A psiquiatria está repleta de dados sobre depressão e suicídio na fase da adolescência, bem como de quadros psicóticos, obsessivos ou transtornos diversos ligados a corporeidade ou imagem pessoal (anorexia e hipocondria por exemplo) revelando a intensa dificuldade em fortalecer o ego, proteger e direcionar a vida biopsíquica e social.

Efeitos e situações de risco para crianças e jovens. 2Evidentemente, as grandes modificações nas ações dos adolescentes, causam desespero aos pais e intensifica os conflitos familiares. O controle paterno se vê rompido pela independência e autonomia alcançada pelo jovem em direção a novas pessoas e grupos, também causando aos pais uma certa sensação de perda e receio de infortúnios para os filhos. Alguns pais se sentem ressentidos por estragarem seus esforços na criação dos filhos e se percebem agora deixados de lado diante de outros interesses destes, quando crescem e buscam fora de casa a sua desejada ou possível felicidade.

Geralmente, a nossa vida relacional tem caráter simbólico, em trocas que nos fortalecem mutuamente. São poucas as pessoas que, embora precisem e atuem em reciprocidades, se sentem tranquilas nos seus atos alocêntricos, sem esperar retornos. Os papéis sociais e psicoafetivos na família, são quase sempre revestidos de expectativas e poucos reconhecimentos pelo que recebem do outro. Os adolescentes tendem a buscar suas completudes, mais intensamente fora de casa e, diante de sérios conflitos, podem tender aos encantos das drogas, jogos e vandalismos nas tentativas de afirmação de pertença nos grupos e na fuga da realidade.

Nessa fase, torna-se difícil a preservação da unidade familiar, principalmente em se tratando da área de controle paterno/materno, diante das lutas de liberdade e autonomia da juventude. Este é um dos graves momentos em que a família adoece de forma angustiante. É difícil para um terapeuta fazer a família tomar consciência de que o problema não está só no jovem, mas no conjunto familiar em suas interações e em seus aspectos circunstanciais.

Pressões internas e externas, conflitos psíquicos, frustrações, intolerâncias e outros fatores inconscientes eEfeitos e situações de risco para crianças e jovens. 3 conscientes geram níveis altos de tensão enfraquecendo o ego e dificultando adaptações positivas do jovem aos seus diferentes grupos, inclusive à sua própria família. Ao observarmos os sintomas dos distúrbios, a terapia familiar terá de se revestir de parcerias para oferecer apoio mais fortalecido e equilibrado ao jovem. É uma preocupação nossa, nos unirmos de companheiros de luta, com ajuda de psiquiatras, endócrinos, neurologistas, fisioterapeutas, psicanalista, psicólogos, educadores e outros profissionais, conforme o caso. Afinal, a saúde mental está ligada à vida como um todo, dentro e fora do sujeito, e nos contextos que o envolvem.

Publicação sugerida pelo autor.

128 Comentários Respondidos

  • Mara Cristina Andrade nunes  8 de maio de 2017 em 21:48

    os pais tem que saber o que está acontecendo com seus filhos, perguntar como foi o dia, principalmente na escola que é lá que ele passa boa parte do dia.Tem que conversar bastante explicar o que é certo ou errado, e dar atenção quando ele quiser conversar.Pode acontecer da criança ou adolescente está passando por algum problema, quando vai conversar com os pais é ignorado. A criança ou adolescente vai começar a guardar as coisas só pra ela até chegar um ponto de não aguentar mais e ter uma depressão.Tem que observar bem para saber se há algo errado e assim evitar que aconteça o pior.

    Responder
    • Leticia ramos  7 de junho de 2017 em 17:40

      Vivemos em uma sociedade onde a tecnologia e os problemas familiares estao levando nossas criancas a deixarem de serem crianças e acabam suprindo vazio deixado pela família.

      Responder
  • Priscila Almeida  9 de maio de 2017 em 15:13

    As dificuldades para se socializar com o próximo é um dos tópicos em que a criança ou adolescente não esta bem, o outro é a rebeldia e agressividade; para que isso seja de uma forma contraria, não devemos ter medo de procurar ajuda externa, como de um psicologo.
    Para que nossos filhos não fique a prontidão a violência e drogas o dever da família ,da sociedade e do estado é prover o bem-estar e assegurar a criança e o adolescente as prioridades absolutas :a vida, a saudê, a alimentação a educação e ao laser .

    Responder
  • Bárbara Roni  9 de maio de 2017 em 16:35

    Vivemos em uma sociedade na era da tecnologia, isso é bom? Sim. Mas precisamos saber usa-la para o nosso bem e de nossa família. Infelizmente isso não esta acontecendo; pais preferem da celulares de última geração aos filhos para suprir algo que nao se compra como: amor, carinho, atenção, um bom diálogo etc… os filhos estão pedindo socorro e pais não percebem, quando percebem é tarde demais. Filhos são herança do senhor.

    Responder
  • suellen xavier  10 de maio de 2017 em 14:38

    hoje em dia os pais quase não estão tendo dialogo com os seus filhos por esse motivo não sabem onde estão, oque estão fazendo ou se estão bem, os adolescentes podem estar passando por dificuldades ou transtornos,e com vergonha ou medo de contar para seus pais acabam contando com pessoas “erradas”, a internet agrava isso ainda mais, pessoas que se passam de boazinhas e só querem fazer maldades e por o adolescente ser imaturo acaba caindo, temos que ficar mias atentos com isso, temos que proteger e dialogar com nossos jovens.

    suellen xavier 1° período FAEV

    Responder
  • Vitória Gomes Cassiano Barcellos  10 de maio de 2017 em 15:25

    Os pais de hoje, por passarem tanto tempo fora de casa, acham que podem substituir atenção, carinho ou até mesmo um bom dialogo, com objetos de consumo que a criança ou o adolescente desejam. Os pais acabam esquecendo que só dar a criança/adolescente o que eles querem não supri​ o que eles realmente precisam que é a atenção.
    Com o mundo em que vivemos hoje, com tanta violência, não podemos vacilar, temos que ficar atentos com nossos filhos, e sempre procurar saber se eles precisam de ajuda e sempre dialogar.

    Responder
    • Leticia ramos  7 de junho de 2017 em 17:30

      Todos nós pais, mmães e professores deveriamos ler mais e conhecer mais sobre a ddepressão infantil so assim poderia mos ficar mais atentos a essa doença e ajudarmo as nossas crianças a superarem essa doença que vem consumindo nossas familias
      Parabens! Vanessa pelo seu trabalh

      Responder
  • Lorenna Nascimento  10 de maio de 2017 em 15:34

    Algumas familias por não haver diálogo ou atenção, as crianças acabam crescendo aprendendo o que ver dentro de casa ou em televisões, e futuramente os pais não percebem que os filhos podem estar passando por um conflito emocional, por mais “bobo” que pareça ser ou não. Alguns pais até brigam com palavras que trazem angustia fazendo o adolescente ou criança se sentirem para baixo, principalmente se for um adolescente carente. E acabam carregando dentro de si um sentimento de solidão, com isso pode levar o filho a fazer ou tentar fazer algo com sua própria vida.

    Responder
  • Stefani Silva Lima  10 de maio de 2017 em 16:33

    Vivemos em uma sociedade com uma grande inversão de valores,aonde é preciso dar para receber e ter para ser.E os jovens com certeza são quem mais sentem essa pressão e buscam afirmação no que para eles é essencial para a felicidade.Cabe aos pais mostrar aos filhos a diferença entre felicidade momentânea e a felicidade duradoura,e que todos temos problemas,mas que com a ajuda da família pode ser mais fácil serem resolvidos.Os pais também devem estar atento aos filhos,dedicarem mais tempo,dialogarem mais,refletirem se o problema está só nos filhos ou na família e abertos a procurar ajuda se necessário.

    Responder
  • Evelyn Alves da Cruz  10 de maio de 2017 em 18:04

    Sentir que ser independente lhe torna livre faz com que o jovem faça tudo para acelerar o rompimento do controle dos pais. Embora recebam apoio e ajuda dentro de casa esses jovens buscam vivencias que fogem do que eles encontram na rotina familiar.
    Com o passar do tempo a família passa a saber cada vez menos sobre esse jovem, e isso faz com que exista uma distancia, essa distancia implica em muitas circunstancias negativas, pois longe de quem pode orientar estão sozinhos.
    É justamente nessa fase de busca de autonomia e de independência que surgem transtornos ligados as dificuldades que os jovens encontram nesse caminho. Junto com esses transtornos surgem também os conflitos familiares, pois o problema não está só no jovem. E é nesse momento que a família deve buscar ajuda de profissionais para fortalecer o laço familiar.

    Responder
  • izi-costa  11 de maio de 2017 em 10:37

    Antigamente os pais eram mas rígidos com os filhos hoje ta muito liberal,os jovens passam maior parte do tempo na frente de um computador e os pais não se preocupa em saber o que os filhos andam fazendo, pelo fato dos pais sempre culpar a falta de tempo acaba deixando seus filhos isolados permitindo assim que eles adquire situações que pode trazer grandes riscos a sua vida .Acredito também que muitos jovens sofrem por algum tipo de preconceito que aconteceu la na infância e acaba carregando por toda sua juventude,com a falta da família no seu cotidiano eles acabam vivendo no mundo só deles deixando assim de viver em sociedade .

    Responder
  • Thais Soares Ferreira  12 de maio de 2017 em 11:20

    Na sociedade em que vivemos hoje podemos dizer que as crianças já nascem conectadas. Os pais desde muito cedo dão presentes como celulares e estimulam os seus filhos a usarem, e por falta de tempo dos pais, não procuram saber em que os seus filhos estão conectados, com quem conversam e etc.. Hoje em dia com tanta violência, pessoas se aproveitam da tecnologia para enganar crianças, adolescentes e praticar maldade. Os pais acabam perdendo a atenção dos seus filhos para essas pessoas que muitas vezes se passam por boazinhas, e quando percebem pode ser tarde demais. Os pais devem estar atentos e dialogar sempre com seus filhos, estabelecer limites para internet e da atenção necessária para que não se perca o controle.

    Responder
  • Camila da Penha Oliveira Carneiro  12 de maio de 2017 em 12:32

    Os pais deveriam ser mais atentos na educação com os filhos. Procurar dar sempre conselhos, conversar sobre o que é certo e o que é errado. Muitos pais acabam sendo liberais demais. Por não procurarem saber o que o filho anda fazendo, a criança/adolescente se acha livre para fazer o que bem quiser. Como exemplo, o acesso a internet. Deveria ter um acompanhamento de um adulto, para dizer onde pode navegar e onde não pode. Temos o exemplo do Facebook. A idade mínima permitida para ter o perfil, é 13 anos. Mas quantos usuários com 12 anos ou ate menos sabemos que tem o perfil? Se essa regra é infringida com o consentimento dos pais, por que não desrespeitar outras regras também? Pais. Eles deveriam ser um pouco mais rígidos na educação com os filhos. Prestar mais atenção no ensinamento que estão dando a eles. O que os filhos não aprendem com os pais, eles aprendem com o mundo, de forma errada. E futuramente trará danos, distúrbios e conflitos para família e para própria criança/adolescente.

