Jovens agressores: existem antecedentes aos comportamentos violentos! 2Os teóricos Marcelli e Branconnier citam estatísticas reveladoras de que jovens agressores são meninos entre 9 e 17 anos de idade, especialmente entre 9 e 14 anos de idade e, quase todos apresentam transtornos esfincterianos, asma e outros problemas psicossomáticos na infância, alguns deles comprometedores de aprendizagem.

Isto mostra que existem antecedentes aos comportamentos violentos; o que é agravado por terem famílias dissociadas, indiferentes ou recompostas, podendo se deparar com pais instáveis, desempregados ou mesmo violentos ou alcoólatras.

Legri, citado por Marcelli e Branconnier, descreve 2 destes tipos familiares: o primeiro é o da família cuja autoridade pai é desvalorizada, não trabalha, submetida a críticas e gozações da mãe; o segundo é aquele em que o pai se afirma negativamente, de modo autoritário, impulsivo, submetendo esposa e filhos à sua vontade.

Marcelli e Branconnier enfatizam que no plano educativo há 4 perfis: o liberal, o restrito, o superprotetor e o de rejeição. A grande parte dos membros agressivos reclamam de indiferença dos pais, em especial do pai, ou abandono por eles, desde a infância.

Entretanto, os jovens tiranos das famílias nem sempre apresentam transtornos psiquiátricos bem definidos, diz os autores; as vezes apresentam violência por falta de amparo ou por carência afetiva; outros se mostram um tanto infantis e imaturos, outros costumam sofrer de angustia da separação que pode ser intensa.

Casos de violência extra familiar provocada pelos jovens ocorrem quando estes tem entre 14 a 18 anos de idade, quase sempre exclusivo de meninos. “Fatores ambientais e socioculturais parecem ter grande peso, pois dois terços dos casos provem de áreas urbanas carentes e os seus adolescentes fazem parte de bandos, gangs ou delinquentes.” Os autores completam: “Depois dos acidentes de trânsito e do câncer, o homicídio é a terceira causa de mortalidade do adolescente nos E.U.A.”

Apesar da Lei de proteção à criança e do adolescente, a ação social junto às famílias ainda é um tanto restrita.

A assistência educativa – decreto de 23 de dezembro de 1958 e a lei de 4 de junho de 1970, introduziram a ideia de um controle do cuidado que os pais dedicam à sua missão de proteção à criança, mas também de uma ajuda específica da nossa missão”

A realidade brasileira tem se mostrado pouco eficiente e vigilante neste aspecto. Muitas crianças são molestadas, mal cuidadas, e se calam por medos diversos. Nas escolas vemos estes tipos de crianças apresentando Jovens agressores: existem antecedentes aos comportamentos violentos! 3comportamentos ansiosos, defesas de toques pelos colegas, vômitos, anorexias, dificuldade de aprendizagem entre outros sintomas da dor que os posicionam de maneira diferente. Existe, denunciadamente, a expressão psíquica desse sofrimento que geralmente culmina como o fracasso escolar, ou a fuga de casa. Quase sempre, estas crianças, tem serias dificuldades relacionais plenas de desconfianças e sentimentos de desvalor pessoal.

Tudo isso sugere intervenções parceiras ou combinadas. Estado, Escola, Igreja, Comunidades, Mídia e outros, devem propor às famílias um acompanhamento terapêutico envolvendo todos os membros de cada família. Acreditamos na possibilidade de minimização de vários problemas se melhor cuidarmos das disfunções familiares que acabam por envolver toda a sociedade.

MARCELLI, D. BRACONNIER, A. Adolescência e psicopatologia. 6. Ed. Porto Alegre. Artmed, 2007.

Publicação sugerida pelo autor.

156 Comentários Respondidos

  • Ronaldo Pires  2 de novembro de 2016 em 15:02

    Nós temos na sociedade atual, um distanciamento cada vez maior do dialogo pessoal até mesmo entre adultos; e quando falamos da criança na idade pré adolescente e adolescente, este dialogo que primeiramente deveria vir por parte dos pais e da família no geral; muitas das vezes tem vindo de forma totalmente distorcida por um meio fora do contexto familiar, e isto vem a trazer uma série de problemas nesta criança que em breve se tornará um adulto. Na lógica mais simples seria buscar o verdadeiro dialogo e voltarmos as nossas antigas e muitas das vezes chatas conversas pessoais entre pais e filhos; acredito que isto já solucionaria bastantes problemas na sociedade e neste futuro cidadão em formação. Bom dialogo a todos; não custa tentar.

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    • rodolfogomesdossantos25  15 de maio de 2017 em 13:35

      A cada dia vemos crescer em nossas cidades as estatísticas de jovens envolvidos em situações de violência, na minha opinião essa questão vem da criação de cada um, da educação da forma de vida que cada criança vive. Uma boa criação e uma família estruturada evita um futuro melancólico.

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  • MAYARA  19 de março de 2017 em 17:40

    penso que em relação a sociedade em que vivemos hoje , quando se trata em questão de diálogo deste pais com os pré- adolescente que irão se tornar futuros adultos amanhã, a própria visão destes pais para estes filhos são corrompidos porque na maioria das vezes não há este diálogo que deveria estar ativo em suas vidas, o que deveria nesta geração é estar atento a própria formação destes cidadãos que se tornarão amanhã.

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  • JAQUELINE  21 de março de 2017 em 23:11

    O adolescente agressor tem vários fatores que, devemos entender, quanto ele e molestado, violência familiar… devemos propor um acompanhamento terapêutico para identificar seu problema social.

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  • danubia  22 de março de 2017 em 15:33

    Esse tipo de comportamento pode estar ligado aos familiares..ate mesmo com a sociedade violenta em que vivemos …ter boas relaçoes nao depende so da pessoa e sim do meio em que ela vive…comportamentos violentos pode vir de de muitas outras coisas …como por exemplo a convivençia dos seus pais..esses podem ser e servir como exemplo.

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  • Karoline  23 de março de 2017 em 17:57

    Nos dias atuais o dialogo entre os membros da família esta cada dia mais distante, ou seja os pais estão cada vez mais ausentes na vida de seus filhos e na maioria dos casos não impõem limites nesses filhos para compensar a falta em casa. As famílias precisam se atentar que o dialogo pode mudar a realidade da nossa sociedade atual

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  • kamila micaela  1 de abril de 2017 em 12:53

    atualmente os pais não se tornam amigos de seus filhos, muitas das vezes tomam decisões sem pensar em como seus filhos reagiram a tal decisão. é inacreditável o quão banal tem se tornado os problemas psicológicos dos adolescentes e jovens, muitos acreditam que estes “problemas” são formas de chamar atenção ou dramatização, pensar desta forma faz com que não se tenha importância alguma, por isso quando estes casos se agravam geram culpa nos pais e famílias, por negligenciarem situações que poderiam ser solucionadas com uma conversa, um afeto, carinho, e maior atenção aos seus filhos.

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  • Amanda de Fatima Bernardes  30 de abril de 2017 em 19:26

    Nos dias em que vivemos, se uma criança não tem o acompanhamento e a presença de seus pais no dia a dia pode causar muitos problemas a ela, pode ser uma pessoa excluída da sociedade ou se tornar uma pessoa agressiva, mexendo com drogas, roubando, matando, molestando, sendo que se tivesse a presença dos pais para orientar, dialogar, e prevenir, muitos jovens não estariam perdidos. E estariam fazendo a diferença nesse mundo que esta tão cheio de violências e maldades, os pais que acompanham seus filhos estão preparando-lhes para futuramente serem pessoas adultas que faram a diferença na sociedade.

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  • Bárbara Roni  2 de maio de 2017 em 11:44

    Fico pensando que no meu tempo os pais corrigiam e batiam por tudo, se errou eles nos batiam, se acertava nos batiam tambem

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  • Bárbara Roni  2 de maio de 2017 em 12:03

    E não ficamos rebeldes por isso. Me pergunto: será que nossos pais nos corrigiram demais ou hoje os pais corrigem de menos? vivemos numa sociedade sem tolerância. Os pais muitas das vezes dão amor demais e não impõe limites ou impõe limites e não dão amor. Precisamos rever esses conceitos e agir.

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  • Stefani Silva Lima  4 de maio de 2017 em 14:30

    Não acredito que o ser humano nasça mal e sim que ele é influenciado pelo meio em que vive,existem crianças que crescem expostas a diversos problemas sociais e se tornam adultos exemplares,mas mesmo assim pode ser que tenham ficado marcas em seu psicológico.Mas muitas dessas crianças irão se tornar adultos cheios de traumas e problemas que são o reflexo do ambiente em que cresceram,o que também pode interferir na família que eles vão criar.Fico me perguntando como quebrar esse efeito da “não educação em casa” e ajudar uma criança ou adolescente com seus problemas para que haja mudanças na sociedade.

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    • Mara Cristina Andrade nunes  8 de maio de 2017 em 15:28

      Em alguns casos algumas crianças são criadas com conforto, os pais dão de tudo, isso pode gerar no futuro um grande problema. As vezes a falta dos pais pode fazer com que a criança mude seu jeito, ela pode encontra em outras pessoas solução para seu problema, sendo essa solução boa ou ruim. Em outros casos a criança é criada em um ambiente cheio de discórdia, que pode levar essa criança a mudar sua personalidade.Por mais que alguns pais conversem com os filhos mostrando o lado bom, quando crescer poderá mudar suas atitudes e fazer coisas erradas.

      Responder
  • izi-costa  8 de maio de 2017 em 13:53

    A família tem grande responsabilidade por esse comportamento,em muitas vezes a agressão começa dentro de casa e os pais acabam sendo os grandes incentivadores de tal violência,crianças crescem vendo os pais agredindo uns ao outro e com isso desenvolve jovens revoltados e acaba caindo cedo na marginalidade,e os pais por sua vez não consegue ter mas o controle da situação.

    Responder
  • Mara Cristina Andrade nunes  8 de maio de 2017 em 15:23

    Em alguns casos algumas crianças são criadas com conforto, os pais dão de tudo, isso pode gerar no futuro um grande problema. As vezes a falta dos pais pode fazer com que a criança mude seu jeito, ela pode encontra em outras pessoas solução para seu problema, sendo essa solução boa ou ruim. Em outros casos a criança é criada em um ambiente cheio de discórdia, que pode levar essa criança a mudar sua personalidade.Por mais que alguns pais conversem com os filhos mostrando o lado bom, quando crescer poderá mudar suas atitudes e fazer coisas erradas.

    Responder
  • Vitória Gomes Cassiano Barcellos  8 de maio de 2017 em 15:29

    Os filhos são tudo aquilo que recebem dos pais. Se recebem atenção, amor e carinho, transmitirão aos outros o mesmo, se são tratados com arrogância e desprezo, tratarão a quem está em sua volta da mesma maneira. Agora, se a criança vive em um meio onde ela presencia diariamente discussões, ou agressões, tanto fisicamente como verbalmente, a criança vai crescer se espelhando neste tipo de exemplo.
    A educação começa dentro de casa, cabe aos pais terem plena consciência de que eles são, e sempre serão, o maior exemplo para seus filhos, pois tudo o que eles transmitirem para as crianças, elas imirarão os seus atos. Os pais devem dialogar sempre, dar atenção, tentar estar presente, demonstrar amor, carinho aos seus filhos, tentar fazer com que as crianças não conviva em meio a violência, pois ela de alguma forma ficará traumatizada. Fazendo com que elas cresçam com estes exemplos, talvez possamos mudar este quadro de violência.

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  • Priscila Almeida  9 de maio de 2017 em 14:08

    Acredito que esse comportamento agressivo entre nossos jovens, venha da estrutura familiar; observando a educação de outros países, podemos falar da Finlândia localizada no Norte da Europa em que a maioria dos alunos são matriculados em escolas publicas e sempre tem um bom desempenho no programa internacional de avaliação de alunos, o PISA. Para que esse mérito fosse alcançado, os pais se dedicam para participar na vida de seus filhos tanto nas escolas quanto a seu tempo livre.

