Estudiosos recomendam investigação criteriosa e persistente e atenção a diferentes sinais da criança.

As entrevistas, bem organizadas e ao mesmo tempo livres, com a criança podem permitir que ela revele sua dor e os caminhos dessa sintomatologia. Não podemos esquecer os fatores biológicos, psicológicos, ambientais, predisponentes na vida infantil, que podem ser fontes da depressão.

Ocorrências estressantes, mescladas aos sentimentos de impotência solucionadora, são fatores de risco à depressão na infância e parecem nos contextos centrais de sua vida e desenvolvimento como família e escola.

Casos como separação, morte, abandono, fraco suporte afetivo e familiar, bullying na escola ou grupo para brincadeiras, relacionamento difícil com pais, irmãos, colegas e professores podem ser determinantes estressores a favor da depressão infantil.

Ressaltamos aqui à questão da rigidez educativa e a ausência familiar protetora e norteadora, quase tão perigosa quanto o abuso de poder e violência contra a infância.

A questão sócio econômica também entra nessa avaliação, visto que altera o comportamento da família e às vezes oferece a criança, uma percepção de menor valor pessoal frente às demais crianças com as quais convive.

Nas nossas vivencias pedagógicas percebemos alguns sintomas como dores de cabeça e dor de barriga, vontade de vomitar, e outros sintomas físicos mesclados à ansiedade e até ao rendimento escolar, sugerindo comportamento de difícil adaptação e possível depressão, o que nos leva a indicar profissionais especificados para diagnosticá-los e minimizar esse tipo de sofrimento biopsíquico.

Ana B. Silva (2016) diz que, nós, seres humanos, tendemos a jogar para baixo do tapete aquilo que tememos ou nos faz sofrer, em constantes repressores, sem resolver o problema. Mas os índices de depressão estão aumentando demais no mundo.

É um problema sério, alguns mais graves, outros menos, mas revela a nossa infelicidade. É uma doença clinica que, em seu extremo pode conduzir ao suicídio, fragilidade dos anticorpos e morte, e que não se restringe a uma cultura ou classe, existe em todo lugar do mundo e cada vez mais cedo nas ultimas gerações.

 

 

Publicação sugerida pelo autor.

86 Comentários Respondidos

  • MARA CRISTINA ANDRADE NUNES  25 de julho de 2017 em 17:37

    Algumas pessoas não acreditam que existe depressão, principalmente em criança.Em alguns casos acham que a criança esta inventando algo querendo chamar atenção, ao invés de procurar saber se está acontecendo alguma coisa errada simplesmente ignoram, com a falta de atenção a criança pode procurar em outro lugar a atenção que tanto deseja, podendo assim levar a criança a fazer algo errado.Conheci uma pessoa que falou que depressão não existe.

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  • Jadson Rodrigues de Assis  3 de setembro de 2017 em 16:51

    Boa Tarde.
    Esse e um dos primeiros contatos que estou tendo com esse assunto tão sério.
    Acredito que devido a falta de informações , e falta de conhecimento , não levamos à sério os sinais que uma criança possa estar tentando mostrar que que algo de errado esta acontecendo , se não buscarmos ajuda com os profissionais , para que seja diagnosticado a tempo certamente teremos um grande desafio futuro com nossos filhos.

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    • Lucilene de Ornelas  14 de setembro de 2017 em 01:05

      Segundo o texto e um grande desafio e de responsabilidade o procedimento do diagnostico, pois demanda conhecimento e convicção sobre a realidade da esquizofrenia para melhores providencias serem tomadas.
      Sendo que a criança é muito prejudicada na escola, com a grande dificuldade de aprender e desenvolver textos.etc . Com isso ouvi uma necessidade de ofertar de que somente o profissional da área tem esta responsabilidade de fazer atividades pedagógicas com adaptações adequada, agindo assim facilitara e amenizara sérios problemas escolares e familiares.

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  • Eduardo Torezani  3 de setembro de 2017 em 21:06

    Dizer que nos últimos anos isso vem acontecendo mais cedo nas ultimas gerações reflete o homem pós-moderno (acelerado, mergulhado na tecnologia, global, relativista, crítico e hedonista). Viver é desafiador em qualquer fase da vida mas me parece que para a criança as coisas não se processam com a mesma velocidade que para seus pais, os adultos. Esses adultos estão mergulhados na corrida de “quem chega primeiro ganha” e que ganhar tem sempre a ver com o capital. Acaba sendo melhor dar “presente” do que “presença” para a criança, porque a corrida do mercado continua. Acredito que tanto a ausência dos pais quanto a rigidez na educação tem a mesma origem: A construção do homem pós-moderno. Se mesmo os adultos vez por outro surtam pela cobrança de resultados sobre eles, o que os tiram de casa por mais tempo que antes ou que os obrigam a levar o trabalho para dentro de casa , agir de maneira semelhante com a criança, parece ter consequências ainda mais esmagadoras.
    Eduardo S. Torezani- 1o Período de Psicologia- Faculdade Européia de Vitoria

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    • Jamille R. Zeferino Waiandt  16 de setembro de 2017 em 12:30

      Muito boa essa associação que você fez da rigidez e ausência familiar com a pós modernidade!
      As consequências desse estilo de vida que vem sendo escolhido pela sociedade pós moderna ocidental já pode ser percebida tanto em adultos, como em crianças. Contudo, como bem sinaliza o texto, nas crianças precisamos ficar mais atentos uma vez que se encontram nos grupos dos mais vulneráveis da sociedade!

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  • Vanda Nolasco  5 de setembro de 2017 em 13:02

    Esse artigo nos mostra importância do trabalho em conjunto nesse caso com a escola e o profissional da saúde (psicológo) e também da observância dos pais ao comportamento da criança, especialmente em casos de situações difíceis e estressantes em que talvez a criança tenha a dificuldade de lidar sozinha com a situação como por exemplo em caso de separação dos pais ou morte de alguém próximo.
    O cuidado adequado evitará que essa criança se reprima em seus sentimentos evitando assim uma futura depressão.

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  • Alexsandra Piedade de Oliveira Gonçalves  6 de setembro de 2017 em 09:57

    Saber observar é aprender a conhecer o outro . E quando se trata de criança se torna ainda mais sério. Esse assunto é uma realidade na sociedade atual. Cobranças excessivas e relacionamentos nao estruturados, tem levado a insatisfações q nos trazem problemas sérios . As crianças são as mais atingidas, pois não se sentem fortes p lidar c às adversidades da vida. Muitas separações em meio a disputa dos filhos e brigas constantes , sem respeito ao direito da criança de ser feliz , se sentir protegida e amada ,tem deixado crianças tristes e até se sentindo culpadas por situações familiares, que com certeza reflete na vida social dessas crianças. Na escola não rendem como deveria ,em comparação a crianças q vivem em um ambiente saudável. Pequenos Sinais nem sempre são observados , muitos acham q a criança está tentando chamar atenção de alguma maneira ,o q pode ser verdade , pois pode ser a única forma q encontra de ser vista. Muitas sofrem depressão na infancia e levam p a vida adulta se tornando um ser infeliz e insatisfeito ,desencadeando problemas irreversíveis.