    PEDAGOGIA 1° PERÍODO- FAEV

    Responder
  • Taciany Minini  12 de maio de 2017 em 13:15

    Os pais devem forçar um diálogo com seus filhos, procurar saber como anda o seu dia a dia, buscar uma forma de manter seus filhos mais próximos e passar uma confiança de que eles podem contar com vocês apesar da correria do dia a dia. Infelizmente muitos adolescentes acabam buscando na rua o que não encontram em casa. Já que que muitos pais não tem tempo para ver seus filhos, utilize o celular, mande uma mensagem, tire um tempinho e faça uma ligação. São atitudes que vão fazer diferença, você vai mostrar que se importa, que mesmo distante não deixou de pensar no seu filho. Não deixe seu filho se isolar em um mundo só dele, não deixe ele se tornar um estranho pra você.

    Responder
  • Mikaela Calmon  12 de maio de 2017 em 13:20

    Ter uma família bem estruturada, não quer dizer que seja uma família perfeita.
    Muitos jovens procuram na rua o que não tem em casa, ou seja, o carinho e atenção dos pais. Alguns pais pensam que, apenas dando do bom e do melhor para seus filhos, já será o suficiente para que supra a sua ausência muitas vezes.
    Muitos pais acabam colocando a vida dos filhos em risco sem ao menos perceber, com a falta de atenção. Os jovens se revoltam e acabam entrando na vida errada na maioria das vezes para chamar a atenção de seus pais.
    Penso que os pais deveriam ser mais presentes na vida dos filhos, procurando saber do cotidiano, da escola, e principalmente das companhias em que andam. Ter uma participação ativa.
    Por tanto, tendo acompanhamento diário dos pais, uma boa relação dentro de casa, já seria um grande avanço para que famílias não fossem desestruturadas.

    Responder
  • Milena Minini Neto  12 de maio de 2017 em 17:02

    Nessa fase da adolescência tudo é muito intenso, para eles tudo é demais da conta, é aquela fase cheia de decisões a serem tomadas, de começar a terem responsabilidades, e cabe a família esta ali do lado, presente em seu dia a dia, para ajuda-los em suas decisões em qual caminho é o certo a seguir, os pais tem que ser presente na vida de um filho, sempre conversando com eles, perguntarem como eles estão e fazer questão de conhecer seus amigos também é uma ótima, não tem que dar brecha para que o filho se isole, fiquem sempre trancados dentro do quarto com o celular, ou no computador, os pais tem que estarem sempre atentos ao comportamento do filho, que são nas atitudes as vezes que percebemos se há algo de errado ou não.

    Responder
  • Taisa De Lima Lira  13 de maio de 2017 em 16:36

    Quem vê aparência não vem coração.
    É disso que as famílias vivem hoje,só de aparência. Muitas ainda são exemplos de vidas pra outras famílias ,mal sabem que são filhos com falta de atenção e pais que não matem nenhum dialogo com seus filhos. crianças tem essa necessidade de conversa trocar experiencia com seus pais de ter uma boa conversa e mantem uma relação saudável mas muitos pais não param e casa e quando estão nunca tem tempo pra seus filhos.

    Responder
  • Amanda de Fátima Bernardes Wanderley  13 de maio de 2017 em 17:37

    Na escola a criança e o jovem passam boa parte do tempo, criam novas amizades, aprende novas coisas, passam por problemas, certa parte constrangedora, muitos tem dificuldade de compartilhar com seus pais e familiares suas novas descobertas e seus problemas, e quando querem dividir com eles, não tem a atenção que esperavam, e não são compreendidos, isso acaba gerando uma angustia, e até mesmo uma depressão, por se sentirem só, e iguinorado pela própria família, assim gerando uma pessoa cheia de complicações psicológicas. País que participam mas dá vida de seu filho, que sabe tudo que está acontecendo tendem a ter uma boa convivência e uma estrutura melhor dentro de casa.

    Responder
  • CARLA RODRIGUES EDUARDO JARETA  14 de maio de 2017 em 16:27

    Hoje em dia há uma demanda maior direcidonada a este assunto, mas há bem pouco tempo atrás não se dava a importãncia devida a estas crianças e jovens.
    Eles tem passado por grandes pressões em suas famílias ou onde vivem seus pais ou responsáveis estão cada vez mais sem estrutura emocional. Muitos destes pais ainda são adolecentes e jovens que acabam tendo filhos e não tem estrutura nenhuma para educar estes, acredito que este seja um dos fatores do auto indíce de depressão e suícido neste faixa etária.
    Acabam crescendo cheios de transtornos e complexos que não são identificados num tempo hábil.
    Estas crianças e jovens acabam crescendo em sua maioria sem a orientação necessária, muitos destes pais necessitam se ausentar para trazer o sustendo para casa.
    Uma triste realidade que tem que ser mudada.
    FAEV – 1PERIODO

    Responder
  • CLAUDIA RABELO DOS SANTOS  14 de maio de 2017 em 17:38

    A família e a base de tudo, o processo de construção da identidade da criança e do adolescente, seus valores, sentimentos e opiniões a construção da sua auto-imagem, e a partir da família, isso que nos faz diferente um dos outros. Mas infelizmente não é isso que está acontecendo, hoje os pais trocam o amor por vontades do filho, os pais se sentem culpados por trabalharem demais e não ficarem com seus filhos, os compensam dando tudo que querem. Com isso a relação de vinculo afetivo não existi mais entre pais e filhos. Diante dessa situação os jovens procuram na rua a felicidade, a atenção o amor que não tem em casa, muitas vezes essa felicidade esta associada a drogas , bebidas, roubos e outros, levando muitas vezes a depressão e ao suicido. A família é definida como núcleo primário de proteção, afeto e socialização para a criança e o adolescente. Portanto a afetividade é a base do relacionamento familiar,a relação entre pais e filhos, o amor e o diálogo são fatores essenciais para o funcionamento harmônico da relação. Ser pai ou mãe é se doar por completo, ou seja, é se comprometer, ser responsável, sustentar, cuidar e amar o filho, independente do seu trabalho ou de qualquer outro motivo. Para que haja vínculo afetivo, é preciso que os pais reconheçam seus filhos e que os filhos se sintam reconhecidos e seguros nesta relação.

    Responder
  • CLAUDIA RABELO DOS SANTOS  14 de maio de 2017 em 17:39

    A família e a base de tudo, o processo de construção da identidade da criança e do adolescente, seus valores, sentimentos e opiniões a construção da sua auto-imagem, e a partir da família, isso que nos faz diferente um dos outros. Mas infelizmente não é isso que está acontecendo, hoje os pais trocam o amor por vontades do filho, os pais se sentem culpados por trabalharem demais e não ficarem com seus filhos, os compensam dando tudo que querem. Com isso a relação de vinculo afetivo não existi mais entre pais e filhos. Diante dessa situação os jovens procuram na rua a felicidade, a atenção o amor que não tem em casa, muitas vezes essa felicidade esta associada a drogas , bebidas, roubos e outros, levando muitas vezes a depressão e ao suicido. A família é definida como núcleo primário de proteção, afeto e socialização para a criança e o adolescente. Portanto a afetividade é a base do relacionamento familiar,a relação entre pais e filhos, o amor e o diálogo são fatores essenciais para o funcionamento harmônico da relação. Ser pai ou mãe é se doar por completo, ou seja, é se comprometer, ser responsável, sustentar, cuidar e amar o filho, independente do seu trabalho ou de qualquer outro motivo. Para que haja vínculo afetivo, é preciso que os pais reconheçam seus filhos e que os filhos se sintam reconhecidos e seguros nesta relação. FAEV.1º PERÍODO

    Responder
  • Geilza de Souza Delfino Gomes  14 de maio de 2017 em 22:21

    vivemos hoje em um mundo mais moderno em que temos as informações que queremos de um modo fácil e rápido, cabe hoje aos pais ter um diálogo amplo com os filhos, explicar o que é certo e errado, observar o seu filho dedicar a ele o tempo que precisa, não deixando assim com que seu filho seja influenciado com informações erradas ou destorcidas,o diálogo é fundamental na família ,os filhos precisam se sentirem apoiados e é através do amor familiar da atenção que se constrói uma segurança e apoio para esses filhos que geralmente tem tantos medos , dúvidas e traumas nós quais os pais não se atentarem a ajudar , os filhos vão em busca por respostas em outros lugares se colocando assim expostos aos riscos de uma mal influência , podendo tomar para si maus exemplos e seguindo por maus caminhos . Caminhos estes que podem levar um filho pelo simples fato de não terem recebido a devida atenção de seus pais a trilhar até mesmo um caminho sem volta.

    Responder
  • Neilza Monteiro Lopes  14 de maio de 2017 em 23:04

    Hoje não é difícil ter notícia de crianças e jovens com problemas psicológicos. Mas porquê isso está acontecendo tão precocemente?
    Na vida moderna e acelerada em que vivemos, os pais trabalham cada vez mais e, com isso, acabam tercerizando a educação dos filhos.
    A tercerização pode ser desde a creche até aparelhos eletrônicos, o que causa um distanciamento familiar e perda de valores. Quando os pais “acordam” os filhos já apresentam comportamentos alterados e, muitas vezes, sérios.
    É preciso uma avaliação familiar para que a educação e a atenção aos filhos não se perca em meio a vida turbulenta em que vivem e tenhamos famílias mais sadias.

    Responder
  • Veronica Lube  15 de maio de 2017 em 11:49

    O Brasil, como um país em desenvolvimento, infelizmente possui um grande número de crianças e de adolescentes em diversas situações de risco, a situação de risco se faz presente quando uma criança ou adolescente está com seus direitos fundamentais violados ou ameaçados de lesão. Pode ocorrer por ação ou omissão da sociedade ou do Estado, por falta, omissão ou abuso dos pais ou responsável e em razão da própria conduta da criança e do adolescente. Nesse âmbito, a noção de acolhimento tanto da criança ou jovem, quanto do adulto que acompanha, seja ele um educador ou um familiar, ganha importância

    Responder
  • Erieth dos reis pecincha rodrigues  15 de maio de 2017 em 14:05

    Vivemos e uma sociedade em que as familias perderam um pouco a noçâo do contesto familiar,podemos ver o reflexo disso na vida na vida de nossos jovens e adolecentes.
    O numero de jovens e adolecentese que apresentam algum distrubio tem almentado a cada dia,e pior ,os pais nâo sabem lidar o com o problema.

    Responder
  • Laisnara Cristina  15 de maio de 2017 em 14:46

    Nos dias de hoje a criança aprende mais com as tecnologias do que com os próprios pais, os pais por “falta de tempo” se preocupam em dar mais bens materias aos filhos, para que assim possam ter mais tempo para seu serviço. Por tanto a criança acaba aprendendo tudo com a tecnologia, e muita das vezes são coisas ruins. Os pais precisam estar mais ainda presente na adolescência, pois é nessa fase da vida que começam a descobrir novas coisas da vida.

