do real doloroso. Nas nossas experiências educacionais não foram poucas essas manifestações observadas e que, em trabalhos conjuntos (educação e saúde) técnicas de mediação e apaziguamento psicológico, apoiaram os trabalhos individuais de readaptações e ressignificações menos perturbadoras.

Nesses casos, é bom entendermos que, nem sempre os comportamentos vistos como “estranhos” nos escolares, corresponde a questões de quebra da disciplina ou transtorno mental definitivo.

Essa preocupação percebemos nos trabalhos de classificação do CID-10, ao apresentar os transtornos em grupo, possibilitando opções diagnósticas mais fieis “ ao invés de usar suposições construídas” (pg.11) CID-10.

Publicação sugerida pelo autor.

41 Comentários Respondidos

  • Vanda Nolasco Sepulcro  5 de setembro de 2017 em 22:59

    Nem todo o indícios levam o quadro de esquizofrenia,algum sintomas podem indicar outras doenças,mas ficar em alerta,conhecendo os sinais da esquizofrenia pelo conjunto de sintomas sendo eles positivos ou negativos e cognitivas,procurar a orientação do especialista para o diagnóstico.

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  • Alexsandra Piedade de Oliveira Gonçalves  6 de setembro de 2017 em 10:37

    Esse transtorno de comportamento pode ser parecido com outros distúrbios , cabe aos profissionais em conjunto c outros da área saber identificar c seriedade esses sintomas para diferenciar. Diagnosticar o mais rápido possível facilitará p o tratamento correto desse paciente. O quanto mais rápido for diagnosticado ,mais qualidade de vida terá. Nem todo comportamento agressivo ou delirante pode ser algo definitivo , tbm pode ser momentâneo, ou resultado de algo q tenha acontecido na vida dessa pessoa . Sintomas de esqizofrenia tem q ser observado constantemente , se na escola ou no trabalho ,no ambiente familiar ou na sociedade em geral , esse indivíduo terá comportamento diferente sem se importar c o ambiente. Atitudes repetitivas e em ecesso . saber observar fará toda diferença .

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    • Lucilene de Ornelas  14 de setembro de 2017 em 00:25

      Diante desta época em que o texto menciona,nada melhor do que um belo e claro diagnostico para resolução

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  • Kleidiane Maria Classner  6 de setembro de 2017 em 13:54

    vemos nesse artigo que temos que estar atendo aos sintomas da esquizofrenia ,muitas das vezes achamos que é apenas uma crise de estresse provocada pelo nosso conidiano mais podendo estar escondido a esquizofrenia ou por não conhecermos a doença ou não ter ouvido falar nela ,são artigos assim que podemos conhecer mais a doença e nos informar mais sobre ela com ajuda de um especialista.

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  • ADRIANO PIRES  7 de setembro de 2017 em 00:09

    chegar a constatação da doença nunca foi nem sera simples ,a forma que relacionamos com as pessoas diariamente pode fazer com que os sintomas se tornem comum ,sendo ignorado ou ate passaram desapercebidos por nossa forma leiga de tratar com a doença. sao poucas informações acerca desse mau,conhecemos pouco ou quase nada de alguem que sofre da esquizofrenia seja no modo transitório ou permanente.

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  • Lucineudo Batista de lima  7 de setembro de 2017 em 14:10

    E sempre bom saber e entender um pouco sobre o que diz respeito aos sintomas da esquizofrenia,poucas pessoas sabem que os sitomas são relacionando ao meio em que vive ou experiência passada. O que parece ser de difícil recuperação as vezes pode ate ter um processo de recuperação rápido.Mas devemos sempre ficar a percebido a qualquer tipo de comportamento fora do normal.

    Responder
  • Lucineudo Batista de lima  7 de setembro de 2017 em 14:12

    E bom entender um pouco sobre o que diz respeito aos sintomas da esquizofrenia,poucas pessoas sabem que os sitomas são relacionando ao meio em que vive ou experiência passada. O que parece ser de difícil recuperação as vezes pode ate ter um processo de recuperação rápido.Mas devemos sempre ficar a percebido a qualquer tipo de comportamento fora do normal.