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  • CARLA RODRIGUES EDUARDO JARETA  9 de maio de 2017 em 18:54

    Há uma grande necessidade hoje em nossa sociedade de ajudar estes jovens que em sua grande maioria ainda nem saíram da infância.
    Se formos fazer um diagnóstico de suas famílias iremos apurar que em quase toda sua totalidade os mesmos tem um lar desestruturado.
    Infelizmente a realidade as famílias destes jovens, cada vez mais se distanciam dos mesmos, por falta de tempo ou até mesmo porque não querem, acham que é perda de tempo que eles já não tem chance de se reintegrarem a sociedade.
    Jovens com crise de identidade conflitos de de seus lares isso traz grande motivação para apresentarem problemas de agressão aos outros.
    CARLA R E JARETA – FAEV 1PERIODO

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  • Lorenna Nascimento  10 de maio de 2017 em 12:41

    Acredito que falte um pouco de equilíbrio no momento da criação desde pequenos, muitos pais querem ser superprotetores ou liberal demais, e ambos com muita intensidade pode não dar um bom resultado. Pessoas que tem ou tiveram pais superprotetores na maioria das vezes com o passar do tempo se tornam pessoas imaturas, ao ouvir um não de alguém ja se sente ofendido ou até mesmo rejeitado. E um pai muito lieral, corre o risco de ter um filho sem limites, sem controle futuramente em muitas áreas de sua vida, (talvez se tornando assim uma pessoa violenta). Por isso acredito que tudo é questão de equilíbrio, tanto para dar amor, atenção, quanto para educar e corrigir. Com certeza quando se tornarem adultos levaram isso para a vida e para seus futuros filhos.

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  • Suellen xavier  10 de maio de 2017 em 13:20

    Hoje em dia os pais estão tão focados em trabalho que esquecem de estabelecer um dialogo com seus filhos , na maioria do tempo eles não sabem onde estão e oque estão fazendo, os jovens de hoje com medo de se expor acabam guardando tudo pra si e isso gera um conflito pessoal, com isso eles tentam descontar as suas frustrações nas pessoas as agredindo ou maltratando, por esse motivo temos que nos mobilizar e tentar ajudar esses jovens ao invés de julga-los.

    suellen xavier 1° período FAEV

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  • Camila da Penha Oliveira Carneiro  10 de maio de 2017 em 15:14

    O diálogo é a melhor maneira de educar um filho. O ideal é saber dialogar, saber dizer não quando for preciso. Estabelecer regras e impôr limites. Os pais devem incentivar a autonomia dos filhos, ensinar os valores morais, estar presente e ter interesse real por eles. A não violência deve ser praticada pelos pais. Sempre demonstrar amor, carinho e afeto por gestos e palavras. Os pais devem educar sem precisar usar a violência. Ensinar aos seus filhos como o mundo funciona. E a melhor forma disso é dialogando com eles. Saber conversar, aconselhar, prevenir e ser paciente. Muitos pais com a correria do dia a dia esquecem que dentro de casa existe um ser que necessita de atenção e da orientação deles para não se sentirem rejeitados ou perdidos, e com isso acabar se tornando rebeldes. Se os pais passar a dar a verdadeira atenção aos filhos, eles crescerão se tornando adultos com valores, e fazendo a diferença na sociedade. Mais para que isso aconteça, eles precisam que os pais os preparem para o mundo.

    CAMILA DA PENHA – 1° período FAEV

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  • Mikaela Calmon  11 de maio de 2017 em 02:04

    Se tratando de adolescentes, penso que, a família tem a devida responsabilidade de passar valores a eles, não sendo apenas adolescentes mas sim também desde criança.
    É de extrema importância a participação ativa dos pais na vida do seu filho,seja ele como for.
    A maioria dos jovens agressores são do sexo masculino,por vários motivos,sendo um deles o “desprezo” por parte do pai. As mães sempre são mais presentes, companheiras, e carinhosas de fato, e já o pai não se mostra amoroso na maioria das vezes.
    No entanto, o diálogo se mostra bastante importante nesse contexto, com um bom papo, uma boa conversa, faz com que entendemos a cabeça dos nossos filhos e assim se mostrar participativo em sua vida.
    O papel da família na vida de um jovem adolescente é primordial para que se torne um cidadão de bem.

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  • Thais Vilela  11 de maio de 2017 em 07:05

    As estatísticas reveladoras , citadas por Marcelli e Branconnier, é uma realidade eminente em nossa sociedade. É muito comum se ver comportamentos negativos de meninos na faixa etária de 9 a 17 anos. que, muitas vezes são cercados por circunstancias ou exemplos familiares que os inclinam para esses comportamentos.
    É de suma importância uma intervenção de tratamento ainda nesta idade, sendo ela através de acompanhamento psicoterapêuticos ou atividades extracurriculares como esportes ou qualquer tipo de atividade que o adolescente possa se expressar e praticar uma convivência social sadia. Portanto, através disso, ele vai conseguir se comunicar e expor seus sentimentos e emoções, ajudando então a encontrar uma forma de ”botar para fora” o que pode estar o prejudicando psicologicamente.

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  • Kaila  11 de maio de 2017 em 10:17

    No mundo em que vivemos esta questão de jovens e adolescentes agressores se tornou um fator comum na sociedade. Hoje em dia a falta de diálogo é um dos principais agentes que contribuem para a falta de ética e moral destes adolescentes. Muita das vezes eles só precisam de um pouco de atenção, pois, são reprimidos por sociedade que os criticam ao invés de encontrar alternativa de ajuda.

    Kaila S Plinio 1° Período-FAEV

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  • erieth dos reis pecincha rodrigues  11 de maio de 2017 em 16:27

    Este e um problema que vem se agravando cada dia mais,pois vivemos em uma sociedade onde os valores estão completamente invertidos.
    o que vemos hoje em dia são crianças e jovens carentes afetivamente.
    os lares que deveriam proporcionar segurança e acolhimento ,muitas vezes apresentão exatamente o contrario.
    o que podemos ver e que são jovens que maioria das vezes são molestados,que convivem com brigas de seus pais,e vivem em lares desfeitos.
    jovens que precisam de ajuda piscologica,e que muitas vezes a sociedade preferem rejeitar.

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  • Taciany Minini  11 de maio de 2017 em 16:38

    Na maioria das vezes o comportamento agressivo dos adolescentes tem uma grande influência na relação deles com os pais, a falta de diálogo, de afeto, são fatores que contribuem bastante para esse quadro agressivo. O respeito entre pais e filhos também é fundamental para se ter uma boa relação, mas não adianta os pais impor respeito, sendo que os mesmos não respeitam os próprios filhos, isso deve partir dos dois lados. Porque os filhos vão transmitir o que eles aprendem com os pais, se tiver respeito vai haver respeito, caso contrario não haverá.

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  • Evelyn Alves da Cruz  11 de maio de 2017 em 17:59

    Por trás de um jovem com comportamento violento existe um passado que pode explicar isso.
    O principio da educação de um jovem começa dentro de casa, a convivência com os familiares e a educação que recebe tem grande peso sobre o comportamento que um jovem pode apresentar.
    Quando dentro de casa se recebe uma boa educação, atenção e afeto, cria-se um jovem com tendencia a ter um comportamento bom, sem apresentar transtornos. Mas, quando o jovem vivencia agressões diárias, sofre abusos que afetam seu psicológico e é tratado com indiferença, desenvolve em si um comportamento que reflete isso. Esse comportamento ruim o afeta na escola e também no seu dia a dia na sociedade.

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  • Thais Soares Ferreira  12 de maio de 2017 em 09:47

    Na minha opinião esse tipo de comportamento está ligado a criação dos pais, a sociedade em que vivemos hoje influencia sim, porém o diálogo deve vir desde a infância com seus filhos, ensinando o que é certo e o que é errado, impondo e passando respeito. Só que hoje em dia não é bem assim, as vezes a criança ou adolescente tem tudo do bom e do melhor porém não recebe carinho e afeto da parte dos pais, ou as vezes o ambiente familiar é conturbado por brigas e agressões e as crianças se espelham nos pais que deveriam ser exemplos e esse comportamento poderá levar a criança a mudar sua personalidade tornando-se um adulto isolado ou arrogante, que talvez se envolva com drogas ou sofra transtornos, isso pode ser evitado desde que aja consciência dos pais.

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  • Veronica Lube  12 de maio de 2017 em 15:40

    1- Podem parecer fortes mas na maior parte das vezes os agressores não passam de pessoas inseguras que procuram valorizar-se e impor-se através destes atos de violência . Nem todos os agressores vêm de famílias onde reine a violência , mas os estudos mostram , que grande parte dos agressores vem de famílias caóticas, onde os afetos não se manifestam de forma clara, são miúdos que são frequentemente expostos a maus tratos.
    2- Infelizmente estes adolescentes não sabem controlar as próprias emoções . Qualquer adolescente já experimentou a sensação de raiva intensa. É normal , mas a maior parte dos deles acabam por controlar essa raiva, mesmo quando se sentem muito frustados a maior parte deles escolhem parar antes de fazer o mal a alguém.Quando não há está capacidade para gerir as próprias emoções qualquer pequena frustração ou provocação pode levar a uma reação explosiva . Os jovens que crescem em famílias em que falte disciplina e supervisão tem uma probabilidade maior de se transformarem em agressores. A ausência de limites claros e tão violenta e ( destrutiva) quanto um ambiente familiar marcado pela punição física e pelo autoritarismo.

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  • Milena Minini Neto  12 de maio de 2017 em 16:55

    Nem sempre o tipo de comportamento do adolescente vai ser consequências de situação vividas em casa, ele pode ser filho de um pai alcoólatra e que quando chega em casa o filho apanha desse pai, e não significa que ele vai seguir os mesmos caminhos, ele pode tomar isso como um exemplo a não ser seguido, algo em que ele não vai desejar para sua vida, e assim vice e versa. O adolescente requer certo tipo de atenção, e ele sente a falta disso e se os pais não lhe dão a atenção necessária, eles criam seu jeito de chamá-las de alguma forma, seja ela positiva ou ate mesmo negativa. Esses casos de violência, adolescentes revoltados, são bastante relativos, pode ser resultados vindos de uma família mal estruturada, ou ate mesmo não, uma boa base familiar em casa pode ajudar muito para que o filho não fique a um paço de se deixar levar pelo mundo, e pelas “maravilhas” e “facilidades” em que ele te oferece.

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  • Taisa De Lima Lira  13 de maio de 2017 em 15:50

    Ao meu pensar creio que esse tipo de comportamento seja sim por falta de atenção e carinho dos pais,hoje eles vivem afastados dos seus filhos se mantendo fora da vida dos seus filhos.A sociedade influencia muito os jovens de hoje,mas se houve-se o acompanhamento diário dos pais existiriam menos jovens agressores.

    Responder
  • Taisa De Lima Lira  13 de maio de 2017 em 16:00

    Tudo vem como base a família,nossos filhos reflexo da convivência com os pais,e o que eles vivem dentro de casa irá sim influencia sim no seu comportamento. Jovens que vivenciam as acreções do seu pai com a sua mãe no futuro irá repetir os mesmos atos de agressão,nossas crianças são um tipo de filtro e tudo que eles observa e filtrado pra sua mente,dar carinho,amor e atenção nunca será demais. É no meio da família que nossos jovens tem uma base do como será seu caráter e aspecto.

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  • Geilza de Souza Delfino Gomes  14 de maio de 2017 em 17:02

    vivemos hoje em uma sociedade violenta , em que os jovens vem perdendo o respeito e o amor ao próximo. Os pais estão tendo uma visão distorcida, em que educar bem um filho e dar roupas de marcas, brinquedos caros ou celulares de última geração. Permitem seus filhos curtirem as baladas sem se preocuparem com o conteúdo desses locais, que geralmente são movidas por álcool, drogas , prostituição e levando as violências .