    Responder
  • Phelipe Pereira Domingos  15 de maio de 2017 em 16:34

    Acredito que com a chegada da tecnologia os pais perderam muito o diálogo com seus filhos,e nas redes sociais esses jovens ficaram muito mais propícios a “tudo” ,desde como tem que se vestir até qual é o corpo ideal…então os pais tem que procurar conversar mais com seus filhos,impor limites…

    Responder
  • LARISSA DUARTE CALDEIRA  15 de maio de 2017 em 18:07

    Sabemos que o mundo em que vivemos hoje é completamente diferente de anos atrás, hoje as crianças e os jovens estão ligados a um mundo intelectual onde os tira toda atenção, oque acaba se tornando pessoas solicitarias, passam a viver isolados em um mundo que é completamente deles. E por esta razão se gera conflitos familiares.
    Uma forma de mudar esta realidade seria uma educação básica de mais qualidade com o acompanhamento maior dos pais, para que essas crianças cresçam inteligentes, independentes e expertos para as informações do mundo aprendendo a absorver com maturidade.

    Responder
  • Jackeline Batista de Almeida Soares  15 de maio de 2017 em 19:02

    A influência externa muitas vezes se torna mais convincente que os valores ensinados dentro da família, isso quando são ensinados. Desde cedo é preciso fazer com que a criança se torne auto confiante e amada por seus pais. Muito diálogo é o caminho.
    FAEV

    Responder
  • Rayane Ferreira Cancian  15 de maio de 2017 em 20:10

    Geralmente os adolescentes querem ter sua liberdade, os pais por confiarem em seus filhos achando que eles nunca irão fazer algo de errado acabam liberando e com o temponao se preocupam em saber o que seus filhos andam fazendo, sentindo ou ate mesmo pensando, como esta a escola, a convivência com os “amigos” e outros.
    Quando os pais “acordam”, seus filhos estao envolvidos com drogas, sofrendo bulling e pensando em suicídio, isso infelizmente e o reflexo da tal “liberdade”.

    Responder
  • THAIS CONCEIÇÃO SANTOS  16 de maio de 2017 em 19:05

    Nos dias atuais a maioria das crianças não sabem o que é brincar na rua ,jogar queimada ,vólei ,e etc… Só conhecem o mundo virtual ,não que seja ruim ,mais é um risco que os pais correm por que na internet tem várias armadilhas principalmente na faixa etária entre 08 aos 16 anos , jogos suicida ,assédios podendo chegar ser abuso sexual .Os pais devem monitorar seus filhos ,dialogar ,alertarem ,terem tempo para os filhos antes que se envolvam em situações que as vezes não tem saída .

    Responder
  • Vanda Bento Constatino  17 de maio de 2017 em 15:21

    Hoje em dia o mundo virtual e tecnológicos esta bem avançado com jogos eletrônicos e varias categorias na internet .Tem jovens e adolescente que ficam trancado em quartos e passam horas e horas envolvidos com jogos e em rede sociais ,os pais devem ficar atentos para o comportamento dos filhos quando o uso de tecnologia poe período prolongado.

    Responder
  • Toaeny Cristina dos santos  18 de maio de 2017 em 10:29

    Na minha opinião,os pais tinham que estabelecer uma idade mais avançada para que seu filho possa ter um smartphone por exemplo,uma criança de 11 anos tem que ir brincar de boneca não ficar em redes sociais,pois ali ela é presa fácil.Nessa idade que tem que manter o diálogo com a criança é os pais ou pessoas próximas…não um amigo virtual que muitas vezes são aliciadores etc…

    Responder
  • jessica gonçalves  27 de maio de 2017 em 15:22

    Muitos pais não se doar tempo ao filho para um diálogo,e quando ele se tocar e observa que ele não está acompanhando a historia do filho, ele acaba descobrindo que a criança virou uma caixinha de surpresa,muitas vezes o pai percebe isso quando já está numa depressão,ou já está no mal caminho.

    Responder
  • christian carla neves de souza moreira  29 de maio de 2017 em 12:28

    hoje em dia muitas das vezes os jovens ou até mesmo uns adolescentes procuram foram de casa carinho,compreensão,e nas ruas eles encontra no mundo das droga ou até mesmos outros caminhos aquilo que está faltando em casa por isso se tornam uma pessoa agressiva e desacreditada de si própria

    Responder
  • Ruth Ribeiro. 1' Período Faev  29 de maio de 2017 em 14:49

    O dever dos pais é saber o que acontece na vida dos filhos, querer saber como vão as coisas, o que de diferente acontece, principalmente na escola. Procurar prestar atenção se alguma coisa mudou como: a dificuldade de se socializar, ou agressividade etc.
    E se algo não estiver normal, não ter medo de se aproximar e ajudar o filho, e até mesmo procurar ajuda de um psicólogo se for o caso.
    Se o filho pede socorro, procure ver a tempo, para depois não ser tarde demais.

    Responder
  • Kaila  29 de maio de 2017 em 18:49

    É perceptível que na contemporaneidade não há tanto dialogo dos pais para com seus filhos, entendo que os adolescentes tendem a buscar suas completudes mais intensamente fora de casa e sem dúvida levando-os para pressões internas e externas, sendo assim, a criança adolescente é obrigada a refugiar-se para uma outra realidade fora do contexto familiar. É preciso entender o contexto social histórico e familiar, pois socialmente e historicamente a mulher “mãe” ocupa-se outro papel na sociedade, dividindo o seu tempo que até então era exclusivo para a família com o trabalho com a política com a tecnologia em fim, começa aí a desestruturação familiar, o que não justifica a ausência da família na escola, é preciso ter um equilíbrio familiar.

    Responder
  • Maria Aparecida Chaves Ferreira Oliveira  31 de maio de 2017 em 04:37

    A tendência deste século é de muita tenologia,no entanto não sabemos lidar com tantas novidades ,entreterimento que até rouba nosso tempo ,e com tudo isso ao nosso redor,muitas famílias se perdem se envolvendo neste mundo virtual e deixando o que é mais precioso que se pode ter no seio familiar que é o contato,olho no olho,diálogo brincadeiras,passeios,ler historinhas juntos,enfim cumplicidade entre pais e filhos,mas infelizmente os pais vivem correndo,ocupados egocêntricos;secando assim seus filhos de lado,empurrando a tecnologia pra cima deles,dos jovens e crianças,e como eles não tem controle se perdem no mundo encantador e perigoso,pois tudo que é de mais faz mal.
    E a maioria dos jovens e crianças de encontram no mesmo diagnóstico:trastorno bipolar agressividade,doentes psicologicamente.
    É necessário analisar com muito carinho como estamos criando nossos filhos , pois a família é a base de tudo para uma sociedade justa coerente e saudável,somos mordomos de Deus,portanto cabe a todos nós cuidar melhor das nossas crianças e jovens,moldando assim seus carateres em formação.
    Tudo podemos naquele que nos fortalece.É simles assim ,nossos jovens e crianças precisam de atenção,correção e muito carinho,pra termos um mundo melhor.

    Responder
  • Genilsa de Sousa Delfino Cézar  31 de maio de 2017 em 21:56

    Vivemos em uma sociedade onde muitos têm a dificuldade para se socializar com o próximo,isso é um dos tópicos em que a criança ou adolescente ñ está bem. A criança e o adolescente podem estar passando por dificuldade ou transtorno, e com vergonha ou medo de contar para seus pais, por ñ haver diálogo ou atenção deles acabam carregando dentro de si um sentimento de solidão. E é aí que mora o perigo, onde leva o filho a fazer ou tentar algo contra sua própria vida.

    Responder
    • ELISÂNGELA OLIVEIRA LIMA  6 de junho de 2017 em 15:20

      Os riscos de mal comportamento para as crianças e os jovens,estão voltados de uma forma direta entre conflitos que geram afastamento familiar e busca por aventurar em grupos diferentes do convívio.Eles acabam se sentindo”acolhidos” sem ter noção de que as cobranças familiares, sociais e afetivas vazem parti de um cuidado para com eles. E que muitas das vezes esses cuidados devem ser assistidos por uma equipe multidiciplinar.

      Responder
  • Eliana Azevedo Morellato Trancoso  6 de junho de 2017 em 13:18

    Os pais devem sempre estar atentos a sinais que os jovens e adolescentes demonstram dentro de casa. Nos dias de hoje está, cada vez mais difícil, educa los, pois está tudo tão moderno e tecnológico. Devem ser sempre pais amigos e companheiros de seus filhos, com bastante dialogo em casa….bastante mesmo…porque se não formos amigos de nossos filhos, corremos o risco de perde los para o mundo. ( é ai que mora o perigo) vai conviver com pessoas erradas, que não vai acrescentar nada na vida deles, ou seja, destruir de vez. Portanto, não percam seus filhos para a rua..ame e cuide do seu bem maior, que Deus te deu!

    Responder
  • Joselândia de Almeida Barbosa  6 de junho de 2017 em 16:18

    Não são poucas as famílias que vivenciam este grave problema, alguns adolescentes cada vez mais de forma prematura, buscam sua autonomia e independência por caminhos errados, como as drogas não licitas comprometendo a boa convivência familiar, por outro lado, a família que tenta a todo custo resolver o problema que vem atingindo grande parte da sociedade, muitas vezes chegando até atitudes extremas como agressões físicas, verbais e etc, pelo fato de nem todas as famílias terem acesso ao tratamento com um terapeuta familiar.

    Responder
  • Tania Regina Francisco  6 de junho de 2017 em 21:53

    O Brasil possui hoje um grande número de crianças e adolescentes em diversos situações de risco. Muitas crianças e adolescentes vivem distante do convívio familiar , por diferentes motivos a s diversas formas de violência e privação. Devemos sempre ser amigos de nossos filhos, ter bastante diálogo , senão podemos perder nossos filhos para o mundo é para as drogas , portanto nós país devemos amar , respeitar nossos filhos intensamente.

    Responder
  • Valdineia Quintino Gomes Evangelista  7 de junho de 2017 em 02:33

    É fundamental a participação dos pais na vida dos filhos é preciso ser amigo e conhecer os amigos dos filhos para entender o convívio social o dialogo deve esta sempre em aberto para orientar com segurança conforme necessidades.

    Responder
  • Leticia ramos  7 de junho de 2017 em 17:24

    Todos nós pais, mmães e professores deveriamos ler mais e conhecer mais sobre a ddepressão infantil so assim poderia mos ficar mais atentos a essa doença e ajudarmo as nossas crianças a superarem essa doença que vem consumindo nossas familias
    Parabens! Vanessa pelo seu trabalh

    Responder
  • Thaynara Regina Samora  7 de junho de 2017 em 18:04

    Devido alto uso da tecnologia as famílias estão se distanciando dentro de sua casa usando a internet para se comunicar, sendo que a distância entre eles é um cômodo, fazendo com que os adolescentes se distanciam a cada dia da família e da sociedade ao seu redor, tronando-se uma pessoa sem convívio com o meio, a tecnologia é necessária nos dias de hoje porem é preciso verificar até que ponto que ela está sendo benéfica a nossa vida.

