Encontramos a todo tempo, nas escolas e nas situações sociais; casos de maus tratos, não só em classes de níveis educacionais e econômicos mais desfavoráveis, famílias de profissionais com alto nível de educação também apresentam formas educativas ou interativas disfuncionais inadequadas, injustas para com o direito de ser dos seus filhos. A mídia nos tem mostrado os efeitos das rejeição; que começam pelo desejo desesperador de aceitação e leva ao comportamento de busca para ser estimado, elogiado, reconhecido e, em casos de respostas desanimadoras ou contrárias, promove a raiva, o ódio, a destruição.

Nas salas de atendimento, os pais nunca admitem que rejeitam seus filhos, se percebem bons pais no desejo de educar para a felicidade deles no mundo, não percebem que humilham, desvalorizam e cobram de seus filhos muito mais do que podem oferecer. Sintomas como angústia crônica, objetivos fora do real, fobias e TOC’s são comuns entre essas crianças submetidas a pais perfeccionistas.

Tivemos oportunidade de atender crianças que se sentiam sempre sujas e precisavam obsessivamente lavar as mãos a todo o momento, crianças que choravam e alteravam batidas cardíacas frente à menor dificuldade de enfrentar a solução de um jogo psicoterapêutico, outras que se batiam e desanimavam na hora das atividades lúdicas dizendo que não adiantava pois não executariam direito suas tarefas.

Outras ainda revelavam comportamentos explosivos, irritados, como em defesa e fuga ao mesmo tempo. Infelizmente Pais perfeccionistas geram efeitos colaterais. 3esses padrões familiares, pouco ou nada saudáveis, se refletem em todos os membros da família e ainda mais nos filhos em desenvolvimento, sabemos que, segundo a psicanálise, os períodos iniciais da vida de uma criança vão determinar a vida adulta.

Avançando no entendimento do desenvolvimento humano encontramos a juventude como uma fase de intensas aspirações, emoções e decisões, as mudanças fisiológicas internas, bem como as modificações físicas e psíquicas acompanham tudo isso numa espécie de gangorra ininterrupta. Os desajustes ou perturbações, bem como os transtornos mais graves são mais comuns do que pensamos existir. A reorganização da personalidade, em seus esforços (re)elaborativos, costuma encontrar muitas dificuldades em nossas culturas complexas entre contradições e crises.

O jovem poderá fortalecer-se em relação a sua ansiedade e suas revisões valorativas e significativas, em configurações mais equilibrantes ou poderá encontrar-se em situações arriscadas de desordens ou disfunções pessoais e psicoafetivas.

Publicação sugerida pelo autor.

156 Comentários Respondidos

  • Letícia Sancio  22 de março de 2017 em 10:37

    Os pais estão completamente inseridos em seus trabalhos ou ocupações que esquecem de dar atenção ao bem mais valioso que eles possuem, que são os filhos. Não proporcionam amor, carinho, atenção, suporte, mas os “subornam” com presentes caros, escola cara, viagens ao exterior e por assim vai… provocando uma grande instabilidade emocional nas crianças que por vezes crescem e não conseguem se libertar desse mal provocado pelos pais.

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    • Suelly Rejane Santos Ferreira  27 de novembro de 2017 em 17:57

      O indivíduo é um ser biopsicossocial, que se desenvolve mediante diversos fatores, dentre eles, o biológico, social e afetivo. Sendo assim, a relação que se estabelece no meio intra-familiar é de fundamental importância para a constituição da personalidade do indivíduo, haja vista, que a figura materna e paterna são extremante relevantes para a sua saúde psíquica. Para tanto,algumas patologias que se desenvolvem nas crianças, por muitas vezes, têm uma forte influência do comportamento e atitudes dos cuidadores., considerando que a sociedade atual, priva ou limita às crianças de modo geral do convívio com outras e de atividades inerentes à infância, o que certamente pode ou corrobora para desencadear comportamentos inadequados e até mesmo patológicos, pois o brincar é imprescindível à esse público e uma vez, que não lhes é permitido, podem provocar consequências negativas para o desenvolvimento infantil em todos os aspectos.

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  • Joselia  23 de março de 2017 em 17:34

    Realmente encontramos muitas crianças assim com baixa estima com dificuldades de fazer as tarefas pois acham que nao sao capazes antes mesmo de fazer nao porque nao querer e sim porque sao muito cobradas em casas, pois existem pais que acham que estao criando de uma forma saudável e nao esta. Infelismente existe familia assim que nao estao preocupadas com a qualidade dos deveres e tarefas e sim com a quantidade que a criança tem que fazer.

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  • Bárbara Roni  2 de maio de 2017 em 12:29

    Passamos para nossos filhos como tem que ser uma pessoa de bom caráter; ensinamos a eles o certo e o errado. Aplaudimos quando acertam e corrigimos quando erram; não oferecemos nada em troca de respeito. A sociedade vive muito através de trocas e muitos pais fazem isso com seus filhos e acabam perdendo o respeito deles, perdendo a autoridade de pais. Pais, precisamos enxergar mais nossos filhos, se não fizermos isso o mundo fora da nossa casa enxergaram. Que haja mais diálogo, mais amor, mais aplausos, mais risos. Família é projeto de Deus.

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  • Suellen xavier  2 de maio de 2017 em 14:51

    Os pais de hoje em dia estão tão focados em suas tarefas que se esquecem de seus filhos, quase nao tem tempo para ter um dialogo e quando tem, só sabem precionar e cobrar sobre algo sem mesmo querer saber se o filhos tem dificuldades, isso gera nos filhos um grande desconforto pois sentem medo de errar, e se erram se sentem incapazes realizar algo certo.

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  • Stefani Silva Lima  4 de maio de 2017 em 14:14

    Normalmente os pais tendem a desejar o melhor para seus filhos,a melhor formação e vida possíveis,e ás vezes projetam seus sonhos em seus filhos e acabam cobrando muito deles e podem também projetar as suas frustrações em vidas que estão apenas começando e já carregam pesos de escolhas que podem nem ser suas e conquistas que eles nem desejaram.
    Acredito que junto com a cobrança e pressão tenha que vir junto o diálogo,o carinho e a presença dos pais para não destabilizar as crianças emocionalmente.

    Responder
  • Evelyn Alves  5 de maio de 2017 em 18:51

    Quando os pais não admitem que rejeitam seus filhos, eles podem estar olhando a rejeição somente como abandono ou desprezo total.
    Ignoram as conquistas, os aprendizados, não elogiam e sempre criticam, cobrando perfeição. Assim acabam desmotivando e criando traumas na criança.
    Se enxergam bons pais por acreditarem estar fazendo tudo que podem e entendem como ideal para a criação de seus filhos. Não sabem que todo trauma criado durante a infância se reflete na adolescência e na vida adulta.
    Pais perfeccionistas geram em seus filhos problemas que os afetam na escola, na convivência com outras pessoas e quando adulto na vida profissional e também na família que um dia irá construir.

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  • Mara Cristina Andrade nunes  8 de maio de 2017 em 16:06

    Tem pais que acham que se der tudo para o filho estão fazendo o melhor para el,. esquece que criança precisa de atenção, acham que um presente é melhor do que dar um abraço, um beijo ou ter uma simples conversa . Estão tão focados no trabalho que as vezes sem querer rejeitam seus filhos.

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  • izi-costa  9 de maio de 2017 em 00:23

    Os pais ultimamente não tem mas tempo para seus filhos,muitos exigem uma perfeição por parte dos filhos, mas os próprios pais prometem algo em troca de uma tarefa bem feita pelo filho prejudicando assim o seu desenvolvimento .Os pais passam grande parte do tempo no trabalho e não da atenção devida ao filho e quando acontece um dialogo os mesmos já estão cansados da correria do dia dia e acaba deixando de lado seus filhos,com isso esquece de da amor, carinho e atenção e acabam sendo grandes responsáveis pela falta de motivação dos filhos .

    Responder
  • Priscila Almeida  9 de maio de 2017 em 14:38

    Em um momento ouvir um profissional bem respeitável pelos seus ouvintes relatar sobre sua filha, em que ao chegar em casa ela estava triste por sua colega de sala tirar nota maior na redação; a minha surpresa foi o que ele falou a ela.
    profissional: Vamos aumentar sua nota, ao invés de produzir dez redações por semana, vai fazer quinze.
    Então nem todos pais tem a noção do mal que esta trazendo aos seus filhos, querendo torná-los superiores a sociedade, esquecendo que são crianças e que obstáculos virão e nem todos poderá ser vencidos.

    Responder
  • Lorenna Nascimento  10 de maio de 2017 em 13:20

    Infelizmente pais perfeccionistas existem em ambas classes sociais, rico ou pobre. E com isso muita das vezes os pais tem um sonho para o filho, mas se esquecem que nem sempre os filhos iram seguir aquele sonho ou desejo que os pais querem, com isso alguns pais se revoltam e não apoiam os filhos no que eles querem seguir, ou invés de dar atenção e conversar. Pois o diálogo dentro de casa entre pais e filhos é algo necessário e que com certeza ajuda muito.

    Responder
  • Vitória Gomes Cassiano Barcellos  10 de maio de 2017 em 14:49

    Atualmente, os pais não tem tempo para seus filhos, estão focados em seu emprego, e quando chegam em sua residência, ainda precisam cuidar do lar, e quando estão com seus filhos, não conseguem ter paciência com eles, pois, tudo o que o pai acumulou durante o dia no trabalho, acaba descontando nos filhos.
    Pais, precisamos saber separar trabalho e casa, seus filhos não tem culpa do que acontece com vocês no trabalho, seus filhos precisam de atenção, amor, carinho, respeito, precisam ser entendidos. Se conseguirmos diferenciar trabalho e casa, com certeza haverá um grande progresso!

    Responder
  • Camila da Penha Oliveira Carneiro  10 de maio de 2017 em 22:21

    Os pais controladores correm risco de criar filhos críticos de si mesmos. Quando os pais cobram demais e controlam muito, eles acabam sendo intrusivos na vida dos filhos. E com isso a criança passa acreditar, que tudo o que ela faz, não é bom o suficiente. Pais tem que desejar o melhor para seus filhos sim, mas também saber que nada sob pressão terá bons resultados. O trauma que a criança poderá desenvolver, se estenderá na vida adulta, trazendo várias desvantagens para ele dentro da sociedade. A criança acaba se tornando medrosa. O medo de tentar será grande, porque ela sempre vai achar que irá errar, que não será capaz de nada. Assim vai viver a vida culpando a si mesma por não ser perfeita.

    FAEV 1° período

    Responder
  • Mikaela Calmon  11 de maio de 2017 em 02:40

    Muios pais exigem a perfeição dos filhos e não pensam no tal.
    Os pais perfeccionistas, não demonstram nenhum tipo de afeto, na maioria das vezes só causam transtornos para a vida do seu filho. Em alguns casos pensam apenas no trabalho,no modo como vive perante a sociedade, querendo ser exemplo de perfeição.
    Eles prejudicam a criança e não são capazes de admitir o mal que causam ao teu filho, sendo a criança adquirindo doenças, transtornos bipolares, mal comportamento, entre outros.
    Creio que os pais deveriam criar teus filhos para que dessem o melhor de si, e não cria los sob pressão.
    Um bom filho não precisa ser perfeito, apenas uma pessoa de valores, com caráter. ou seja, um cidadão de bem.

    Responder
  • Mikaela Calmon  11 de maio de 2017 em 02:42

    Muitos pais exigem a perfeição dos filhos e não pensam no tal.
    Os pais perfeccionistas, não demonstram nenhum tipo de afeto, na maioria das vezes só causam transtornos para a vida do seu filho. Em alguns casos pensam apenas no trabalho,no modo como vive perante a sociedade, querendo ser exemplo de perfeição.
    Eles prejudicam a criança e não são capazes de admitir o mal que causam ao teu filho, sendo a criança adquirindo doenças, transtornos bipolares, mal comportamento, entre outros.
    Creio que os pais deveriam criar teus filhos para que dessem o melhor de si, e não cria los sob pressão.
    Um bom filho não precisa ser perfeito, apenas uma pessoa de valores, com caráter. ou seja, um cidadão de bem.

    Responder
  • Taciany Minini  11 de maio de 2017 em 18:37

    Geralmente os pais querem e buscam o melhor para seus filhos e acabam influenciando nas suas escolhas, mas nem sempre o que eles desejam são o que seus filhos realmente querem seguir e isso acaba gerando um desconforto na cabeça de um adolescente por medo de decepcionar seus pais com suas escolhas desejadas. Nessas situações acredito que um bom diálogo é o ideal para que os pais escutem a opinião de seus filhos e possa chegar a um acordo que favoreça os dois lados.

    Responder
  • Thais Soares Ferreira  12 de maio de 2017 em 10:10

    Hoje em dia é muito comum pais que estão focados em seus empregos e afazeres que se esquecem de tirar um tempo para seus filhos e quando tiram um tempo, muitas vezes não passam carinho e dão atenção em querer saber se seus filhos tem dificuldade em algo, ao invés disso os pais quando estão com seus filhos tendem a cobrar e exigir muito deles. Os pais fazem isso com a intenção de tornar seus filhos em pessoas responsáveis, inteligentes e de caráter, só que infelizmente esse tipo de cobrança e pressão se não vier acompanhada de um diálogo de respeito e compreensão pode levar a uma criança frustada e que tenha medo de errar, isso tudo pode acarretar em vários problemas até a fase adulta. Os pais deveriam tirar mais tempo para estarem com seus filhos.