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  • CLAUDIA RABELO DOS SANTOS  14 de maio de 2017 em 17:44

    A violência é vista hoje como um fenômeno complexo e continua crescendo cada vez mais de forma apavorante entre a população jovem , essa violência tende a ser física e psicológica intencionalmente e repetidos, com o objetivo de intimidar ou agredir. Começa na infância até a juventude muitas vezes se estendendo para fase adulta. Esses jovens tendem a repetir o que acontece no contexto familiar , e está associada ao fato de a pessoa ser uma vítima ou um agressor , envolvem fatores individuais, relacionais, comunitários , sociais, valores culturais, às expectativas, às desigualdades sociais e ao abuso nas relações de poder. O fato é que a violência existe , e combate-lo não é algo fácil e faz se necessário que haja uma intervenção urgente e realmente eficaz em conjunto com a família e escola. O Estatuto da Criança e do Adolescente é sem dúvida uma das leis mais avançadas por contemplar inúmeros direitos e garantias às crianças e aos adolescentes. Mas é inegável que é através da educação que começa a conscientização das crianças e dos jovens sobre o que é violência e suas consequências, tanto para quem pratica como para quem sofre. Deve-se promover a educação pacifica na escola, ambiente esse que em geralmente são notados os primeiros comportamentos violentos.
    FAEV-1ºPERIODO

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  • Neilza Monteiro Lopes  14 de maio de 2017 em 23:18

    Muitos casos de jovens agressores está relacionado a famílias em situação de risco social ou outro tipo de vulnerabilidade. O núcleo em que vivem está cercado de exemplos ruins e isso acaba refletindo em seu comportamento. Alguns jovens usam da violência até para chamar a atenção dos pais, já que de outra forma não conseguem. É preciso muito diálogo e atenção da família para que a situção não chegue a esse ponto de violência. Outro fator gerador da mudança de comportamento do jovem é a falta de limite dentro de casa. Se o cidadão é criado sem limites em sua própria casa, acaba levando o exemplo pra rua e achando que ele pode fazer tudo.

    Responder
  • Laisnara Cristina  15 de maio de 2017 em 14:13

    Os pais são de grande influencia para a vida dos filhos, aquilo que o pai faz dentro de casa o filho pode acabar repetindo no futuro bem próximo ou ele pode levar aquilo como exemplo do que não se deve fazer.
    As vezes o filho utiliza o ato da violência para poder chamar atenção de seus pais, portanto é necessário manter um dialogo diário com os filhos.

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  • Phelipe Pereira Domingos  15 de maio de 2017 em 16:11

    Acredito que muitos jovens são violentos pelas situações que eles vivem em casa com seus familiares,porém essa violência sempre existiu e pq a violência não para de crescer entre jovens?
    Por causa de um governo corrupto que não tem lei,que não da oportunidades para jovens principalmente de periferia,afinal os maiores registros são entre jovens carentes.

    Responder
  • LARISSA DUARTE CALDEIRA  15 de maio de 2017 em 17:47

    A realidade de hoje infelizmente nos mostra o quanto existe jovens cada vez mais agressores, o comportamento violento dos jovens se da pelo meio social que eles vivem. Como o ambiente familiar onde desde de pequenos sofrem alguns tipo de rejeição, oque os fazem crescerem pessoas assustadas com medo da sociedade e se tornando violenta para se defender.
    A melhor forma de não deixar nossos jovens chegar a este ponto, seria uma família mais atenciosa, carinhosa, com muito amor e principalmente com uma base de educação exemplar e de bom costumes.

    Responder
  • Jackeline Batista de Almeida Soares  15 de maio de 2017 em 18:45

    É de se concordar que uma atitude agressora é uma forma de auto defesa da pessoa. Um comportamento hostil com a finalidade de provocar dano seja físico ou psicológico em alguém.
    Imagine uma criança na fase da puberdade, onde sua formação física, psíquica e emocional estão em grande turbulência, se choca com circunstâncias adversas seja no passado ou presente, pode resultar em reações agressivas, como forma de se sentir superior ao outro.

    FAEV

    Responder
  • Jackeline Batista de Almeida Soares  15 de maio de 2017 em 18:53

    É de se concordar que uma atitude agressora é uma forma de auto defesa da pessoa. Um comportamento hostil com a finalidade de provocar dano seja físico ou psicológico em alguém.
    Imagine uma criança na fase da puberdade, onde sua formação física, psíquica e emocional estão em grande turbulência, se choca com circunstâncias adversas seja no passado ou presente, pode resultar em reações agressivas, como forma de se defender. Também como forma de se sentir superior ao outro.
    FAEV

    Responder
  • Rayane Ferreira Cancian  15 de maio de 2017 em 19:47

    Os pais nao ligam se os seus filhos estão presenciando aquela discussão, a falta de respeito um com o outro e quando seu filho trata um pessoa da mesma forma acabam não corrigindo porque acham aquilo normal, e a criança cresce assim, agressiva.

    Responder
  • Maria Aparecida Chaves Ferreira  16 de maio de 2017 em 02:32

    ao deparar-me com esse tipo de violência vejo que há um descompasso em sua vidas cotidiana,na criaçao destes adolescentes agressores só pode ter sido conturbado,sem dialogo por parte dos pais,sem entendimento nenhum; o pai com certeza é agressor ,prepotente e autoritário tanto com a mae e com os filhos ,gerando assim revolta e parte para cima da própria sociedade colegas mais próximos de si.Devemos ajudar esta sociedade enferma de violencia mostrando que há soluçao pra quem quer vencer .Na educação ,na religião e um consenso entre a familia .

    Responder
  • Maria Aparecida Chaves Ferreira  16 de maio de 2017 em 02:34

    ao deparar-me com esse tipo de violência vejo que há um descompasso em sua vidas cotidiana,na criaçao destes adolescentes agressores só pode ter sido conturbado,sem dialogo por parte dos pais,sem entendimento nenhum; o pai com certeza é agressor ,prepotente e autoritário tanto com a mae e com os filhos ,gerando assim revolta e parte para cima da própria sociedade colegas mais próximos de si.Devemos ajudar esta sociedade enferma de violencia mostrando que há soluçao pra quem quer vencer .Na educação ,na religião e um consenso entre a familia

    Responder
  • Genilsa de Sousa Delfino Cézar  16 de maio de 2017 em 07:15

    Hoje existe pouco respeito entre pais e filhos. Tempos atrás os pais sabiam onde seus filhos andavam e com quem andavam, os filhos pediam seus pais para saírem e isso hoje ñ tem mais valor. Podem estar em lugares estar em lugares ñ desejados e pessoas que ñ conheçam e isso é perigo, onde ñ há diálogo com os pais ñ os dão obediência à eles; faz com que os ñ os respeitem se tornando assim um jovem revoltado.

    Responder
  • THAIS CONCEICAO SANTOS  16 de maio de 2017 em 18:01

    Acho que a violência infantil deveria ter um pouco mais de atenção , a criança que passa por alguma violência leva trauma para toda sua vida os pais podia pensar nisso porque eles que podem amenizar um pouco essa situação caótica que as crianças , adolescente e jovens vivem nos dias atuais .

    Responder
  • Vanda Bento Constantino  16 de maio de 2017 em 18:09

    Na minha opinião pena judicial tem que ser de igualdade pra todos.
    OS atos e fatos tendo uma penalidade mais rígidas e eficiente neste aspecto.

    Responder
  • Toaeny Cristina dos santos  18 de maio de 2017 em 10:10

    Na minha opnião,muitos jovens são agressivos na maioria das vezes pelo histórico familiar,onde por sua maioria nos dias atuais tem muito desrespeito entre pais e filhos.Acho que os pais tem que ser mais rígidos…E o governo deveria criar leis mais rígidas,para punir esse tipo de conduta desses jovens.

    Responder
  • jessica gonçalves  27 de maio de 2017 em 14:47

    O jovem se torna agressor por um fator. hoje termos vários fatores acontecendo na vida das famílias brasileiras, como o alcoolismo e o vicio em drogas.muitas vezes o jovem se torna agressor pelo exemplo que tem no meio em que vive,muitas vezes pais não dão o verdadeiro amparo em que o jovem precisa ter ou então dar até de mais e o jovem acaba fazendo o que quer,hoje muitos pais não consegue ter o controle do jovem,e ele torna-se o que bem achar,e isso acabar espelhando problemas para a sociedade em geral e perante a nossa lei o jovem e resguardado mesmo estando errado. isso faz com que os pais acaba perdendo algumas formas de educar os filhos.

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  • christian carla neves de souza moreira  29 de maio de 2017 em 12:07

    hoje em dia não tem mais dialogo em casa dos filhos com os pais,por isso os filhos crescem revoltados e não respeitam mais os pais.

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  • Ruth Ribeiro. 1' Período Faev  29 de maio de 2017 em 14:18

    A família tem muita importância nisso, de passar valores a eles desde quando são crianças. O diálogo é a melhor maneira para isso, estabelecendo regras e impondo limites.
    Saber conversar, aconselhar, ser paciente, os pais sendo assim, só previnem muitas coisas . Porque os filhos são espelhos dos pais, se são tratados com carinho, só transmitiram isso, mas se for ao contrário só passaram a diante o desprezo que tiveram.

    Ruth Ribeiro. . 1 período – faev

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  • Ana Carla Jardim Rodrigues  5 de julho de 2017 em 22:50

    Atualmente tenho visto atéi mesmo dentro das escolas profissionais da educação incentivando pais a serem agressivos com seus filhos, já ouvi expressões como do tipo: Saia da sala e só volte aqui depois da suspensão, tomara que sua mãe quebre a sua cara quando ficar sabendo. Por isso, adolescentes e jovens tem crescido debaixo de “pacandas” e distantes de diálogo, respeito e limite. O resulto é refletido em mais agressões.

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  • Eduardo Torezani  3 de setembro de 2017 em 18:18

    O texto é muito interessante. Esclareceu bem que o olhar não deve estar primariamente na agressão em si e sim na construção da cosmovisão do menor que o levou a desenvolver esse comportamento. Entender que as causas remontam a primeira fase da vida deve-nos fazer voltar o olhar para o exemplo antes da retórica, fazer entender e reavaliar o que significa a palavra “autoridade” principalmente por parte da figura do pai e ainda, fazer com que o papel educacional dos pais na vida da criança seja mais efetivo, acompanhado, o que não é muito fácil promover tendo em vista que a educação parece cada vez mais terceirizada e Infelizmente, por uma salário a mais, perde-se o que o dinheiro não resgata depois (isso levando em consideração a figura do casal). Considerando as outras influências externas como amigos e/ou sociedade parece-me que elas são mais comprometedoras para o desencadear desse comportamento quando falham as famílias, muito embora hajam exceções (inserção em grupos ou violência e abuso de terceiros). Acredito que a família tem papel fundamental para a construção de uma criança/ adolescente com saúde emocional.
    Eduardo S. Torezani- 1o Período de Psicologia- Faculdade Européia de Vitoria

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  • Jadson Rodrigues de Assis  3 de setembro de 2017 em 19:37

    Boa Noite.
    Acredito que na grande maioria os jovens tem seus tutores com exemplo na face de desenvolvimento emocional , e infelizmente hoje as estatísticas vem cada vez mais crescendo sobre violência dentro dos lares , e as crianças crescem sofrendo inúmeros tipos de violência de quem deveria na verdade protege los .
    , quando vão se relacionar no meio social , não aceitam serem contrariado , e acabam reproduzindo tudo que viveu e presenciou dentro do lar onde cresceu , achando normal suas atitudes.

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  • Vanda Nolasco  5 de setembro de 2017 em 13:48

    É bem verdade que a grande maioria dos jovens agressores tem em seu ambiente familiar alguém violento ou passa por situações que geram a violência como no alcoolismo ou abuso de autoridade, algumas reagem se fechando demais, outras sendo igualmente violentas, podendo com a idade entrar em situação de conflito com a lei.

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  • Kleidiane Maria Classner  6 de setembro de 2017 em 15:08

    como é assustador tantos jovens sofrendo desse mal como que um lar desestruturado acarreta tantos problema ,esses jovem presenciam violências em seu propário lar ,homens que por causa de efeitos de drogas como álcool ou outros tipos cometem a agressão física e verbal com os seu conjugues e filhos levando a esses jovens a pensar que isso é uma atitude normal e que podem cometer a violência com quem esta a sua volta , mais isso não ocorrem só por conviver com a violência e sim também por falta de limites presenciei um caso em que o adolescente agredia os seu colegas na escola e ate mesmo os professores verbalmente porque os pais trabalhavam muito e quando estavam com o menino queria suprir a sua ausência deixando ele fazer o que ele queria. são casos que devemos observar com cautela pois nem tudo é de uma só forma sempre tem algo que leva a esse ato violento.