    Responder
  • Rozineia Ferreira  7 de junho de 2017 em 20:24

    A falta de diálogo no ambiente familiar, atualmente é um grande facilitador para que as crianças e jovens se sintam só, buscando suprir essa carência afetiva das mais diversas formas (eletrônicos,drogas, prostituição…). Os pais tentam suprir essa carência com bens materiais, esquecendo o mais importante o afeto e o diálogo. Família é um bem que o Senhor nos deu, então temos que cuidar dela como tesouro.

    Responder
  • Zenaide Fernandes  7 de junho de 2017 em 21:45

    Zenaide Fernandes,07 de Junho de 2017 em 21:33
    A situação social atual necessita a intervenção e a busca de uma necessidade de diálogo junto com a família. Os jovens e as crianças é o ser mais frágil de toda essa relação e torna-se a mais indefesa,ao se tratar de crianças e jovens é sempre importante ter um acompanhamento psicológico.Em casos mais extremos é a retirada desses jovens e crianças, usando medida protetiva de tratamento.

    Responder
  • Claudia Santos Coutinho  8 de junho de 2017 em 09:26

    A fase transitória da adolescência, traz consigo muitas dúvidas e conflitos internos para os jovens. Nesse período é comum surgirem os conflitos entre pais e filhos. Na tentativa de escaparem desses contritos, muitos destes jovens buscam refúgios em drogas, álcool, más companhias e com isso deixam pais, professores e familiares em estado de pânico. é importante lembrar que essa fase é difícil para todos e deve ser alicerçada no diálogo para que os efeitos negativos possam ser reduzidos.

    Responder
  • Alcéia de Fátima Leite Barcellos  8 de junho de 2017 em 10:53

    A célula familiar é a mais importante e fundamental na estruturação psicológica da vida de uma pessoa, a família precisa ajudar na resolução dos conflitos e frustrações e proporcionar a autoconfiança que a criança tanto necessita para seu desenvolvimento.
    O elo da família tem que ser o diálogo, muitas vezes nossos filhos só querem ser ouvidos. E interessante que os responsáveis fiquem atendo ao cotidiano das crianças, e isso só acontece com uma comunicação saudável.

    Responder
  • Simone Cândida de Andrade  8 de junho de 2017 em 16:26

    Os “Efeitos e situações de risco para crianças e adolescentes” ocorrem, principalmente, a partir das mudanças sociais, econômicas, políticas etc., que, por sua vez, alterou a estrutura familiar. Nota-se que, por razões diversas, voluntária ou involuntariamente, ora por desconhecimento, ora por comodismo, a família deixou de ser, em alguns casos, um lugar de referência positiva. Isto somado às transformações físicas e biológicas típicas da faixa etária em questão.

    Responder
  • Suênia Pádua  9 de junho de 2017 em 09:39

    Uma das etapas do desenvolvimento humano mais difíceis, se não for a mais, é a adolescência. Recheada de conflitos internos e externos, ela costuma dar muita dor de cabeça a todos. Na tentativa de diminuir os efeitos causados causados por ela, muitas pessoas buscam alternativas nada saudáveis, antiéticas e até imorais na esperança de diminuir seus “estragos.” A parceria e o diálogo entre filhos e pais é uma maneira de atravessar esta fase de forma mais tranquila e amenizar seus efeitos negativos.

    Responder
  • Evelyn de Amorim Bastos Azevedo  9 de junho de 2017 em 10:41

    A grande maioria dos nossos adolescentes hoje em dia infelizmente não estão tendo o devido dialogo com a família, com isso eles procuram escapes e muitas vezes com pessoas e formas erradas. Se dentro de casa não há o ambiente necessário para essa fase onde existe mudanças diversas (hormônios, descobertas etc.)muitas vezes se envolvem por pessoas de má índole levando ao uso das drogas dentre outras coisas negativas e a internet que serve tanto para o bem quanto para o mal, e o adolescente muitas vezes usam para o lado mal muitas vezes em busca de suprir alguma necessidade afetiva. E infelizmente quando a família percebe já pode ser tarde… Os pais precisam lembrar que são base para seus filhos e nós educadores temos o dever caso veja alguma alteração no adolescente expor para a família e ajudar até onde nos cabe.

    Responder
  • Helenir de A. Bertoldo Buker  9 de junho de 2017 em 10:51

    Sabemos que a adolescência é uma fase de intensa transição e é nessa fase que ocorre principalmente a busca pela identidade, e junto a isso a necessidade de serem aceitos em um determinado grupo. Acredito que nessa fase complexa os pais e responsáveis precisam através do diálogo ajudar estes jovens estabelecer seu equilíbrio emocional, e a compreensão de que é uma fase passageira, e não ao invés disso encarar como puro capricho da idade, podendo levar estes a sérios conflitos consigo próprio, buscando seu porto seguro no desconhecido fora do âmbito familiar, onde os prazeres e o perigo andam juntos.

    Responder
  • Augusto Manoel Ribeiro Junior  9 de junho de 2017 em 21:51

    O educação de filhos em sua forma mais ampla tem-se mostrado um grande desafio, pois a cada fase de nossos filhos (infância, adolescência e juventude), requer dos educadores (pais e professores) um desdobramento para o faze-lo de forma a construir indivíduos integrados a sociedade, autônomos e críticos. A sociedade, impulsionada pela tecnologia promove mudanças cada vez mais rápidas aproximando principalmente a juventude e distanciando os mais resistentes de novos hábitos e concepções de vida que conflita com o estilo patriarcado que herdamos de nossos pais, o convívio familiar lança o jovem (ainda imaturo) na busca de sua alto afirmação em outros grupos de interesse.

    Responder
  • Ana Carla Jardim Rodrigues  5 de julho de 2017 em 23:11

    A tecnologia tem chegado cada vez mais cedo nas mãos das crianças, os pais tem muitas vezes se beneficiado dela para ter seus momentos de sossego prolongado e não ter que ouvir as insistências de seus filhos para jogar uma bola, brincar de boneca, o simples estar juntos. cada vez mais crescem crianças isoladas e propicias a desenvolver depressões muitas vezes pelo descaso da família.
    Ana Carla 5º Faev

    Responder
  • Jadson Rodrigues de Assis  3 de setembro de 2017 em 16:38

    Realmente texto e excelente , podemos observar que devido a busca desenfreada pelas realizações de sonhos , muitos pais estão deixando seus filhos mais cedo sobe cuidados de terceiros , e com isso estão perdedo a melhor fase da vida de seus filhos .
    Ai Quando assustam na maioria das vezes ja e tarde , pois já não tem controle algum mais . ai voltam a errar novamente , tentando comprar o tempo perdido , com objetos de valores o que na verdade as crianças e jovem na Grande maioria só querem atenção e carinho dos seus pais.

    Responder
  • Alexsandra Piedade de Oliveira Gonçalves  6 de setembro de 2017 em 09:32

    Nós pais deveríamos ser mais observadores em relação aos nossos filhos. Vemos q a correria dos dias, muitas vezes não nos permite participar completamente desse desenvolvimento, a sociedade criou um padrão de vida q não nos da o luxo de estarmos em casa direto para acompanhar os filhos em tudo. Com essa ausência eles se sentem na liberdade de buscarem outras coisas q preencha o vazio e nós pais q perdemos c isso ,pois muitos estão se rebelando contra a família e se unindo ao mundo alternativo. A base de filhos bem sucedidos está na criação e presença dos pais. Tudo se vai na vida . Inclusive o tempo . Mas filho é p sempre. Eles são lindos e merecem atenção para estarem estruturados p a vida.

    Responder
  • Renilda Felicio Leonidio Silva  9 de setembro de 2017 em 13:34

    A desestrutura familiar afeta diretamente os filhos.É muito comum vermos jovens com sérios problemas e transtornos e muitos pais não conseguem lidar e entender a situação.Alguns acreditam nas más companhias porém em alguns momentos não conseguem entender que também podem estar errando.Entendo que que uma grande maioria dos jovens que cometem suicidio ,tem disturbios e envolvimentos com drogas,não errou sozinho. Embora isso não os livra das consequências,Em algum momento na sua infancia os pais ou responsável falhou.Por isso é muito importante que os pais fiquem mais atentos as atitudes e comportamento dos filhos,sendo amigos sim,mas sem deixar de serem os pais,os pais que cuidam,que respeitem e que amem.

    Responder
  • Helida Scalfoni  19 de setembro de 2017 em 00:05

    A estrutura familiar é muito importante na construção das crianças e adolescentes como indivíduos, quando eles começam a se tornarem independentes os pais ficam perdidos, não sabem como conduzir e isso pode gerar conflitos na relação familiar, o que leva muitos jovens a buscarem caminhos que lhe trazem prejuízos e grandes riscos, os pais devem ficar atentos, fortalecendo a relação, para serem suporte em qualquer tipo de problema que venha acontecer.

    Responder
  • Paula Murta Chaves Ribas  30 de outubro de 2017 em 15:53

    Estudos comprovam que a interação construída entre pais e filhos apresenta influência sobre várias áreas do desenvolvimento como: o desenvolvimento cognitivo, comportamental, a auto-estima e as realizações escolares.
    É notável o entrelaçamento entre esse texto e o “Pais perfeccionistas geram efeitos colaterais”, onde é percebido que quando a família encontra um equilíbrio entre as exigências (em relação à maturidade da criança) e a disciplina necessária para o ambiente familiar, a criança se torna um adolescente mais confiável e com personalidade para distinguir o que lhe é favorável ou não. Mas quando o ambiente familiar é desprovido de diálogo, aconchego e regras a adolescência se torna uma etapa conflitante entre pais e filhos podendo levar toda a família a desenvolver doenças psíquicas.

    Responder
  • Gabriele Oldenburg  13 de novembro de 2017 em 21:32

    Construímos e vivemos numa sociedade em que o contexto familiar se perdeu,onde o reflexo disto acontece freneticamente na criação e educação das crianças e jovens. É notável que a falta de dialogo entre pais e filhos acontece com maior frequência,fazendo com que ambos buscam refugio para uma outra realidade fora do contexto familiar. Os valores estão invertidos,a tecnologia sobrecarrega os lares e os papéis dos componentes familiares também foram alterados. Sendo assim,há a desestruturação familiar no campo social,educacional e afetivo destas crianças e jovens.