    Responder
  • Veronica Lube  12 de maio de 2017 em 15:02

    A personalidade da criança e do adolescente se estrutura e molda essencialmente no meio familiar. Os pais, responsáveis pela educação e orientação de seus filhos, devem assumir o seu papel e, além de oferecer amor, impor limites a seus descendentes. Tal tarefa, ainda que exigente, não pode deixar de ser exercida com autoridade, à medida em que os filhos necessitam compreender a verdadeira figura dos seus responsáveis. De fato, devem conhecer seus filhos e suas rotinas, e têm o compromisso de procurar identificar quem são seus amigos e na companhia de quem estão quando saem. Ao chegarem em casa, eles devem privilegiar o convívio, escutar com interesse as experiências vividas pela criança e pelo adolescente, bem como estimulá-los a frequentar a escola e a respeitar o próximo. Os pais, enfim, devem ser vistos pelos filhos como uma referência positiva e segura, como aqueles que irão educá-los e apoiá-los com firmeza e confiança, e não tão somente como os seus melhores amigos, pois estes, os filhos naturalmente irão buscá-los no decorrer de suas vidas.

    Responder
  • Milena Minini Neto  12 de maio de 2017 em 16:57

    Claro que os pais querem dar o melhor que podem para seus filhos, pois muito deles em sua infância talvez não tiveram o conforto que tem agora, então eles exigem, querem que seus filhos se dediquem aos estudos, cobram muito deles, e na maioria das vezes nem se quer perguntam a eles o que querem para sua vida, talvez o melhor dos pais não seja aquilo que o filho ache de melhor para ele, os pais devem saber ouvir, um bom dialogo ajudaria muito, e no entanto os pais só querem saber de trabalho, e ficam cada vez mais distante de seus filhos, e tentam suprir sua ausência com presentes, e erram nisso, achando que estão certos e usam a desculpa de que fazem isso pelos seus filhos porque querem o melhor para eles, mais mal sabem eles que os filhos só querem mais a presença deles, a atenção o carinho que muitas vezes falta, os filhos só querem ser escutados.

    Responder
  • Erieth dos reis pechincha rodrigues  12 de maio de 2017 em 17:59

    Os pais nas suas tentativas de acerto com seus filhos muitas vezes se perdem no caminho.
    Nâo percebem que a falta de tempo e atençâo causa um dano muitas vezes irreverssivel aos seus filhos.
    na tentativa frustada de darem o melhor acabam certa forma compensando a ausencia com presentes e viagens,o que muitas vezes levam seus filhos pra caminhos sem volta.

    Responder
  • Taisa De Lima Lira  13 de maio de 2017 em 16:16

    Muitos pais pensam que se deram tudo de bom aos seus filhos estarão fazendo o bem. Mas não,presentes e tudo do bom e do melhor não substitui carinho,amor,afeto,uma boa risadas e conversas. Eles estão mas envolvidos com o trabalho do que com seus filhos.

    Responder
  • Amanda de Fátima Bernardes Wanderley  13 de maio de 2017 em 17:20

    Nos dias atuais muitos pais estão esquecendo o compromisso com seus filhos, estão mais ligados no trabalho ou qualquer outro problema, cobram além do que devia, achando que estão fazendo o melhor, e não param pra ter um diálogo, a criança se sente pressionada e isso acaba trazendo muitas complicações na vida dela, pais tenham mais diálogos, dê mais atenção, aceite eles no ritmo que são, sejam mais compreensível.

    Responder
  • CARLA RODRIGUES EDUARDO JARETA  14 de maio de 2017 em 16:13

    Infeslizmente, está é uma realidade e nossas vidas, a maioria dos pais fazem cobranças, impõe regras achando que estão fazendo fazendo o que é melhor para seus filhos.
    Na verdade acabam cometendo erros que refletem por toda a vida de seus filhos e muitos não superam.
    Se faz necessário que os pais reconheçam seus excessos, pois querendo que seus filhos sejam e tenham uma vida perfeita, acabam trazendo grandes prejuízos para os mesmos.
    Lógico que há um necessidade de orientação, mas também se deve deixar que estes filhos tenham suas expeências.
    O medo que estes pais tem que seus filhos sofram, atrapalham o intelecto dos mesmo fazendo com que estes filhos gerem traumas em sua vida adulta.
    Pais não são perfeitos, porque exigir dos filhos perfeição, devemos nos conscientizar acerca deste assunto e repensar muitas de nossas atitudes como pais.
    FAEV – PEDAGODIA 1PERIO

    Responder
  • Geilza de Souza Delfino Gomes  14 de maio de 2017 em 17:24

    Muitas vezes na busca para educar um filho os pais se excedem em cobranças, fazendo assim com que o filho busque sempre a perfeição. Pelo outro lado os pais não percebem que muitas vezes cobram além do que o filho é capaz no momento, causando assim traumas neste filho que geralmente é penas uma criança. Penso que os pais deveriam rever os conceitos pois são eles espelhos para os filhos, se são eles perfeccionistas de mais certamente reflete isso aos seus filhos . Ao cobrar de mais de uma criança mesmo sem querer prejudicamos o seu aprendizado. Hoje em dia para uma criança para ter um bom rendimento escolar os pais tem que ter sabedoria de mostrar a criança que através do erro que se aprende seja na escola ou na vida em sociedade.

    Responder
  • Rayane Ferreira Cancian  14 de maio de 2017 em 17:27

    Hoje em dia encontramos pais cada vez mais “ocupados” com seu trabalho, quando chegam em casa seus filhos estão a espera de um simples abraço , um como foi seu dia? E o que recebem ao invez disso são cobranças de notas altas e atividades em casa para ajudar nas tarefas e caso isso nao aconteça da forma que eles desejam ,brigam e humilham seus filhos achando que estão certos, os filhos acabam ficando frustrados achando que tudo que eles façam, independentemente do que seja, nunca estara bom para seus pais e com isso acabam levando pela vida toda.
    FAEV 1°Período

    Responder
  • CLAUDIA RABELO DOS SANTOS  14 de maio de 2017 em 17:34

    Os pais por trabalharam demais ou também pela situação que já enfrentaram, tendem a ser rígidos e perfeccionista. Principalmente em uma época como hoje com tanta competição, exageram por quer que seus filhos sejam os melhores, e com isso cobram de si mesmo e mais ainda dos seus filhos. Desde cedo os pais encorajam seus filhos a terem um alto desempenho escolar e em tudo que fizer, caso não seja assim agem, com uma punição se não alcançam o resultado esperado. Como isso o resultado pode ser de uma vida de constante frustação e auto-questionamento. “A busca pela perfeição pode ser dolorosa porque muitas vezes ela é motivada tanto pelo desejo de ter um bom desempenho e também o medo das consequências de ter um desempenho insatisfatório”. E com isso a criança pode se tornar medrosa, pois ao cometer o menor erro vai se culpar por não ser perfeita. Dessa forma com o passar do tempo esse comportamento (perfeccionismo), poderá ser prejudicial para a criança, aumentando o risco de desenvolver depressão, ansiedade, chegando a casos de suicídio. No fundo, muitas vezes os perfeccionistas são atormentados por sentimentos de culpa e de vergonha.

    Responder
  • Rayane Ferreira Cancian  14 de maio de 2017 em 18:29

    Hoje em dia encontramos pais cada vez mais “ocupados” com seus trabalhos, quando chegam em casa seus filhos estão a espera de um simples abraço, um como foi o seu dia ? E o que recebem ao invés disso sao cobranças de notas altas e em ser o melhor em tudo sempre e caso isso nao aconteça da forma que ele almejam, brigam e humilham seus filhos achando que estão certos , os filhos acabam ficando frustados achando que tudo que eles façam , independentemente o que seja, nunca estara bom para seus pais e levam isso a vida toda.
    FAEV 1°Período

    Responder
  • Neilza Monteiro Lopes  14 de maio de 2017 em 23:33

    O problema da família sempre reflete na criança. É preciso pais saudáveis para filhos equilibrados.
    E, muitas vezes a família não se dá conta disso e acabam transferindo suas angúsatias para os filhos de forma inconsciente, o que gera vários transtornos nas crianças. É necessário um ambiente familiar sadio e equilibrado para que cresçam filhos também equilibrados. Tudo em excesso faz mal, limpeza, amor, eletrônicos. Equilíbrio é fundamental para a vida.

    Responder
  • Laisnara Cristina  15 de maio de 2017 em 14:28

    A forma na qual os pais educam seus filhos pode ser prejudicial ou não. Os pais devem procurar entender o limite de seus próprios filhos, pra não acontecer de cobrarem algo de difícil alcance para seu filhos. Muita das vezes a falta de tempo para com os filhos também prejudica absurdamente, talvez o filho só precise de um simples abraço. A cobrança dos pais podem levar o filho a escolher algo que até mesmo ele não quer.

    Responder
  • Phelipe Pereira Domingos  15 de maio de 2017 em 16:24

    Acredito que na esmagadora maioria das vezes os pais são perfeccionistas pq querem o melhor para o seus filhos.Porém ninguém consegue ser perfeito o tempo todo,e na hora que os filhos desses pais perfeccionistas “cairem” não vão conseguir “levantar”…então acredito que ao invés de procurar formar um ser humano perfeito,deveria procurar formar um cidadão de bem,que saiba “cair” e “levantar” que o sucesso é mais garantido.

    Responder
  • LARISSA DUARTE CALDEIRA  15 de maio de 2017 em 18:28

    Os pais acham que é obrigação da escola não só ensina as crianças como também educá-las, sendo que educar é a obrigação dos pais como também é obrigação acompanhar o ensino do filho na escola, infelizmente eles querem que a escola faz o seu papel oque acaba resultando na criança o seu comportamento para algumas é melhor esta na escola do que estar em casa, pois as vezes os pais não da toda a tenção que a criança, dando a desculpa do trabalho do cansaço precisa fazendo com que elas se sentem melhor fora de casa, com isso prejudica o aprendizado da criança.
    Os pais devem em primeiro lugar os educar para formar o caráter do seus filhos e ajudar a escola a ensinar, dando também mais atenção amor e carinho.

    Responder
  • Genilsa de Sousa Delfino Cézar  16 de maio de 2017 em 08:00

    Infelizmente isso tem acontecido muito nas famílias hoje, pais que trabalham demais, que cobram demais sem se preocupar com o tesouro que tens dentro de casa que foi instituído à eles por DEUS. Muita das vezes por pais serem tão perfeccionistas por menor erro que a criança comete já brigam, causando a eles à baixa estima, passando-se sentir um lixo que ñ conseguem fazer nada certo e crescem cm aquilo na cabeça. Precisamos enxergar mais é acreditar na capacidade de nossos filhos, que haja mais diálogo, que possamos ouvir mais o que tens a nos dizer cm mais amor, mais risos, mais aplausos porque é isso que eles esperam de nós. Porque ñ proporcionar-nos isso á eles. Família é tudo!!!!!

    Responder
  • THAIS CONCEIÇÃO SANTOS  16 de maio de 2017 em 18:34

    Nos dias atuais é normal o pai quanto a mãe estarem trabalhando fora e se afastando de casa ,acabam se preocupando somente com o trabalho e afazeres esquecendo dos filhos , passando a obrigação de educar e dar amor a outra pessoa como exemplo ; avó , tia e etc …muitas das vezes até mesmo sem perceber ,as crianças crescem pensando que os pais não se importa com ela ,não o amam , já é o suficiente para a criança viver com baixo astral ,desmotivada ,sem interesse de estudar , prejudicando seu futuro .

    Responder
  • Vanda Bento Constatino  17 de maio de 2017 em 15:14

    Os pais perfeccionista geram em seus filhos problemas que os afetam na escola na convivência com outras pessoas .Eu acredito que junto a cobrança e pressão tenha que vir junto ao diálogo, o carinho e a presença dos pais para não destabilizar a criança emocionalmente.

    Responder
  • CHRISTIAN CARLA NEVES DE SOUZA MOREIRA  17 de maio de 2017 em 17:59

    MUITOS PAIS SÓ PENSA NOS BENS MATERIAIS E SE ESQUECE QUE TEM OS FILHOS QUE SÃO HERANÇA DO SENHOR.TRABALHAM O DIA INTEIRO E DEIXA A CRIANÇA O DIA INTEIRO NA CRECHE, OU COM A BABÁ E NÃO TIRA UM TEMPO PARA A CRIANÇA PARA DAR CARINHO,AMOR,BRINCAR.POR ISSO A CRIANÇA POR SUA VEZ FICA AGRESSIVA E SE ISOLA E MUDA ATÉ O COMPORTAMENTO.VAMOS AMAR MAIS OS NOSSOS FILHOS.

    Responder
  • Toaeny Cristina dos santos  18 de maio de 2017 em 10:18

    Eu acredito que o erro faz parte da vida do ser humano e é muito comum pois a gente na maioria das vezes só aprende errando,todos pais querem ver o melhor para os filhos isso é fato…mais cobrar o perfeito principalmente da criança que ta começando a viver,tem tanto pra errar pode gerar transtornos futuros irreparáveis.