    Responder
  • paulo sergio de souza  7 de setembro de 2017 em 14:15

    Sou um pouco nostálgico a respeito de alguns assuntos, e este é um deles.
    Há algumas décadas, quando a criança ou o jovem brigava na escola ou na rua, os pais sempre queriam saber o motivo, e dependendo do desfecho da história “tomava outra surra.”
    Porém, diante de algumas questões culturais e legais, temos que observar também no tocante assunto “jovens agressores”, que além da falta de diálogo, existem fatores que contribuem para este comportamento. Hoje, além das redes sociais “darem sua contribuição” para que estes comportamentos sejam disseminados incessantemente, a falta do diálogo familiar, a violência contra a mulher, mãe; falta também a essência de um lar cristão, Deus.
    Mas saindo do viés religioso a violência entre os jovens já passou por várias etapas ou ciclos; marcar território, mostrar força para os pais ou sociedade, estou me defendendo, ou até mesmo, sou da favela, sou playboy filhinho de papai, e hoje atinge um patamar mais elevado de violência a ponto destes comportamentos serem estudados por um campo mais abrangente da ciência.
    Nossos jovens precisam de cuidados físicos, espirituais e principalmente de um educação que venha de berço, onde os pais se amem e a família seja a base de tudo.

    Responder
  • Nathiely Avancini da S. Coelho  7 de setembro de 2017 em 17:55

    É evidente nos dias de hoje a desestrutura familiar, onde as figuras importantes de referência para as crianças e jovens estão por algum motivo defasado em alguns casos por ausência em outros por excesso. Por estar em desenvolvimento e aprendizado a criança/jovem não sabe lidar com tal situação e emoção, é onde busca uma “válvula de escape” para expressar algo que muitas vezes não é compreendido nem pela própria criança.

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  • Alexsandra Piedade de Oliveira Gonçalves  7 de setembro de 2017 em 21:39

    Esse texto nos mostra a gravidade de não dar a estrutura familiar necessária q as crianças precisam p saber lidar c situações adversas . Temos consciência q muitas famílias nao dao essa base as crianças. Brigas ,separações atribuladas, violência doméstica ,rigidez ou até mesmo a forma muito liberal , podem trazer problemas no lado social da criança e do adolencente. Entendemos a necessidade de trabalharmos muito, com isso os país tentam suprir ausência c caprichos, e o preço disso quase sempre é filhos que acham q podem tudo. E ainda alguns são tratados c violência e ignorância, ao invés de carinho e atenção. Então como exigir dessas crianças serem diferentes. Se o jovem não tiver algum transtorno q explique tal comportamento, com certeza serão traumas adquiridos na infância . Sempre existirá um histórico a ser investigado.

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  • Joyce  7 de setembro de 2017 em 22:58

    Na maioria das vezes o adolescente ou jovem que apresenta agressividade é devido o comportamento familiar. Que possamos lembrar que filhos é espelho dos pais.

    Responder
  • ADRIANO PIRES  8 de setembro de 2017 em 10:12

    sem duvidas o relacionamento do passado pode ter relação direta com esse tipo de comportamento, podendo ter fins trágicos .não e uma regra uma vez que tantos casos que conhecemos ,outros que ouvimos sua historia e ate que que virou filme com final feliz ,as pessoas podem superar uma infância e adolescência envolvidas com violência ,drogas e outros.porem á uma repetição de modelos de de pessoas que viveram na violência e reproduzem o mesmo individuo.

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    • Jamille R. Zeferino Waiandt  16 de setembro de 2017 em 11:38

      Concordo com você! Os antecedentes podem existir mas a capacidade do ser humano de se ressignificar e alterar a forma como vai reproduzir suas experiências e vivências, são o que tornam o ser humano surpreendente e com autonomia para escrever seu futuro não apagando sua história, mas sim podendo decidir criticamente o que irá fazer com ela na fase adulta.
      Muito bom o texto!

      Responder
  • Renilda Felicio Leonidio Silva  8 de setembro de 2017 em 22:56

    A violência é algo que os meios de comunicação tem noticiado todos os dia.É triste ver que entre os jovens as agressões tem se tornado crescentes e sendo divulgado por eles mesmo nas redes sociais.Não se pode afirmar o fator predominante que leva a essas agressões,mas podemos perceber que a estrutura familiar influencia muito o comportamento de cada um. A adolescência e juventude é uma fase que também precisa de muita atençao e cuidados.As vezes as agressões ,as brigas,o envolvimento com drogas são as formas que os jovens encontram para dizer que eles existem e precisam de atenção,de cuidado e de ajuda.As atitudes que eles tem na rua,na escola ou em qualquer outro ambiente pode ser apenas o reflexo do que eles vivem no dia a dia dentro de suas casas.

    Responder
  • Lorraine Peres  9 de setembro de 2017 em 12:58

    Não podemos pré julgar um adolescente agressor antes de analisar seu histórico familiar,mas também não podemos passar a mão na cabeça de menores infratores culpando os pais por seus atos.
    É preciso ir a fundo para conhecer os motivos que levaram aquele adolescente a violência pois causas como um pai agressor,violência sexual,física e psicológica,um pai alcoólatra.
    São casos que precisam de tratamento particularizado aos demais que por status resolveram se tornar o “bandidinho do bairro”.
    Temos que tomar consciência que esses jovens precisam de ajuda e essa é a maneira como pedem,pois o medo e falta de confiança no proximo é reflexo de uma infância conturbada.

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  • Fernanda Neitzel Cypreste  9 de setembro de 2017 em 20:05

    O texto me fez recordar um filme que assistir a um tempo atrás (Mais forte que o mundo). Ele relata a vida do lutador de MMA José Aldo, nascido e criado em Manaus, veio de uma família extremamente pobre, o pai do lutador era alcoólatra, agressivo e batia na esposa. Sr José como era chamado não conseguia ficar empregado devido seu alcoolismo. José Aldo foi criado em uma família completamente desestruturada, e se tornou um adolescente agressivo, espancava pessoas sem motivos algum com pedaços de madeira e sempre estava envolvido em brigas de rua, mas felizmente a vida lhe deu uma oportunidade de hoje ser um dos melhores lutadores no mundo do MMA. Mas nem sempre o jovem agressor tem um final feliz, os pais devem estar sempre atentos.

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  • Suellen Batge  9 de setembro de 2017 em 20:43

    Os jovens violentos sempre apresentam comportamentos estranhos, desde ao xingamento excessivo até uma briga física, sabemos que esse comportamento é desencadeado por conta do passado e o que vivem atualmente em seus lares, acompanhar uma vida conturbada com muitas brigas e confusões de pais alcoolistas faz com que ele se torne uma criança e futuramente um adolescente violento, com histórico de muitas confusões com amigos da escola e com seus familiares, é de suma importância que façam acompanhamentos logo que percebido esses tipos de comportamento.

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  • Vanessa Câmara  10 de setembro de 2017 em 19:45

    A família tem se desestruturado a cada dia que passa, seja na cultura educacional, seja no relacionamento matrimonial. Valores sáo invertidos e toda esta problemática se reflete na sociedade, nas escolas e etc..

    Responder
  • Lucineudo batista de lima  11 de setembro de 2017 em 07:58

    os jovens de hoje em dia estão se tornando cada vez mais violento, ao olhar de alguns parece que e a influencia de coleguinhas,mas o real problema as vezes esta mas perto do que pensamos,o ambiente familiar e um fator que tem uma influencia muito grande pois e ali que o jovens convive, oque ele apresenta na escola e só reflexo do que esta passando.Mas como resolver tais problema se não tem ajuda onde mais precisa,fica difícil,talvez se houvesse mas parceria ou investimento na educação resolveria um pouco desses problema.

    Responder
  • Daniele  11 de setembro de 2017 em 16:58

    Infelizmente as famílias hoje têm se formado de qualquer maneira.
    Muitos casais dizem “vou me casar se der certo bem ,se não der certo separo”.E entram num matrimônio achando que é tudo muito simples.
    Vem as frustrações,os descontentamentos,as brigas…
    E os filhos?ficam no meio desta guerra familiar.
    Crescem ,casam e reproduzem o que os pais fizeram,pois foi a única forma que aprenderam!
    E assim o círculo se perpetua.
    É preciso educarmos os filhos para o casamento,para a formação de uma família estruturada.Ensiná-los a importância da família na sociedade.

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  • losangela aparecida da silva  12 de setembro de 2017 em 15:30

    A agressão na maioria das vezes é por parte de jovem menino de 14 a 18 anos é muitas vezes surgem a partir de experiências familiares, é cada vezes mais comum em nossa sociedade jovens infratores e extremamente agressivo, mais muitas vezes não há consequência nenhuma para esses atos.
    Nas escolas, alunos assim costumam apresentar baixo rendimento escolar, não cumprem as tarefas exigidas e muitas vezes quando os pais são chamados não comparecem ou quando vão apoiam as atividades do aluno.

    Responder
  • Andressa Almeida de Amorim  12 de setembro de 2017 em 16:58

    Traumas na infância influenciam muito na personalidade adulta, porém, na minha concepção tudo depende muito da personalidade de cada ser. É claro que uma agressão na infância pode fazer uma pessoa agressiva também, mas existe a possibilidade dessa mesma pessoa canalizar as situações ruins para atos de bondade. Então, acredito que cada pessoa é resultado do meio em que está inserido, das suas experiencias e sua personalidade . Uma coisa só não resulta num agressor, acredito na junção de vários fatores.

    Responder
  • Willian Vicente Zanotti  12 de setembro de 2017 em 17:19

    Os pais precisam ser bem cautelosos no que diz respeito ao comportamento diante de seus filhos, (atos , palavras) pois para eles os pais são exemplo de vida, e quando se deparam e presenciam uma sena de agressão por exemplo passam a aceitar aquilo como normal e as praticam. Pode ocorrer também que a imitação da pratica de agressão seja por revolta “bato no meu filho porque apanhei muito do meu pai”.

    Responder
  • denise silva januario  13 de setembro de 2017 em 23:31

    Adolecentes e jovens que entram em contradições consigo mesmo, para se mostrar superior aos outros que tenham ou não sofrido algum tipo de agressão , se escondem atras da violência para se sobre sair de alguma situação que ele próprio não consegue administrar, vemos por exemplo os alunos que agridem as professoras nas escolas, ja vi em varios depoimentos que ja passaram por algum tipo de violência em casa, e por isso acabam se tornando exemploda mesma.

    Responder
  • denise silva januario  13 de setembro de 2017 em 23:32

    Adolecentes e jovens que entram em contradições consigo mesmo, para se mostrar superior aos outros que tenham ou não sofrido algum tipo de agressão , se escondem atras da violência para se sobre sair de alguma situação que ele próprio não consegue administrar, vemos por exemplo os alunos que agridem as professoras nas escolas, ja vi em varios depoimentos que ja passaram por algum tipo de violência em casa, e por isso acabam se tornando exemplo da mesma.

    Responder
  • Vanessa Augusto de Deus  13 de setembro de 2017 em 23:41

    Fico triste em ver essa situação crescendo, adultos e crianças precisando de amparo, muitas vezes por falta de respeito, dialogo amor, atenção, dedicação, investimento… Famílias conturbadas psicologicamente e financeiramente, tudo isso se reflete no adolescente. A família tem um papel muito importante, o afeto familiar é vital para o desenvolvimento emocional da criança, mais para isso o adulto também tem que esta bem.

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  • Anna caroliny campos  14 de setembro de 2017 em 00:12

    Com a leitura do texto acima pude perceber que a violência nunca é a solução para nada, entretanto tem sido a válvula de escape de muitas crianças, uma forma de se libertar das coisas que os pressionam, ou até mesmo de memórias que ainda machucam, de violências que acabam servindo como espelho, refletindo o ato violento ao próximo. Portanto o diálogo é fundamental quando uma criança se torna agressiva, assim podemos chegar a raiz do problema e consequente impedir que tal situação se agrave.

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  • Adriana Vieira de Souza Santos  14 de setembro de 2017 em 08:00

    É desesperador a desvalorização familiar atual e a forma inresponsável de pais que descumprem seus papeis.
    O modelo familiar hoje é conturbado demais e a realidade do texto ja é resposta pra inúmeras questões fora do controle na sociedade.
    Trazer equilíbrio nas famílias onde valores e culturas estão em mudanças, conflitos fica longe de se esperar resultados, mas se orgãos que tem sua relevância mesmo que pouco, comparado à demanda da sociedade, ja serão respostas e caminhos pra um futuro esperançoso.

    Responder
  • Marinalva ramaldes  14 de setembro de 2017 em 11:55

    Concordo sim que todo jovem agressor possa ter sofrido algum tipo de violência, mas em alguns casos existem famílias de boa índole pais exemplares e os filhos tornam agressivos e violentos. isso as vezes não vem só de dentro da família, pode vir de uma sociedade que nos ensina todo dia a crueldade da vida noticiários de televisões passando mulheres agredidas, famílias agredidas Às vezes a própria mídia relata isso com novelas, filmes às vezes mostram a violência além do natural além do normal em cima de uma ficção então uma criança um jovem com a mente já perturbada e isto acaba por influenciar muito por deixar que essa criança este jovem possa se espelhar nisso para própria vida,às vezes por trauma, por frustração por não ter uma condição financeira adequada por outros vários fatores isto pode acontecer.