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  • Kleidiane Maria Classner  6 de setembro de 2017 em 14:15

    Muitas das vezes nos como pais achamos que se formos rígidos com nossos filhos estamos educando para que eles se tornem responsáveis quando adulto e não paramos para ouvi los achando que nos estamos fazendo o bem , não damos devida importância quando aparecem sintomas de depressão falamos que é frescura ,Mas a depressão também afeta as crianças muitas das vezes a casos de bullying nas escolas que mechem com a autoestima das crianças ,ou ate mesmo separação dos pais e vários outros fatos que podem levar a depressão ,temos que ficar atentos com isso e procurar ajuda com especialistas .

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  • Fernanda Neitzel Cypreste  6 de setembro de 2017 em 18:28

    Depressão tem sido um assunto muito comum nos dias de hoje, porém algumas pessoas pensam q é doença de adulto, entretanto quando a criança começa apresentar sintomas de depressão algumas pessoas pensam que ela está com birras ou que pode ser timidez. Na maioria das vezes ela está passando por algum trauma, separação dos pais ou até mesmo bullyings. Em alguns casos a escola não consegue entender a dificuldade em aprender daquela criança e começam a ser rígidos pressupondo que a criança esta com preguiça, a escola tem que sempre está conectada com os pais, e ter um olhar mais sensível para os sintomas.

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  • lucinéa Pereira Soares  7 de setembro de 2017 em 17:27

    Oque muitos não sabem é que a criança pode se deprimir,sendo isso muito grave por causa de sérios prejuízos ao desenvolvimento.Com a criança é diferente,elas aceitam a depressão como um fato natural,próprio de seu jeito de ser. Sofrem não sabem que os sintomas são resultado de uma doença e que podem ser aliviados, Os pais de um modo geral,calam-se e ficam desatentos e custam a dar conta de que o filho precisa de atenção e ajuda.

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  • Nathiely Avancini da S. Coelho  7 de setembro de 2017 em 17:28

    Com os estereótipos criados pela sociedade a tendência é que os pais idealizem nos filhos o que seria o “melhor” para ele, o que pode acarretar em uma grande cobrança para que a criança seja um modelo. É importante dosar quando tratamos da atenção que damos as crianças, “tudo o que vem em excesso faz mau”. A criança precisa de liberdade para expressar suas emoções e desejos, sem que nosso autoritarismo às reprima ou constranja, mas ao mesmo tempo devemos ser atentos a tais emoções e desejos.

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  • Lucineudo batista de lima  8 de setembro de 2017 em 08:16

    A depressão infantil pode ser por diversas cousas,algumas que as vezes parece comum pra sociedade, como a separação de um casal em situações como essa um dos mais prejudicado se torna a criança porque oque era pra ser um problema pra gente grande se torna um fator prejudicial para o desenvolvimento da criança .Devemos ficar a tento aos possíveis sinais que uma criança pode apresentar por ex: irritabilidade, humor depressivo, perda do interesse na maioria das atividades ou incapacidade de sentir prazer nelas,situações como essa parece normal para alguns,mas isso e um indicio que algo esta erado,fica ai um alerta pra pra que possamos ter mais cuidado com nossas crianças.

    Responder
  • ADRIANO PIRES  8 de setembro de 2017 em 10:28

    fato preocupante na atualidade ,onde os numeros de divorcio e separaçoes sao enormes da forma legal.e ate de outra proporçao ,como a violencia domestica que nao tem limite,os assasinatos do companheiro tem sido um alerta pra os orfaos desses episodios.,tambem surgem os novos aranjos diferentes do chamado nucleo familiar que envolvem a criança e ela ainda nao tem dimençao desse modelos, levando elas a se fecharem podendo desencadiar uma depressao futura .

    Responder
  • Suellen Batge  8 de setembro de 2017 em 21:42

    A depressão infantil dificilmente é percebida, é complicado distinguir um comportamento depressivo de um comportamento normal de uma criança, o bullying está presente diariamente na vida das crianças nas escolas, a separação dos pais influencia demais nesses quadros de depressão. É preciso atenção aos primeiros sintomas que muitas vezes são diagnosticadas com uma simples virose. A ausência da família contribui para que a criança desenvolva uma depressão profunda, com isso é muito importante que os pais observem seus filhos, qualquer comportamento diferente, dor, choro, atitudes que queiram atenção é válido que seja acompanhada com mais carinho e atenção, pois crianças precisam desses afetos.

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  • Lorraine Peres  8 de setembro de 2017 em 21:58

    Depressão infantil,muitas vezes é culpa de pais que esquecem de tratar seus filhos como crianças.
    Devemos nos policiar quanto as palavras e ações que usamos com nossas crianças e no ambiente familiar. Alguns casos de separaçao podem servir como exemplo,pais que focam somente no interesse pessoal de cada um que deixam passar o mais importante,explicar para a criança de forma que ela entenda que não é culpada,não vai perder o amor dos pais,etc.
    Separaçao na qual um dos cônjuges não aceita o termino da relação,acaba refletindo na criança,sendo por que o pai/mãe esquece a criança ou a mesma é usada como chantagem,colocando a criança numa posição de ter que escolher com quem ficar.
    Quando uma pessoa próxima vem a falecer,nos dedicamos a apoiar emocionalmente os adultos,mas nos esquecemos de interpretar de forma lúdica para a criança porque e como lidar com a falta que aquela pessoa fará.
    Definitivamente essa doença que esta se tornando cada dia mais comum entre aa crianças é culpa dos pais,seja direta ou indiretamente.
    O melhor que temos a oferecer aos nossos filhos é carinho e sobre tudo atenção,atenção ao que acontece com eles na escola,no parquinho,na casa da vovó e em nossa própria casa.
    Prevenir,melhor que remediar!

    Responder
  • Renilda Felicio Leonidio Silva  8 de setembro de 2017 em 22:41

    A depressão é um problema antigo,porém tem se tornado notório nos últimos anos fazendo com que a sociedade fique mais atenta e preocupada com essa doença que pode levar a grandes transtornos e até ao suicídio.As pessoas tem sofrido cada vez mais,e com as crianças não tem sido diferente.Infelizmente muitas vezes as famílias nao percebe o sofrimento da criança porque tem sido muito comum criança ficar em casa e os pais sairem para trabalhar.Nesses momentos,as vezes para suprir a ausência,os pais deixam seus filhos aos cuidados de celulares,computadores,videos games ou babas,embora todos podem fazer parte da vida da criança,isso nao pode substituir o afeto,a convivencia e o cuidado que os pais podem dar.Isso influenciar negativamente no comportamento da criança,fazendo a sofrer calada e ser prejudicada psicologicamente .