    Responder
  • jessica gonçalves  27 de maio de 2017 em 15:09

    OS pais se preocupa muito em oferecer aquilo que talvez ele não teve, e acaba trabalhando muito para dar estudo, presente entre outros desejos da criança e esquece que o mesmo precisa também do apoio de um pai,para que ela aprenda o certo e o errado,e sobrecarrega a criança com tarefas que muitas vezes não e fácil de ser realiza sem apoio da família,então a criança se depara com frustrações.

    Responder
  • Ruth Ribeiro. 1' Período Faev  29 de maio de 2017 em 14:34

    Muitas vezes os pais acabam projetando suas expectativas de vida nos filhos, coisas que ainda jovens não conseguiram fazer, como por exemplo se formar em uma Universidade de terminado curso, e acabam passando essa responsabilidade para os filhos. Sem se quer perguntar, ou aceitar seus desejos, e assim acarretam filhos frustrados, com o peso de realizar os sonhos dos pais, e não os seus.

    Responder
  • Kaila  29 de maio de 2017 em 18:45

    O perfeccionismo é desequilíbrio emocional… Pais perfeccionistas geram filhos ansiosos, porque as crianças ficam o tempo todo se antecipando pensando em tudo para não ver seus pais nervosos e isso gera muita ansiedade.
    Estas crianças terão muita dificuldade de conviver com a sociedade, e hoje em dia já existem muitas crianças que sofrem com esse tipo de excesso.

    Responder
  • Suênia Carlini da Silva Pádua  5 de junho de 2017 em 23:02

    Olha isso Evelyn Amorim!!!! Lembrei da Manu na hora. É o caso dela

    Responder
  • Thais Vilela  11 de junho de 2017 em 14:10

    os pais perfeccionistas geralmente são pessoas que tentam reproduzir no filho tudo aquilo que eles mesmos não conseguiram ser ou fazer durante a infância, adolescência ou juventude.em consequência dessas atitudes os filhos preocupados em alcançar as expectativas dos pais, frustam seus próprios sonhos e objetivos que gostariam de realizar. Uma boa intervenção para essa pratica seria a terapia familiar onde os “olhos” dos pais seriam abertos mediante o que poderia acontecer psicologicamente com seus filhos.

    Responder
  • Ana Carla Jardim Rodrigues  5 de julho de 2017 em 23:21

    Os pais tem substituído o amor, carinho e a atenção a seus filhos por presentes, brinquedos e exigências em cima de exigências. As vezes o grau de exigência mais atrapalha do que ajuda. Os pais por tentarem com muito trabalho dar o bom e o melhor pra seus filhos esperam e exigem muitas vezes de seus filhos o perfeccionismo, causando opressão em vez de motivação para o desenvolvimento da criança;

    Responder
  • Eduardo Torezani  3 de setembro de 2017 em 19:34

    Acho válida essa avaliação do resultado que o perfeccionismo dos pais podem desencadear na juventude mas acredito que esse resultado pode também ser desencadeado por outros fatores mais relevantes que esse como a ausência dos pais, entretanto, parece que pais perfeccionistas projetam os filhos para uma realidade além daquela alcançada por eles comparando as capacidades dos filhos com a própria capacidade, ou seja:
    não contextualizam-se (não entendem mundo da criança). A vida pregressa dos pais quase sempre parece modelo de comportamento para a educação da sua posteridade, o que me atrevo a dizer que é um erro! Se a criança deve ser entendida a luz de seu mundo e esse mundo vai se ampliando a medida em que este experimenta novas tarefas e desafios, cabe aos pais perceber a dosagem certa afim de que as frustrações sejam menores, mais suaves
    podendo ser suplantadas pelas desafios superados. É claro que isso exige reflexão e empenho dos pais. Nos tornamos menos sensíveis a medida em que “crescemos”.
    Eduardo S. Torezani- 1o período de Psicologia- Faculdade Européia de Vitoria

    Responder
  • Vanda Nolasco Sepulcro  5 de setembro de 2017 em 19:51

    Os pais devem respeitar a individualidade dos filhos,o grau de exigência mas atrapalha do que ajuda,o perfeccionista se cobra o tempo todo,tornando uma obsessão de sempre acertar ,limitando o seu próprio desenvolvimento.

    Responder
  • Kleidiane Maria Classner  6 de setembro de 2017 em 14:46

    Neste artigo mostra que pais perfeccionista trazem danos irreparável para seus filhos colocam grandes expectativas de que o seu filho tem que ser bom em tudo não admitem erros e que eles tem que fazer tudo como os pais fazem e tem que ser como eles , e esquecem que eles são humanos e tem as suas vontades mais não as expressam por receio ou ate mesmo medo de contraria os seus pais , e quando falham em uma tarefa simples se sentem a pior pessoa do mundo, e quando fazem algo que deu certo vem com aquela expectativa de receber um elogio e ao invés disso recebe criticas se sentem a pior pessoa do mundo e é nesse momento que aparecem vários problemas psicológicos citados no artigo acima .

    Responder
  • Nathiely Avancini da S. Coelho  7 de setembro de 2017 em 17:37

    A realidade é que o que acontece na infância de uma crianças influenciará de alguma forma em sua vida adulta, quando dentro de seu próprio lar não encontra apoio para a sua autenticidade a criança tem dificuldade em processar seus sentimentos o que na maioria das vezes acarretará uma consequência negativa em seu modo de encarar e lidar com a sociedade.

    Responder
  • Alexsandra Piedade de Oliveira Gonçalves  7 de setembro de 2017 em 21:00

    Nós pais realmente queremos o melhor para os filhos e como mãe sinto a real dificuldade de reconhecer q somos exigentes ao extremo, porém devemos aprender a respeitar a individualidade de nossos filhos, cobrança sempre haverá, mas muitos cobram dos filhos aquilo q não foram ou q fizeram c eles tbm na infância. As crianças sofrem c depressão e baixa auto- estima ou São pessoas q se sentem incapaz devido a pressão q recebem de alguns pais, q insistem em querer construir filhos perfeitos ,quando nem nós pais somos. Devemos ter cuidado ao tratarmos nossas crianças p não termos grande problemas no futuro.

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  • ADRIANO PIRES  8 de setembro de 2017 em 11:14

    transmitir aos filhos o que essencial o que e aceitavel de maneira correta , diz ditado antigo ´´faz o que eu mando e nao faz o que eu faço“isso e uma forma de educar ou foi um dia , nao existe modelo perfeito de educar e facil falar sim é mais cômodo na hora que a criança pede alguma coisa ,o filho se espelha nos pais e nao e porque alguma coisa saiu errado que e culpa e da eduçao que eles receberam ,ou da forma que foi aplicada ,as escolas militares sao referencia em Goias ,que os pais aprovam ,nem por isso filhos de militares estao isentos dos erros .que diremos dos pais na china que chegam tirar seus filhos da escola por nao suportar a rigidez,o que de fato é rigidez? ou perfeccionismo? os efeitos colaterais so sao percebidos quando o caminho que o filho toma e ruim,e preciso manter postura sem exagero ou violaçao dos direitos da criança.educar é disciplina com amor.

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  • Lorraine Peres  8 de setembro de 2017 em 22:45

    ‘Eu fui criado assim e não morri.’
    Frase comumente dita por pais perfeccionistas e altoritários.
    Ao meu ver,esse pai não morreu mas se tornou impossibilitado de preparar um filho para a vida,o mundo.
    Alguns pais desejam o filho se torne quem eles foram incapazes de se tornarem ou querem que seus filhos trilhem o mesmo caminhos que o levou ao sucesso,progetando sobre eles um futuro que eles foram privados de escolher.
    Tais atitudes somadas a falta de carinho e compreensão podem gerar uma instabilidade emocional grave na vida dessa criança/adolescente.

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  • Renilda Felicio Leonidio Silva  9 de setembro de 2017 em 13:50

    Alguns pais tem se preocupado tanto em suprir as necessidades financeiras da casa para dar uma vida estabilizada para os filhos,que se esquecem das necessidades básicas que eles realmente precisam.Por isso as vezes tem cobrado a perfeição dos filhos,dizem que trabalham para dar tudo que eles querem e o mínimo que eles tem que fazer é ser sempre o melhor em tudo que vão fazer,tirar 10 na prova,ser sempre o primeiro na competição e etc.As vezes os pais não tiveram a oportunidade de realizar um determinado sonho,e querem ver esse sonho realizado através dos filhos.É importante que cada pai assuma sua responsabilidade sim de educar, de corrigir ,de ensinar mas deixando também seus filhos livres para fazer suas próprias escolhas.É obvio que a orientação é fundamental,mas cobrar perfeição é algo que pode causar traumas na criança e no jovem a ponto de se tornarem gerações de adultos doentes e frustrados.

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  • Lucineudo Batista de lima  9 de setembro de 2017 em 17:30

    O que mas vemos hoje em dia são tais situação em que as vezes o pai exige muito dos filhos, as vezes na tentativa de melhorar em alguma coisa,sem as vezes perceber o mal que está causando a seus filhos, o problema é que os pais não admite.As vezes julgamos de forma errada,porque nem tudo que parece é, adolescentes as vezes com comportamento pouco fora comum e reflexo da sua convivência em família.

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  • Jadson Rodrigues de Assis  9 de setembro de 2017 em 19:39

    Hoje podemos observar que as crianças e jovens , estão sendo sobrecarregados de estudos muito cedo, e não estão tendo tempo de aproveitar o que realmente deveriam.
    E com isso na maioria das vezes não conseguem alcançar os objetivos , e acabam se sentido frustrados com autoestima baixa.
    Os pais deveriam respeitar o tempo de cada criança , não e porque uma tem mais facilidade para aprender algo , que e melhor que a outra que precisa de um tempo maior , e por falta de conhecimento alguns pais acabam fazendo comparações desastrosas , exemplo: o filho do fulano conegue e você não ele tira notas boas e a suas são horríveis , onde a criança acaba se afundando em depressão , baixa autoestima.
    Esses textos vem para somarem para que tenhamos mais conhecimentos a respeito de como podemos errar menos na criação de nossos filhos.

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  • Fernanda Neitzel Cypreste  9 de setembro de 2017 em 20:36

    Na correria do dia-a dia, muitas coisas passam despercebidas, os pais estão focados em suas carreiras e se preocupam apenas em não deixar faltar nada, por passarem pouco tempo juntos acabam exigindo muito dos filhos e deixando eles frustados.

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  • Vanessa Câmara  10 de setembro de 2017 em 19:35

    Náo priorizar um tempo com seu filho é uma forma de rejeiçáo inconsciente. Cobranças e perfeccionismo desencadeiam características de uma criança insegura, com baixa auto estima. Criança também merece respeito e atenção. Deviam respeitar seus limites, ajudá_ los nas dificuldades e fazê_ los acreditar que fizeram seu melhor, e que independente de seus resultados seráo amados.

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  • Suellen Batge  10 de setembro de 2017 em 22:05

    Para os pais é difícil admitirem que são extremamente perfeccionistas e prejudicam seus filhos de várias formas, falar que são exigentes para uma melhor educação é mais fácil, seus filhos são cobrados de coisas que os próprios pais não são capazes de fazer, com o tempo e várias cobranças fora do normal começam a afetá-los de alguma maneira, e no futuro podem persistir e dificultar o tratamento.

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  • Lucineudo batista de lima  11 de setembro de 2017 em 08:09

    Vivemos em um mundo em que parece que tudo tem que ser perfeito ao olhos dos outros,essa e uma realidade em que vivenciamos,mas não apenas no mundo adulto,mas que também e transmitida de pai pra filho,isso se torna um problema porque pais muitos exigente acabam prejudicando o seu filho,as vezes achando que e o melhor para ele,mas a realidade e completamente diferente essas crianças as vezes não consegue atender a perspectiva do pai e acaba sofrendo algum tipo problema na escola ou no meio em que esta.

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  • paulo  12 de setembro de 2017 em 15:06

    Os pais as vezes não conseguindo realizar-se profissionalmente e emocionalmente cobram de certa forma na vivência dos filhos todas as suas frustrações e angústias, e a partir deste momento os filhos passam a desenvolver sintomas de doenças que os próprios pais desconhecem.
    O querer que o filho seja “aquilo que ele não conseguiu ser” implica em fatores de alto risco, pois, diante de uma sociedade que vive em constante mudanças e evoluções pode ser que o filho se torne também um pai frustrado, e este ciclo permaneça por várias gerações.
    É preciso uma observação mais aguçada por parte dos pais para a educação de seus filhos, não que eles, os pais, deixem os filhos escolherem aleatoriamente o que querem ser,e da maneira que lhes convém, precisa-se de um diálogo contundente e amoroso, onde ambas as partes possam se ajudar mutuamente.

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  • losangela aparecida da silva  12 de setembro de 2017 em 15:09

    Muitas vezes o direito de ser das crianças tem sido invadido pelos pais ,isso indiferentemente de suas classes sociais isso é algo que muitos país não admitem que fazem, mas muitas vezes pessoas presenciam fatos que deixam isso evidente. Muitas vezes os pais não percebem mas humilham e infernizam os filhos, isso pode gerar consequências graves na formação dessa criança tanto psicológicos, afetivos cognitivo também.