    Responder
  • Nathiely Avancini da S. Coelho  7 de setembro de 2017 em 17:17

    Em nosso cotidiano social agitado e sem tempo para refletir e relaxar, não se pode usar o termo “nunca acontecerá comigo” estamos sensíveis a uma variedade muito grande de sentimentos, e como lidar com eles pode ser saudável ou trazer algum tipo de transtorno. Por isso a importância do diagnostico e tratamento dos transtornos, para que a vida em sociedade seja agradável e benéfica. Uma vez o individuo diagnosticado não deve ser e excluído, e sim instruído de volta ao seu melhor estado para um bom convívio.

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  • fabiane silva morais arpini  8 de setembro de 2017 em 10:30

    Muitas das vezes nós deparamos com pessoa esquizofrenicas surtadas, e nao damos a devida importância são pessoas que tem mania de perseguição acham que tudo e todos estão tramando contra ela e que tudo e feito para prejudicalo. Pessoas assim tem dificuldade de se relacionar e tornam sua vida social difícil e conturbada, vamos ficar atento a esses sintomas se for preciso ajudá-los ou até mesmo indicar um especialista.

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  • Joyce  8 de setembro de 2017 em 19:54

    Eu me interessei muito com esse texto e pesquisei filmes sobre pessoas que foram afetadas por essa doença, e me emocionei muito. É muito triste saber que muita das vezes não damos a devida atenção a certos comportamentos, e na maioria das vezes pode ser tarde demais.

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  • denise barros  9 de setembro de 2017 em 11:40

    professora vou começar com uma pergunta essa dença tem cura, a pessoa vai conseguir trabalhar,estudar,casar ter filhos levar uma vida “normal”.?que bom que os profissionais estão atentos a atender ou entender melhor essa doença para assim diagnosticar e tratar de forma mais adequada usando métodos \tecnicas e apaziguamento psicologico

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  • Lorraine Peres  10 de setembro de 2017 em 13:57

    Certamente ja tivemos contato com alguém com um desses sintomas mas não sabíamos do que se tratava e ainda pouco sabemos.
    A sociedade em geral deveria conhecer mesmo que superficialmente um pouco desse assunto,para quando nos depararmos com tais comportamentos sabermos lidar com a situação.
    Pessoas com esse tipo de ações frequentes merecem um olhar especial tanto no ambiente escolar quanto no escolar pois quanto antes tratadas,melhor qualidade de vida terão.

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  • Jadson Rodrigues de Assis  10 de setembro de 2017 em 16:14

    Vejo que o assunto e pouco falado , o que vem dificultando cada vez mais a diagnóstico , uma vez que não temos conhecimento sobre o minimo possível.
    Acredito que ao perceber logo os primeiros sintomas a chance de cura ou mesmo de amenizar o desconforto é o sofrimento do pasciente .
    Um assunto tão importante e pouco divulgado em nossa sociedade.

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  • Fernanda Neitzel Cypreste  10 de setembro de 2017 em 17:47

    Excelente texto! o assunto esquizofrenia ainda é pouco comentado, muitas pessoas não tem conhecimento do transtorno que essa doença pode causar, é sempre bom conseguir entender um pouco sobre a esquizofrenia , porque com certeza pessoas com esses tipos de sintomas já passaram por nossas vidas dispercebidas. obrigada Vanessa por compartilhar seu conhecimento conosco.

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  • Vanessa Câmara  10 de setembro de 2017 em 18:26

    A esquizofrenia é muito complexa , precisamos de muito conhecimento para identificar cada caso, muitos sintomas passam ser ter devida importância, a sociedade poderia ajudar muito mais se fosse mais informada sobre o assunto.

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  • Vanessa Augusto de Deus  10 de setembro de 2017 em 21:15

    Nossa! Achar que esta sendo perseguido, observado o tempo todo, e acreditar que os vizinhos ou as pessoas que passam na rua querem lhe fazer mal, ter alucinações ou escutar vozes, isso não teve ser nada fácil. Porque pessoas assim não vão a um supermercado, cinema, shopping ou até mesmo em uma simples farmácia. Imagino que viver assim deve ser muitíssimo difícil, Acredito que o apoio e compreensão familiar nesse caso e de extrema importância, para que a pessoa possa conviver com a doença de forma satisfatória.