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  • victor marianelli  9 de setembro de 2017 em 17:55

    Ao ler o texto e os comentários percebi que são inúmeras as causas da depressão infantil , tais como : ausência dos pais , excesso cobrança dos mesmos para com os filhos , divórcio, agressão , abuso do poder entre outras situações que afetam diretamente o psicológico da criança. Com essa gama de informações percebo o quão silenciosa é a depressão , devido a esse fator não somente os pais ,mais todos aquele que fazem parte do ambiente da criança deve atentar-se ao seu jeito de ser e expressar dela , como vimos uma dor de cabeça quando constante ou outro sintoma rotineiro pode revelar indícios deste mau que quanto antes diagnosticando melhor.
    Victor Marianelli 1° período de Psicologia FAEV.

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  • denise barros  10 de setembro de 2017 em 17:10

    é realmente as vezes somos leigos em certos assuntose nao sabemos como olhar para a criança.pensamos que quer chamar atenção ou esta inventando dores para escapar de ir a escola ou fazer algo que pedimos para fazer. meus filhos passaram por um trauma e tiveram alguns sintomas,eu,como ignorante no assunto quis corrigi-los muitos das vezes mas a escola deles nos chamaram para conversar e nos orientou a buscar ajuda de um profissional. so assim pude ver que estavam sofrendo e não querendo chamar a atênção.fizeram acompanhamento e agora estão muito bem graças a Deus

    Responder
    • Iury assis  7 de abril de 2019 em 14:16

      A depressão infantil está se tornando cada vez mais comum, pois com o passar do tempo, as famílias esta ou perdendo o real sentido da palavra, para nos jovens e adultos, alguns fatores são descartáveis por conta do nível de maturidade, mas para crianças que estão começando a formar ideias, que está numa fase de “aprendizagem”, um simples ato, ou uma simples palavra, pode afetá-las, por isso devemos tomar cuidado com nossas atitudes quando estamos servindo de espelho para crianças, pois para os pequeninos somos o maior exemplo, e não agir como tal, pode afetalos seriamente causando até mesmo uma depressão!

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  • Vanessa Câmara  10 de setembro de 2017 em 19:00

    Muitas das vezes nos preocupamos tanto com nosso cotidiano, com nossos valores e esquecemos de dar atenção ao que realmente importa. Nos desligar do ” nosso mundo adulto” e estar com nossos filhos, ouví_ los, pode identificar e até mesmo evitar que uma depressáo cause sérios prejuízos a eles. Como pais, devemos exercer autoriadade sim, mas num relacionamento de amor e amizade, onde tenham confiança e liberdade para expor seus medos e anseios.

    Responder
  • Vanessa Câmara  10 de setembro de 2017 em 19:10

    A depressão infantil é infelizmente muito comum. Pais ausentes tentam suprir sua ausência com presentes , onde na verdade sua presença e atençáo devidas deveriam ser o presente na vida de seus filhos. Um relacionamento de amizade e confiança identifica e muitas das vezes evita uma criança a ter depressáo. Expor seus medos e anseios deveria ser algo comum dentro do lar, mas muitas vezes procuram e náo encontram em seus pais esse porto seguro e ai isso se mostra atraves de algum sintomas, dores de cabeça, na barriga, desinteresse em frequentar a escola, é uma das formas de pedir socorro. Que possamos realmente nos atentar a tais comportamentos e procurar ajuda o quanto antes.

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  • Vanessa Augusto de Deus  10 de setembro de 2017 em 21:28

    Nem uma criança nasce inteligente, medrosa, corajosa, tímida, extrovertida ou deprimida, elas não nascem com rótulos, isso surge do desenvolvimento do comportamento externo, da pressão da sociedade, esquecendo que são apenas crianças em processo de amadurecimento. Cabe ao educador, pais e familiares ter uma quantidade a mais de carinho e atenção do que somente cobranças. Claro que a criança precisa aprender a lidar com as emoções desconfortáveis, porém de uma forma saudável com a supervisão de um adulto para que essa criança não cresça com a autoestima baixa e frustrada.

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  • losangela aparecida da silva  12 de setembro de 2017 em 14:57

    A depressão infantil é silenciosa e podem ter vários fatores; ambientais, biológicos ,etc.. É em família, ou no ambiente escolar, que ocorrem muita pressão e a criança pode se sentir incapaz de solucionar problemas.
    falta de afetividade família, separação dos pais morte, bullyng na escola são fatores que podem causar a depressão na criança. É importante observar, e criar meios para que a criança demostre seus sentimentos e medos.

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  • Willian Vicente Zanotti  12 de setembro de 2017 em 15:53

    Precisamos ter a atenção redobrada para esse assunto, pois a depressão já causa sérios danos para a saúde mental adulta, e fara muito mais para uma criança, pois ela estará em plena percepção e construção do mundo externo e interno, e um trauma ocorrido no período da infância sendo no convívio familiar ou escolar por exemplo, pode trazer grandes consequências como a depressão. No entanto precisamos estar atentos no comportamento da criança, pois ela estará em constante mudança por estar em fase construtiva, isso é completamente normal e necessário, mas as vezes percebemos que há algo anormal mas não damos o devido valor ou atenção para o fato.

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  • Andressa Almeida de Amorim  12 de setembro de 2017 em 16:30

    A depressão tanto infantil quanto na fase adulta é o resultado do mundo tumultuado em que vivemos, é o reflexo de tudo de ruim que guardamos pra nós mesmos na grande maioria das vezes. As crianças tendem a refletir isso de uma forma mais sincera e abundante, elas não tem muito controle emocional e transformam a falta de carinho, o bullying, e as agreçoes em problemas acumulativos que acabam resultando na depressão.

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  • paulo  13 de setembro de 2017 em 14:12

    Interessante que quando se fala em doenças, e principalmente aquelas com sintomas psicossomáticos, a base norteadora sempre é a família, qual a razão?
    Por mais que pesquisadores, filósofos e outros encontrem base científica para tais fatos, há de se convir, a família sempre será a base fundamental para o processo de nascimento, crescimento e amadurecimento do ser humano.
    A estrutura familiar é fundamental na infância de uma criança para que ela cresça bem fisicamente, psicologicamente e espiritualmente.

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  • Anna caroliny campos  13 de setembro de 2017 em 16:01

    Nossa sociedade está doente! E muitas vezes também permitimos que nossa criança adoeça, quando não se dá a devida atenção, quando falta paciência ou até mesmo quando deixamos as crianças por conta da mídia manipuladora. Que a cada vez mais tem imposto padrões difíceis de serem seguidos. As crianças são o futuro da humanidade, são a garantia do amanhã, imagine esses pequenos seres já crescendo sem” vontade de viver”? Portanto devemos garantir a felicidade desses indivíduos, dando carinho, afeto, atenção e uma correção “correta”, de preferência o diálogo, que está cada vez mais escasso entre os familiares.