    Responder
  • lauana Rocha  14 de setembro de 2017 em 12:35

    vivemos em uma sociedade onde a opinião de um membro da família que tem que prevalecer,mesmo estando errado!onde vence na força e no grito e os filhos só a observaresse comportamento, com o tempo pode acabar se espelhando nesse entedendo que é assim que se vence.

    Responder
  • denise barros  14 de setembro de 2017 em 15:50

    bom sabemos que as nossas crianças e jovens de hoje são o futuro da nação,mas mediante a tantos problemas tantas dificuldades,tanto sofrimento como sera o futuro da nação cuja as familias estão cada vez mais devastadas destruidas desvalorizadas existe antecedentes as agressões dos jovens? com certeza e podemos ver que começa dentro das familia. Se a base de tudo é a familia e esta está ficando desacreditada onde vamos parar.temos que nos preparar para ajudar esses jovens

    Responder
  • Diego Afonso De Souza  14 de setembro de 2017 em 16:20

    Vendo dessa uma forma mais aprofundada e detalhada, pode se observar que, infelizmente, isso é hereditário, o pai ou a mãe maltrata o ou os seus filhos porque também foram maltratados quando criança, ou, descontam o estresse do dia a dia, problemas pessoais, e tambem podem associar uma falta de caráter dessas como diversão, passa tempo etc

    Responder
  • Nathalia Ribeiro  14 de setembro de 2017 em 23:12

    Jovens que não tem o afeto da família que não tem um diálogo aberto pra falar dos problemas que estejam acontecendo um com o outro, para eles o único meio de se expressar é em forma de violência física ou verbal.

    Responder
  • Silvia Maria de souza Romanha  15 de setembro de 2017 em 00:10

    É tudo esta ligado a infância todo o problema psicológico começa na infância.
    Se é uma família desestruturada, se é um(a) jovem que foi molestado enquanto criança, se foi espancada na infância tudo começa ali na genética e na hereditariedade, se um pai ou mãe sofreu esses tipo de situação e não foi tratado pode ser que eles cometem o mesmo erro com seus filhos.
    Doenças mentais psicológicas devem ser tratadas o quanto antes.

    Responder
  • Jeander nunes dutra  18 de setembro de 2017 em 18:51

    Esse tema é muito complexo e na minha opinião é Relativo. Concordo com o que diz no texto os teóricos Marcelli e Branvonnier. Mais acredito que nem sempre o passado dessa criança determinará oq ele será no futuro… Mais em partes concordo que as ações dos pais hj ajudam a formar o caráter dos seus filhos…

    Responder
  • Paula Murta Chaves Ribas  1 de novembro de 2017 em 10:46

    É notório que até o momento os três textos já lidos (Pais perfeccionistas geram efeitos colaterais, Efeitos e situações de risco para crianças e jovens e o Comportamento suicida: a vida por um fio) e esse estão interligados, pois todos nos faz querer repensar a base principal das crianças que é a FAMÍLIA! Ou seja, é preciso criar uma política voltada para a família no sentido de mostrar os impactos que uma criação sem critérios, regras, afeto maternal e paternal podem provocar na vida das crianças.
    O lar que é construído na figura autoritária pode deixar para a sociedade jovens psicopatas e ou serial killers. Já o lar que a figura paterna é ridicularizada também pode transformar essas crianças em adolescentes agressivos e frios. É preciso que a família busque uma nova reestruturação no âmbito familiar, que voltem seus olhares para seus filhos humanamente, e que não foquem apenas no que o financeiro pode proporcionar também é fundamental que diante de qualquer situação a família busque ajuda em terapias de família.

    Responder
  • Paula Murta Chaves Ribas  1 de novembro de 2017 em 11:26

    Nossa esse texto na minha opinião e diante da minha vivência profissional deveria ser a cartilha obrigatória par aos professores, educadores e até mesmo profissionais da saúde que ainda acham um absurdo diagnosticar ou suspeitar que uma criança pode ter tal patologia, seja ela a depressão e ou esquizofrenia. Hoje, noto que crianças com esse perfil estão chegando nos consultórios com diagnóstico e ou suspeita de AUTISMO, o que é preocupante, pois sabemos o quanto a negação e até mesmo o tratamento errado pode causar danos à vida adulta dessas crianças e jovens.
    Buscar uma intervenção precoce para esses jovens irá fazer a diferença no desencadeamento da patologia.

    Responder
  • George Hilton Brito Pereira  14 de novembro de 2017 em 20:25

    O ser humano precisa ser visto e tratado de acordo com sua complexidade, pois muitas são as variáveis que o envolve e que contribuem para todo comportamento por ele apresentado; a violência urbana é um fator marcante na vida do homem moderno, as crianças são bombardeadas com estímulos violentos em praticamento todos os seus ambientes de convivência: a família, a escola, a praça de lazer, o cinema, etc. dessa forma seria esperar muito que os jovens não apresentassem comportamentos violentos em sua vivencia comunitária. obviamente, a rotina domestica se soma às variáveis que contribuem para a agressividade do jovem com idade tão baixa (9 a 14 anos). A estrutura psíquica desses jovens ainda não está formada, os conflitos familiares vivenciados por eles, contribuirão em muito na postura de resposta agressiva ante ameaças ou mesmo a brincadeiras que não sejam bem recebidas por eles. Uma educação liberal permitirá que o jovem se apodere do direito de resolver as crises relacionais baseado na ideia de que ele pode tudo; por outro lato, a educação restritiva fará com que o jovem mantenha uma reserva elevada de energia pussiva, que poderá ser mau canalizada, culminando em comportamento violento; a educação super protetora tirará desse jovem a capacidade de se ajustar ao meio no qual precisa estar por não ter aprendido pela experiencia a entender o funcionamento do mecanismo das relações, provocando assim, uma reação violenta como mecanismo de defesa extrema. é preciso identificar as condições ambientais vividas por esses jovens, a fim de poder orientá-los na busca por um comportamento que seja adequado à vida em grupo, evitando a explosão de ira e ódio gratuito quando submetidos a situações que lhes sejam desagradáveis.

    Responder
  • Dênia França Campos  15 de novembro de 2017 em 18:00

    Observa-se que os valores familiares estão se perdendo ao longo dos tempo, sabemos que a estrutura familiar também está mudando, mas os valores ainda precisam ser os mesmos. Os pais adultos responsáveis pela formação do carácter, do cuidado, proteção, do afeto, carinho e amor não podem deixar para terceiros fazerem, devido à sua ausência compensam com presentes e SIM SIM SIM! É notório uma inversão de papeis, os pais que são a autoridade dão aos filhos escolhas e o poder de autoridade ( ao irem a um restaurante não se diz “sente aqui filho!” Mas, “aonde você quer sentar filho!”, crianças ditam as regras e fazem os adultos seguirem suas ordens, dado a criança um poder de decisão no momento errado, futuramente na adolescência onde passam por inúmeras mudanças e reorganização da personalidade, do encontro com seu eu, sofrem se tornando agressivos por já estarem seguindo regras sociais que nem sempre atendem ao seu querer. Em todos os textos lidos aqui percebe-se a importância da família na formação de crianças e jovens.

    Responder
  • Sablina Fernandes Rodrigues Coelho  16 de novembro de 2017 em 22:45

    Filhos são reflexo do modo de vida dos pais. Pesquisa mostra como o comportamento e a conduta dos pais interferem no estilo de vida dos adolescentes e jovens. Filhos de pais violentos repetem o comportamento com seus irmãos e colegas de escola. Pais e mães que batem perdem o respeito dos filhos. Essa falta de respeito faz os pais aumentarem a dose da agressão. A criança associa agressão ao cumprimento de ordens, sem o castigo físico, ela não sabe mais até onde pode ir. Pais violentos também saem perdendo, eles perdem o respeito dos filhos. Além de mostrar que podem agir assim com qualquer pessoa que fizer algo inadequado.

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  • JUREMA ANTUNES DA ROCHA (CENSUPEG TEIXEIRA DE FREITAS -BA)  17 de novembro de 2017 em 02:13

    A família a base para desenvolvimento do indivíduo. Ela pode ter influências positivas quanto negativa na vida da criança ou do adolescente, vai depender do contexto social, cultural, econômico em que vive.
    Na vida familiar existem alguns fatores que possam contribuir para essa agressividade: Viver em um ambiente atribulado, onde o pai é alcoólatra e ver senas de violência constantemente sendo praticada contra sua mãe. Separação dos pais é um momento muito delicado para os filhos, principalmente quando os pais começam a usar a criança para afetar é o parceiro. Dificuldade financeira devido a um desemprego. A falta de afeto etc…
    Atualmente os pais estão muito permissível com seus filhos, devido passar poucas horas com os mesmos, vem lei da compensação acabam não imponde limites. A falta de limite familiar reflete no comportamento social.
    Sendo assim a agressividade é o reflexo da relação do indivíduo com sua família. É obrigação dos pais dar amor e educar seus filhos.

    Responder
  • Marcia Miranda Gonçalves de Sousa Resende  18 de novembro de 2017 em 19:56

    É notório, porém pouco discutido, que o comportamento violento de crianças, jovens e adultos são consequências diretas de traumas, principalmente familiares. Crianças a todo momento são mau tratadas e violentadas transformando-se futuramente em indivíduos inseguros, violentos, desconfiados que também vão gerar filhos iguais a eles, dando início a um terrível ciclo, por isso é importante solucionar os problemas familiares tais como a violência infantil, os maus tratos e os abandonos, para evitar futuros jovens perversos.

    Responder
  • Geovanina muraro saldanha  18 de novembro de 2017 em 21:25

    A família é a base para uma boa estrutura e desenvolvimento em relação ao desenvolmento psíquico ,na adaptação e equilíbrio do indivíduo. Ela é a base no contexto social , emocional e cultural do indivíduo em formação. Atualmente, deparamos com muita frequência com crianças ainda muito novas com um grau de agressividade com professores e coleguinhas em nossas salas de aula. Isso mostra, o quanto a família está “doente”. Pois, as influências vividas em casa, acabam refletindo em seu comportamento social e na sua formação do caráter. Deparo com algumas crianças, mais especificamente, uma em especial, onde fala do nada que o pai bate na mãe, e que quer ser como o pai. Contudo, vejo como um modo de negação ao comportamento do pai com a mãe, na época em que ainda eram casados. A assimilação dos fatos ainda não ficacaram claros para o mesmo, devido ao tempo de maturação biológica. Ao meu vê, a agressividade, nada mais é, que muita tristeza, falta de afeto. Por isso creio que uma família mais equilibrada emocionalmente, tende a ter um melhor resultado na criação de seus filhos e assim, a formar indivíduos mais equilibrados.

    Responder
  • Gabriele Oldenburg  19 de novembro de 2017 em 23:51

    Diversos aspectos de ordem social, cultural e econômica interagem apontando os jovens como a categoria mais suscetível a diversos tipos de riscos, entre os quais se situa a violência. A juventude é um período em que
    os jovens se deparam com momentos de insegurança e indefinição, relacionados à desorganização de estruturas do mundo infantil e à construção de novas maneiras de se situar no mundo adulto. Influências tradicionais atribuídas à orientação familiar, ao contato e à socialização de experiências com gerações antecedentes contribuíam com maior intensidade para diminuir as angústias e incertezas deste momento de passagem.
    Se a base familiar estiver desestruturada,será impossível o equilíbrio emocional,social e intelectual deste jovem.

    Responder
  • Ana Ligia Meira  21 de novembro de 2017 em 18:33

    De acordo com o texto, podemos refletir o quanto a família é importante no processo de desenvolvimento da criança e do adolescente. A família é a base fundamental para que tudo seja construído de forma equilibrada em todos os aspectos.
    No entanto, todos os dias nos deparamos com crianças cada vez mais agressivas e sem respeito nenhum, isso mostra o quanto a sociedade está decadente, pois os comportamentos das crianças são o reflexo de seus familiares, mas especificamente pais, que deveriam está educando, dando bons exemplos aos filhos, mas não, estão cada dia mais desequilibrados e gerando grandes problemas na vida de seus próprios filhos, problemas que levarão para o resto da vida.

