Síndrome de Turner 1Esta síndrome implica numa anomalia cromossômica, cujo cariótipo é 45X. Portanto é encontrada somente no sexo feminino. Pode ser identificada no nascimento, ou, antes da puberdade. Elas apresentam características fenotípicas bem claras como, baixa estatura, tórax largo com mamilos longamente espaçados, problemas renais e cardiovasculares e pescoço alado.

Ao nascer, um sinal útil para o diagnóstico, é um edema no dorso do pé. Sua inteligência costuma ser média e até acima da média. O único X é o materno, o que revela ter sido erro meiótico o lado paterno.

Essas meninas são inférteis, possuem órgãos genitais pouco desenvolvidos e atresia das células germinais. É comum encontrar aflições por parte das meninas nas escolas, principalmente mais próximo à adolescência. Alguns especialistas aconselham o uso de estrogênio facilitador do desenvolvimento das características sexuais das mesmas mas, ainda não se pode prever o impacto ou resultados desse uso.

Um trabalho estimulativo das relações interpessoais entre os grupos em sala de aula, aproveitamento das possibilidades e habilidades dessas pessoas com Síndrome de Turner, ajudará a acolhida por parte dos colegas, oferecerá ótimas oportunidades dessas pessoas com síndrome se sentirem parte integrante de seus grupos.

Geralmente, quando aparecem dificuldades na aprendizagem, esta se relaciona mais a fatores sócio afetivos, e alterações da autoconfiança do que mesmo pouco potencial para aprendizagem. Um bom acompanhamento familiar, escolar e psicopedagógico, poderão restaurar a autoestima e facilitar a socialização.

 

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2 Comentários Respondidos

  • Tania Regina Francisco  6 de junho de 2017 em 22:24

    Esta síndrome è uma doença genética muito rara , atingindo apenas recem- nascidos do sexo feminino, é causada pela falta parcial ou total dos cromossomos X. As características do portador desta síndrome é pouco cabelo na nuca, defeitos renais , tórax mais largos etc…

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  • Helenir de A. Bertoldo Buker  9 de junho de 2017 em 11:07

    É uma síndrome rara, porém parece ser mais fácil de identificar por seus caracteres precisos, além de ser identificado somente em pessoas do sexo feminino. No ambiente escolar o conhecimento dessa síndrome pelos educadores é fundamental para que estes criam estratégias para a boa socialização dos NEE com esse tipo de síndrome além de ajudá-los no processo ensino-aprendizagem.

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