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  • Marinalva ramaldes  13 de setembro de 2017 em 19:33

    No meu ponto de vista, uma criança com depressão deve ser devidamente acompanhada e preciso compreender a dinâmica familiar e fazer com que a criança se sinta acolhida.
    Médicos e psicólogos devem trabalhar em conjunto para acompanhar e estimular o desenvolvimento dá criança.
    Também é preciso que ela seja estudada e observada ,no intuito de saber os meios e as causas de desencadeou tal doença.

    Responder
  • Diego Afonso De Souza  13 de setembro de 2017 em 22:48

    Penso que, desde a infância, todos os pais devem ensinar e provar como viver uma vida sem deixar com que as coisas ruins ou boas entram com facilidade no coração da criança, como por exemplo citado a cima, uma criança pode se sentir inferior as outras por ter uma condição financera menor do que as demais, devemos mostrar que os sentimentos são mais impotantes do que simples objetos, mostrando assim um novo caminho para a felicidade. Mas tambem devemos, antes de tomar qualquer medida, procurar entender ou oque esta de errado para a criança se encontrar em um estado de tristeza

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  • denise silva januario  13 de setembro de 2017 em 23:19

    Varios sintomas que desencadeiam a depressão infantil, assim tambem como fatos do cotidiano, que leva a criança a ter seus pensamentos confusos e anciedades, onde influenciadas por esses pensamentos cometem ate o suicídio.

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  • Jeander Nunes Dutra  14 de setembro de 2017 em 01:48

    Esse texto nos tras um Tema muito importante e que nos leva a refletir como estamos educando nossas crianças. Eu mesmo sou um que comecei a me policiar em algumas atitudes depois que comecei a estudar Psicologia e comecei a ler sobre alguns assuntos. E concordo com o que Ana B. Silva diz no texto “que nos seres humanos preferimos jogar para baixo do tapete alguns problemas que nos faz sofrer e acabamos não resolvendosso o problema”. Agora vejo que essa atitude pode nos trazer grandes prejuízos como a DEPRESSÃO, doença que pode nos levar até a cometer um suicídio.

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  • Adriana Vieira de Souza Santos  14 de setembro de 2017 em 02:17

    É visível a forma que o emocional infantil se descontrola mediante pressão, conflitos que as lançam numa agonia e angústia que resultam nos sintomas depressivos cada vez nais comuns, infelizmente.
    O texto destaca a rigidez educativa e outros fatores que alteram a rotina dessa criança que esta em formação, e os prejuízos provocados pela depressão podem ter efeitos psicológicos no desenvolvimento desse indivíduo.
    É uma pena ser “passado” a preocupação adulta em preservar, amenizar o impacto no contexto de vida infantil por crer que esta em formação.

    Responder
  • lauana Rocha  14 de setembro de 2017 em 11:40

    Uma base familiar é fundamental para o desenvolvimento,social Cultural entre outros de uma criança, e as vezes seus pais querendo que seus filhos sejam um troféu que eles nunca conseguiram receber, acabam gerando crianças mescladas de sentimentos depressivos.

    Responder
  • lauana Rocha  14 de setembro de 2017 em 11:47

    Uma base familiar é fundamental para o desenvolvimento,social Cultural entre outros de uma criança, e as vezes seus pais querendo que seus filhos sejam um troféu que eles nunca conseguiram receber, acabam gerando crianças tomadade sentimentos depressivos.

    Responder
  • lauana Rocha  14 de setembro de 2017 em 11:48

    Uma base familiar é fundamental para o desenvolvimento,social Cultural entre outros de uma criança, e as vezes seus pais querendo que seus filhos sejam um troféu que eles nunca conseguiram receber, acabam gerando crianças tomada de sentimentos depressivos.

    Responder
  • Nathalia Ribeiro  14 de setembro de 2017 em 15:42

    Filhos que não recebem carinho amor e orientação dos pais são mais propícios a entrar na depressão pois muitas das vezes se sentem rejeitados. Na minha opinião papel dos pais é dar amor e carinho e ensinar o seu filho (a) a crescer com caráter e ética para ser um sujeito de boa índole na sociedade.

    Responder
  • Daniele Zene  14 de setembro de 2017 em 17:32

    É realmente triste ver as nossas crianças (o futuro da nação) em tão tenra idade, sofrendo por um mal que antes víamos ,ou só se era falado,em adultos!
    Lamentável ler neste artigo ,que os pais que deveriam ser o porto seguro dessas crianças , são os causadores de tal doença.

    Responder
  • Silvia Maria de souza Romanha  14 de setembro de 2017 em 23:23

    Muitas das vezes a depressão se manifesta de forma surpreendente, um desequilíbrio familiar destrói até mesmo um adulto o que não faria com o emocional de uma criança?
    Se você nasce um lar conturbado com regras exageradas ou sem nenhuma regra, se é um lar onde o lar tem disciplinas exageradas, em um lar onde só há discórdia e desa vessas é impossível um criança não desenvolver a depressão.

    Responder
  • Natalia Alice de Souza Rodrigues dos Reis  15 de setembro de 2017 em 10:31

    Na minha opinião , alguns pais que conheço faz separação de filho e aquele que se sente mas abandonado da pra perceber a tristeza na criança.
    A depressão infantil existe sim,, tanto por abusos na escola como até mesmo em casa se sentem oprimidas ,se excluem da roda de coleguinhas.
    As crianças São mais difíceis de desabafar falar o que está acontecendo e até mesmo lidar com isso..

    Responder
  • Cristiane Lourenço  15 de setembro de 2017 em 22:19

    A criança tem grande dificuldade para se expressar que esta deprimida. Primeiro porque não sabe nomear as próprias emoções. Depende do adulto para dar o significado daquilo que se chama tristeza, Ansiedade ,angustia.
    Por isso,tende a somatizar o sofrimento e queixar-se de problemas físicos,porque é mais fácil explicar males concretos ,orgânicos,do que um de caráter emocional. Elas também perdem a iniciativa deixando de aprender e na escola apresentam varias dificuldades de aprendizado .
    Hoje se sabe que sintomas com alteração de apetite e do sono, diminuição da atividade física,medo excesssivo duradouro e persistente, são próprios da depressão infantil.

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  • Helida Scalfoni  18 de setembro de 2017 em 23:04

    Realmente precisamos dar a devida importância aos sinas que as nossas crianças tem enviado, podemos confundir com uma criança mimada, teimosa, introvertida, não vemos que os fatores externos também as afetam, podendo levar a doenças como a depressão, que devem ter a devida atenção, não devendo ser ignorada, pois na maioria das vezes acredita-se que irá melhorar na fase adulta, ao contrário pode-se agravar.