    Responder
  • Edmárcia Maria Kretli Neves Dias  15 de novembro de 2017 em 23:43

    Como entender os adolescentes e essa fase tão singular? A resposta é simples e direta: ouvindo-os. O que nem sempre ocorre nas melhores famílias. Cabe aos filhos aprender a lidar com o aumento gradual de possibilidades, ou seja, o que pode e o que não pode em determinados momentos e aos pais, a tentarem, no mínimo, a se sentirem menos executores e permitirem que os filhos expandam os horizontes que os esperam, de forma responsável. Pode-se dizer que se cada um exercer os seus papeis e compreender a importância de vivenciá-los de forma correta, nos momentos certos, chegar-se-á ao equilíbrio familiar, evitando os conflitos e o desencadeamento de quadros psicóticos, obsessivos e demais transtornos, tanto dos pais, quanto dos filhos. No entanto, a inversão de valores dentro das famílias tem gerado desespero e conflitos familiares gigantescos, tornando-se ambientes de riscos para crianças e adolescentes.
    Edmárcia Maria Kretli Neves Dias – Teixeira de Freitas-BA

    Responder
  • Nivia Chiarelli A. Akahori  16 de novembro de 2017 em 17:03

    Nossa família e a base de tudo. A partir dela as crianças constroem sua identidade. Precisamos acompanhar o seu cotidiano, dialogar sempre, mostrar que estamos abertos a tudo. Quando isso não acontece eles buscam subterfúgios para se distrair, se isolar ou até mesmo esconder problemas. No mundo que vivemos muitos pais trabalham fora e se sentem culpados por não estar presente na vida das crianças e acabam tentando compensar fazendo-lhes todas as vontades. E com todas essas modernidades cada vez mais corremos o risco de relegar nossas obrigações de pais e deixar nossas crianças a mercê de toda a sorte. Seja na escola, ou em qualquer outro ambiente, as crianças vão procurar fora o que não encontram em casa e com isso temos drogas, álcool, más influências que afetam seu comportamento as vezes de maneira permanente.

    Responder
  • JUREMA ANTUNES DA ROCHA (CENSUPEG TEIXEIRA DE FREITAS -BA)  17 de novembro de 2017 em 01:44

    A família e de fundamental importância e significação na vida do individuo. Os pais precisam participar ativamente da vida dos seus filhos, pois tanto a criança quanto o adolescente estão vivendo momentos de descobertas e dúvidas.
    Os pais precisam manter uma zona de equilíbrio com relação às limitações pra não ser tão enérgico e nem tão permissível, pois a criança/adolescente precisa sentir confortável e confiante.
    Um lar desarmonioso sem regras e limitações contribuiu para o indivíduo buscar soluções para seus conflitos fora de casa, os resultados normalmente são negativos e indesejáveis, podendo comprometer todo o bem – estar família.

    Responder
  • JUREMA ANTUNES DA ROCHA (CENSUPEG TEIXEIRA DE FREITAS -BA)  17 de novembro de 2017 em 02:02

    A família e de fundamental importância e significação na vida do individuo. Os pais precisam participar ativamente da vida dos seus filhos, pois tanto a criança quanto o adolescente estão vivendo momentos de descobertas e dúvidas.
    Os pais precisam manter uma zona de equilíbrio com relação às limitações pra não ser tão enérgico e nem tão permissível, pois a criança/adolescente precisa sentir confortável e confiante.
    Um lar desarmonioso sem regras e limitações contribuiu para o indivíduo buscar soluções para seus conflitos fora de casa, os resultados normalmente são negativos e indesejáveis, podendo comprometer todo o bem – estar família.
    j

    Responder
  • Marcia Miranda Gonçalves de Sousa Resende  18 de novembro de 2017 em 20:17

    A adolescência é um período de constantes conflitos individuais e familiares, visto que o adolescente passa por mudanças físicas e mentais e necessitam de um ajuda familiar para com que não se percam nessas tribulações contemporâneas como a dificuldade de aceitação e a excitação pela liberdade.

    Responder
  • Lorena Neres  18 de novembro de 2017 em 22:00

    Esse texto traz a importância da participação da família, com seus filhos. Os pais na maioria das vezes deixam seus filhos abertamente com as tecnologias, não tem regras no âmbito familiar. Vários fatores que levam essas crianças e adolescentes á querer desafiar, e cada vez mais acharem capazes de fazerem o que dê na cabeça, por influência ou para ter aprovação em grupos.

    Responder
  • Geovanina muraro saldanha  18 de novembro de 2017 em 22:01

    Realmente as pressões internas da própria família, e da sociedade, os conflitos psíquicos e a intolerância e outros fatores, vem levando crianças e adolescentes à depressão. A infelicidade está tudo que não se consegue. As crianças e adolescentes em sua maioria não aceitam um NÃO, com naturalidade. O se ter está além de qualquer valor mais importante. O modismo, o corpo”PERFEITO” a roupa da moda, o celular mais moderno o tênis da moda e tudo mais, que preencha o ego. São mais insatisfação e uma forma de preencher o que está vazio. Buscando algo que preencha a insatisfação, que traga uma felicidade. Mas, será que isso é realmente o que vai preencher? Claro que não.
    E com isso deparamos hoje, com jovens insatisfeitos, buscando algo que te faça se sentir bem ou ser aceito pela sociedade. E quando isso não acontece, a depressão acaba os levando em alguns casos para a agressividade ou ao isolamento , e em alguns casos, ao suicídio.

    Responder
  • Nathália Barreto Pinheiro  4 de dezembro de 2017 em 15:30

    As situações que acercam nossas crianças e jovens são múltiplas. Saber lhe dar com as mesmas é a questão, os conflitos internos, externos e familiares são agravantes, para que este individuo tome decisões contra si próprio. Estar atento a esses indivíduos e buscar ajuda, é primordial, Dialogar e entender os problemas que os aflige também se faz necessário.

    Responder
  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  5 de dezembro de 2017 em 18:49

    Viver em família não é algo muito fácil, principalmente com o choque de geração e autoridade entre pais e filhos. São muitas as situações conflituosas que os membros da família passam, porém em detrimento de algumas deficiências e transtornos psíquicos, o diálogo e o amor conseguem superar os confrontos tão naturais em família. Mas quando o diálogo, a aproximação, o amor e outras características de um relacionamento saudável saem de cena, muitas outras dificuldades preenchem o vazio que se instala nas emoções de seus membros, dando lugar a várias mazelas.

    Responder
  • Cristiane Pereira Oliozi Santos  6 de dezembro de 2017 em 17:10

    Nos dias de hoje a vulnerabilidade das crianças e jovens é grande e crescente. Assistimos por muitas vezes a fragilidade com que essas crianças e jovens chegam ás escolas, se colocando cada vez mais em situações de risco, assim como também, colocando a todos ao seu redor. Muitas vezes suas famílias de forma involuntária lhes mostram que não podem ou até mesmo não sabem o que e como fazer para lhes ajudar. Essa fragilidade familiar eforça essa condição de vulnerabilidade que tende a aumentar.

    Responder
  • Patricia  9 de dezembro de 2017 em 16:06

    A adolescência é realmente uma fase de muitos conflitos e angústias. Talvez porque seja a transição e a consolidação da identidade. Mas pra esse processo de amadurecimento se completar, são necessárias muitas rupturas com laços arraigados na criação e contexto familiar, relações psicoafetivas e autoconhecimento. O jovem e a família que não estiver estruturada, estará à mercê dos efeitos devastares desta fase.

    Responder
  • Ana Paula Cosenza  10 de dezembro de 2017 em 13:30

    A fase da adolescência/ junventude ( entre 12 e +- 18/20 anos) onde acontecem algumas das “faxinas” em nosso cérebro, onde o adolescente acredita que ninguém o ama, se acha feio(a) , quer pertencer em algum grupo e pra isso busca fazer o que o outro faz, e também aos 18/20 anos quando vem a maturidade e se colocar no lugar do outro….. Essa fase que deveria ser a mais importante da presença da família e da conversa e não condenação, é onde acontece justamente o contrário, e o perigo que retrata muito bem o texto sobre as possibilidades negativas ao entorno de tragar essa vida pras drogas, prostituição, suicídio e outras doenças emocionais. Percebemos que avanço tecnológico que algo bom, tem também se tornado arma nas mãos desse jovens, pois vivem em um mundo “não real” e que o levam a fazer coisas reais que podem impactar negativamente, levando até ao risco de morte.

    Responder
  • Janine Manhães Teixeira  10 de dezembro de 2017 em 19:57

    O rompimento da fase infantil para a adolescência e, posteriormente para fase adulta, gera em todos os envolvidos: pais, filhos e familiares, muitos questionamentos, inseguranças e confusões de sentimentos. A família que não percebe que este fato um dia irá acontecer, que vive achando que dominará o filho pelo resto da vida, tem um grande choque, ao se deparar nessa situação. E não busca entender os fatos, fazendo com que o mundo ofereça ao filho a resposta que o mesmo tanto deseja, mesmo que esta seja uma resposta errônea. Se faz necessária a intervenção de profissionais para ajudar a todos, evitando a demora em resolver os problemas, onde cada um culpa o outro.

    Responder
  • Rejane Senna  10 de dezembro de 2017 em 20:47

    Estamos vivendo numa sociedade da aparência, numa sociedade de tribos, onde os jovens precisam pertencer a uma dessas tribos, pois são cobrados por essa sociedade. A sociedade do esteriótipo da beleza, das magras, das populares, e assim vai… O que leva o jovem a grandes crises existenciais, indo buscar nas ruas (drogas, novos grupos, nas bebidas) afirmações e aceitação. Grande parte das famílias (pais ou responsáveis) não estão preparados para lidar com esses adolescentes e jovens, principalmente nos momentos de crises, os pais perdem o controle da situação, o que gera conflitos, empurrando cada vez mais os filhos para as ruas. É importante que os pais procurem ajuda com profissional, como terapeutas, para saber lidar com essa fase tão marcante da vida do ser humano (adolescência e juventude) evitando assim, entregar seu filho para as ruas.

    Responder
  • Gabriela Vasconcelos GOMES  10 de dezembro de 2017 em 21:32

    A fase da adolescência precisa ser acompanhada e orientada pelos familiares, pois é uma fase de muitos conflitos internos e externos. Ou seja mudanças físicas e mentais, que leva o adolescente a ficar sem saber como lidar. Por isso, precisamos estar por perto, dando afeto, mas também auxiliando-os para que os mesmos encontrem o equilíbrio.

    Responder
  • Geisa Goulart Barreto  10 de dezembro de 2017 em 21:40

    Nos dias de hoje é raro encontrarmos uma família com a parte psicológica saudável. Pais extremamente exigentes, sem tempo para se dedicar aos filhos, ausência, entre outros fatores, influenciam diretamente no comportamento de crianças e adolescentes, tornando-os mais vulneráveis e suscetíveis ao meio externo e os fazendo sair em busca de algo que os pareçam libertador. Todavia, quase sempre essa atitude torna o convívio familiar difícil e desunido pelas divergências de opinião e valores. Acredito que dialogar , unir forçar e procurar ajuda profissional, pode ser definitivo para que cada dia menos crianças e jovens sejam vítimas da violência urbana, das drogas, bebida e tudo o que possa trazer prejuízos físicos e mentais.