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  • Andressa Almeida de Amorim  12 de setembro de 2017 em 16:48

    O perfeccionismo geralmente causa efeitos ruins, quando colocamos crianças no meio disso, a situação piora. O excesso de cobrança aos pequenos pode alterar e muito o seu processo de formação. Todos nós temos os direito de errar, os erros nos fazem mais fortes e direcionados. Negar a alguém o direito de errar é algo muito grave, quando se trata de uma criança a situação de agrava de maneira bem significativa, afinal “errar é humana” .

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  • Willian Vicente Zanotti  12 de setembro de 2017 em 16:53

    Infelizmente isso é frequente nos tempos atuais, pais que disciplinam seus filhos de forma exagerada, cobrando e exigindo esforços que os sobrecarregam , trazendo sensação de impotência e inferioridade em atividades ao qual os pais frisam ou até ameaçam seus filhos. Ao invés de ajudarem como esses pais “pensam” prejudicam e muito seus filhos.

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  • Anna caroliny campos  13 de setembro de 2017 em 16:13

    Os pais estão cada vez mais preocupados com o futuro de seus filhos (e de fato é necessario) mas com a leitura do texto acima pude perceber o quanto é prejudicial à cobrança exagerada feita a uma criança, no mundo de hoje, nada melhor do que estabelecer uma amizade com os filhos, onde ninguém é superior a ninguém, mas sim existe o respeito. Dessa forma, com certeza os filhos obedecerão e seguirão suas vidas da forma que os pais almejam…

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  • denise silva januario  13 de setembro de 2017 em 23:45

    A realidade de muitos jovens e adolecentes que caem nas drogas, ou ate msmo saem de casa, para fugir da rigorosidade dos pais, da influência ruim ou ate mesmo dos maus tratos, preferem ir buscar nas ruas aquilo que eles deveriam ter as “redias “ dos nossos filhos em nossas mãos, não podemos deixar que o mundo fassa o nosso trabalho, porque o resultado não vai ser bom, confiança, segurança e amor esse sim é o nosso trabalho para com os nossos filhos.

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  • Jeander Nunes Dutra  14 de setembro de 2017 em 02:15

    Na minha opinião essa forma de ensino de alguns pais (ser perfeccionista e rigido) foi trago de gerações pra gerações e hoje mesmo que seja frequente acho que pouco mais diminuiu em relação como era antes e talvez por causa de informações novas como a que estamos tendo acesso agora.
    Mais esse perfeccionismo mta das vezes acaba afastando os filhos dos pais pois não tem confiança para contar assuntos de sua vida certo ou errado com medo da repressão dos pais e esse perfeccionismo seguido da rigidez na educação dos filhos além de gerar transtornos também refletirá no adulto que aquela criança irá se tornar.
    A ausência na criação dos filhos pra mim também é outro problema pois a criança carrega uma série de sentimentos ruins para sua fase adulta e muita das vezes coisas que não foram ditas pra ninguém é que de tanto guardar para si acaba sofrendo com isso.

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  • Adriana Vieira de Souza Santos  14 de setembro de 2017 em 07:39

    Aceitar que existe um problema já é desafiador, principalmente em situações como do texto onde o adulto se denomina fazendo o certo para a formação da criança mas as complicações mostram que os efeitos de atitudes erradas são desastrosos tantos quanto ao de descasos.
    A pressão que desrespeita as fazes de desenvolvimento infantil ou o descaso que tira dela os direitos de desenvolver-se de forma saudável geram adultos em crise.
    O “educar” é a maior tarefa e mais desafiadora onde a falta de equilíbrio podem definir, sentenciar futuros de muitas crianças.

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  • Marinalva ramaldes  14 de setembro de 2017 em 10:30

    Acredito que muitas vezes por falta de tempo ou até mesmo por querer que nossos filhos tenha algo que não tivemos acabamos subornando nossas crianças com roupas Caras sapatos, conteúdo digitais ou até mesmo um colégio particular. Com isto sobre carregamos elas e cobramos além do que realmente deveria quase que um suborno, você tem que fazer isto porque eu te dou Isto ou eu mando em você você faz o que eu mando eu sou seu pai eu sou a sua mãe como se a criança fosse um subordinado como se ela não tivesse vontade própria como se a vida da criança dependesse do que pai ou a mãe determine e ao invés de criarmos jovens saudáveis acabamos criando os fantoches a merce de uma sociedade que não nos deixam outros a escolha de sobrevivência

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  • denise barros  14 de setembro de 2017 em 10:42

    PENSO QUE TEMOS MUITO A APRENDER AINDA, POIS, OS PAIS EM SUA MAIORIA QUER O MELHOR PARA SEUS FILHOS MAIS MUITA DAS VEZES QUEREM QUE OS FILHOS SEJAM PERFEITOS.O QUE SABEMOS QUE NAO EXISTE NINGUÉM PERFEITO. AS VEZES PROJETAM NOS FILHOS O QUE ELES NÃO CONSEGUIRAM REALIZAR QUEREM QUE OS FILHOS REALIZAM SEUS PROJETOS.

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  • lauana Rocha  14 de setembro de 2017 em 12:15

    Os pais querem gerar um quartel general para seus filhos,onde cada filho tem sua função e perfeição no que estão fazendo,caso contrário rola um castigo.
    porque seus pais não querem ser visto pela sociedade como alguém que não ensinou direito seus filhos;Desencadeando um adulto problemático.

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  • Vanessa Augusto de Deus  14 de setembro de 2017 em 14:42

    Com a correria do dia a dia estamos ficando sem tempo para aproveitar o que temos de mais precioso a família, muitas vezes o tempo esta sendo substituídos por presentes caros, filhos criados como bem descreve o texto tendem a se tornar adultos menos feliz e com dificuldade de se relacionar com outras pessoas. A criança deve ser estimulada de outras formas, saber cobrar, conversar, abraçar, dar carinho e substituir brinquedos eletrônicos por passeios familiares, nada substitui momentos únicos vivido em família.

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  • Diego Afonso De Souza  14 de setembro de 2017 em 16:45

    Primeiro penso que todos deveriam entender e colocar na própria cabeça que todos nós erramos e que ninguém é perfeito, dar e ensinar uma pessoa a ser educada não e nunca foi sinal de que ela irá ser perfeita ou irá ter uma vida perfeita, nao devemos deixar que o a autoridade passe por cima do amor, carinho, afeto. Dar o direito de uma criança/adolescente de falar, opinar, é mais que obrigação dos pai

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  • Daniele Zene  14 de setembro de 2017 em 17:47

    Vejo que muitos pais procuram tratamento psicológico para os filhos, quando na verdade quem precisa de tratamento são os pais!

    Responder
  • Nathalia Ribeiro  14 de setembro de 2017 em 22:57

    Tem pais que não tiveram uma infância cheia de mimos e querem transmitir ao filho (a) oque não tiveram porém de forma inadequada. Pensando somente nele e não no bem estar do seu filho (a), estão em busca de uma perfeição na qual não existe e nem vai existir. São pessoas que querem ser oque não portam. Assim acabada desencadeado vários problemas nas crianças

    Responder
  • Silvia Maria de souza Romanha  14 de setembro de 2017 em 23:58

    Criança tem que ser criança, nós pais não devemos jogar nossas responsabilidade em cima deles, devemos sim educa-los para a vida, as coisas tem que ser feita com prazer e não por obrigação. Conheço pais que a criança tinha que esta sempre impecável, não podia correr par anão se sujar as notas nas escolas tinha que ser a melhores tudo das crianças tinha que ser perfeito se limpasse a casa não podia sujar brincando e hoje são pessoas infelizes adolescentes neuróticos.
    Criança foi feito para ser criança.

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  • Jamille R. Zeferino Waiandt  16 de setembro de 2017 em 12:03

    Somos além de tudo seres históricos e considerando a história de vida de cada um, de fato é preocupante acompanhar tantos relatos de crianças com sofrimentos psiquicos e até mesmo físicos em decorrência da forma que são criadas, tratadas ou “educadas” pelos seus pais ou responsáveis, indicando que na juventude precisarão ser acompanhadas por especialista a fim de amenizar os impactos trazidos na infância.

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  • Helida Scalfoni  18 de setembro de 2017 em 23:24

    Estamos vivendo em uma geração que nos exigem cada vez mais sermos melhores, estamos sempre buscando a perfeição e estamos transferindo isso para os nossos filhos, queremos que sejam os melhores alunos na escola, melhores no esporte que praticam, sempre exigimos muito, devemos nos atentar para que eles tenham a consciência que estão sempre aprendendo e podem sim errar e não serem os melhores em tudo, assim não criaremos adultos frustrados.

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  • victor marianelli  26 de outubro de 2017 em 00:20

    No decorrer da leitura vi minha infancia como um flash , muitas lembranças de acontecimentos traumaticos . Essa desvalorização , descaso , esse modo impositivo do pais para com os filhos pode causar uma gama de sentimentos e uma revolta muito grande. Conversando com uma amiga que tambem passsou por essa situação observei o efeito que esse perfeccionismo casou nela , segundo a mesma , tinha vontade de sumir e só voltar depois de anos com uma vida formada e bem sucedida, ela encontrava nos estudos uma forma de descarregar todo sentimento que estava oprimido .

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  • Geovanina muraro saldanha  29 de outubro de 2017 em 10:46

    Muitas pessoas que são perfeccionistas acabam se prejudicando e levando essa ideia de “perfeição” para pessoas ao seu redor. Tiram delas a oportunidade das mesmas, de mostrarem suas capacidades e habilidades, as quais, cada uma nas suas particularidades e individualidades, tenham. Os pais,ouem termos gerais pessoas perfeccionistas acreditam que sabem mais e que determinada situação ou algo tem que está nessariamente PERFEITO. O modo do outro ainda não está do jeito que ele avalia ou acredita está “perfeito”. Esta atitude é um mal muito grande, pois a pessoa pefeccionita apresenta um transtorno, o qual pode ser contraído por pessoas muito próximas a ela, no caso em questão, os filhos. Encontramos constantementes pais que exigem de seus filhos nota DEZ e destaque em tudo que o filho venha a fazer. Uma nota mais baixa que ele venha a tirar como um oito,nove, nove e meio e até mesmo um nove e setenta e cinco, já é um motivo de punir seu filho. E esses pais chegam para o professor e aluno e querem se justificar de todas as cormas que não adimite que seu filho ou filha tenham o resultado presente. Recentemente, depareim- me com uma situação desta, onde a mãe chegou até a mim e disse que sua filha no ao passado só tirava DEZ. Quando ela viu um nove e linguagem e 9,75 em matemática. Pois, tirou em minha frente a boneca a qual tinha comprado . Alegando ela, que ela estava para vê DEZ em tudo… Mas quando encontrou essas duas notas, achou indigno a criança receber o presente.Pois ela premiava a criança a todo bimestre com presentes variados e queridos pela filha. A criança ou outro indivíduo em questão se sente incapaz, inferiorizado e gerando com isso pessoas que só medem em forma de posição, quantidade,destaque perante ao outro, sempre a todo instante de sua vida. PAIS,com esse tipo de comportamento não sabem, ou pior, acreditam piamente que estão sendo corretos. Contudo não sabem que mal estão causando aos seus filhos na formação do carater e na personalidade de seus filhos. Acredito como pessoa e mãe, que precisamos criar nossos filhos para que deem o seu melhor, dentro das suas possibilidade e limitações, com seus erros e acertos, baixos e altos;contudo dando a possibilidade s ao mesmo de aprender, melhor gradualmente com equilíbrio ,traquilidade e tempo. Sem pressão e perfeccionismo. Em fim, um bom filho, ou indivíduo em si, não precisam serem “perfeitos”, apenas bastamos ser pessoas de valores em termos de dignidade, caráter e personalidades equilibrada e sadia. O resto vem, naturalmente. O precionar, cobrar algo, sem mesmo saber das dificuldades, limitações do outro, gera um grande desconforto e sentimento de incapacidade em realizar algo certo . Trazendo a possibilidade de alguns trantornos adiquiridos com essa atitude desses pais opressores e fanáticos pela perfeição.

    Responder
  • Paula Murta Chaves Ribas  30 de outubro de 2017 em 15:36

    É provado que o estilo de criação pode influenciar os adolescentes a acreditarem na legitimidade e autoridade dos pais e como essas percepções podem levar ao mau comportamento, ou seja, é importante sim que as crianças cresçam entendendo que na sociedade existe uma hierarquia para que as coisas funcionem adequadamente. Mas é inaceitável que os pais exijam excelência de seus filhos em tudo que fazem, pois sabemos que somos seres falhos e com limitações.
    A busca exacerbada pela perfeição, pode tornar essas crianças adultos inseguros, pouco confiantes, com baixa auto-estima e que muitas vezes, não irão conseguir criar um laço afetivo nem mesmo conseguem se manter no emprego.
    Estabelecer o diálogo e principalmente um lar acolhedor e organizado faz a diferença na construção da personalidade de nossas crianças.