    Responder
  • Christiany Saúde  7 de novembro de 2017 em 23:26

    Os pais atualmente tem se preocupado muito com a educação de seus filhos e pecam muitas vezes pelo excesso de atividades culturais e intelectuais que inserem na rotina deles.
    Além da sobrecarga diária de atividades, as crianças ainda têm que enfrentar as exigências e expectativas de seus pais em relação ao seu desempenho fazendo com que a vida dessas crianças muito precocemente venha a ser uma constante pressão e frustração quando não atingem os objetivos estimados.
    Com isso a depressão infantil tem acometido um número cada vez maior de crianças em todo o mundo. Podemos dizer um mal do século justamente pelo número assustador, pois a humanidade tem adoecido coletivamente, das crianças aos adultos(infelizmente). Vivemos numa sociedade urgente, rápida e ansiosa.
    Todas essas questões somadas a tantas outras relativas à vivência de perdas, separação dos pais, enfim um histórico familiar não favorável, vão fazendo com que essa criança seja potencialmente vulnerável a desenvolver um quadro depressivo, apresentando prejuízo em seu desenvolvimento social, emocional e psíquico onde os pais, familiares, e escola não sabem em sua grande maioria como lidar ou nem mesmo detectar comportamentos característicos dessa depressão.

    Responder
  • Marcia Miranda Gonçalves de Sousa Resende  18 de novembro de 2017 em 20:30

    Infelizmente muitas crianças se sentem na responsabilidades de cumprirem com as expectativas de seus pais, sejam elas com notas altas ou com comportamento civilizado e quando não conseguem acabam por ficarem ainda mais frustadas que seus próprios pais, contando também que é grande o número de crianças que não possuem o convívio constante familiar e cresce com a sensação de abandono e baixa auto-estima, correndo grandes riscos de depressão, que também é justificado por perdas familiares, exclusão na escola, separação dos pais entre outros.

    Responder
  • Danielle Servin  20 de novembro de 2017 em 00:05

    Segundo o texto leva a entender que pais rígidos na formatação dos filhos exercem um excesso de cobrança o que resulta na criança sentimentos de frustração e desmotivação por não corresponder as expectativas dos pais. Esses sentimentos culminam em tristezas que leva ao isolamento da criança, consequentemente a depressão. Vale ressaltar que a depressão infantil é mais difícil de diagnosticar, pois elas tem dificuldade de externar seus sentimentos e muitas vezes os pais nem percebem o que se passam com seus filhos. A depressão infantil é silenciosa e pode prejudicar todo seu desenvolvimento e em todas áreas. É importante que as pessoas que estão próximas as crianças (pais, parentes, professores) venham estar atenta. Crianças depressivas perdem o ânimo e param de aprender.

    Responder
  • Cristiane Kretli Neves  20 de novembro de 2017 em 23:26

    A depressão infantil cresce a cada ano.
    É necessário de fato desenvolver estratégias eficazes, encorajando a criança a dialogar. Colocar para fora suas angústias e anseios. Sentimentos que nem ela mesma consegue explicar e externar.
    É necessário escutar, investigar e dialogar com a criança para assim descobrirmos os fatores que levaram a depressão, que podem ser de foco emocional, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros.
    O fato é que hoje a família pouco tem observado a criança. O acompanhamento está falho, deixando por conta das escolas, que já exerce o papel de formação do caráter, valores e princípios morais, que direcionará o aluno a utilizar os conhecimentos aprendidos de maneira eficaz.
    No entanto, querem suprir essa falta com presentes e bens materiais, deixando de exercer um simples papel, que é o de dar carinho, atenção e amor aos filhos. Ficando em sua maioria a lacuna da solidão por parte da família. Família essa que vive sobrecarregada com funções e afazeres.
    E onde fica essa criança que precisa de socorro e ajuda?
    O fato é que muitos dos problemas depressivos em crianças é a falta dos pais. É necessário atentarmos a esse grave problema que pode levar ao suicídio. E cabe a nós educadores, alertar aos pais quanto a esse grave problema que afeta nossas crianças, jovens e adolescentes.

    Responder
  • Nathália Barreto Pinheiro  4 de dezembro de 2017 em 15:54

    De acordo com a psicanálise, os períodos iniciais da vida de uma criança, vão determinar a vida adulta. O contexto familiar é imprescindível para o desenvolvimento cognitivo do indivíduo. Entender a hermenêutica deste contexto, nos norteia em um paradigma de que a rigidez e a ausência familiar irá influir diretamente na formação do caráter e da emoção do sujeito. Ter um olhar atento é fundamental, buscar ajuda ainda na infância também é outro fator importante, pois pode diminuir riscos de suicídio ou escoriações a si, ou quaisquer outros tipos de riscos que o indivíduo pode cometer contra si.

    Responder
  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  5 de dezembro de 2017 em 19:04

    Foi-se o tempo que criança era sinônimo de muitas brincadeiras e gargalhadas, salvo em alguns casos, hoje a criança reproduz a ansiedade, o medo, o stress e tantas outras preocupações do adulto que os próprios pais muitas vezes lhe impõe. Sabemos que as crianças se desenvolvem, entre outras coisas, brincando, mas por incrível que pareça nossas crianças não têm tempo para isso.Vivem o tempo todo se preocupando com as notas excelentes que precisam produzir com: o inglês, o balé, o judô, a aula de piano e etc. Preocupações para ter uma boa qualificação futura, e o presente vai adoecendo esta criança e nas múltiplas ausências dos pais, quer seja física ou emocional, vai se perdendo e se distanciando da pureza e delicadeza da infância. Se vive como adulto, sofre como adulto.

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  • Patrícia Carvalho  6 de dezembro de 2017 em 10:46

    A infância é uma fase em que normalmente a criança manifesta curiosidade, alegria, dinamismo, Vivacidade e energia. Esses fatores contribuem em seu desenvolvimento cognitivo e emocional. Quando o comportamento apresenta traços de baixa estima, tristeza, prostração e desenvolvimento aquém do esperado, este deve ser observado e investigado. A felicidade é própria da infância. A criança muitas vezes externa suas angústias e frustrações através de dores físicas que merecem atenção!

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  • Ana Paula Cosenza  10 de dezembro de 2017 em 18:12

    A depressão infantil é algo que chega bem sorrateiramente, e hoje em dia é muito comum, infelizmente, nos depararmos com crianças na escola apresentando sintomas de grande ansiedade devido cobranças dos pais, ausência, disputas entre si diante uma separação, entre outras questões. Como foi retratado também em outro texto aqui lido sobre pais perfeccionistas; onde ambos se complementam. Aqui complementa que indefere em classe social. mais uma vez a importância do espaço Escola e seus pares observarem o comportamento infantil e percebendo algum comportamento diferente do normal, chamar essa família pra perto, alertar com cautela e caso não haja mudanças, buscar órgãos que vão agir em favor dessa criança.

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  • janine Manhães Teixeira  10 de dezembro de 2017 em 20:47

    A depressão por um longo de tempo era acometida somente a adultos, ao ver que ela começou a atingir crianças, demonstrou que algo de errado está acontecendo durante o caminho. A tendência é que a criança que mais nos chama a atenção é a bagunceira, que nos instiga a todo momento. A criança quieta, apática, acaba sendo deixada de lado. Temos que direcionar o olhar, percebendo que o papel familiar, de educador e de cidadãos, devem estar atentos aos comportamentos das crianças.