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  • Willian Vicente Zanotti  12 de setembro de 2017 em 10:21

    Podemos perceber cada vez mais a importância da psicologia como ciência. Através de uma linguagem rigorosa, como citou o texto referindo ao CID 10 que classifica os transtorno em grupos, trazendo características ao aspecto da esquizofrenia, diminuindo o risco de um diagnostico precipitado de forma incorreta.
    Então mais uma vez, vemos a importância do acompanhamento profissional, nos mais diversos casos como por exemplo no meio social como vimos no texto acima.

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  • losangela aparecida da silva  12 de setembro de 2017 em 14:45

    É através do comportamento da pessoa em sociedade que podemos identificar se ela está de uma maneira que não condis com o ambiente. isolamento, dificuldade de convive com outras pessoas, alucinações, etc…,são sinais de que algo esta errado com aquela pessoa, através de uma analise mais profunda e individual será possível esclarecer o momento que a pessoa esta passando, podendo ser apenas transtornos passageiro, acarretando por algo sofrido, ou algo mais grave, como esquizofrenia.

    Responder
  • Andressa Almeida de Amorim  12 de setembro de 2017 em 15:53

    O meio social no qual estamos inseridos, traumas de infância, problemas no ambiente familiar. Todas essas situações geralmente estão interligadas a esquizofrenia. É importante dar a devida atenção aos sintomas. Texto muito bom e nos esclarece bastante sobre o assunto que muita das vezes passa batido no nosso cotidiano.

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  • Diego Afonso De Souza  13 de setembro de 2017 em 14:06

    Pelo que vimos no texto acima, se a criança apresentar um comportamento digamos que “não natural” dela devemos, devemos ser cautelosos em procurar um profissional experiente e com um conhecimento maior na área (já que a esquizofrenia pode ser não tão grave e como pode ter um grau maior de gravidade). E também temos que ter atenção não somente em crianças que começam a agir de uma forma não natural como tambem ficarmos de olhos nas outras tambem, pois oque para nós pode ser o jeito dela, na verdade pode não ter algum ou alguns indícios dessa doença.

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  • paulo  13 de setembro de 2017 em 14:47

    Interessante a questão do transtorno psicótico transitório, notadamente pode ser “curado”, com ou sem medição e em poucas semanas, testemunho in loco alguns destes casos, onde o indivíduo em abstinência em decorrência de alguns entorpecentes tendem a perder a noção completamente.
    Invariavelmente no decorrer dos dias ele volta ao seu normal, sempre em acompanhamento por um profissional. Há também casos de indivíduos que em toda sua vida vivem uma realidade, e quando em alguma “situação” se deparam com uma “realidade diferente daquela que vive” ele adquiri também o transtorno psicótico transitório.

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  • Anna caroliny campos  13 de setembro de 2017 em 15:49

    Como dito acima, a esquizofrenia nem sempre mostra os mesmos sintomas, mas sabemos que de forma alguma é benéfico senti-los e não procurar por ajuda. Com a pressão diária que sofremos no cotidiano por conta de problemas rotineiros, é provável que se confunda a esquizofrenia transitória com um simples estresse. por isso é sempre necessário a procura de um profissional da área.

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  • Suellen Batge  13 de setembro de 2017 em 23:06

    A esquizofrenia se manifesta de várias maneiras, uma delas é a perda de contato com a realidade, com isso a pessoa muda de comportamento se tornando antissocial, o convívio com a sociedade se torna uma dura batalha, quando percebido precocemente e com atendimentos da saúde mental logo pode ser resolvido, claro que em alguns caso.
    Interessantíssimo aprender que podemos perceber logo no início e poder ajudar de alguma forma.

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  • denise silva januario  13 de setembro de 2017 em 23:24

    Especialistas tem se dedicado cada vez mais sobre esse assunto, e a cada dia mais ou menos duas ou mais pessoas se matam porque não sabem lidar ou não procuram ajuda para esse tipo de transtorno.

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  • Adriana Vieira de Souza Santos  14 de setembro de 2017 em 01:12

    É cada vez mais comuns os traumas, dores,somados a correria pelo ter que ultrapassam os limites de resistência do homem.
    Os sintomas da esquizofrenia e outros, tem total reflexos no CONVÍVIO SOCIAL, mesmo que esses ataques/crise não sejam permanentes, frequentes, tirando a percepção do real.
    A doença sendo analisada por classificação dará ao observador(psicologo) precisão nos registros dos transtornos em geral que por se manifestarem no corpo suas reações, traz prejuízos de convivência.