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  • Christiany Saúde  7 de novembro de 2017 em 22:01

    Infelizmente vivemos em um mundo que valoriza excessivamente os resultados e que estimula a competitividade desde cedo e crianças correm o risco de se tornarem perfeccionistas, graças às exigências permanentes de muitos pais.
    A demanda pela excelência pode se manifestar por meio de críticas excessivas ao desempenho na escola, nos esportes e trabalhos artísticos ou ainda em comparações com outras crianças.
    Sabemos que somos espelhos para nossos filhos, mas que imagem eles tem visto refletidas em nós?
    Ao contrário do que se possa pensar, o perfeccionismo não é uma qualidade e pode gerar consequências danosas ao longo da vida, comprometendo, inclusive, os relacionamentos futuros.
    Por medo de errar, crianças perfeccionistas demoram além da conta para desempenhar uma função, de tão minuciosas que são. Arriscam pouco, pois precisam ter tudo sob controle e garantias de perfeição, o que pode atrapalhar a realização de seus sonhos e desejos. Tive alguns alunos perfeccionistas e posso falar com muita propriedade sobre o assunto pois vivi na pele inclusive ajudando aos pais a não sufocar tanto os filhos em busca dessa maldita perfeição. Em alguns tive êxito, em outros nem tanto, mas continuo sem perder a esperança e ajudando quem eu possa alcançar.

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  • ALESSANDRA BOF  8 de novembro de 2017 em 17:28

    Sabemos que as crianças que se espelham-se nos pais. Por isso, que os pais pessoas muito exigentes como elas próprias podem se tornam tao exigentes quanto elas.

    Responder
  • CLÁUDIA RODRIGUES DOS SANTOS  13 de novembro de 2017 em 22:45

    Estudos nos mostram que os pais perfeccionistas criam filhos ansiosos e com maior probabilidade a depressão.A maioria desses pais tendem a ter uma conduta demasiadamente egoístas bem como de achar que a criança tem.que passar ou não pelas mesmas experiências que eles. Ou seja, querem trilhar o caminho pelos filhos protegendo demais ou exigindo demais ,sem considerar a limitação humana inerente a cada um de nós. De forma que os filhos ficam expostos ao perfeccionismos e quando em sua maioria não consegue REPRODUZIR os comportamentos exigidos pelos pais começam a se defrontar com causas sérias de transtornos . O que futuramente torna se um Ser que não se adapta socialmente, por ter sido suprimido/reprimido por toda a sua criação . O processo se inverte e a ansiedade , a depressão, o suicídio,a baixa autoestima, a falta de limite, o egoísmo e a imaturidade acaba se tornando a sua identidade .

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  • naty_wundervoll  14 de novembro de 2017 em 19:08

    Muitas pessoas pensam que o perfeccionismo é uma qualidade, mas não é, pois podem gerar consequências danosas ao longo da vida, comprometendo, inclusive, nos relacionamentos futuros. Uma criança que vive com pais perfeccionistas tende a ser muito exigente e pode se tornar tão exigente quanto a eles e o que está na base desse comportamento é a insegurança e a baixa autoestima, por mais que alcancem excelentes resultados, crianças e adolescentes perfeccionistas, nunca estão satisfeitos e carregam a culpa de não atingirem o ideal de perfeição que exigem, e por medo de errar, demoram para desempenhar uma função de tão minuciosos que são, o que pode atrapalhar a realização dos seus sonhos e desejos, por isso temos que ficar atentos da forma que estamos lhe dando com nossas crianças, pois nós somos quem eles se espelham.

    NATÁLIA RAMOS PINTO Itamaraju-BA, aluna CENSUPEG Teixeira de Freitas

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  • Dênia França Campos  15 de novembro de 2017 em 15:33

    Vivemos em mundo onde a competitividade se faz presente em todos os lugares, no mercado de trabalho, nas escolas, no convívio familiar, nas relações sociais. Desde muito cedo somos educados para o acerto, errar nunca é permitido, nossas crianças presas em apartamentos, casas… não tem a oportunidade de relacionar-se, de resolver conflitos presentes na interação com outro. Nas escolas particulares esta realidade ainda é mais explicitas, pais pagam autos custos para que seus filhos tenham uma educação de melhor qualidade, por isso são obrigados a serem os primeiros, a não errar! Também pais que não enxergam os erros dos filhos, que os educam com excesso de estrelismo elogiando o tempo todo, permitindo que eles cresçam fazendo tudo de qualquer jeito, e sofrendo no momento em que alguém lhe aponta um erro e cobra fazer melhor. Orientar crianças e jovens a vencer desafios sem o peso do perfeccionismo, garante mentes saudáveis no futuro.

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  • Nivia Chiarelli A. Akahori  16 de novembro de 2017 em 17:59

    Todos somos passíveis críticas basta saber como fazê-las. Pais perfeccionistas cobram desmedidamente levando a criança a níveis de estresse desmensurados e quando não são atendidos rejeitam, mas rejeitar não é somente abandonar a criança, é não dar o merecido reconhecimento, ignorar conquistas, criticar e cobrar a perfeição. Fazendo isso criam filhos com autoestima baixa, desmotivados e com bloqueios futuros. Cobrança e pressão devem existir mas acompanhados de carinho e respeito para haver um equilíbrio e não uma desmotivação da criança. O perfeccionismo não e saudável porque não e real. Para sermos bons pais e bom filhos não precisamos ser perfeitos, apenas ter valores, caráter e ter uma base de família solida que sempre estará lá em qualquer situação.

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  • Maxielle Pinheiro Santos Silva  16 de novembro de 2017 em 18:01

    Casos de maus tratos vêm fazendo parte da estrutura de diversas instituições, sendo a instituição familiar e escolar um dos campos em que essa situação acontece de forma intensificada seja de forma implícita ou explícita, que por consequência leva a vítima a traumas e problemas intensos em diversos âmbitos de sua vida. Na maioria das vezes os pais tem uma grande intenção de promover um futuro promissor aos seus filhos, mas esquecem de construir estruturas de carinho, atenção, respeito, comunicação saudável e afeto no presente nas interações com os mesmos, elementos cruciais para o crescimento e desenvolvimento do ser humano.

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  • Sablina Fernandes Rodrigues Coelho  16 de novembro de 2017 em 22:21

    Competição, excelência, os melhores… esse é a realidade de um mundo em que vivemos, onde as pessoas cobram o perfeccionismo em tudo e todos que nos rodeiam. Não existe perfeição, uma vez que aquilo que talves seja perfeito para um indivíduo não é perfeito para o outro.
    Precisamos olhar para o outro como ele realmente é, com os seus limites e potencial.

    Responder
  • JUREMA ANTUNES DA ROCHA (CENSUPEG TEIXEIRA DE FREITAS -BA)  17 de novembro de 2017 em 02:09

    Atualmente independente da classe social os filhos estão sendo pressionando pelos seus pais a serem excelentes, os mesmos estão sendo criticados excessivamente, humilhados, rejeitados .
    O desejo perfeccionista do pai, que seu filho seja perfeito em todas as coisas não é bom ,pois podem originar problemas futuros tais como: fobia, angústia, baixa autoestima… etc
    Não existe ninguém perfeito, Os pais tem que compreender que cada um tem suas competências e habilidades, reconhecendo o esforço da criança estimulando-o a continuar e acreditar que ele é capaz.

    Responder
  • Zilmária Hermano Fontoura(Censupeg Teixeira de Freitas-Ba)  17 de novembro de 2017 em 23:38

    Os pais atualmente,vem cobrando seus filhos absurdamente em relaçao a ser alguém na vida,esquecendo do mais importante,que é a sua atenção que eles mais precisam.Alguns pais passam quase o tempo todo na correria do dia a dia ,não dando atenção necessária que os filhos precisam.Diante disso,querem suprir essa ausência com bens materiais e os cobrando de responsabilidades,deixando de lado o afeto que seus filhos precisam.

    Responder
  • Marcia Miranda Gonçalves de Sousa Resende  18 de novembro de 2017 em 19:44

    Os filhos são reflexos dos pais e infelizmente muitos pais criam expectativas que seus filhos não são capazes de cumprir, gerando um ambiente de descontentamento que prejudica diretamente os comportamentos sociais e a saúde mental dos filhos. É notório que muitos são os indivíduos que lidam com a ausência e a constante pressão familiar, sendo por consequência pessoas inseguras e com distúrbios psicológicos.

    Responder
  • Lorena Neres  18 de novembro de 2017 em 20:53

    Atualmente os pais esquecem de suas responsabilidades com seus filhos, se ocupam com seus trabalhos, e outras atividades e não acompanham de perto e deixam de estimular seus filhos, em suas habilidades etc..
    È necessário que os pais reconheça as competências de seus filhos, acompanhem as atividades e estejam sempre estimulando para bons resultados.

    Responder
  • Danielle Servin  19 de novembro de 2017 em 23:38

    É impressionante de como as doenças e as alterações dos traumas primários (traumas que acontecem na infância) vão desencadeando problemas na vida adulta por consequência desenvolve traumas secundários (que acontece na vida adulta) projetam ou deslocam-se as frustrações dos pais para os filhos, eles não enxergam o motivo de tal ação. Quando uma família, independentemente, estruturada ou disfuncional, cujo pais não trataram seus próprios traumas, consequentemente teremos crianças com sentimentos de rejeição, agressão verbal, gritaria, ira…
    Nos dias de hoje os pais cobram e exigem uma perfeição de conduta de seus filhos, mas há um espaço de ausência de seus próprios pais – sendo que a presença é mais importante que a própria cobrança. Eles externam a sua própria dor. Bom seria que esses pais se permitissem a serem sinceros com eles mesmo através de profissionais da área para melhor convívio com a criança.

    Responder
  • Ana Ligia Meira  21 de novembro de 2017 em 15:59

    Cada vez mais as pessoas buscam uma melhora de vida, e com isso demanda dedicação e tempo. Quando se tem filhos a responsabilidade aumenta, mas a maioria dos pais pensam que quanto mais trabalhar, mais os seus filhos terão tudo de melhor, se esquecem do mais importante que é o amor e a atenção.
    Hoje em dia o que mais vemos é pais perfeccionistas, que querem que seus filhos sejam perfeitos em tudo, principalmente nos estudos, transferem toda essa responsabilidade para a escola, sendo que nesse processo cada um tem o seu papel. O apoio dos pais é de extrema importância na vida dos filhos, faltando essa base, pode trazer sérios prejuízos no futuro.

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  • Adriane de Oliveira Silva  23 de novembro de 2017 em 10:47

    A demanda pela perfeição pode aparecer por meio de críticas excessivas ao desempenho na escola, nos esportes ou em comparação com outras crianças. Essas comparações geram constrangimento e sentimento de inferioridade. As críticas precisam ser feitas com afeto de maneira que a criança perceba que é contrutiva.

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  • Gleidiane Oliveira Rocha  27 de novembro de 2017 em 23:21

    O artigo aborda o termo “maus tratos” de forma bem reflexiva, rompe alguns paradigmas no que se refere a educação familiar, um deles é a de que maus tratos não se refere apenas a agressão verbal e física, mas, a submissão de crianças a situações de extrema tensão e cobranças excessivas. As pessoas aprendem em ritmos diferentes, inclusive por canais diferentes, valorizar as potencialidades de nossos filhos é dar-lhes autonomia de aprender da forma mais confortável e prazerosa, valorizar o empenho é tão importante quanto valorizar o desempenho. Como Tiba (2012) diz, ” sempre é tempo de preparar os filhos para um futuro que a eles pertencem (pág.120)”, sendo nossos filhos construtores do seu futuro, a superproteção pode ser tão prejudicial quanto a ausência dela. A melhor forma de educar é valorizar as potencialidades do educando, e incentiva-lo a partir de bons e valiosos exemplos.
    (TIBA, Içami. País e educadores de alta performance. 2 Ed. SP: Integrarem Editora, 2012)

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  • Nathália Barreto Pinheiro  4 de dezembro de 2017 em 15:16

    Vivemos em um mundo globalizado, tecnológico, onde tudo é imediato, a competitividade exacerbada. Traçar o limite do mundo em acelerado processo perfeccionista, do contexto educacional com os filhos, tem cada vez mais se difundido, onde os pais exigem mais, e querem resultados imediatos. A demanda por excelência pode interferir diretamente no comportamento, com baixa autoestima , problemas em relações sociais… A insegurança é outro determinante, onde a criança nunca se sente suficiente, está sempre em busca da inalcançável perfeição. Não obstante que, exigir o perfeccionismo, não é saudável, tendo em vista de ser algo não real, apenas uma idealização.

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  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  5 de dezembro de 2017 em 18:33

    Como é relevante a construção familiar na vida das crianças! Seu primeiro mundo é seu lar, seus primeiros heróis são seus pais. Infelizmente para muitos os pais também podem ser seus primeiros carrascos. Temos a tendencia de reproduzir aquilo que recebemos, e é assim também na educação dos filhos. Quando o individuo toma consciência e a posse do seu caminho e o transforma, aí sim ele pode quebrar a corrente. Pais problemáticos podem produzir filhos da mesma forma.
    Eu fui criada em um ambiente muito rígido em relação as responsabilidades e as tarefas de casa desde bem pequena, como era a mais velha de três irmãos ainda tinha a responsabilidade de olhar por eles. Algumas tarefas da casa precisavam estar extremamente corretas para que eu pudesse realizar alguma atividade prazerosa, ou simplesmente brincar com os colegas. Quando me casei, logo na primeira semana de casada, meu marido me chamou para sair em um lindo sábado de sol. Minha resposta foi: “Tenho que arrumar toda a casa e deixar tudo em ordem para depois sairmos”. A surpresa dele foi grande, e retrucou dizendo que eu era a dona da casa e poderia realizar as tarefas na hora que desejasse. A partir dessa data comecei me disciplinar para me libertar dessa auto-cobrança de estar sempre realizando tarefas e nunca disponibilizando tempo para o lazer. Melhorei bastante, mas é uma cobrança latente em mim. Luto para não reproduzir para meus filhos essa mesma cobrança.