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  • Rejane Senna  10 de dezembro de 2017 em 21:08

    A depressão infantil é mais comum do que imaginamos. Muitas crianças apresentam quadros depressivos, porém não são observadas, muitas vezes a criança é quieta, não dá “trabalho comportamental”, não externa as suas angústias, internaliza seus sofrimentos por não saber expressar de maneira clara, então fica mais difícil e distante o diagnóstico. As famílias estão doentes, os pais estão doentes, os filhos estão doentes. As famílias não estão sabendo mais como educar os seus filhos, ou são permissivos demais ou são rigorosos demais. Devemos ficar atentos, a depressão infantil é algo que vem crescendo, porém pouco diagnosticada.

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  • Gabriela Vasconcelos Gomes  10 de dezembro de 2017 em 21:59

    Baseado no texto é de suma importância o acompanhamento das etapas de vida das crianças. Pois as últimas gerações tem sido corrompida por uma sociedade pós moderna, onde as crianças não vivenciam mais brincadeiras de criança, estão maior tempo conectados a tecnologia, onde o diálogo estão ficando de lado, as famílias, tem preenchido a maior parte do seu tem parte do seu tempo com o trabalho, sem acompanhar de perto a vidas dos seus filhos. Toda criança precisa de amor, atenção e orientação, para crescer segura nas suas atitudes.

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  • Geisa Goulart Barreto  10 de dezembro de 2017 em 22:02

    Alguns aspectos no comportamento da criança, pode indicar que ela esteja com depressão. Parece paradoxal, uma vez que nesta fase é comum vê-las brincando, sorrindo. Alguns fatores familiares e sociais são determinantes para que a depressão se instale . Por isso, famílias , escola e outros grupos sociais a que pertençam devem ficar atentos a comportamentos atípicos , buscando parcerias multidisciplinares para resgatar sua saúde mental. A depressão infantil é mais comum que podemos imaginar, pois crianças têm mais dificuldades em expressar suas angústias, seus medos, sua ansiedade.

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  • TATIANE APARECIDA DE SOUZA MENDONCA  10 de dezembro de 2017 em 22:07

    Tatiane Mendonça
    1º Período de Neuropsicopedagogia – Censupeg- Rio das Ostras – RJ – Turma 2
    As vezes confunde-se depressão com tristeza profunda. E na criança é pior, pois, acredita-se que depressão é coisa só de adulto. Observar os sinais biológicos e comportamentais que a criança pode apresentar é crucial para o diagnóstico precoce e a efetivação do tratamento.

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  • izabel cristina dos santos silva  10 de dezembro de 2017 em 23:28

    Criança támbem tem depressão embora alguém ache que seja invensão de criança devemos levar a sério o sentimento das crianças e ficar de alerta

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  • Daniele Almeida Freire  11 de dezembro de 2017 em 11:18

    O educar com amor se torna raro em tempos que o externo é mais valorizado que o interno. Muitos casos de depressão e suicídio deixa evidente o erro de princípios e valores. Os valores cruciais ao qual deve ser vivido pelos pais e passado para as crianças são os de igualdade, justiça, respeito e amor.

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  • Jaqueline Paiva  11 de dezembro de 2017 em 16:46

    Se faz necessário uma sensibilidade muito grande quando se trata de crianças, estas estão em uma fase de desenvolvimento cognitivo e de descoberta, precisam se sentir acolhida e ter uma orientação. Quando oprimidas, ou não direcionadas acabam por podendo tornar fatores externos como exemplos a serem seguidos, e ate serem acompanhadas de tristeza, estimulo de forma não prazerosa ao corpo, ocasionando mudanças bioquímica. Esta é uma fase muito delicada, e se faz necessário total atenção, pois são de suma importância construção de uma identidade, construção do eu.

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  • Patricia de souza gomes medeiros  11 de dezembro de 2017 em 19:37

    Como que nossas crianças refletem o que passam e enfrentam em seus lares. Vimos com certa frequência depressão em nossas crianças por simplesmente ver o sofrimento dos pais e ou familiares e se sentirem impotentes diante dos problemas. E onde isso fica mais perceptível? No aprendizado, no convívio com os colegas de classe e com os professores.

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  • Andreia Teixeira Pinto Figueira  12 de dezembro de 2017 em 10:23

    É importante que a criança seja criada e educada em um ambiente de muito amor e carinho. A depressão nada mais é que a ausência destes aspectos mencionado. E quando isso acontece é recomendado um acompanhamento especializado de profissionais totalmente capacitados para lidar com essa situação.

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  • PATRÍCIA FRANÇA GUIMARÃES  13 de dezembro de 2017 em 10:44

    Muitos são os fatores que podem gerar a depressão: biológicos, psicológicos e ambientais. São desencadeadores também deste diagnóstico, situações comportamentais oriundas do ambiente familiar e escolar: separação, abandono, bulling entre outros.
    Rotineiramente recebemos na escola, crianças manifestando dores de barriga, vontade de vomitar, febre, dores de cabeça…vindos de casa e banalizado pela família que os enviam em tais condições para o ambiente escolar, e muitas vezes banalizado pela própria escola, atribuindo aos sintomas, como sendo mentiras anunciadas diante de alguma frustração escolar, preguiça, etc… porém, podemos estar diante de sinais indicativos da depressão infantil e que portanto, precisam serem vistas por ambas as instituições como alerta e indicativo de algo que mereça de fato uma atenção maior e devidos encaminhamentos.

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  • Ruimar brito dos reis  21 de junho de 2018 em 16:11

    Ainda hoje mesmo com o avanço da tecnologia e muitos meios de informações temos pessoa que falam que uma criança com um má desenvolvimento na escola ou ate mesmo no meio social,fala que e uma criança com manhas ou e porque e uma criança pacata,vergonhosa,muitas vezes os pais com as suas ausência não querem aceitar a depressão em seus filhos. Infelizmente o índice de criança com depressão tem aumentado a cada dia.
    ocorrendo um fato de depressão,e deve-se de imediato procura um especialista do caso onde o tratamento inclui sessões de psicoterapia e uso de remédios antidepressivos, porém o apoio dos pais e professores é fundamental para ajudar a criança a sair da depressão.