    Responder
  • TATIANE APARECIDA DE SOUZA MENDONCA  10 de dezembro de 2017 em 21:52

    Tatiane Mendonça
    1º Período de Neuropsicopedagogia – Censupeg- Rio das Ostras – RJ – Turma 2
    O trabalho de ajudar as famílias é crucial no tratamento de qualquer transtorno ou síndrome. Quando a família percebe e compreende que ela também precisa de tratamento, o acompanhamento do paciente, estudante torna-se mais fácil. A família é a base de tudo. Muitas crianças e jovens apresentam determinados comportamentos atípicos como reflexo da família doente da qual faz parte.

    Responder
  • Daniele Almeida Freire  11 de dezembro de 2017 em 11:02

    Exerce bom papel fundamental na estrutura do psiquismo da criança o adulto, que é responsável direto da formação da personalidade desta criança ou jovem. A resposta comportamental será positiva ou negativamente de acordo com a forma em que ela foi conduzida nas suas fases de desenvolvimento.

    Responder
  • izabel cristina dos santos silva  11 de dezembro de 2017 em 12:29

    Os tempos de hoje estão totalmente voltado a tecnologia e a satisfação material e as crianças ficam de lado ganhando presentes para suprir a falta e o seio familiar se perdeu.

    Responder
  • Jaqueline Paiva  11 de dezembro de 2017 em 16:23

    A adolescência é uma fase bem delicada, onde muitas são as descobertas e conflitos internos, se fazendo necessário uma orientação familiar, proporcionando ao jovem um ambiente seguro, onde este se sinta protegido, o que não acontece na maioria dos casos. A utilização de drogas como fuga acaba por se tornar algo muito comum, pois esta proporciona, mesmo que de forma temporária, leveza,prazer e relaxamento, o que ele não consegue ter por outros meios. Quanto mais se utiliza, mais fica dependente das sensações que ela proporciona, fazendo com que se torne causa de transtornos químicos e psicológicos. Porém, muitas vezes isso acaba passando por despercebido em casa, e este só ficando visível em situações extremas, onde se faz necessário uma intervenção e acompanhamento de profissionais na busca de auxiliar o jovem a ter uma vida mais estável.

    Responder
  • Andreia Teixeira Pinto Figueira  12 de dezembro de 2017 em 09:48

    A tecnologia hoje em dia é muito avançada, é uma super ferramenta tanto para o bem quanto para o mal. As crianças super conectadas desde de cedo, apaga a interação com os pais que por sua vez aproveitam que os filhos estão na internet e priorizam outras coisas. Só que chega a adolescência um período que aparecem os conflitos pessoais onde os filhos precisam de um acompanhamento especial. E aí se os pais não se comprometerem na vida de seus filhos eles se entregam as drogas e em tantas outras coisas ruins. ” A família é a base de tudo”.

    Responder
  • larissa sandre  14 de junho de 2018 em 15:25

    Como se já não bastasse os efeitos e riscos que as crianças e os jovens sofrem com um mundo exterior, enfrentando o mundo das drogas, violências e preconceitos, temos ainda os problemas internos, que requer muito mais atenção e cuidado, para com essas crianças.
    A adolescência por si só já e um fase conflitante, onde os jovens estão descobrindo um novo mundo,( interação com grupos sociais, opção sexual, busca da sua própria identidade,…). Nessa fase, o adolescente não quer se abrir com os pais, pois acreditam estar de posse da verdade, e não aceitam muitas das vezes o “não” de seus pais.
    Outro fator que expõem muito a criança e o adolescente, e o avanço da tecnologia dos dias atuais, essas crianças ficam vulneráveis pois elas tem acesso livre as redes sociais, onde se encontra alguns psicopatas prontos para aliciar esses menores, pois alguns pais são omissos em relação a educação de seus filhos.
    As crianças são nosso futuro, cuidemos bem delas, e o nosso dever protege-las.

    Responder
  • Sandra Rose Falcao Vidal  16 de junho de 2018 em 10:08

    Na atualidade existem muitos jovens se desprendendo cada vez mais cedo, de laços afetivos familiares.A busca pela independência, o contato com outros grupos e costumes diferentes, que também podem ocorrer na fase inicial escolar, onde passam a ter novas amizades,onde eles buscam uma adaptação ao meio, fazendo com que de forma imatura, tracem seu próprio caminho, na busca de satisfação própria. Porem o caminho escolhido pode trazer-lhes consequências graves e irreversíveis. Daí a satisfação se torna um problema. Mas essa mudança, não é somente a personalidade do adolescente. A família deve estar sempre atenta a sua estrutura de base para não prejudicar a vida pessoal e social do jovem.

    Responder
  • elealza alves ofrazio  23 de junho de 2018 em 13:42

    vale destacar a importância de que os profissionais que atuam juntos a infância e adolescência conheçam tais fatores, de forma a exercer sua prática de modo mais afetivo, atuando preventivamente frente a problemas de comportamentos na infância e adolescência bem como respeitando os direitos dessa população. detaca-se também a vasta literatura existente sobre os fatores de riscos,porém, os estudos dos desenvolvimentos infantil necessitam incluir os fatores de proteção, com a mesma ênfase dada aos fatores de riscos visando promover a resilência, tal revisão da literatura de subsídios para um estudo com objetivo de avaliar a capacitação de conselheiros tutelares no sentido de habitá-los a identificação de fatos de riscos e de proteção ao desenvolvimento infantil.

    Responder
  • Cristiane Araujo Coutinho Gil  24 de junho de 2018 em 11:14

    Uma sobrecarga é evidenciada no atual cotidiano da maioria de crianças e adolescentes, onde as fases estão sendo alteradas por um descontrole psicosocial, onde jovens e crianças assumem papéis e responsabilidades muito cedo. A ausência da família por conta de trabalho excessivo tem acarretado danos na formação dos individuos, salvo casos de pais que se atentam para a qualidade do tempo que estão com seus filhos. Pois mais importante do que a quantidade desse tempo é o reconhecimento por parte dos pais do quão é importante a qualidade desse tempo em forma de interação com essa criança ou adolescente, atribuindo-lhe a importância e valores que lhe é devido.
    Esse “relacionamento” deve ser exercido de forma a construir uma estrutura familíar sólida, onde o individuo se sinta seguro e consequentemente tenha um desenvolvimento sadio (salvo casos de patologias genéticas).

    Responder
  • Edileuza Santos Pessini  25 de junho de 2018 em 14:17

    Crianças e adolescentes precisam de diversão e interação para crescerem de forma saudável; Mas as vezes os próprios pais privam as crianças e adolescentes de serem criativos nas brincadeiras, eles querem que a criança e o adolescente fica quietos, na maioria da culpa são do próprios pais que coloca as crianças em frente a um computador, tablet e celular etc. Esta ai o perigo, pois os pais não fica atento com o que que as crianças e adolescentes estão fazendo ou com quem estão conversando nas redes sociais. Uma criança ou um adolescente não tem a capacidade de comprar um computador ou um celular, os próprio pais compram e entrega nas mãos do seu filho, e não fica de olho sobre o que fazem. Se os pais não ensinarem seus filho a viver uma vida saudável teremos problema no futuro, como sera que ira se comporta esse indivíduo na sociedade ? creio que sera um adulto instável, com negligencia em sua propria vida !
    Nao deve-se seguir considerando essas crianças e adolescentes apenas como vitima e passivos beneficiários de medidas que se proponham a ajuda-los, não são apenas vitimas, mas também sobreviventes de um cotidiano muito adverso que se assemelha muito a uma guerra.

    Responder
  • Bruna Holanda  26 de junho de 2018 em 15:12

    Os pais tem colocado uma carga sobre seus filhos que nem os próprios conseguiriam aguentar, o mundo está em constante mudança e os adolescentes estão com novas perspectivas e não se ouve mais os pais por acharem que “sabem” o suficiente para viver uma independência enganosa. As crianças crescem em um mundo conturbado e já vem com a carga da influencia do ambiente, não em casa e sim nas suas diversas atividades do cotidiano, por isso é tão importante a participação dos pais na vida dos filhos desde a infância. Os adolescente por sua vez na sua fase de rebeldia sofre pressões dentro de casa fazendo com que ele não queira ficar em um ambiente onde não se sinta bem, o que faz com que saiam de casa e procure atividades nada agradáveis para se satisfazer na rua. Isso é uma causa que a família devia abraçar, o que se aprende desde cedo se leva para a vida e são essas aprendizagens que formaram um futuro adulto.

    Responder
  • Irone paixão  27 de junho de 2018 em 15:34

    Nesse mundo de hoje em que vivemos, os filhos muitas vezes sao estimulados desde cedo a usarem celulares, computadores; usando- os para conectarem essas tecnologiaa e com isso os pais deixam de observar como seus filhos tem usado essas tecnologias pra ficarem distraídos, e quando se dao conta já se encontram em fase avançada com seus conflitos internos e entao percebem que sao deixados de lado diante de outros interesses, quando crescem e buscam fora de casa a sua desejada ou possiveĺ felicidade momentânea.
    Por isso é legal que os pais prestam mais atençao em seus filhos para que percebam algum comportamento diferente direcione a um profissional.

    Responder
  • Bruna Valandro  28 de junho de 2018 em 18:28

    Uma das fases normais de um adolescente é a modificação, tanto fisica quanto psicologica e social. É onde eles conhecem coisas que antes não os encantavam, fazem o que antes não faziam e por isso, os pais, tomam atitude ‘tutelar’ onde de forma negativa retira tudo o que o jovem está conhecendo. Começam assim a tirar a autonomia sem antes conversar, explicar e tentar entender o que se passa. Ensinar de forma correta, apoiar quando necessario e entender, pode ser uma melhor posição da familia frente a isso. Pois quando o jovem for experimentar coisas que não os cabem, irão ter uma mente mais formada sobre o assunto.

    Responder
  • Jeferson  30 de junho de 2018 em 17:40

    O mundo cada vez mais bem evoluindo e com ela nossas crianças , pois não sabemos lidar com várias situações que cada família passa em suas próprias casa. E nossos filhos cada vez mais fica recluso em nossa sociedade e não sabe lidar com as situações que passa no seu dia dia a por não sabe lidar com oque acontece dentro de casa .e tirá tudo que nossos filhos aprendem de forma rápida nao e da maneira correta de ensina e dar atenção , e de forma de muita conversar eo munda ta evoluindo cada vez mais e nos pais não sabe lidar. E esses efeitos e imposições que nossas crianças sofrem perante os pais fazem irá refletir na adolescência ou na vida adutar de forma negativa.

    Responder
  • Elcimara Ferraz  2 de julho de 2018 em 11:40

    Estamos vivendo um momento de grande caos na sociedade. Pais que trabalham durante todo o dia, filhos conectados a internet constantemente, esses são alguns exemplos.
    Devido a essas questões, entre outras, muitas vezes as famílias acabam se distanciando, mesmo estando no mesmo ambiente, devido ao estresse e cansaço. Porém, isso é muito adoecedor, é preciso restabelecer de fato o vinculo afetivo e de proximidade.
    Apesar da sociedade estressante que vivenciamos, existem questões que não podem ser deixadas de lado, e uma delas é a atenção com os sentimentos e estado dos filhos.