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  • Cristiane Pereira Oliozi Santos  6 de dezembro de 2017 em 14:19

    Lidamos com desafios crescentes em relação à participação e atuação dos pais e familiares na educação dos seus filhos,assim como também a omissão de muitos para com os seus. Infelizmente lidamos com uma situação conflituosa entre muitos que simplesmente deixam seus filhos entregues à sua própria sorte, assim como tantos outros que querem e exigem de seus filhos sempre algo além do que podem fazer, ser e oferecer, gerando sensações de frustrações, tristeza e dor. È importante que os pais não depositem nos filhos seus sonhos, desejos e frustrações.

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  • Patrícia Carvalho  8 de dezembro de 2017 em 19:37

    Na educação dos filhos, os pais costumam repetir comportamentos programados inconscientemente, herdados da Educação que receberam de seus pais. É comum os pais projetarem nos filhos expectativas que atendam ás suas próprias necessidades, não vendo os filhos como um ser individual e autônomo. Ao contrário, sentem-se donos de seus filhos. Assim, geram problemas emocionais importantes, filhos dependentes ou revoltados.

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  • Ana Paula Cosenza  9 de dezembro de 2017 em 19:36

    A arte de educar não é fácil, e infelizmente hoje nos deparamos com “famílias” que desejam “ter” um filho como alguém que quer ter um carro…. Por vezes criam seus filhos em creches, ou colocam alguém para cuidar, quando estão presentes, é mais fisicamente do que realmente o significado da palavra em si. Trazendo um grande índice de crianças que se sentem ” rejeitadas” e “menos importante” para seus pais. Uma pesquisa ( não oficial) feita com crianças de 9 e 10 anos na escola que trabalho pelo professor de Educação Física, sobre o que mais te deixa feliz e triste em relação aos seus pais. 90% das crianças responderam que triste é que não tem atenção dos pais, pois eles quando estão em casa estão na internet. Feliz quando eles conseguem fazer algo bom junto aos pais ( brincar ou fazer algo juntos). Acabei focando mais no item rejeição, mas sabemos que as crianças são reflexos de seus pais (lares), assim como seus pais são reflexo de seus pais. Acredito que por vezes podemos repetir ações de nossos pais ou então justamente ao contrário. O ideal é que busquemos o equilíbrio e por vezes aceitar e buscar a ajuda de um terapeuta.

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  • Janine Manhães Teixeira  10 de dezembro de 2017 em 19:38

    A projeção nos filhos de uma vida e atitudes perfeitas, evidenciam as frustrações dos pais ou repetição de condutas passadas de geração em geração. O que deveria apenas conduzir, orientar e educar, se torna em massacrar, recriar e apoderar da vida do outro, uma vida ainda cheia de vivências ou experiências únicas, de ser criança. Recebemos dia-a-dia na escola, crianças assim, com dificuldades de relacionamento, introspectivas e “sofredoras”, muitas vezes silenciosamente. É triste saber que tudo mencionado no texto é o mais verídico retrato da realidade de algumas famílias.

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  • Rejane Senna  10 de dezembro de 2017 em 20:23

    Muitos pais projetam nos filhos um futuro idealizado por eles, alguns querem que os filhos realizem “os seus sonhos” e não perguntam aos filhos se é o que eles querem para si. Vivemos em um mundo globalizado, numa velocidade voraz, numa sociedade capitalista e competitiva, o que deixa os pais mais preocupados e em busca da perfeição dos filhos. O que os deixam cegos, a ponto de não perceberem o mal que estão fazendo aos filhos, a ponto de deixar sequelas, gerando transtornos e sintomas como os citados no texto, para o resto da sua vida e muitas vezes adultos e profissionais frustados e infelizes.

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  • Geisa Goulart Barreto  10 de dezembro de 2017 em 20:35

    De fato, cada vez mais pais criam seus filhos para serem os melhores, os primeiros, os invencíveis, os perfeitos… Ocorre , que perfeição aos seres humanos não há e não haverá. Comportamentos opressores, sufocadores e autoritários por parte dos pais , estão dando origem a uma geração de adultos ansiosos, inseguros, com baixa auto-estima, depressivos… Cabe a nós, enquanto pais, dosarmos as responsabilidades e cobranças que damos aos nossos filhos e tentar não transmitir a eles , talvez , a educação que tivemos.

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  • TATIANE APARECIDA DE SOUZA MENDONCA  10 de dezembro de 2017 em 21:01

    Vivemos tempos de imediatismo, alta competitividade e busca por altos rendimentos, e, infelizmente,alguns pais incutem essas práticas na rotina de seus filhos, logo, o resultado vem refletindo na escola, onde cada vez mais jovens apresentam transtornos psicossociais. O desafio do educador do século XXI é saber identificar esses transtornos e tentar ajudar esses jovens e suas famílias de alguma maneira.

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  • izael cristina dos santos silva  10 de dezembro de 2017 em 21:46

    Os pais acham que dar tudo estão fazendo o melhor e esquece que precisa de dar atenção e carinho e acompanhar o real desenvolvimento seguindo a educação recebida de seus pais.

    Responder
  • izael cristina dos santos silva  10 de dezembro de 2017 em 21:48

    Dar tudo,pensando que estão fazendo o melhor e esquece que precisa de dar atenção e carinho e acompanhar o real desenvolvimento seguindo a educação recebida de seus pais.

    Responder
  • izabel cristina dos santos silva  10 de dezembro de 2017 em 22:09

    Os conflitos existenciais se não houver uma intervenção de uma equipe multidiciplinar ou medicamentosa é surpreendente a mente humana,a mesma que salva,támbem mata.

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  • Daniele Almeida Freire  11 de dezembro de 2017 em 10:50

    A forma em que um indivíduo enxerga o mundo é determinante em suas relações. Aos pais perfeccionista que tem uma conduta muito rígida, se sentem oprimidos por uma busca incessante de aprovação e perfeição, mantendo uma relação desajustada acarretando efeitos colaterais aos seus filhos.

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  • Jaqueline paiva  11 de dezembro de 2017 em 15:38

    Por uma necessidade de competição, ou até mesmo de super proteção, acaba sendo retirada das crianças a possibilidade de cometer erros, mesmo esta sendo necessária para a construção do ser, e de todo o aprendizado, sejam elas de situações do cotidiano ou em avaliações e exercícios conteudistas propostos pelo ambiente escolar. Na sua maioria privam as etapas do desenvolvimento cronológico da criança, fazendo com que assumam responsabilidades fora da idade, sem contar na cobrança excessiva na busca de “ideais”. Estimula-se de forma negativa, fazendo com que a criança não tenha prazer, nem felicidade ao executar tais atividades, tornando sua vida tediante e sem sentido. E com o tempo os reflexos aparecem, podendo este ser em forma de doenças psicossomáticas, ou até mesmo com diturbios comportamentais.

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  • Patricia de souza gomes medeiros  11 de dezembro de 2017 em 19:25

    Muitas são as tentativas de formar adultos bem sucedidos. Refletir nos filhos aquilo que país e Maes gostariam de ter sido. Mas será que isso é saudável? Muitas vezes o que é visto são crianças frustradas, tímidas e com medo de errar.

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  • Andreia Teixeira Pinto Figueira  12 de dezembro de 2017 em 08:21

    Nos dias atuais onde os Pais precisam trabalhar o dia inteiro fora, compensam sua ausência com presentes e atitudes inadequadas quanto a correção dos filhos, o que infelizmente geram crianças sem limites e sem educação. É muito triste a veracidade do texto em algumas famílias.

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  • larissa sandre  14 de junho de 2018 em 13:55

    Neste contexto podemos enxergar duas situações. Na primeira, os pais sempre desejamo melhor para seus filhos, por isso existe uma certa cobrança em cima dos filhos em relação ao estudos e o seu potencial.
    Segundo, essa talvez seja mais importante e requer muita atenção, alguns pais não conseguem realizar um sonho de seguir determinada carreira profissional, e transferem para seus filhos essa responsabilidade, como se essas crianças não tivessem direito de escolha, nesse momento, os pais começam a cobrar dos filhos, o que na verdade eles deveriam ter feito e não conseguiram, cobram dos filhos uma dedicação como se os filhos tivessem a obrigação de realizar um sonho que não e deles.
    Os pais não tem a menor noção do mal que estão causando a essas crianças com esse tipo de atitude, e que todo esse perfeccionismo pode causar um grande comprometimento no futuro deles.
    Portanto nesse caso acredito que os pais necessitam de avaliação e acompanhamento psicológico, ao invés de querer tratar os filhos.
    Muitos problemas no desenvolvimento infantil nos dias atuais, na maioria dos casos, a grande responsabilidade são dos próprios pais, que cobram de mais e ensinam e ajudam de menos.
    ATT Larissa Sandre

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  • Sandra Rose Falcao Vidal  16 de junho de 2018 em 10:30

    A formação da personalidade de um individuo, começa desde sua concepção. Porem, suas raízes vão se firmando e de acordo com o ambiente em que vivem. A criança começa desde bebezinho a se relacionar com ”padrões” de desenvolvimento que acabam comprometendo seu fortalecimento psicológico. E isso se da ate mesmo pelos próprio pais que exigem das crianças alem do que elas podem oferecer, se tornando um problema grave, que requer ajuda profissional, pois esse problema vai continuar em sua vida adulta, se não tratado.

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  • Elealza Alves ofrazio  17 de junho de 2018 em 01:53

    Vivemos em um mundo que valoriza excessivamente os resultados e que estimula a competitividade desde cedo.a criança acaba correndo riscos de se tornarem perfeccionistas, graças as exigências permanentes dos pais,os pais que críticam demais os filhos,acabam abalando sua auto estima e estimulando a insegurança,cristicas constantes pode levar a criança acreditar que é incapaz e o que faz nunca vai ser bom e suficiente.

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  • Thayná de Souza  18 de junho de 2018 em 12:56

    “Tentar fazer os outros serem como você espera não é um ato de Amor, é autoritarismo”.
    Pais que são perfeccionistas, que exigem muito das crianças, desde cedo elas correm o risco de se tornarem também perfeccionistas, graças as exigências dos pais. Muitas vezes vem das grandes exigências de notas escolares, e também na comparação delas com outras crianças. Muitos pais acham que esse perfeccionismo todo é uma qualidade, mas pelo contrário, é um defeito que pode gerar muitas consequências danosas ao longo da vida, comprometendo até mesmo os relacionamentos futuros. Muitas vezes por medo de errar, as crianças demoram além da conta para desempenhar uma função, arriscam pouco, pois precisam ter tudo sob controle e garantias de perfeição, o que atrapalha a realizações de seus sonhos e desejos.
    ninguém é perfeito, e como tudo na vida, os extremos são sempre ruins.

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  • Valesca Amaro Gomes  21 de junho de 2018 em 01:23

    Meu pai sempre foi muito perfeccionista e com isto vinha inúmeras cobranças ao qual eu me sentia muito coagida e sentia que eu não conseguia corresponder com o que ele desejava de mim e com isto sempre me sentia frustada e sensação de incapacidade e foi necessário que eu trabalha-se muito isto dentro de mim para que eu pudesse superar e sentir que sim eu sou capaz.

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  • Andréia Baptista Falcão  22 de junho de 2018 em 17:44

    Se os pais investissem um pouco de tempo com seus filhos, poderiam conhecê-los como eles “verdadeiramente são” e ajudá-los a serem o melhor que eles podem ser, dentro de seus limites. Superando a si mesmos todos os dias, crescendo dentro de suas possibilidades físicas, emocionais, sociais, psíquicas, não sendo apenas um prolongamento dos sonhos, desejos e metas dos pais. A criança se vê obrigada através das imposições dos pais a acertar onde eles erraram, obter êxito onde eles fracassaram. Estudar, praticar esportes, instrumentos musicais e até profissões que os pais não conseguiram. Enfim viver uma vida que os pais não viveram. Nesses moldes, qual criança se sentiria amada, valorizada, respeitada? Como não adoecer diante de tantas expectativas?

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  • Cristiane Araujo Coutinho Gil  24 de junho de 2018 em 12:06

    Muitas vezes os pais tentam fazer de seus filhos uma extenção de suas prórpias vidas, esperando que eles realizem seus anseios (dos pais) e assim os satisfaçam, sem atentarem que filhos são individuos com suas próprias caracteristicas e impor uma subjetividade é uma forma de agressão dirfarçada. É óbvio que todos os pais querem o melhor para seus filhos, ou ao menos assim deveria ser, porém cabe a reavaliação dos pais do que é “melhor”. Afinal a “felicidade” trata-se de algo intimamente subjuntivo. Nem sempre ter um alto padrão social, ou uma profissão que gera destaque garantirá satisfação pessoal. Para alguns isso é objetivo de vida, para outros não é, por isso, é tão importante os pais auxiliarem sim na formação de seus filhos em todos os aspectos, porém não lhes cabe determinar a profissão que seu filho ira seguir. Nem determinar que seja o melhor em tudo, pois esse anseio certamente gerara uma sobrecarga de responsabilidade gerando ansiedade e até mesmo depressão.