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  • lauana Rocha  14 de setembro de 2017 em 14:04

    Só quem tem uma pessoa assim na família sabe as dificuldades que passam,principalmente na hora de um surto onde fogem da realidade e acabam agindo com muita força,para as famílias que depende de suporte público é difícil encontrar a ajuda necessária para lidar com a situação.

    Responder
  • Nathalia Ribeiro  14 de setembro de 2017 em 15:30

    As vezes somos movidos a situações extremas, não imaginamos as dificuldades das outras pessoas achamos até mesmo que possa ser frescura da parte alheia mais não é bem assim só quem tem um caso assim na família sabe oque é isso. Imagino os sofrimento deles porque não deve ser fácil.

    Responder
  • Eduardo Torezani  14 de setembro de 2017 em 16:06

    Me parece que o texto propõe que, longe dos momentos de “picos esquizofrênicos” ou “surtos” de comportamento, as manifestações da esquizofrenia são mais sutis e podem em diversos momentos se confundir com outras possibilidades da vida cotidiana alterada por qualquer fator corriqueiro gerador de tensão/stress, daí a necessidade de muita atenção e observação.
    Eduardo Torezani. 1o período de Psicologia- Faculdade Européia de Vitoria

    Responder
  • Marinalva ramaldes  14 de setembro de 2017 em 16:29

    Este é um tema muito difícil de ser debatido ou questionado, só quando passamos por uma situação dessa, quando temos um familiar, amigo ou uma pessoa próxima que vive nessa situação podemos compreender melhor Tais transtornos.
    Muita das vezes nos deparamos com Tais transtornos pessoas totalmente surtadas e nem mesmo sabemos o que está acontecendo ao nosso redor E antes mesmo de procurar saber procurar entender acabamos por julgar.

    Responder
  • Daniele Zene  14 de setembro de 2017 em 17:08

    A esquizofrenia é realmente complexa!
    Se até os profissionais da saúde que estudam á fundo essa doença, não estão de comum acordo no que diz respeito às manifestações, principalmente transitórias.Não conseguem chegar á um diagnóstico preciso e imediato,que dirá as pessoas leigas.

    Responder
  • Jeander nunes dutra  14 de setembro de 2017 em 19:02

    Realmente estamos falando de uma doença muito complexa e que estamos aprendendo que pode ser desencadeada por vários motivos. Precisa de muito estudo para diagnosticar corretamente esse paciente e tratar de maneira adequada. Certamente já convivemos com esse tipo de situação e por falta de conhecimento não conseguimos notar do que se tratava. Precisamos de muito estudo para conseguir entender e diferenciar esses comportamentos e atitudes.

    Responder
  • Renilda Felicio Leonidio Silva  14 de setembro de 2017 em 23:01

    A esquizofrenia é uma doença grave e progressiva que tenho ouvido falar nos últimos anos.Entendo que isso não é de agora,porém com o avanço da medicina o diagnósticos tem sido mais preciso, sendo então cada vez mais falado e discutido em nosso meio.E muito importante entendermos as causas e sintomas para que possamos também buscar ajuda .Muitas vezes por não saber do que se trata,começamos a julgar as pessoas e pensar que é apenas algo passageiro ou até mesmo uma forma de chamar atenção. Quando passamos a entender os sintomas da doença,fica mais fácil para iniciar um tratamento adequado.

    Responder
  • Silvia Maria de souza Romanha  14 de setembro de 2017 em 23:03

    Um doença que se manisfesta tardiamente na adolescência ou na fase adulta e que provavelmente fatores genéticos ou ambientais podem estar relacionados com o seu desenvolvimento.

    Responder
  • Natalia Alice de Souza Rodrigues dos Reis  15 de setembro de 2017 em 10:20

    Me enteressei muito com esse texto.
    Hoje o ser humano anda “muito estressado” para alguns e normal, para outros nem tanto. Hoje em dia algumas pessoas tem se deixado levar pelos problemas, e esquecem que pra todos problemas tem solução. E acabam deixando os problemas conduzi-las,, e ficam doentes..
    Esquizofrenia tem tidos bons diagnósticos e tem levado a melhoras.
    👏👏

    Responder
  • Cristiane Lourenço  15 de setembro de 2017 em 21:26

    O apoio familiar a um paciente é fundamental em qualquer fase da doença.
    No caso da esquizofrenia ,os mais próximos do doente precisam entender que a enfermidade não a torna agressiva tampouco louca,mas se perdem o contado com a realidade, tem dificuldade de concentração e idéias desorganizadas .