    Responder
  • Andréia Baptista Falcão  2 de julho de 2018 em 12:15

    O pior risco que uma criança, adolescente ou jovem corre é o de não se vê responsável por suas ações, decisões e atitudes.
    Se colocando como vítima frente aos obstáculos que a vida propõe, não sabendo lidar com os ” não” e se infantilizando cada dia mais frente aos desafios, culpando pais, família, escolas, igrejas e profissionais de saúde física e mental por essa ” dor e angústia” que ele sente.
    Somente quando assumimos de forma saudável nosso papel, podemos transformar a realidade em que vivemos.
    O que acontece dentro e fora do indivíduo, suas redes e conexões depende do modo que ele encara a vida. Seu olhar no mundo e para o mundo faz toda a diferença.

    Responder
  • Rafael Gomes  2 de julho de 2018 em 15:32

    A sociedade, impulsionada pela tecnologia promove mudanças cada vez mais rápidas aproximando principalmente a juventude e distanciando os mais resistentes de novos hábitos. É notável que a falta de dialogo entre pais e filhos acontece com maior frequência,fazendo com que ambos buscam refugio para uma outra realidade fora do contexto familiar. Os valores estão invertidos,a tecnologia sobrecarrega os lares e os papéis dos componentes familiares também foram alterados. Sendo assim,há a desestruturação familiar no campo social,educacional e afetivo destas crianças e jovens.

    Responder
  • Thayná de Souza  3 de julho de 2018 em 12:47

    Na atualidade em que estamos vivendo, os pais quase não estão tendo diálogos com os seus filhos, e por esse mesmo motivo não sabem onde estão, o que estão fazendo ou até mesmo com quem estão andando. Os adolescentes podem estar passando por dificuldades ou transtornos, e muitas vezes por medo e vergonha, não contam para os pais. Sendo assim, sua dificuldade acaba sendo expressada até para um estanho, e ao invés de ser ajudado, muitas vezes as chances de acabar com o problema são mínimas, e com isso as dificuldades só aumentam.
    Os pais precisam lembrar que são base para seus filhos e as pessoas ao redor tem o dever, de caso veja alguma alteração no adolescente expor para a família e ajudar até onde os cabe.

    Responder
  • Wermenson S Brito  3 de julho de 2018 em 14:22

    A aproximação de pais com filhos, o conhecimento de quem o filho anda ou deixa de andar, as atividades que pratica em sua rotina, tudo isso ajudaria aos pais enxergarem o lado de seus filhos, afinal o ambiente possui grande influência sobre a vida, e já que a vida em um todo está ligada a saúde mental, deve-se estar atento a pequenos detalhes. Como na fase da adolescência o indivíduo quer fazer tudo como acha que tem que ser não ouvindo os pais, acredito em um sério afronte na saúde mental também dos pais, por isso tão importante a participação e colaboração dos pais com os filhos e dos filhos com os pais.

    Responder
  • Maria José da Silva Oliveira  3 de julho de 2018 em 17:34

    Sabemos que muita coisa mudou desde os últimos anos, começando pela correria do dia a dia dos pais, sendo assim as crianças e os jovens estão cada vez mais ligados ao mundo da tecnologia onde os tira toda atenção, resultando em pessoas solitárias, isolados em um mundo que é completamente deles, gerando assim conflitos familiares, fazendo com que procurem um meio de escape mais fácil, como drogas, jogos e até vandalismos. Muitos pais pensam que, proporcionando tudo do bom e do melhor para seus filhos, será o suficiente para que supra a sua ausência, mas este não é o melhor caminho. Os pais devem dialogar com seus filhos, perguntar sobre o seu dia a dia, buscar uma forma de os manter mais próximos e passar uma confiança de que eles podem contar com a família independente de qualquer coisa.

    Responder
  • Ruimar brito dos reis  3 de julho de 2018 em 23:00

    Fato triste mas e a realidade nos dias atuais,onde a uma certa distância entre pais e filhos, filhos e familiares. exerço de trabalhos de estudos etc… Tem trago desordem nos lares,poderia ser muito diferente se os pais se preocupa-se mas com os filhos.
    Pode-se, então dizer que essa situação de risco tira os jovens e crianças do foco de estudo, de uma interação saúdavel com a sociedade,onde tira os seus direitos e sua potêncialidade, a sua visão normalmente vai esta ligada nas coisa inadequadas para um joven ou crinça.

    Responder
  • Yasmim Carvalho Correia  4 de julho de 2018 em 08:55

    Nós com o objetivo de se torná futuros psicólogos, temos que desde já busca sempre mais informações sobre ajudas que possa nos auxiliar nessa jornada. Independente da área que iremos entrar e exercer nossa profissão, obviamente iremos um dia se deparar com casos assim, e é mais que nosso dever saber lidar e guiar o jovem e sua familia á buscar ajuda etc. Hoje em dia as situações de risco situadas no texto, podem ser encontradas nas escolas, trabalhos que envolvem jovens (jovens valores, jovens aprendizes) e principalmente nos ambientes familiares. Onde deveria ser o refujo ou “porto Seguro” dos jovens, porem na maioria dos casos é onde mais ocorre as pressões em cima de seus futuros, amigos, questões escolar etc.

    Responder
  • Valesca Amaro Gomes  4 de julho de 2018 em 10:40

    A temática da violência intrafamiliar está cada vez mais presente no cenário atual, sendo freqüentemente divulgada pela mídia. Diariamente, crianças e adolescentes vêm sendo submetidos, em seus próprios lares, a condições adversas, o que refletirá em prejuízos no seu desenvolvimento. Entende-se como fatores de risco ao desenvolvimento infantil todas as modalidades de violência doméstica, a saber: a violência física, a negligência e a violência psicológica, sendo que a última inclui a exposição à violência conjugal

    Responder
  • Thalia Gomes  4 de julho de 2018 em 12:00

    Na fase da adolescência é comum buscar se inserir em grupos que não sejam a família, dependendo de qual grupo você quer fazer parte você tem que mudar algumas coisas, como o modo de se vestir, por exemplo.
    A falta de diálogo entre pais e filhos é nítido, na maioria dos casos quando tem o diálogo é sempre com brigas, pois nessa idade os adolescentes querem ter a sua liberdade e os pais querem proteger os filhos, mas é necessário saber conduzir uma boa conversa para que os adolescentes entendam que os pais também são ou pelo menos deveriam ser, seus amigos.
    Se não existe um bom diálogo pais e filhos vão se afastando cada vez mais, assim os filhos ficam suscetíveis a serem influênciados por outras relações que são construídas fora do âmbito familiar.

    Responder
  • Estevão Barboza  4 de julho de 2018 em 13:55

    Efeitos e situações de risco para crianças e jovens

    essa fase de transição na adolescência, gera extremo conflito e desestrutura em um grupo familiar, principalmente pela falta de preparo, falta de informação.
    A rebelião mostrada na fase da adolescência gera nos pais e responsáveis, frustração e sentimento de fracasso, sentimento de quebra de autonomia, gerando sempre esse caos familiar. Os Pais devem estar sempre atentos e presentes em todas as fases da vida de seus filhos, evitando assim a sensação de abandono e de não aceitação que crianças e adolescentes se identificam, e que na maioria das vezes é real pois o problema não está somente mas crianças e nos adolescentes, mas na estrutura familiar de modo geral. Questões como essas podem ser controladas e evitadas com a busca ppr compreensão, paciência e principalmente busca por informação, para que todo conflito tenha sim uma solução possível agradável.

    Responder
  • Eliane Torezani  4 de julho de 2018 em 14:21

    Os jovem vivem em constante situação de risco.
    Em alguns casos se fecham para o mundo e o acesso a redes sociais sem nenhum cuidado e supervisão dos pais levam a situações extremas,como por exemplo, o suicidio.
    Outro fator de risco são as drogas ilicitas que causam dano ao cerebro e desequilibrando emocionalmente e destruturando familias que demoram perceber ou aceitar oque esta acontecendo diante dos próprios olhos.Em alguns casos por curiosidade e influencia, outros para “alivio” da dor do sofrimento psiquico.

    Responder
  • clislaine oliveira  4 de julho de 2018 em 18:30

    De forma geral, as vulnerabilidades das crianças, adolescentes
    e de suas famílias manifestam-se em violência
    cotidiana no contexto familiar e escolar. A falta de oferta de
    uma educação de qualidade, os baixos salários e o desemprego
    afetam também a trajetória de vida desses jovens e crianças.

    Responder
  • Raiane Pereira  5 de julho de 2018 em 12:08

    Infelizmente o que não é passado em casa de uma forma coerente, é ensinado fora de casa de uma forma mais agressiva.
    Hoje muitos pais tende a ignorar a educação dos filhos por conta talvez de, falta de dialogo, falta de intimidade, proximidade.
    Gera consequências e desconforto familiar, fazendo com que esse individuo tenha atitudes controversas em relação ao meio que ele vive.
    Que para escapar desse meio, ele poderá procurar ”formas de escapamento” nas drogas, bebidas, prostituição. Consequencias geradas por falta educação, orientação dos responsáveis.

    Responder
  • Robson De Araujo Merlo  14 de abril de 2019 em 02:18

    Atualmente em uma sociedade onde a tecnologia e os problemas familiares estão levando crianças a deixarem de serem crianças e acabam suprindo vazio deixado pela família. Suprindo o vazio com drogas, álcool etc. Por falta de dialogo, intimidade de alguns pais crianças deixam a infância para tentar viver de forma mais adulta que mais pra frente gera consequências como a dependência química etc. Uma forma de mudar seria mais presença dos pais, mais dialogo com seus filhos, mais intimidade. Pois oque a criança não tem em casa ela procura fora.

    Responder
  • Marina Mattos  15 de abril de 2019 em 22:10

    Taí, a prova de que a família como um todo, sofre também com as alterações pisicologicas do adolescente. Depressão, afastamento, tentativa de suicídio, a questão da reciprocidade entre os membros da própria família, tudo isso provoca o desespero, sensação de culpa e de perda entre eles. E essa relação começa a ficar fria e desarmoniosa contribuindo para a piora do adolescente e tornando difícil a preservação dessa família. O ideal, é que reconheçam que estão precisando de ajuda em um modo geral, e criem meios de escapar dessa realidade através de terapias, procurando um bom profissional, e principalmente o apoio dos próprios membros da família que afinal é a base de tudo, inclusive a saúde mental tambem.

    Responder
  • Jorly Cardoso Ottoni  18 de abril de 2019 em 16:51

    Essa fase da corporeidade e aceitação físico pessoal é muito complicada e também podemos incluir a sexualidade e que muitas vezes vem carregada por bullying e outros transtornos adquirido por fatores e acontecimentos do dia a dia.
    Estamos na era da vaidade, acredito no agravar desse tipo de situação e o que podemos fazer é trabalhar psicologicamente todos os campos possíveis de transtornos que podem se manifestar em criança e jovem desde cedo para que possamos diminuir a desunião familiar e até mesmo o suicídio.
    Ao meu ver é Trabalho para os pais ate que se note algo que esteja frustrando seu filho, provavelmente ele não vai se abrir.. por isso é importante que se observe logo,procurar ajuda profissional o mais precoce possível podendo evitar o refúgio para caminhos irreversíveis da vida.