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  • Ruimar brito dos reis  25 de junho de 2018 em 01:29

    Ótimo tema a ser relatado!
    muitas vezes os pais sufocas os filhos com suas exigências, não querendo trazer transtornos,mas ao contrario do que muitos pais pensam exerço de cobranças traz muitas vezes transtornos.
    O perfeccionismo não e saudável, pois não é real. Trata-se de uma idealização. não samos perfeitos e jamis seremos.
    segundo a psicologa Sâmara, por mais que alcancem excelentes resultados, crianças e adolescentes perfeccionista nunca estão satisfeitos e carregam culpa por não atingirem o ideal de perfeição que exigem, reproduzindo assim o padrão de expectativas existente na relação com os pais.
    Sérios problemas traz o perfeccionismo dos pais, traz medos para as crianças, medo de errar medo, de não conseguir, ou ate mesmo de distorcer o idealismo de seu pai de alguma forma.
    As fases da infância, são momentos de muita cautela para os pais,porque não pode nem cobrar muito e nem deixar muito a desejar,bom séria se todos busca-se conhecimento nessa área.
    A função dos pais e ajudar seus filhos, as criticas excessivas gera o efeito contrário.

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  • Edileuza Santos Pessini  25 de junho de 2018 em 10:16

    Pais altamente exigentes submetem seus filhos a um nível exagerado de estresse, o estresse emocional pode causa danos á saúde da criança. Força de mais s crianças, na busca de nota alta na escola, por exemplo, pode levar a consequências negativas inesperadas. Quando os pais se tornam intrusivos na vida do seus filhos, isso pode sinalizar para as crianças que elas não e bom o suficiente com o resultado, a criança pode torna-se medrosa de cometer o menor erro e vai culpa a si mesma por não ser “Perfeita”. Com o tempo esse tipo de comportamento, conhecido como “perfeccionismo” mal adaptativo, pode ser prejudicial para o bem-estar da criança, uma vez que ele aumenta o risco de acriança desenvolver sintomas de depressão, ansiedade e ate mesmo suicídio em caso muito grave. Pais vamos fica atentos com seus filhos, pois cada se desenvolve de acordo com o aprendizagem de cada criança, e tudo tem seu tempo, acredite e melhor ter uma criança saudável com o aprendizagem que ela necessita do que uma criança de aprendizagem de obrigação e doente, oprimida de não pode alcançar o objetivo dos pais perfeccionista.
    Deus deixou nos pais para educar as crianças e não para oprimi a criança em um mundo que não é dela, vamos ajuda as crianças a ser felizes.

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  • Irone paixão  25 de junho de 2018 em 19:45

    Os pais por estar tao focado em seu próprio mundo dos negócios e de seus próprios enteresses, acabam nao tendo tanto tempo para dedicar aos filhos; acabam vivendo uma vida de troca; onde os filhos recebem presentes e o que desejam, para com isso disfarçar a ausência paternas.
    Com isso, não imagina o que está sendo construído emocionalmente, na vida dessa criança.por serem perfeccionista geram nos filhos vários problemas sendo afetados na escola, nos relacionamentos, e quando adulto na vida profissional etc.
    Sem falar na causa dos sintomas tipo: toc, fobias, comportamentos explosivos, irritações, angústia crônicas como cita o texto.
    Vale a pena refletir sobre esse asunto tão interessante.

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  • Jeferson  26 de junho de 2018 em 11:54

    Esse tema traz uma grande polêmica pelo simples fato de muitos pais confundir amor com alta proteção , perfeccionista.Os pais perfeccionista afetar diretamente no bem estar de nossas crianças, tornando um difícil convívio na sociedade por não serem rapazes de ser impor em suas próprias escolhas . Sendo assim levá nossos filhos a um alto nível de estresse com um alto índice de depressão por não consegui chegar o nível esperado,causando até a morte.

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  • Bruna Holanda  26 de junho de 2018 em 13:40

    Os pais querem proporcionar para os filhos o que idealiza como algo bom em sua própria criação, deixando de lado as individualidades de seus filhos. Sem uma visão do mundo atual querendo jogar o “na minha época não era assim” o que se torna ruim de ser ouvido por estarmos vivendo um novo momento no mundo.
    “..cobram de seus filhos muito mais do que podem oferecer”, os pais querem passar ou melhorar a educação que lhe foi dada assim deixando de observar as necessidades do seu filho focando apenas no que ele acha ser melhor para a vida do próprio, fazendo com que sua geração desenvolva sintomas causados pelos pais perfeccionistas.

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  • Bruna Valandro  28 de junho de 2018 em 18:16

    A sociedade já impõe a todo momento que devemos produzir. Sempre nos pressiona a fazer, a criar, a ser alguem produtivo no mundo. Com as criancas e adolescentes não é diferente. Pais que colocam seus filhos contra a parede o forçando a ser alguem de desejo deles, colocando de lado a vontade do filho. Por isso, jovens se tornam insatisfeitos, sem realizações, em continuo conflito… pois procuram a todo momento agradar seus pais que sempre os dizem o que fazer, e quando não se faz, de forma injusta os colocam em situação de pressão.

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  • Maria José da Silva Oliveira  1 de julho de 2018 em 19:26

    Na correria do cotidiano os pais passam a cobrar muito dos filhos e querem tudo com muita perfeição, mas por ele não terem um tempo suficiente, não entendem o que possa estar atravessando a vida de seus filhos, e fazem cobranças além dos limites, que no futuro possa estar prejudicando a vida do filho em meio a sociedade. A grande maioria dos pais tentam dar tudo para seus filhos, fazem tudo o que está ao seu alcance para atender as suas necessidades, mesmo os pais fazendo com melhores intenções, cometem sérios riscos ao adotarem certas condutas e posturas ruins que acabam fazendo muito mal ao desenvolvimento e bem estar de seus filhos. A figura de um pai ou de uma mãe podem marcar o futuro de uma criança, pois eles são os principais responsáveis educadores durante a infância, e por mais que a escola ajude na educação, certos comportamentos e valores sempre serão aprendidos através dos pais ou cuidadores.

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  • Elcimara Ferraz  2 de julho de 2018 em 10:50

    Não é responsabilidade dos pais fazer com que seus filhos sejam felizes, pelo contrário, essa responsabilidade depende de cada um de nós, ou seja, dos próprios filhos. Nesse sentido, é de extrema importância dos pais o incentivo para que a criança desenvolva autonomia, sempre incentivando em suas atividades e escolhas, para que assim, as crianças/adolescentes/jovens, descubram no decorrer de suas vidas, o que de fato os fazem bem, e o que desejam para a vida.
    Muitas vezes, os pais projetam nos filhos suas angustias, medos e frustrações, gerando efeitos colaterais seríssimos nas crianças. Pois em busca de aceitação perante a família, os crianças acabam também se tornando inseguras e frágeis, sempre retraídas e pessimistas.

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  • Rafael Gomes  2 de julho de 2018 em 15:14

    4-

    Pais perfeccionistas geram em seus filhos problemas que os afetam na escola, na convivência com outras pessoas e quando adulto na vida profissional e também na família que um dia irá construir. Os pais fazem isso com a intenção de tornar seus filhos em pessoas responsáveis, inteligentes e de caráter, só que infelizmente esse tipo de cobrança e pressão se não vier acompanhada de um diálogo de respeito e compreensão pode levar a uma criança frustrada e que tenha medo de errar, isso tudo pode acarretar em vários problemas até a fase adulta.

    Responder
  • laudiceia de souza ramaldes leal  2 de julho de 2018 em 23:47

    Esse pai geralmente carrega algum tipo de distúrbio, insatisfação, são frustradas com ele próprio que busca o perfeccionismo em seus filhos, muitas da vez querem que os filhos construam o que eles não construíram ,o grau de exigência imposta por eles acaba atrapalhando mais do que ajuda. Crianças exposta ao perfeccionismo desde cedo têm muito mais chances de crescerem ansiosos e, ainda por cima, depressivos. Tudo por conta do receio de não acertarem naquilo que forem fazer.

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  • Estevão Barboza  3 de julho de 2018 em 00:59

    O texto aborda um assunto muito delicado e ao mesmo tempo cumum, de maneira tão presente em nosso dia a dia.
    Muitas das vezes transtornos mentais apresentados em crianças e jovens são consequência de determinados comportamentos dos pais a maneira de tratamento abordagem muitas das vezes extremamente perfeccionista e de grande cobrança.
    Cobranças estas que acabam trazendo sentimentos negativos como culpa, sensação de fracasso contínuo, como outros apresentados no texto. Os pais devem se manter atentos à respeito dessas abordagens para com os filhos, pois os efeitos podem ser devastadores às crianças.

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  • YASMIM DE CARVALHO CORREIA  3 de julho de 2018 em 09:17

    O texto a cima descreve a realidade da maioria das crianças hoje em dia. Através dos estudos que estou tendo percebo que oque eu achava “comum e normal” na verdade podem ser traços de reflexo de situações como descrita no texto. Muitos pais crescem sendo tratados assim, e mesmo naquele tempo achando ruim, quando cresce transfere para seus filhos porque foi algo aprendido dentro da família, que acaba dando um entendimento de “ser o correto a se fazer” e que muitas das vezes não é. Ao meu ver, um pai ou uma mãe que quer o melhor para seu filho, realmente passa dos limites enquanto exigências a eles, e que não devemos culpar e sim ajudar, pois as intenções na grande parte deles vem como “boas”.

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  • Wermenson S Brito  3 de julho de 2018 em 14:22

    Os pais lançam sobre os filhos uma educação autoritária que só conseguem receber em troca o sentimento de medo e insegurança, não levando em conta que os filhos se tornarão adultos e os tratos dados pelos pais refletirá no seu futuro. Muita das vezes o pai impõe uma autoridade que recebeu de uma educação rígida, como o cabeça da família deve exercer seu papel de homem, sem respeito com os filhos e nem com a esposa.

    Responder
  • clislaine oliveira  3 de julho de 2018 em 23:31

    Em um mundo que valoriza excessivamente os resultados e que estimula a competitividade desde cedo, crianças est6a exposta ao risco de se tornarem perfeccionistas, graças às exigências permanentes dos pais. por mais que alcancem excelentes resultados, crianças e adolescentes perfeccionistas nunca estão satisfeitos e carregam culpa por não atingirem o ideal de perfeição que exigem, reproduzindo assim o padrão de expectativas existente na relação com os pais.

    Responder
  • Thalia Gomes  4 de julho de 2018 em 07:22

    Os pais costumam cobrar muito dos filhos, a cobrança em si é necessária, mas para tudo deve haver o seu limite.
    Crianças e adolescentes hoje em dia quase não vêem seus pais, pois esses estão a todo tempo a trabalhar ou ocupados demais para dar atenção aos seus filhos. Os pais acreditam que trabalhando para dar ao filho todas as oportunidades que eles não tiveram estarão ajudando seus filhos. Mas bens materiais não supri a falta que os pais fazem em casa, muito menos a falta de carinho.
    Essa cobrança excessiva gera nos filhos uma angústia muito grande e isso pode afetar diretamente na suas relações com outras pessoas e também no âmbito escolar, pois a criança/adolescente estará automaticamente se cobrando para mostrar um bom resultado aos pais, para que ao menos assim ele possa receber um sinal de aprovação e “carinho” dos pais para com eles.

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  • Eliane Torezani  4 de julho de 2018 em 13:16

    O perfeccionista pode também ser alguém com um certo transtorno.
    No tempo em que vivemos,onde a mãe tambem executa o papel de pai ou junto com o pai, em uma correria constante,perdem muito o tempo e a qualidade do pouco que conseguem para seus filhos.
    Essa falta é “compensada” com presentes e companhia de “outros”e pouco tem a atenção de quem realmente devia.
    Desafios chegam e eles acabam se vendo sozinhos e abandonados.
    A criança é cobrada em ser e fazer o melhor sem que seja ensinado,estimulado e percebido.
    Os pais nem sempre percebem ou aceitam o fato.
    Atenção em cada detalhe do comportamento é de grande importancia para buscar a devida ajuda.

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  • Raiane Pereira  5 de julho de 2018 em 11:55

    É claro que a vida não vem com manual de instruções de como criar seus filhos.
    Mas temos quer ser sensatos ao educar os filhos, rever como a criação irá afetar sua vida adulta, pois há uma grande possibilidade da criança utilizar todo esse ensino na sua vida pessoal, profissional, amorosa, afetando em todos os aspectos. Claro que isso pode ser resolvido com terapias, mas so se pode resolver aquilo que é perceptível.

    Responder
  • Emanuelle de Araujo Celis  7 de abril de 2019 em 20:25

    Pais perfeccionistas empoem demasiada pressão em seus filhos para que se tornem “filhos perfeitos”: com notas perfeitas e um comportamento perfeito, ou até mesmo que alcance um sonho não conquistado pelo familiar. Entretanto essas ações pode acabar desenvolvendo fobias e TOC’s na criança.
    Os pais não devem evitar submeter a criança a situações estressantes ou demasiada pressão, para que a formação da personalidade e seu desenvolvimento não seja prejudicado. O profissional, quando contatado deve criar métodos terapêuticos para a criança e seus familiares.