    Responder
  • Jamille R. Zeferino Waiandt  16 de setembro de 2017 em 14:51

    Diante dessas informações, percebo o quanto é importante a observação e atenção quanto o comportamento das crianças em diversos contextos (escolar, familiar, social), uma vez que por vezes a criança não sabe expressar verbalmente o que está sentindo e a observação dos pais ou responsáveis passa a ser fundamental no processo de análise e construção do diagnóstico.

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  • Helida Scalfoni  18 de setembro de 2017 em 22:53

    Diante desse texto podemos perceber que a esquizofrenia pode ser mais comum do que imaginamos, realmente o conhecimento sobre o assunto se faz necessário, para que haja a percepção e o correto encaminhamento ao tratamento eficaz.

    Responder
  • Edmárcia Maria Kretli Neves Dias  15 de novembro de 2017 em 22:13

    Para identificar indícios de esquizofrenia em um indivíduo e diferenciá-los de comportamentos fora do normal é preciso compreender o que é um comportamento social ‘normal’ e um comportamento social ‘anormal’. As pessoas apresentam tendência a repetir um comportamento de forma contínua, padrão, ocasionado pela necessidade de se criar uma identidade, assim, persegue na busca de confirmações contínuas de si. Essas confirmações são orientadas e organizadas de acordo com a forma da reação externa e nas adaptações que cada um tem possibilidade de produzir, o que resultará na sua integração no campo social-humano permitida (comportamento social normal) ou na sua segregação no campo social-humano de forma negativa e não permitida (comportamento social anormal). É possível verificar isso no cotidiano das pessoas, nas demonstrações na maneira de falar, no jeito como se vestem e fazem uso do seu próprio corpo e nas suas relações e formas de contato pessoal. Todos esses aspectos se interagem em um padrão de ações o que se identifica como seu comportamento. É importante observar de forma profunda esses comportamentos, que prefiro chamar de ‘estranhos’, pois podem ser confundidos com quebra de regras sociais ou transtornos mentais como psicoses, neuroses, esquizofrenia, dentre outros.
    Edmárcia Maria Kretli Neves Dias – Teixeira de Freitas-BA

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  • Gabriele Oldenburg  20 de novembro de 2017 em 00:22

    O desenvolvimento infantil não é linear nem contínuo. Neste processo nem sempre os ritmos de desenvolvimento e o tipo de comportamento de cada criança é o esperado pelos seus pais, cuidadores e educadores.Há elementos a ter em conta nas crianças com perturbações nos seus comportamentos uma vez que estas apresentam de forma mais intensa, desmedida, generalizada e duradora comportamentos como: birras frequentes, amuos sucessivos, discussões constantes sem regulação dos afetos, constante questionamento das regras e recusa no seu cumprimento (“porquê?”, “não quero por que sim”), tentativas deliberadas de provocação, culpa do outro, raiva e ressentimentos frequentes, linguagem má e agressiva, atitudes maldosas e vingativas. A indiferenciação do alvo e a ausência de constrangimento, vergonha, culpabilidade e falta de empatia são também sinais de alerta.
    Nestes últimos casos, a avaliação psicológica e o acompanhamento psicoterapêutico assumem um papel fundamental para tranquilizar e ou dar esperança de um futuro mais feliz e psicologicamente ajustado para estas crianças e jovens.

    Responder
  • Nathália Barreto Pinheiro  5 de dezembro de 2017 em 15:52

    É muito comum pré julgarmos, e até mesmo titular alguém que se comporte fora dos padrões sociais como esquizofrênico. A esquizofrenia pode está envolvida por traumas , perdas, dor, e precisa ser diagnosticada e tratada. É preciso estar atento aos ”porquês” entender o motivo pelo qual o sujeito está agindo de tal maneira e procurar ajuda neurológica e psicológica.

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  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  5 de dezembro de 2017 em 22:40

    Esse tema é muito interessante também quando pensamos na transmissão genética, onde o percentual de filhos de esquizofrênicos podem desenvolver a esquizofrenia ou não, mas com uma possibilidade maior se o meio onde esta inserido for propício para tal.

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