    Responder
  • Gleice Gonçalves Oliveira  19 de abril de 2019 em 16:19

    Esses efeitos e situação de riscos já começam dentro do ambiente familiar.criancas e jovens desprotegidos, esquecido até mesmo pelos familiares não estão tendo a devida atenção que eles merecem ,e eles acabam se tornando um risco também não só para eles mas para a sociedade também.
    E essas são algumas diversas situações , também envolvendo jogos, competição fatores que levam essas crianças e jovens a se enfurece se tornando também risco a si e a sociedade.

    Responder
  • Emanuelle de Araujo Celis  20 de abril de 2019 em 03:28

    Todos buscam pelo reconhecimento e pela aceitação. Principalmente os jovens, que acabam se tornando influenciáveis pelo os mesmo.
    Nessa busca pela aceitação e reconhecimento, seja ele de amigos ou familiares. O jovem podem acabar usando drogas e ingerindo bebida alcoólica gerando um fator para o conflito familiar. Toda a família nesses casos devem ser tratada, pois isso envolve toda uma questão familiar e não apenas o jovem.

    Responder
  • Quezia Airam  20 de abril de 2019 em 10:08

    Pais geralmente criam uma expectativa, a de que seu filho vira a ser como ele, o que é um equívoco prejudicial para ambas as partes. E baseado nessa expectativa os pais acabam controlando excessivamente a vida do adolescente, quando o mesmo tenta recorrer as suas proprias experiências. É indispensável, sim, que os pais estejam proximos de seus filhos, mas agir com o adolescente na forma de orientação sobre atitudes prejudicias. Afinal, cometer erros faz parte da construção do caráter, ou sejá, o caráter não é uma escolha deliberada, ele se forma devido a necessidade do indivíduo se proteger do meio externo, o caráter é uma reação áquilo que foi vivenciado.

    Responder
  • bruna alvarenga  20 de abril de 2019 em 15:50

    Hoje em dia em dia e muita responsabilidae emposta pela familia a qual a criança deixa de ser criança para assumir um papel qual nao pertence a ela , e assim acaba tomando rumos diferente de uma criança normal por falta de amor dialogo e atençao.

    Responder
  • Késia Resende Francisco  20 de abril de 2019 em 21:20

    O diálogo é sem dúvidas essencial no ambiente familiar, principalmente quando falamos de adolescentes. A falta de conversa entre pais e filhos faz com que o adolescente procure “ajuda” fora de casa, com amigos e até mesmo na internet. E se de repente ele acabe se frustrando com esses “amigos”, pode passar a não ter confiança em ninguém, se tornando assim, uma pessoa fechada e calada, e acabando desenvolvendo uma depressão. Por isso o diálogo é tão importante, não só quando o problema já está agravado, mas sim, antes mesmo de começar.

    Responder
  • Daiane Marcial  21 de abril de 2019 em 00:22

    A falta de intimidade e diálogo familiar faz com que os jovens e crianças procurem ocupar esse vazio de uma outra forma. Hoje em dias crianças passam mais tempo com a babá ou com o celular em vídeos ou jogos do que com os pais, isso causa distúrbios quando jovens ou até aínda na infancia

    Responder
  • Marilza vergueiro  21 de abril de 2019 em 11:11

    Atualmente a tecnologia tem contribuído com muitas depressões, devido o isolamento da família com a criança e o adolescente. Muitos pais nem percebem pois prefiram o sossego do que brincar com o seu filho, é uma realidade esse caso. O grande desafio que os educadores, pais e responsável, vem enfrentando é o desdobramento em construir cidadãos integrados na sociedade . A chegada da internet muitas vezes contribuiu para o isolamento da criança , não brincam mais e nem tem contato com muitas pessoas , isso pode desenvolver a depressão infantil.

    Responder
  • Patrícia  21 de abril de 2019 em 11:16

    Quando fala de unidade familiar,
    eu creio que isso depende de cada família.Quando é uma família presente,
    Na vida do adolescente e da criança, com os bons costumes, essa fase é mais fácil de passar.Ter mais tolerância nas conversas mesmo sabendo que eles não estão certos. Adolescente e criança, precisa ser acompanhado pela família, para ter uma base forte e segura.

    Responder
  • Ellen Cassia  21 de abril de 2019 em 15:05

    Hoje em dia estamos na era da tecnologia, e isso é muito bom. Mas precisamos saber usa-la para o nosso bem e de nossa família. Infelizmente isso não anda acontecendo, pais preferem dar celulares de última geração aos filhos para suprir aquilo que não dão, aquilo que não tem preço, como o amor, carinho, atenção, um bom diálogo e um bom relacionamento com os filhos. Muita das vezes os filhos estão pedindo socorro e os pais não percebem, pois estão ocupados demais com sua rotina, quando param pra ver já é tarde!

    Responder
  • Andressa Merscher  21 de abril de 2019 em 17:17

    Hoje temos a facilidade de nos informar sobre as ações dos nossos filhos com muita rapidez através dos meios de comunicação, temos que usar para benefício próprio a tecnologia, vistoriar as atitudes, companhias dos nossos filhos, ambientes que eles convivem para acompanhar seus os passos, pois as armadilhas sempre existiram e devemos nos prevenir a proteger sem os privar da socialização necessária para seu crescimento e convívio saudável na sociedade.

    Responder
  • Júlia Furlani  21 de abril de 2019 em 21:39

    Cada dia mais vemos os familiares dando menos compreensão e afeto às crianças, e quando essas mesmas crianças se tornam jovens, procuram outros meios de distrações longe do ambiente familiar para saciar desejos (normalmente ruins) e felicidades. Por isso, os familiares devem dar atenção e tirar um tempo para se divertir, conversar, e dar outros tipos de atenção no dia a dia para a criança.

    Responder
  • Eferson michel guinsber  21 de abril de 2019 em 22:12

    Vemos que hoje em dia etapa são mulata
    Isso vem afetando gravemente a infância da criança, vemos criança que mau brincam mas já tem que cuida do irmão da casa,e acaba passando essa etapa
    Criança que cresce e não ver uma oportunidade para poder sair de casa,por visar qualquer lugar,melhor do que sua casa,isso é sério,porque a sua casa,sua família teria que ser o melhor liga em sua concepção.

    Responder
  • Eferson michel guinsber  21 de abril de 2019 em 22:16

    Vemos que hoje em dia etapa são puladas
    Isso vem afetando gravemente a infância da criança, vemos criança que mau brincam mas já tem que cuida do irmão da casa,e acaba passando essa etapa
    Criança que cresce e não ver uma oportunidade para poder sair de casa,por visar qualquer lugar,melhor do que sua casa,isso é sério,porque a sua casa,sua família teria que ser o melhor liga em sua concepção.

    Responder
  • Iury Assis  21 de abril de 2019 em 22:58

    A falta de carinho familiar faz com que os jovens procurem isso em outras pessoas, procuram ser aceitas em um mundo onde parece ser mil maravilhas, o uso de drogas, vandalismo, são meios que os jovens encontram de chamar atenção, ou de se encaixar no meio de outros jovens.

    Responder
  • Joilson da Silva Costa Junior  22 de abril de 2019 em 00:23

    A família fica vulnerável junto com os problemas e fases melancólica da adolescência, por serem mais suscetível ás drogas, ao álcool e aos transtornos os pais entram em fase desesperadora, comum pais se sentirem abandonados mediante a ideia do filho almejar a ideia de liberdade e felicidade fora de casa, os pais acabam se decepcionando por criarem expectativas próprias sobre os filhos, diante de tudo isso os pais devem participar da vida dos mesmo, orientando e cooperando com paciência e compreensão para essa delicada transição ocorrer sem maiores danos, um processo de procura e formação da própria identidade e caráter.

    Responder
  • Raquel  22 de abril de 2019 em 05:59

    Cada dia que passa vemos que mais e mais famílias estão doentes. Pais doentes adoece seus filhos , por isso que cada um de nós que estamos nesse curso temos que buscar enriquecer nossos conhecimento pois são com essas famílias doentes que iremos trabalhar. E precisamos de estar conscientes que temos que trabalhar com a família em um todo indentificar e tratar o problema.

    Responder
  • Meiriana  22 de abril de 2019 em 10:22

    É evidente que os pais sentem-se frustrados quando não são compreendidos em relação ao que esperam dos jovens e para eles, deixando de observar o ser humano que ele é o suas reais necessidades, levando esse adolescente buscar outras formas de se sentir aceito e inserido, infelizmente nas drogas.

    Responder
  • Ester Domingos de Oliveira  22 de abril de 2019 em 10:44

    Conseguimos notar que muitos pais e familiares tem estado desatentos aos seus jovens, muitos jovens que não recebem afeto em seu lar e não se sentem aceitos no mesmo, buscam um carinho, uma aceitação, um sentimento de segurança em um ambiente que aos seus olhos é um “conto de fadas”, jovens que se deixam levar por drogas, bebidas, vandalismo e outras coisas ruins que são oferecidas a eles, apenas para se sentirem bem e aceitos. Mas também tem muitos jovens que ao invés de procurar um modo de aceitação acabam se fechando, se isolando dentro ate mesmo da sua própria casa, tem casos de jovens que se alto multilam e até mesmo acabam cometendo o suicídio. Deixando nos familiares um sentimento de incapacidade, e talvez só ai que eles percebam a ausência que tinham na vida desse jovem. É importante está presente na vida do individuo nessa fase, pois várias são as ofertas de carinho e de aceitação oferecida pelo mundo, é bom ensinar o que é o correto a se fazer. Mostrar carinho e amor, perguntar como foi o dia, como ele está, perguntar até sobre suas decepções, para que ele se sinta seguro dentro de seu ambiente familiar. Não podemos esquecer que qualquer observação de uma possível depressão procurar imediatamente um tratamento psicológico e uma firmar forma de tratar esse jovem. Nunca é tarde para demonstrar o quanto ele é querido. (Obs: é bom o acompanhamento com um profissional quando um jovem perde um familiar (por ex: mãe, irmão, pai) pois eles podem dizer ate que está tudo bem, mas não sabemos como esta o sistema afetivo de tal).

    Responder
  • ana carolina Brandão  22 de abril de 2019 em 23:24

    Tantos jovens quanto adolescentes estão propícios situações que os colocam em risco psicológicos ,pois nessas duas fases estão ocorrendo mudanças e na maoria das vezes ocorre uma sobrecarga de informações no qual pode influenciar em outros caminho se n tiver o devido cuidado e atenção

    Responder

Deixe um comentário

Por favor, insira seu nome. Por favor, indique um endereço de email válido. Por favor, indique uma mensagem.