    Responder
  • Adriane de Oliveira Silva  23 de novembro de 2017 em 16:44

    Concordo que o colapso na família, a falta de estrutura possa gerar filhos agressores, que isso também pode acontecer nas melhores famílias, mas é falta de limites tem cido a maior causa dessa atitude. Uma criança que não aprendeu a receber um NÃO nunca vai conhecer limites.

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  • Nathália Barreto Pinheiro  4 de dezembro de 2017 em 14:53

    Com fundamento no texto acima, percebo a importância familiar no desenvolvimento cognitivo do indivíduo. A estrutura da família é uma base indispensável para o processo de formação, em quesitos sociais, de caráter, cognitivo, escolar, dentre outros. Instruir nossas crianças desde a infância é fundamental, mas nem sempre isso acontece, portanto, algumas intervenções tem ajudado esses jovens a se instruírem, como grupos sociais, igrejas, ongs… Precisamos entender o contexto, antes de levantamos conceitos e hipóteses acerca do jovem, levantar os ”porquês” do mesmo agir de tal maneira, qual antecedente que levou este jovem a tomar tais atitudes..

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  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  5 de dezembro de 2017 em 00:24

    A família sempre foi conhecida como a célula mater da sociedade, nos tempos atuais existe uma luta para o desmantelamento dessa célula. As famílias cada vez mais desestruturadas estão formatando pessoas desestruturadas. O exemplo sempre foi o maior educador, esse fala tão alto que o livro se fecha diante dele. Sendo assim podemos entender… pais violentos: filhos violentos. Pais desestruturados: filhos desestruturados.

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  • Cristiane Pereira Oliozi Santos  6 de dezembro de 2017 em 15:00

    Infelizmente cada dia mais temos percebido em nossas escolas e comunidade, “vítimas fazendo vítimas”, em função de vários fatores internos que circundam as famílias e familiares que por não receberem dos seus entes o cuidado, atenção e suporte devidos. Podemos pontuar ainda em desfavor desses alunos, o fato de receberem na escola e ou outros setores da comunidade o reforço negaivo no seu dia-a-dia. Por fim, devemos insistir para que cada vez mais a realidade desses alunos melhore e o olhar para com eles por seus familiares seja efetivo. Que os jovens se fortaleçam e sejam resilientes, superando os desafios da realidade social que muitas vezes lhes são imposta.

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  • Patricia  8 de dezembro de 2017 em 19:48

    A estrutura familiar é a base da formação do indivíduo. Realmente se tratarmos as disfunções familiares, conseguiremos gerar uma sociedade mais saudável. A pesquisa revela dados importantes sobre os perfis desses jovens agressores e revelam que esse comportamento que aparece na adolescência é, na verdade, o reflexo de problemas familiares e psicoafetivos na primeira infância.

    Responder
  • Patrícia  9 de dezembro de 2017 em 15:40

    Patycssoares@uol.com.brA estrutura familiar é a base da formação do indivíduo. Realmente se tratarmos as disfunções familiares, conseguiremos gerar uma sociedade mais saudável. A pesquisa revela dados importantes sobre os perfis desses jovens agressores e revelam que esse comportamento que aparece na adolescência é, na verdade, o reflexo de problemas familiares e psicoafetivos na primeira infância.

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  • Ana Paula Cosenza  9 de dezembro de 2017 em 19:12

    Cada vez mais presenciamos cenas na escola de agressões diversas envolvendo crianças, adolescentes e jovens. De acordo com o próprio texto com embasamento teórico, vem confirmar ser proveniente de disfunções orgânicas e a antecedentes na base familiar. Concordo quando o texto nos remete a importância das parcerias Estado, Escola, Igreja, Comunidades, Mídia e outros, se unirem em buscar meios, parcerias e ações que tragam suporte, orientação, conscientização e informação para as famílias.

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  • Janine Manhães Teixeira  10 de dezembro de 2017 em 19:13

    Acredito que diversos fatores podem contribuir para a agressividade de um adolescente: o contexto familiar agressivo, não só fisicamente como verbalmente, favorece e muito, tanto quanto a omissão, negação de afetividade, superproteção aos erros, dentre outros. Tudo se resume a uma desestruturação, seja por meio da família, seja pelo meio em que se está inserido. O afeto promove a estabilidade, a organização das emoções e contribuiria para a formação de um jovem mais centrado.

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  • Rejane Senna  10 de dezembro de 2017 em 20:05

    Os nossos jovens são reflexos das famílias. São famílias desestruturadas, por falta de emprego, pelos vícios adquiridos, por relacionamentos desgastados, por uma sociedade do consumismo, individualista e do descaso, onde não se tem políticas de apoio, seja material ou psicológico aos mais carentes. Toda essa falta de estrutura e apoio gera a violência doméstica e abusos das nossas crianças (físicos, psicológicos e sexuais). O homem é fruto das relações sociais e vai reproduzir o que vive.
    “O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe.” Jean Jacques Rosseau.

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  • Geisa Goulart Barreto  10 de dezembro de 2017 em 20:20

    Infelizmente, cada dia mais vemos jovens agredindo professores, familiares, colegas e em consequência, se agredindo. Sim! Jovens agressores têm antecedentes! Essas crianças e jovens , possivelmente já passaram por situações de violência, seja ela física e/ou psicológica e eles “retribuem ” a sociedade com violência. No ambiente escolar, familiar e social, isto pode ser catastrófico. Por isso, é de suma importância que estas pessoas sejam acompanhadas por profissionais especializados para que elas deem novo sentido às suas vidas.

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  • Gabriela Vasconcelos Gomes  10 de dezembro de 2017 em 21:14

    Os jovens tem se perdido a cada dia, por falta de estrutura familiar e orientação das mesmas. Onde a tecnologia e a facilidade e experimentar o caminho fácil, tem deixado as nossas crianças e adolescentes vulneráveis à criminalidade, drogas e violência no geral. Toda essa demanda chega nas escolas, nos fazendo refém de como agir mediante a tantos conflitos, se o papel da escola é “ensinar.” Precisamos unir “forças” para minimizar a problemática da violência de crianças e adolescentes na sociedade. O sistema e as políticas públicas devem abraçar essa causa, pois o processo de cidadania só acontece se tivermos os valores bem estabelecidos e concretizados.

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  • TATIANE APARECIDA DE SOUZA MENDONCA  10 de dezembro de 2017 em 21:59

    Tatiane Mendonça
    1º Período de Neuropsicopedagogia – Censupeg- Rio das Ostras – RJ – Turma 2
    A escola precisa conhecer a realidade de seus estudantes para ajudá-los em situações de agressividade. O texto mostra que existem situações que antecedem o comportamento agressivo, e a escola precisa estar ligada a esses sinais dados pelos estudantes. Uma família desestruturada pode acarretar sérios danos psicológicos a indivíduos vulneráveis.

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  • Daniele Almeida Freire  10 de dezembro de 2017 em 22:49

    O comportamento humano é constituído pelo resultado da interação de diversos fatores internos e externos em que o sujeito vivência as experiências que vai influenciar em sua postura com a vida. Muitos dos jovens agressores, onde na sua infância já apresentavam este comportamento inadequado, que não foi tratado para modificar este comportamento.

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  • izabel cristina dos santos silva  11 de dezembro de 2017 em 13:04

    Devido a ausencia dos pais ,a flita de diálago na vida familiar faz falta o grau de amizade e com isso os pais não observam o psicológico de seus filhos afeto,carinho e outros nos causa sérios problemas.

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  • Jaqueline Paiva  11 de dezembro de 2017 em 15:20

    A necessidade de bens materiais, faz com que tanto o pai quanto a mãe estejam ausentes a maior parte do dia, e ao final destes, chegam cansados, não acompanhando o desenvolvimento da criança nem a mudança de comportamento do adolescente. Desta forma, tem-se na família muitas respostas para os comportamentos destes jovens. A vivência familiar se faz presente tanto de forma positiva, quanto de forma negativa, e isso reflete no ambiente social e escolar, onde pode-se observar muitos jovens sem orientação, se expressando das formas mais variadas, sejam em atitudes de fuga, “extravasando” ou “sofrendo calados”.

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  • Paula Marcondes  11 de dezembro de 2017 em 23:51

    Hoje em dia percebemos cada vez mais pais se ausentando na vida de seus filhos,não acompanhando o desenvolvimento,não tendo tempo para brincar,dialogar,demonstrar carinho e atenção,não impondo limites por estar fora o tempo todo. Os filhos são reflexos dos pais e quando estes vivem em famílias desestruturadas que presenciam brigas, violências, abusos não há como ser diferente seu comportamento. Concordo plenamente com o texto quanto a importância de parcerias Estado,Escola, Igreja,comunidades,mídia e outros buscando caminhos para ajudar esses jovens.

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  • Andreia Teixeira Pinto Figueiraa  12 de dezembro de 2017 em 07:24

    Acredito que esse tipo de comportamento está diretamente ligado à família, pois hoje em dia com a falta de diálogo como esses adolescentes se tornarão bons adultos? É importante mudar essa questão para que tenhamos adultos mais carinhosos e conscientes da vida.

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  • larissa sandre  14 de junho de 2018 em 15:00

    Infelizmente com essas leis fracas que existem no Brasil, cada dia aumenta mais a violência doméstica, homens espancando as mulheres, uso de bebidas e drogas dentro do ceio familiar. Tudo isso a criança presencia durante toda uma infância.
    A violência doméstica contra crianças e adolescente pode se manifestar de diversas maneiras além da agressão física. Assim, é comum a violência através de ameaças, humilhações e outras formas que afetam psicologicamente as crianças e adolescentes. Outra forma constante de violência é a omissão: alguns pais deixam de fornecer os cuidados necessários ao crescimento de seus filhos, que passam a sofrer privações essenciais à sua formação, como falta de carinho, de limpeza e, até mesmo, de alimentação adequada. Vale ressaltar que nem sempre essa omissão é decorrente da situação de pobreza em que a família vive.
    Uma das maneiras mais perversas de violência contra a criança e o adolescente é o abuso sexual. Mais comum do que se acredita, ele acarreta fortes traumas nessas pessoas.
    Crianças e adolescentes, vítimas de violência doméstica, costumam apresentar vários sintomas físicos e psicológicos associados, o que pode ser observado através de seu comportamento agressivo.

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  • Sandra Rose Falcao Vidal  15 de junho de 2018 em 12:39

    Segundo o texto, o jovem agressor pode sim ter antecedentes aos comportamentos violentos. De acordo com a estrutura e a convivência familiar, a criança já cresce demonstrando os aprendizados recebidos dentro deste lar. mas isso não quer dizer que seja um transtorno mental, e sim a falta de amparo ou carência familiar afetiva que os torna indivíduos tiranos e violentos. Para ajuda-los, existem órgãos preparados para acolhimento e amparo, e na maioria das vezes toda a família precisa de um acompanhamento profissional para que a convivência possa ser melhor estruturada entre seus membros.

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  • Thayná de Souza  18 de junho de 2018 em 13:35

    Tudo vem como base a família, nossos filhos é reflexo da convivência com os pais, e o que eles vivem dentro de casa irá sim influenciar no seu comportamento. Jovens que vivenciam as agressões do seu pai com a sua mãe, no futuro corre o risco do cometer o mesmo erro. Nossas crianças são um tipo de filtro e tudo que eles observam, são filtrados pra sua mente, dar carinho,amor e atenção nunca será demais.
    Tudo depende e sem vai depender da convivência familiar, um lar amoroso, compreensivo e calmo, o jovem ficar agressivo, é algum tipo de problema.
    Mas já quando o lar é totalmente agitado, várias agressões, o comportamento do jovem será agressivo pela influência na convivência, tudo é questão de exemplo.

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  • elealza alves ofrazio  21 de junho de 2018 em 15:57

    neste ambiente de interações disfuncionais e caracterizados por uma comunicação de duplo vínculo,como se daria a vivência de um filho? Qual a imagem que o filho que sofre violência tem de seus pais? E, ainda mais intrigante como exercer a paternidade tendo sido vítima de contextos familiares violentos, o objetivo é compreender a relação entre a vivência da violência intra familiar e a experiência de paternidade de homens oriundos de contextos familiares violentos que mostra que teve algum tipo de relação entre a vivência de violência na familia de origem e a experiência da paternidade, no que tange os fatores de risco e proteção para esse tipo de violência.