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  • Jorly Cardoso Ottoni  3 de abril de 2019 em 11:36

    Fica claro o processo minucioso de observação que devemos ter em relação ao comportamento humano infantil, dessa forma poderemos avaliar o comportamento e diagnosticar o individuo sem pré julgamentos e sim de uma forma clínica.
    Interessante saber as condições financeiras, físicas e familiar que pode ser determinante para o processo de diagnóstico e tratamento da doença.
    ” Na vida temos momentos para tudo, momentos para rir,momentos para chorar, momentos para ficarmos pensativos entre outros.. Se choramos demais e em momentos inapropriados ou estamos quietos ou pensativos demais ou até mesmo rindo muito por aí sem almenos ter ganhado na mega meus caros… procure um profissional da área da saúde mental”

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    • Gleice Gonçalves Oliveira  3 de abril de 2019 em 22:57

      Uma boa estrutura familiar ajuda muito no desenvolvimento infantil,este relatório trouxe para o nosso contidiano o que realmente está acontecendo em nosso meio.este e o resumo de muitas famílias,a ausência da família está fazendo que nossas crianças fiquem cada vez mas depressiva ,a educação está cada vez mais precária, família cada vez mas abusando desses menores, muito deles acabam se mutilando, gritando por socorro.muitos colocam a responsabilidade da educação de seus filhos na escola,e isso está causando grande conflitos na sociedade um jogando a responsabilidade para o outro, hoje se encontram muitos dessas crianças e adolescentes no mundo da criminalidade,nós tráfico,e os responsáveis muitas das vezes somos nós por não educar dentro de casa.

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  • Gleice Gonçalves Oliveira  3 de abril de 2019 em 22:33

    Uma boa base familiar estrutural ajuda muito no desenvolvimento infantil, este relatório e o resumo da nossa sociedade e o que está acontecendo com nossas crianças e adolescentes

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  • Robson De Araujo Merlo  14 de abril de 2019 em 00:58

    Há muitos fatores que podem e causam a depressão infantil como crianças carentes de afetividade dos pais, que tendem a ter mais dificuldades na escola, atrapalhando seu desempenho e acarrettando vários problemas. Para o um bom desenvolvimento da criança é essencial um ambiente familiar com amor e carinho e cuidado. Se a criança for criada em um ambiente nada plausível a ela como em um lar com brigas frequentemente, a criança tende a se tornar uma pessoa violenta ou ate mesmo cheia de traumas psicológicos levando a depressão infantil.

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  • Raquel  14 de abril de 2019 em 15:46

    Excesso de cobrança e falta de apoio familiar isso tem desencadeado cada dia mais a depressão infantil. Falta de diálogo, e de fazer coisas para deixar uma memória boa em nossas crianças, ex: um cheiro de comida boa pela casa, a mesa arrumada, a conversa misturadas de bons conselhos, isso tudo tem faltado em nossos lares por isso a doença emocional tem sido cada vez mais presente na vida de nossas crianças. Os pais hoje compram tantos presentes bons e caros para seus filhos, mas tem algo que é carrissimo mas dinheiro nenhum compra chama-se : abraço ,amor ,carinho , afeto e tempo…

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  • Esther Amon  16 de abril de 2019 em 11:38

    São muitos os fatores que podem levar uma criança a ter uma depressão, muitas vezes brigas dentro de casa, separação dos pais, ou até sentir que os pais tem preferencia por algum dos filhos, falta de carinho e demonstração de amor podem levar a criança a ter uma depressão. É necessário dar além de dinheiro, brinquedos e mimos do dia a dia, a criança precisa de dialogo, precisa de um abraço, precisa da certeza que mesmo que todos virem as costas pra ela, seus pais irão sempre estar ali pra corrigir e apoiar.

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  • Patrícia Romualdo  18 de abril de 2019 em 00:10

    A ausência da família na vida de uma criança é prejudicial na vida e no emocional dessa criança, os pais de hoje querem filhos intelectuais, sendo rígidos na educação infantil, criança tem que ser criança, elas não têm que sofrer nenhum tipo de pressão psicológica ou sofrer algum abuso, criança tem que ser tratada com respeito, tem que ter apoio familiar sempre. Toda a família tem que procurar ajuda profissional de um psicólogo, porque o psicólogo vai ser a base para descobrir o que esta afetando essa criança.

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  • Quezia Airam  18 de abril de 2019 em 15:09

    Quando o assunto criança tem o enfoque, notasse, que assim como ir à escola, dormir bem, comer e fazer a lição de casa tem a sua emportância, a habilidade de imaginação da criança quando se está brincando, é essencial para o desenvolvimento físico, emocional e neurológico. No entanto, os pequenos estão perdendo a essência de brincar, por conta de pressões, não somente dos pais mas também da sociedade que valoriza o sucesso financeiro, e com isso, cada vez mais cedo a criança está se empenhando em apenas estudar excessivamente, não tirando assim um tempo para brincar e aguçar a imaginação. E essa falta de tempo para o ócio, está de certa forma afetando o emocional de nossas crianças, que estão cada vez mais sofrendo de doenças psicossomáticas, por conta do estresse de estudar e realizar os desejos dos pais.

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  • Ester Domingos de Oliveira  19 de abril de 2019 em 14:13

    Vários são os fatores que leva um individuo a desenvolver a depressão, e a ausencia familiar e um dos maiores fatores para que isso venha ocorrer na infancia, a falta de afeto e de um ambiente favoravel prejudica muito o desenvolvimento psicologico na primeira infancia. Sem contar que muitas crianças que sofrem bullying na escola não conta sobre esse fato ao seu responsavel por medo ate de não ser compreendido. Por isso é bom a atenção maior ao comportamento da criança, pois elas costumam se reprimir e guarda o sentimento de tristeza e de abandono. É sempre bom além de conquistar a criança com bens materias, manter o dialogo, perguntar sobre o dia da criança e etc… Mas também deve se atentar que se a criança começa a demonstrar sinais de depressão oreocurar a ajuda de um profissional qualificado.

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  • Eferson michel guinsber  20 de abril de 2019 em 02:12

    Então o texto aqui é muito interessante, posso perceber que a depressão é sim algo muito sério, eu mesmo pensava ser uma doença espiritual
    Mas vejo que está bem além disso, são sintoma e emoções que vem em muitas vezes acontecendo desde a infância.

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  • Emanuelle de Araujo Celis  20 de abril de 2019 em 02:38

    ficar sob constantes situações de estresse pode contribuir para o surgimento da depressão.
    Uma criança cujos os pais são rígidos e pouco afetivos pode ser um fator para o surgimento da depressão infantil. A criança não deve ser tratada com rigidez porque ela ainda está em desenvolvimento, não passou pelo processo de maturação.
    Devemos tratar a criança, como criança.

    Responder
  • bruna alvarenga  20 de abril de 2019 em 12:53

    Os fatores a qual leva as crianças a desencadear essa doenças são vários , portanto os pais precisam ficar atento a qualquer comportamento dos filhos que a julgue diferente do dia a dia da criança, e a forma a qual a criança e tratada influencia muito para um crescimento saudável .

    Responder
  • Késia Resende Francisco  20 de abril de 2019 em 22:24

    A forma como é vista a depressão dentro do ambiente em que a criança convive, diz muito de como uma depressão infantil vai ser tratada, caso ocorra. Existem pessoas que não acreditam em depressão, principalmente infantil, tratam como uma tristeza passageira, como “falta de Deus”, como algo quem vem e vai. E vai muito mais além disso. Além de todo cuidado que os pais devem ter com seu filho, observar seu comportamento em relação a certas situações é essencial.