    Responder
  • Robson De Araujo Merlo  14 de abril de 2019 em 02:07

    Pais perfeccionistas demandam muita pressão sobre seus filhos para serem perfeitos em tudo que fazem, mas se esquecendo do mais valioso que é a afetividade, a pressão absurda em cima da criança querendo que ela não erre em nada, causa constrangimento, medo e angustia na criança fazendo que ela se reprima cada vez mais, conduzindo os filhos aos transtornos psicológicos. Como profissionais devemos ajudar á essas famílias a partir de métodos terapêuticos.

    Responder
  • Iury Assis  18 de abril de 2019 em 12:15

    O apoio familiar e muito importante, pois garante a segurança e o conforto tanto físico quando mental da criança, sempre tive um pai muito rígido, desmotivador, e isso me prejudicou bastante, hoje ele está mudado, e um dos melhores incentivadores que tenho, e vejo como faz diferença tem alguém que o apoie, me sinto mais seguro realizando tarefas, pois sei que mesmo errando, ele vai me ajudar, todas as crianças deveriam ter esse tipo de apoio, evitaria muitos casos de suicídio, depressão, massacres etc…
    A maior incentivadora de uma criança é sua família, sem isso, as chances de ser uma criança saudável mentalmente são mínimas.

    Responder
  • Jorly Cardoso Ottoni  18 de abril de 2019 em 15:21

    A maioria das vezes a família, o Pai e a Mãe não conseguem entender que filho de certa forma tem que ter suas próprias vontades (próprias descobertas) para o aprimoramento de sua própria independência.
    Independência é a forma de segurança que adquirimos quando criança e aprimoramos ao passar do tempo para tomarmos decisões que farão parte de nosso futuro como decisões e escolhas.
    Com isso os maus tratos quando criança e a forma obsessiva de cuidados dos pais que nos faz ficar estagnados e dependentes de cuidados fazendo com que repetimos o que os próprios querem para a gente e vivemos muitas das vezes uma vida infeliz.
    Por mais boa a intensão, nem sempre o que nossos pais querem de bom para a gente e de fato o que vai ocorrer.

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  • Gleice Gonçalves Oliveira  19 de abril de 2019 em 16:04

    Sabemos que em alguns casos de pais perfeccionista acabam muita das vezes gerando grande problemas, porque o que eles não conseguiram no decorrer de suas vidas eles querem que seus filhos sejam eles realizado e acabam constrangendo essas crianças, humilhando, entristecendo seu coração.
    Pais traça caminho que eles não querem e e acabam não enxergando a capacidade de cada um

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  • Quezia airam  19 de abril de 2019 em 18:56

    Apesar de assuntos como transtorno e doenças mentais venham ganhando espaço de debate, falar sobre, ainda causa um certo estranhamento, medo e apreensão. Foto é que, cada vez mais cedo essas doenças estão ocorrendo em crianças. E ao meu ver, essa dificuldade dos pais na criação de seus filhos está vinculada a sua propria criação, que provavelmente também foi regada de pressoões excessivas. E como esse transtorno não foi diagnosticado, os pais não percebem que eles são os causadores dos problemas sofridos pelo seu filho.

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  • Marina Mattos  19 de abril de 2019 em 20:08

    E mais uma vez o outro lado da moeda. Os principais responsáveis pelo futuro de uma criança. Os pais! Que ao mesmo tempo onde se encontram na maioria das vezes heróis, podem se tornar vilões.. Aqueles que são perfeccionistas e criam seus filhos de uma forma extremamente rígida e inadequada, causando consequências danosas para o futuro dessas crianças que estão sempre em busca excessiva de aceitação, ser elogiado, reconhecido, e isso tudo por se espelhar nos pais perfeccionistas. Carregam a culpa, nunca estão satisfeitos e acabam tão exigentes quanto eles. Os pais precisam olhar para os filhos como eles realmente são, ensinando a fazer seu melhor aperfeiçoando seus talentos. E sim, deve-se criticar, porém essa crítica quando necessária ser praticada com afeto e acolhimento para não causar transtornos e sequelas nessa fase de emoções intensas e organização de personalidade que se passa na vida desse jovem.

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  • bruna alvarenga  20 de abril de 2019 em 15:54

    Se torna complicado quando os pais quer passar para os filhos o desejo de perfeitos em tudo que for fazer , sendo assim frustrando as crianças e conseguente mente impendido o seu desenvolvimento de forma saudável

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  • Késia Resende Francisco  20 de abril de 2019 em 21:23

    Algumas vezes, os pais esperam do filho aquilo que eles queriam ser e não conseguiram, por isso exigem dos filhos uma perfeição que talvez não seja possível, sem pensar nas consequências disso. Isso acaba influenciando nas escolhas da criança e do adolescente, esperar que o filho faça algo que não seja o que ele quer seguir, acaba frustrando essas escolhas, já que o medo de decepcionar os pais possa ser maior. A conversa nessas situações é essencial, já que podem chegar a um “acordo” que beneficie ambos os lados.

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  • Daiane Marcial  20 de abril de 2019 em 23:55

    Alguns pais da atualidade querem dar tudo que não tiveram aos filhos, inclusive suas carreiras frustadas e até coisa que parece ser simples de relaizar como uma festa de 15 anos que era o sonho da mãe. Os pais querem filhos inteligentes, filhos que sejam melhores do que eles foram, que tenham a educação que eles não tiveram e as vezes acabam esquecendo que aquele ser é apenas uma criança que quer brincar, ser amada e feliz. Submetendo a criança a situações de risco a própria saúde mental e física, tudo por uma perfeição que as vezes a criança só tem por ser forçada diariamente fazer o que os pais exigem que elas façam, o que é um risco muito grande que pode ir da infância até a vida adulta ou até não aguentar mais.

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  • Ellen Cassia  21 de abril de 2019 em 00:12

    Os pais andam tão focados em suas vidas, que se esquecem de seus filhos, quase não tem tempo para ter um dialogo, e quando tem, muita das vezes só sabem pressionar e cobrar sobre algo, sem mesmo se preocupar com a dificuldade deles. Isso acaba gerando nos filhos um grande desconforto, pois ficam bastante aflitos, e as vezes não se sentem capazes de conseguir fazer algo certo.

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  • Marilza vergueiro  21 de abril de 2019 em 10:51

    A família deve apoiar a criança e incentivá-la sempre que fizer um trabalho ou coisa parecida , sorrindo , brincando, garantindo a segurança e o conforto em sua vida. Os pais devem ser os maiores incentivadores para que a criança cresça saudável e pronta para enfrentar os obstáculos da vida.

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  • Patrícia  21 de abril de 2019 em 12:26

    Pais perfeccionistas requer muitas responsabilidades de uma criança que está na sua formação conhecendo tudo ao seu redor, e quando os pais cobram isso da criança ela vive sobre pressão sem saber o que fazer, e por medo do que os pais vão pensar provoca instabilidade e insegurança na criança e no adolescente.
    Adolescente e a criança está na fase do desenvolvimento e de mudanças, precisa do apoio de seus familiares, para ter uma vida adulta saudável.

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  • Andressa Merscher  21 de abril de 2019 em 17:00

    A um certo ditado que diz uma maça podre compromete as que estão próximas, assim são as atitudes dos pais que achando trazer benefícios para seus filhos o educam com muito rigor, trazendo transtornos psíquicos que adocem seus filhos. não devemos culpar os pais pois eles também foram refém de uma educação rígida outrora vivida. Para eficácia do tratamento todos integrantes da família no qual temos um paciente, devem buscar tratamento.

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  • Júlia Furlani  21 de abril de 2019 em 21:15

    Um exemplo que posso dar é quem hoje em dia é comum ver pais que cobram demais seus filhos a estudar pra normalmente seguirem carreiras de grande prestígio e em alta na sociedade, como a medicina. Só que na maioria das vezes não é isso que a criança deseja de verdade, mas veem que tem que seguir as regras de seus pais para ter a aceitação e não decepciona-los. Com isso, no futuro pode desencadear grandes sentimentos de frustação, baixa autoestima, estresse, entre outros.

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  • Eferson michel guinsber  21 de abril de 2019 em 21:53

    Pais com estas atitudes estão achando que estão ajudando seus filho,mas sabendo eles que estão prejudicando sua infância e seu futuro,porque como o texto mesmo está falando,os período iniciais da vida de uma criança vão determinar uma vida adulta.

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  • Joilson da Silva Costa Junior  21 de abril de 2019 em 23:54

    A critica e exigência exagerada de figuras paternas geram grande frustração, desconforto e conflitos internos, nos filhos quando os mesmo não atingem as metas impostas, a ideia de inaceitação de rejeição, se instala nas ideias dessa criança, a falha busca pelo reconhecimento pode acarretar transtornos. Pais bem intencionados com péssimas decisões são perigosos para a maturação de seus filhos, cegados pela boa intenção acabam não percebendo o modo como age com os filhos, como sempre orientação é a maior aliada da prevenção para transtornos desenvolvidos no ecossistema familiar.

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  • Raquel  22 de abril de 2019 em 05:39

    Hoje vemos muito o viver de aparências , pais que são verdadeiros ditadores dentro de casa mas fora dela são os legais , os que brincam e se divertem com os filhos só para ter status. No entanto vemos crianças cada vez mais doentes , se mutilam , se cobram excessivamente e poem fim na sua vida por não ser o ser tão perfeito que os pais gostaria que fosse. Uma pena em pleno século XXl ver isso acontecer de uma forma tão exagerada.

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  • Meiriana  22 de abril de 2019 em 09:25

    Sempre queremos dar para os filhos aquilo que não tivemos na infância, uma comida melhor, brinquedos, escola com melhores status, e muitas das vezes cobramos que as crianças deem valor para aquilo que nós pais desejamos para elas, mas que na verdade era para nós mesmos. E nem percebemos como isso afeta as crianças, é preciso sempre nos policiarmos das nossas ações.

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  • Ester Domingos de Oliveira  22 de abril de 2019 em 10:15

    Infelizmente podemos notar com muita frequência hoje em dia o desatentamento de pais ou responsáveis com a criança, podemos notar que falta o diálogo dentro do lar. Mas tambem vemos com frequência pais que cobram demais a perfeição em seus filhos. Querendo que eles sejam exemplo em todos os aspectos de sua vida mas sabemos que não é bem assim, a criança precisa ser entendida, compreendida em sua forma. Atitudes de cobranças de uma figura familiar causa um problema sério no desenvolvimento infantil. Pois essas crianças acabam crescendo se alto desmerecendo acreditando que nada que fazem é o suficiente. Lembrando que tudo que uma criança passa em sua infância provavelmente será absorvido no seu futuro. Devemos nos atentar a cobrança, saber dizer de modo correto a nossas crianças como se deve fazer, quando tirar uma nota baixa no Colégio dizer que ela poderia ter estudado mais e que ela é capaz de conseguir fazer melhor. Para que ela possa saber lidar com tal situação.

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  • Alessandra Mariani Littig  22 de abril de 2019 em 20:55

    Os pais desde muito cedo cobram muitos seus filhos, cobram um bom desempenho escolar, boa notas, bom comportamento em festas, cobram que as crianças sejam sempre as melhores em tudo. Fazendo assim que eles cobrem cada vez mais caro de si mesmo. Temos como realidade que adultos são o que sua base infanto-juvenil lhe proporcionou e sabemos que a infância tem como base o ambiente familiar, adultos são sementes daquilo que lhe foi plantado na infância. Pais com boas intenções, mas que, por sua vez exigem de mais acabam que por destruir toda a autonomia de seus filhos, gerando aquilo que eles querem e almejam, criam seus filhos para serem aquilo que eles queriam ser.

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  • Ana carolina Brandão  22 de abril de 2019 em 23:00

    cobrança em excesso pode gerar problemas ,muitas vezes as crianças são moldadas na família e acabam sendo sobrecarregadas com fardos que não deveriam carregar podendo assim privar a criança de várias oportunidades que ajudaria no desenvolvimento da criança .devemos cobrar da criança somente o necessário.

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  • Dalva Oliveira  24 de abril de 2019 em 08:59

    O tempo todo encontramos situações em que os filhos procuram a aceitação dos pais. Desejam ouvir ardentemente que é amado, admirado, aceito com suas limitações .
    Com grande demanda de cobranças feita pelo mundo em constante evolução, os pais se vem forçados a prepara los para enfrentar a adversidade as competições que irão encontrar . Até aí tudo bem , o problema é quando essa ação foge ao controle, quando a cobrança inadequada se torna destrutiva . Muitas vezes o erro se repete , os pais já vem de uma criação rígida, com críticas destrutiva, como passaram por isso acabam repetindo os erros com os próprios filhos .
    Mas não somos todos iguais, não lidamos com situações constrangedoras e desfavoráveis da mesma forma. A frase , o não eu já tenho o que vier é lucro não é visto da mesma forma por todos.
    Como país devemos compreender a individualidade e a forma de ser de cada filho e respeitar . Devemos cobrar sim , mas de forma a orientar , construir confiança e equilíbrio nessa relação e não plantar o medo dele fracassar em cada passo que for dar em sua vida.

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