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  • Cristiane Araujo Coutinho Gil  24 de junho de 2018 em 11:39

    A falta de estrutura famíliar é o príncipal fator nesse caso, onde os filhos (na maioria dos casos) tentem a reproduzir a atitude dos pais ou refletir seus sentimentos mal resolvidos em forma de agressão. E essa situação se prorroga de pais pra filhos, gerando um ciclo vicioso que só pode ser interrompido com a intervenção externa, seja por meio da educação, por profissionais que auxiliem no ajuste dessas emoções, pelo auxilio de instituições religiosas que cooperam na busca desse reequilíbrio.
    Cabe a todos nós, como sociedade prezar e difundir os valores que esperamos vivenviar: paz, amor, honestidade, generosidade, união, fraternidade, etc;
    Infelizmente ainda vemos pais que acham normal a violência e não se importam em pratica-la, demonstrando até, diga-se de passagem, orgulho por seu “temperamento” o que possivelmente servirá de espelho à seus filhos.
    Resta-nos a divulgação dessa concientização, afim de que a cultura da agressão diminua e se estabeleça os valores do respeito mútuo. Só assim poderemos atingir um resultado satisfatório de forma geral.

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  • Edileuza Santos Pessini  25 de junho de 2018 em 11:05

    A violência é muito difícil de ser conceituada. Este tipo de exposição poderá entrar quase como um evento traumático, do lado da vitima por que é uma situação em que ela esta a ser humilhada ou maltrata, e do lado do agressor por que é uma situação em que, da mesma forma, acaba por ter o mesmo impacto, o mesmo estigma, a mesma humilhação por ter participado. Por isso e bom a família fica atendo com os adolescentes e jovens para não ter problemas mas complicado no futuro…

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  • Irone paixão  27 de junho de 2018 em 14:56

    A cada dia vemos em nossa sociedade um numero enorme de jovens envolvidos com a violência. Vejo em muitas situaçoes a fragilidade nos diálogos familiares, formando jovens agressores muita vezes por históricos na família; vivenciando desrespeito entre pais e filhos. Uma família desestruturada podemos ver a falta de limites por isso muitas vezes vemos crianças com sintomas inseguras , agressivas,etc.
    Por isso uma familia estruturada é a base fundamental para um equilibrio emocional de cada membro.

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  • Jeferson  28 de junho de 2018 em 14:20

    Muitas das vezes nossos jovem tornam agressores principalmente essas agressões começam dentro de casa . Esse problema bem cada bem crescendo por ter famílias desestruturada e o convívio social também irá influenciar diretamente no nossos jovem tornando eles agressores.

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  • Bruna Valandro  28 de junho de 2018 em 18:22

    Concordo que existam antecedentes a esses comportamentos agressivos. Na maioria dos casos, se percebe a instabilidade em alguma area no ambiente que viveu. Pode ter presenciado agressões dentro de casa, a falta da presença de algum membro importante da familia, entre outros exemplos que os tornam agressivos. Crianças que são molestas têm medo de falar e quando falam, muitos não acreditam ou fazem pouco caso. Uma criança que passou por isso na infancia, fica com uma grande possibilidade de se tornar jovens agressores (claro, que para toda regra há sua exceção).

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  • Bruna Holanda  1 de julho de 2018 em 17:08

    Os jovens agressores possui sua base dentro da própria casa onde são estimulados por ações dos pais que se refletem nas atitudes dos filhos. É um assunto complicado, pois muita das vezes levam a sérias consequências, é importante acompanhar esses jovens para se aprofundar no que está causando essa revolta, pois também podem estar sofrendo com algum tipo de agressão tanto física quanto psicológica procurando nas agressões uma forma de terapia.

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  • Andréia Baptista Falcão  2 de julho de 2018 em 08:38

    São vários os fatores que tornam nossas crianças e adolescentes violentos/agressivos. Mas, o que se destaca é a ausência de cuidados na infância, a falta do olhar da mãe e principalmente o do pai. O abandono que este indivíduo sente, não só físico, mas principalmente o emocional. O fracasso escolar por apresentar dificuldades na aprendizagem.
    Vivendo num ambiente desse que é reproduzido de geração em geração como esperar resultados diferentes no comportamento?
    Só quando há uma intervenção externa, a mudança acontece. Quando a criança é olhada nos olhos e sente-se reconhecida o seu valor, as suas capacidades, o seu dom, a sua verdadeira essência, ela consegue romper esse comportamento violento/agressivo.
    Ela olha para um novo horizonte onde é respeitada, amada, cuidada, onde ela pode se desenvolver e ser melhor, seja ele nos esportes, na música, nas artes, na igreja, ou até mesmo na escola, onde os profissionais a tratem como ser humano e não apenas como um número de estatística da violência e agressão crescente nesse mundo globalizado.

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  • Elcimara Ferraz  2 de julho de 2018 em 11:15

    Não é raro julgar comportamentos considerados inadequados em jovens e crianças, porém, é necessário buscar compreender o contexto qual a criança está inserida e qual seu histórico familiar. Pensar em comportamentos isolados, sem contextualizar, faz pouco sentido.
    Antes de julgar e criticar de fato, é necessário compreender.

    Responder
  • Rafael Gomes  2 de julho de 2018 em 15:22

    O ideal é saber dialogar, saber dizer não quando for preciso. Estabelecer regras e impor limites. Os pais devem incentivar a autonomia dos filhos, ensinar os valores morais, estar presente e ter interesse real por eles. A não violência deve ser praticada pelos pais. Sempre demonstrar amor, carinho e afeto por gestos e palavras. Os pais devem educar sem precisar usar a violência. Este e um problema que vem se agravando cada dia mais, pois vivemos em uma sociedade onde os valores estão completamente invertidos. A violência é vista hoje como um fenômeno complexo e continua crescendo cada vez mais de forma apavorante entre a população jovem, essa violência tende a ser física e psicológica intencionalmente e repetidos, com o objetivo de intimidar ou agredir.

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  • laudiceia de souza ramaldes leal  3 de julho de 2018 em 00:31

    Infelizmente e a realidade que temos hoje. Jovens que cresce em ambiente onde não tem uma estrutura familiar, onde não recebe educação adequada, não receber limites de seus pais. Essa falta de estrutura vai esta acarretando diversas conseqüências deixando nossas crianças e adolescentes vulneráveis à criminalidade, drogas e as, mas companhias podendo ser influenciado de varias maneiras

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  • YASMIM DE CARVALHO CORREIA  3 de julho de 2018 em 09:42

    Essas questões quando envolve jovens são bem complicadas. Pois nessa facha etária refletimos a maioria de atos ou situações que nos colocamos em experiencia. Infelizmente a falta de “comunicação familiar” é oque mais provoca situações assim, que levam o adolescente a ser agressivo, buscando desconta sua raiva ou até mesmo um modo de se sentir mais forte fora do lugar onde ele se sente coagido. Um exemplo foi meu caso, minha família não é das mais comunicativas e eu fora de casa mostrava irritabilidade sempre, mesmo com pessoas boas. mas eu refletia um pedido de socorro praticamente. Hoje conforme fui pegando uma idade eu impus mais conversas e coisas que para o meu ver eram corretas, e estão aceitando. mais infelizmente a mudança não é 100% e precisa ser trabalhada essa mudança, esse dialogo constante 24h.

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  • Ruimar brito dos reis  3 de julho de 2018 em 11:50

    Há vários fatores que levam o jovem a ser uma pessoa agressiva. normalmente a problemas familiares ou no meio o qual tem convivência.
    cuja família e desorientada; pai alcoólatra, viciado em drogas etc…. a ausência dos pais causa muitos transtornos.

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  • Laudiceia de Souza Ramaldes Leal  3 de julho de 2018 em 14:20

    Vivemos em uma sociedade em que os pais de hoje não estão sabendo administrar seu tempo fazendo com que seus filhos fiquem maior parte da sua infância isolada. Com o dia corrido e cansativo acabam chegando em casa e não dando a atenção que seu filho precisa,esquecendo que babá ou qualquer outra pessoa por mais que tentam não substituirá o amor, carinho e atenção que aquela criança precisa.Infelizmente no mundo em que vivemos existem pais que acham que presenteando seus filhos com bens materiais irá fazer com que este vazio se preencha dentro da criança, nenhum bem material ira suprir o que eles realmente precisam e querem que é a atenção dos pais.Hoje podemos entender que o dialogo é tudo que não podemos deixar faltar para nossas crianças e adolescentes.O dialogo é uma base do que podemos transmitir hoje para as crianças e jovens de amanhã, que são o futuro da nossa nação.Se todos os pais soubessem o valor do tempo com seu filho e a importância do dialogo teríamos um futuro melhor, sem crianças crescendo com o psicológico abalado e, jovens se espelhando em conflitos familiares fazendo com que eles se desviem e entrem caminho errado.

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  • Wermenson S Brito  3 de julho de 2018 em 14:25

    As atitudes dos jovens é reflexo do ambiente em que vive, que boas ou ruins de alguma maneira afeta o próximo. Esses jovens buscam na agressão a fuga da dor, já que a família agrava os antecedentes desses comportamentos ao invés de regredi-los.

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  • Maria José da Silva Oliveira  3 de julho de 2018 em 17:32

    Por trás de um jovem com comportamento violento existe um histórico desde a infância que pode explicar isso. A convivência com os familiares e a educação que recebe tem grande peso sobre o comportamento que um jovem pode apresentar. Quando o ambiente familiar há educação, atenção e afeto, cria-se um jovem com tendencia a ter um comportamento bom, sem apresentar transtornos. Mas, quando o jovem vivencia agressões diárias, sofre abusos que afetam seu psicológico e é tratado com indiferença, desenvolve em si um comportamento violento, sendo assim afetando seu desenvolvimento na escola e o convívio dia a dia com o próximo.

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  • Valesca Amaro Gomes  4 de julho de 2018 em 10:33

    Os jovens com problemas de comportamento representam um dos grupos mais desafiantes para intervenção em psicoterapia. Habitualmente, demonstram grande resistência ao tratamento e negam ou minimizam os seus problemas. No entanto, a patologia do comportamento tende a associar-se a défices ao nível do sucesso acadêmico, ao consumo de substâncias psicoativas e ao envolvimento em comportamentos de risco, podendo conduzir ao primeiro contacto destes jovens com o sistema de justiça. Trata-se, portanto, de um grupo de indivíduos com elevadas necessidades de intervenção.

    Responder
  • Thalia Gomes  4 de julho de 2018 em 11:46

    Quando os jovens apresentam comportamentos agressivos é importante investigar como surgiram esse tipo de comportamentos. Muitas das vezes costumamos julgar e falar que é coisa de adolescente para querer chamar a atenção. Mas quase sempre a infância desse jovem foi complicada, a base da vida do ser humano é a infância e se a pessoa tem uma infância turbulenta, consequentemente será um possível adulto com comportamentos agressivos.

    Responder
  • Estevão Barboza  4 de julho de 2018 em 13:29

    Jovens agressores existem antecedentes aos Comportamentos violentos

    Obviamente o objetivo do texto e te estudos relacionados a esse tema não é justificar ou defender atos agressores, mas sim alertar e nos oferecer outra perspectiva a essa situação quase sempre marginalizada e ponto.
    Os jovens agressores estão presentes dentro de casa, nas ruas, nas escolas dentre outros, e devemos entender que esse tipo de comportamento possui antecedentes e indicativos para tais comportamentos, como principalmente desestrutura familiar, consequentemente gerando a desestrutura psicológica da criança ou adolescente. Não podemos somente marginalizar jovens agressores, deve se também apurar os fatos iniciais e principalmente se atentar aos motivadores de tais comportamentos.

    Responder
  • Eliane Torezani  4 de julho de 2018 em 13:49

    O comportamento agressivo vem em sua maioria em forma de defesa.
    A criança,adolescente ou jovem agressor normalmente vem de uma familia desestruturada,onde não se respeitam,e em alguns casos sofrem abusos e maus tratos, sem que levem em consideração o sofrimento e poder de defesa.
    Ajuda profissional tambem é muito importante pois nem sempre estes conseguem falar do problema e expor oque sentem.
    O meio em que este vive reflete em quem ele é e será no futuro.
    É preciso que, familia,escola,e todo meio esteja disposto a andar juntos.