    Responder
  • Daiane Marcial  20 de abril de 2019 em 23:11

    No mundo em que vivemos hoje às situações do dia a dia de uma pessoa adulta já é bem complicada de lidar, pra uma criança entrar nessa

    Responder
  • Ellen Cassia  20 de abril de 2019 em 23:30

    Ás vezes a depressão infantil é desencadeada por conta da ausência familiar ou rigidez educativa , e os próprios pais não são capazes de ver! É muito importante que haja essa percepção e muita atenção, para que não se agrave muito, e no futuro não ocorra algo bem pior, a depressão precisa ser tratada com total seriedade, afinal é uma doença séria!

    Responder
  • Daiane Marcial  20 de abril de 2019 em 23:36

    No mundo em que vivemos hoje às situações do dia a dia de uma pessoa adulta já é bem complicada, imagina pra uma criança que é obrigada a se encaixar nos padrões que a sociedade impõe a todos.
    Fora a cobranca de pais ausentes por que os trabalham demais por exemplo ou por que as vezes cobram demais, pais que as vezes não conseguem nem viver bem entre eles próprios e acabam envolvendo os filhos nas brigas ou separações, e isso acaba levando a criança a uma solidão e dor profunda desencadeando a depressão precoce. A única forma de previnir a depressão e outros distúrbios da mente é a observação e cuidado.

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  • Marilza vergueiro  21 de abril de 2019 em 09:45

    Apesar de muitos terem ouvido falar que a depressão só atingia adultos, atualmente a sociedade tem estado mais atenta e preocupada, quanto a esta doença . Embora muitos psicólogos sempre abordaram esse assunto, mas quase ninguém entendiam o que vinham a ser a depressão, muitos tinham como falta de Deus. Depois de muitos estudiosos insistirem que é uma doença que levaria até a morte, hoje podemos ver que até as crianças, estão sendo atingidas pela depressão. O meio em que ela vive , pode influenciar os sentimentos e a qualidade de vida.

    Responder
  • Andressa Merscher  21 de abril de 2019 em 10:49

    A depressão infantil é um sinalizador que a família precisa de ajuda, a falta de comunicação, aquele olho no olho, tempo de qualidade, deve ser mais rotineiros no âmbito familiar, ouvir uma música juntos, dançar com seu filho, toca-lo tornará sua relação mais próxima, morar no mesmo espaço não significa que você está com a criança, já vi varias cenas de crianças com seus pais no qual os pais estavam mexendo no celular, ou assistindo tv e os filhos correndo, brincando, gritando e os pais só gritam para que eles calem a boca, sem olhar para o filho, e isso acaba sendo habitual e estressante para ambos, que somente com ajuda profissional solucionará o problema existencial.

    Responder
  • Joilson da Silva Costa Junior  21 de abril de 2019 em 20:00

    Atentar-se ao comportamento da criança fora do padrão do dia-a-dia é o primeiro passo pra prevenção e auxilio quando necessário, por ter uma sintomatologia tão delicada e complicada de ser detectada por responsáveis, vale se informar em sites e com profissionais sobre o assunto, a falta do reconhecimento dos fatores que englobam a depressão, é a barreira mais expeça à ser rompida.

    Responder
  • Júlia Furlani  21 de abril de 2019 em 21:07

    O que pude entender e observar neste texto é que mais uma vez ele está ressaltando que devemos prestar atenção a qualquer indicio de sinais diferentes das crianças. Algumas podem revelar o que sentem já outras não. As causas podem ser o ambiente tóxico em que vive, falta de comunicação ou/e pela ausência familiar, ás vezes até mesmo medo de que sejam taxados como somente um sentimento de preguiça e frescura. Posso observar também que não existem somente sintomas psicológicos, mas também físicas, que é superinteressante já que poucas pessoas sabem disso.

    Responder
  • Meiriana  21 de abril de 2019 em 22:50

    O texto traz importantes reflexões sobre a atenção que deve se ter nos modos de criação das crianças. É importante pensar em como cobranças feitas de maneira excessivas, mesmo que visando o bem da criança, podem acarretar efeitos tão negativos quanto traumas e violências sofridas durante a infância.

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  • Alessandra Mariani Littig  22 de abril de 2019 em 19:24

    O baixo rendimento escola não deveria estar ligado a preguiça. A cobrança excessivas, entendida como cuidados, e a busca dos pais por melhor rendimento dos filhos, pode desencadeadar desinteresses, notas baixas, e a depressão. Como função familiar devemos cuidar, e incentivar as crianças, ficando atentos aos sinais e sintomas que elas nos dão quando estão pedindo Socorro, ser presente não está ligado a cobranças excessivas.

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  • Ana Carolina Brandão  22 de abril de 2019 em 22:12

    como descrito no texto a depressão infantil pode ser desencadeada dentro do contexto familiar por causa de ações e fatos ocorridos ,como ruptura conjugal entre outros ,devemos ficar atentos aos sintomas e expressão de cada criança pois pode desencadear problemas maiores .

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  • Marina Mattos  22 de abril de 2019 em 22:43

    E mais uma vez digo que a atenção nesses casos deve ser de 100%! Principalmente nessa fase de primeira infância, é muito importante para o desenvolvimento dessa criança, além do lado afetivo da família, a paciência, a forma como vai critica-la , esse cuidado com a criação é essencial nesse periodo, é nessa fase que o lado afetivo deve ser trabalhado, tanto na escola, dentro de casa, em todo lugar. E como no texto diz, a depressão é um problema sério que se conduz ao suicídio, sem distinção de classe, cultura e existe em todo lugar. Então se você tem um parente, alguém próximo, que demonstre comportamentos diferentes, procure observar com outros olhos, às vezes a doença está mais próxima do que imagina..

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  • Dalva Oliveira  24 de abril de 2019 em 07:45

    Quando uma criança que em sua originalidade é um ser em “construção” é cuidado por pessoas que não entendem esse contexto , ela pode se “perder” no caminho. Esse ser que veio ao mundo e ainda está descobrindo tudo a sua volta, precisa sentir se amada , respeitada, protegida pelos que a cercam. Isso diz respeito principalmente aos pais. Como companheiros desbravadores, espera se que juntos irão explorar juntos o máximo possível do que está presente a sua volta.
    Infelizmente nem sempre é assim que acontece , e a criança já nasce em um meio de cobranças, solidão, descuido, autoridade a abusiva, um meio sem cor , sem vida. Quer seja por pobreza econômica , quer seja por falta de humanização, quando não, as duas.
    Isso acarreta na criação de um ser triste, sem vida , sem perspectivas de vida . Já enxergando o mundo cinza .
    É responsabilidade de todos familiares procurar preencher as lacunas existentes. Se faz necessário todos procurarem preencher as próprias lacunas para então direcionar nossas crianças a preencher suas próprias lacunas internas.

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