    Responder
  • ADSON ROBERTO  4 de julho de 2018 em 17:26

    Acredito q o comportamento agressivo dos adolescentes tem uma grande influência na relação deles com os pais, a falta de diálogo, de afeto, são fatores que contribuem bastante para esse quadro agressivo. O respeito entre pais e filhos também é fundamental para se ter uma boa relação, mas não adianta os pais impor respeito, sendo que os mesmos não respeitam os próprios filhos, isso deve partir dos dois lados. Porque os filhos vão transmitir o que eles aprendem com os pais.

    Responder
  • clislaine oliveira  4 de julho de 2018 em 18:24

    A violência intra familiar é uma questão de saúde pública em todo o mundo, impactando nos serviços de saúde, especialmente serviços de urgência, traumatologia, ginecologia e obstetrícia e pediatria. Mas não é um problema da contemporaneidade; é um fenômeno que transcende os tempos

    Responder
  • Raiane Pereira  5 de julho de 2018 em 12:00

    A criança, no seu estado de aprendizagem, absorve todos os conteúdos passados para ela. Dependendo do aprendizado passado pelos seus responsaveis, trará consequencias abaláveis para seu futuro. É o caso de crianças e adolescentes que cometem qualquer tipo de agressão, infelizmente esse comportamento é gerado devido a situações passadas também dentro de casa, crianças oprimidas, agredida, humilhadas, consequentemente terão o mesmo comportamento com outras pessoas ao seu redor.

    Responder
    • Gleice Gonçalves Oliveira  19 de abril de 2019 em 16:33

      Muita dessas crianças já vem com este atendente violento familiar. muito desse jovens agressores, são os reflexos que acontecem dentro de casa.
      A estrutura familiar está se quebrando até mesmo por algum tipos de vícios que não conseguem se libertar uso de substâncias químicas, eles vão crescendo e acabam achando normal pois entendi o que eles está vivendo e normal .
      Comportamento que nos pais possamos identificar e ajudar porque eles são o futuro de amanhã.

      Responder
  • Quezia Airam  6 de abril de 2019 em 19:27

    É de conhecimento geral que a adolescencia é associada a uma desordem emocional, e por conta dessa associação, acreditasse que a atitude violenta de um adolescente está relacionada a um comportamento de rebeldia efêmera. E em consequência disso é notavel, a negligência que há ao analisar fatores que desencadearam esses atos de agressão na adolescencia. Portanto, é de fundamental importancia para o bem-estar do adolescente pararmos de achar que tudo é exagero ou até mesmo uma atitude fútil.

    Responder
  • Robson De Araujo Merlo  14 de abril de 2019 em 02:36

    Esse tipo de comportamento pode estar ligado ao ambiente familiar do jovem ou adolescente e também da sociedade em que vivemos. As atitudes dos jovens e adolescentes é reflexo do ambiente em que vivem, esse comportamento é gerado devido a coisas que lhe foram submetidos como ser agredidos, humilhados, oprimidos etc. Por isso uma família estruturada é a base fundamental para um equilíbrio emocional de cada pessoa.

    Responder
  • Marina Mattos  15 de abril de 2019 em 20:33

    Sim! Está mais que comprovado que existem antecedentes aos comportamentos desses jovens e adolescentes. Isso tudo é consequência de se crescer em um ambiente familiar totalmente desestabilizado, como um lar onde se existe a carência afetiva muito presente. E como na maioria dos casos, o adolescente sofre angustias, o comportamento na escola muda, começam as alterações de humor, isolamento e tudo isso contribui para que se revolte e cresça essa violência. Nesses casos, o mais importante a se fazer é reestruturar a mente desse adolescente. Como ? Mudando os padrões pisicologicos adotando novas formas de conduta para que possa viver tranquilo, mais próximo de sua família.

    Responder
  • Jorly Cardoso Ottoni  18 de abril de 2019 em 17:50

    Com toda certeza podemos afirmar que jovens violentos em sua maioria vem de exemplos familiares.
    Como o texto frisa, são pais agressivos,possessivos, com histórico de alcoolismo e brigas domésticas.
    Esse tipo de comportamento familiar reflete diretamente nos filhos em sua maioria.
    Pesquisa diz 90% dos jovem sofrem ou praticam violência em seus relacionamentos.
    De cada 10 jovens de 15 e 19 anos, 9 praticam algum tipo de violência física, sexual ou verbal, entre outras…
    Acredito que; para mudarmos esse quadro, as autoridades terão que fazer investimentos em todos os setores do nosso país.
    Só a conscientização educacional entrando um pouco mais nas casas dos brasileiros pode mudar esse quadro no qual estamos perdendo por 9 a 0.

    Responder
  • Emanuelle de Araujo Celis  20 de abril de 2019 em 01:35

    Muitos jovens se tornaram agressivos pela falta de afeto e compreensão dos familiares.
    O fato de serem tratados de forma indevida pelos pais ou conviver em um ambiente não saudável pode acabar contribuindo para uma reformação de personalidade gerando ações violentas. Alem disso, a criança reflete o que se observa, se ela vive em um ambiente instável e violento pode acabar sendo influenciada por tais ações. O texto descreve claramente isso.

    Responder
  • bruna alvarenga  20 de abril de 2019 em 15:46

    Pais violentos, e muito provável que terão filhos violentos , as nossas atitudes de hoje irão refletir muito nos nossos filhos de amanha , tudo se resume na edução que se tem em casa .

    Responder
  • Késia Resende Francisco  20 de abril de 2019 em 21:16

    A violência é vista como algo “normal” dependendo do ambiente em que estamos, família desestruturada é um belo exemplo disso, pai ausente, alcoólatra, é algo com “comum”, e isso acaba sendo refletido em uma criança como algo rotineiro, sempre que seu pai beber ele ficará violento, se a criança se espelhar nele, ela mais tarde irá se tornar uma pessoa violenta de alguma forma. O diálogo com pessoas tanto de dentro da família quanto de fora é essencial para que isso não se agrave na vida criança.

    Responder
  • Patrícia Romualdo  21 de abril de 2019 em 00:01

    Jovens violentos?
    creio que no seu normal, 90% dessa violência vem da família. Um pai violento, que bebe, Falta de respeito entre os membros da família. Um jovem que é violento em casa, leva sua violência para fora ex: sala de aula, Mas também tem aquele jovem que já nasce com a violência dentro dele. Mas no geral, se tiver uma família unida, estrutura sentir ser amado querido e prestativo no âmbito familiar, pode se tornar um jovem sem violência .

    Responder
  • Daiane Marcial  21 de abril de 2019 em 00:10

    O jovem agressor ou agressivo provavelmente já foi uma criança agredida, maltrata ou violentada. Por isso a criança deve ser ensinada e educada de forma correta na primeira infância. Mas acredito que há casos de crianças que viveram em ambientes tóxicos ou que o pai era agressivo e felizmente trouxe um conhecimento positivo pra vida adulta, querendo não cometer os mesmos erros cometidos pelos pais e se transformando em pais bons e dedicados para que os filhos possam ter uma infância diferente da sua infância.

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  • Marilza vergueiro  21 de abril de 2019 em 11:23

    Um jovem com uma estrutura familiar saudável, jamais vai agredir os outros.
    O comportamento agressor de um jovem, pode sim ser de um comportamento violento dentro de casa por seus familiares. A família é a base e estrutura do ser humano.
    O ambiente em que vivem jovens agressores, pode ter sido de más condições , sem contato afetivo, onde há brigas, podem ter sidos molestados até pelos próprios familiares, isso agrava no comportamento deles fora do ambiente que vivem.

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  • Ellen Cassia  21 de abril de 2019 em 14:08

    Eu não acredito que o ser humano nasça mal, e sim que o meio em que ele vive tenha influencia sobre ele. Várias crianças crescem expostas a diversos problemas sociais, algumas tem uma base familiar péssima e se tornam adultos ruins, outras se tornam pessoas boas. Mesmo em meio a toda a realidade vivida. Porém pode acontecer de ter ficado certas marcas em seu psicológico, tendo assim vários adultos cheios de traumas e problemas que são o reflexo do ambiente em que cresceram,o que também pode interferir na família que eles vão criar, e na vida social dessas pessoas.

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  • Andressa Merscher  21 de abril de 2019 em 17:56

    A agressividade na adolescência e juventude não pode somente ser punida deve ter um olhar atento para nossos jovens e adolescentes que precisam ser ensinados por meios que revertam essa agressividade, em atos de tolerância e auto avaliação, os profissionais da saúde tem parâmetros adequados para o tratamento desses adolescentes que estão sinalizando para sociedade que precisamos propagar a empatia e o respeito.

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  • Júlia Furlani  21 de abril de 2019 em 22:08

    Nesse texto pude perceber que os comportamentos violentos dos adolescentes se desenvolvem por causam do que observam e convivem dentro de um ambiente familiar, onde é tóxica, desestruturada e autoritária. E os sentimentos negativos que o cercam fazem com o que os adolescentes descontem em outras pessoas com violência ou até mesmo usem a violência contra ela mesma.
    Então é importante que os meios sociais ajudem a propor que os familiares e filhos sigam com um acompanhamento terapêutico.

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  • Eferson michel guinsber  21 de abril de 2019 em 22:38

    Esses casos são frequentes em muitas família
    Podemos entender que essas atitudes precisam ser observada e em ver de punir logo o jovem,acredito que ele precisaria passar por um tratamento ,pra talvez até ele entender o porquê disso tudo.

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  • Raquel  22 de abril de 2019 em 06:18

    Como o texto mesmo afirma que jovens violentos agem de acordo com seu histórico familiar, pais violentos, ou que constantemente são humilhado por suas esposas os filhos crescem nesse meio e a forma que eles acham que é única para aliviar sua dor é sendo violento com os outros também. Infelizmente não são poucas as famílias que estão doentes portanto esse jovem juntamente com sua família deve ser tratado para não ser mais um no mundo do crime ou como usuário de drogas lícitas e inlicitas .

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  • Meiriana  22 de abril de 2019 em 10:57

    Com o texto é possível compreender uma criança que tem comportamento agressor, e suas causas, pais agressores, alcoólatras, falta de afeto e famílias desestruturadas influenciam diretamente no comportamento infantil. É preciso ter um olhar de cuidado com todo meio familiar e social para minimizar esses efeitos.

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  • Ester Domingos de Oliveira  22 de abril de 2019 em 11:02

    É bem provável que pais com atitudes agressivas, geram filhos com tais atitudes. Por que tudo que vc faz refletirá na vida deles, para uma criança seus pais são exemplo e suas atitudes aos seus olhos é a correta. Por isso é sempre bom tomar cuidado com o que falar o que fazer na frente dessas crianças. Deve-se saber impor limites a nossas crianças, adolescentes e jovens, para que possamos prepara-los para uma vida adulta saudável. O ambiente familiar é a estrutura na qual será a base para o desenvolvimento dessa criança.

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  • Iury Assis  22 de abril de 2019 em 11:14

    A falta de uma postura firme na criação infantil, faz com q a criança cresça achando que pode fazer tudo oque tem vontade, quando digo postura firme, não estou dizendo um pai agressor, que reprime toda e qualquer atitude da criança, e sim um companheiro, amigo, mas que impõe regras a serem seguidas, ao ver a situação e outros jovens da minha faixa etária, agradeço aos meus pelo ensinamento que me deram, pois vejo que tudo que me foi passado, foi apenas para o meu crescimento

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  • Joilson da Silva Costa Junior  22 de abril de 2019 em 14:35

    O distanciamento de um modelo familiar saudável, trás prejuízos a todas as fases de maturação da criança, mais delicadamente na pré-adolescência e adolescência, por inúmeros motivos esses jovens tendem a agressividade, mesmo tendo um perfil genético e patológico que influenciem o comportamento agressivo, as causas também tem ligação com com problemas familiares, por estar exposto a essas diversas exemplificações extressoras, conflito e desentendimento, todo o meio social/familiar desse jovem pode ser reformulado de maneira terapêutica, afim de apresentação de comportamento positivo, dando base um desenvolvimento saudável.

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  • Ana carolina Brandão  22 de abril de 2019 em 23:41

    A agressão vem como bagagem muita das vezes de jovem que sofre também de agressão ou seja mitas vezes as pessoas só refletem em seus atos aquilo que ela conhece ,se uma pessoa convive muito com a agressividade ela tem tendências a desenvolver traços de personalidade agressiva ,o problema nunca pode ser olhado somente de um lado tem que ser olhado como e qual contexto social e familiar o jovem está inserido podendo assim fazer uma melhor abordagem .

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