A natureza do pensamento egocêntrico, característica da fase da primeira infância, nem sempre nos permite perceber a depressão infantil ou de fazer uma avaliação mais realista de uma situação de sofrimento. Toda criança enxerga a realidade numa perspectiva bem diversa daquela que vemos, inclusive a do terapeuta. Será preciso penetrar no mundo infantil para melhor entender suas aflições que são, às vezes, desesperadoras.

Alguns estudiosos, antes do século XX já haviam percebido expressões de tristeza em bebes separados das mães, com dificuldades de comer e interagir, o que, já preconizava a depressão infantil que hoje se caracteriza como um transtorno.

Estudos sobre stress e sobre condições estressantes se correlacionam com os estudos sobre transtornos mentais, incluindo a depressão na infância. Situações como separação dos pais, falecimento de avós, preferências de irmãos pelos pais, precariedade no suporte afetivo, doenças, abandono, violência entre o casal e sobre a criança e exigências extremas, poderão acionar quadros depressivos na infância.

A predisposição biológica da criança aliada a esses estressores de modo grave leva a depressão. Costuma-se denominar de “diátese predisposição biológica, neurológica e genética para a depressão” e “estressores são acontecimentos ambientais que ativam esse dispositivo.” (Miller, pg. 12 e 13).

Podemos estar atentos para minimizar os impactos causados por estressores nos casos deste tipo. Sentimentos de desamparo são marcantes no desenvolvimento, tem tudo a ver com a dor e a desconfiança em relação ao outro. A afetividade negativa é um tipo de depressão e ansiedade que se caracteriza em temperamento deprimido, sensação de inutilidade, visão irreal de si mesmo, do mundo e do futuro. Miller diz que crianças com afetividade negativa tiveram pais excessivamente críticos, rígidos e que humilhavam os filhos.

Freud estudou bastante sobre o vinculo afetivo com as crianças e seus cuidadores, e isso foi continuado por Erickson. Outros, baseados em Freud, enfatizaram os desafios e crises e as formas como cada um passa por eles e os resolve ao longo da vida, na construção de sua personalidade. Erickson fala em confiança x desconfiança afirmando que, ao receber segurança física e psicológica, o bebe tende a estabelecer uma base de confiança e bom enfrentamento nas diferentes situações da vida.

As primeiras impressões na vida infantil são as mais fortes. Nossas sensações, aliadas as emoções e percepções convergem para a necessidade básica de sobrevivência e superação do medo. Nossas ordens gregárias precisam do outro conosco.

Uma falta de resposta e receptividade por parte das pessoas que cuidam da criança, quanto as suas emoções, podem resultar em distúrbios no seu desenvolvimento (Miller, 2007, pg. 53).

Na posição dos pais, ou como profissional, há de se ter um papel proativo no tratamento de uma criança com depressão. É preciso respeitar as dores e sempre e iniciar uma intervenção terapêutica que respeite a identidade infantil e sua forma de lidar consigo, com o outro e com o mundo. Tendo a compreensão como ponto de partida, o sucesso tende a trazer alegria e bem estar para todos.

 

Publicação sugerida pelo autor.

34 Comentários Respondidos

  • Jorly Cardoso Ottoni  1 de abril de 2019 em 13:09

    Boa Tarde,
    É fato afirmar que; Quando criança absorvemos a maior parte de nosso conhecimento mas não isso, absorvemos também as coisas que vemos,ouvimos e fazemos de ruin podendo gerar mais tarde transtornos até mesmo irreversíveis para mente humana.
    A maioria das vezes o que vai determinar uma juventude menos complexas é a forma como fomos tratados e como vivemos quando crianças.
    Por tanto devemos pensar antes de falar,agir ou corrigir nossas filhos em geram todo tipo de criança.

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  • Iury Assis  2 de abril de 2019 em 10:43

    Em posição de cuidador, devemos estar atentos às nossas atitudes em relação aos pequenos, pois somos influenciadores ativos, ao oprimir, deixar de lado ou até mesmo agredir, podemos frustrá-los, causando uma depressão, que pode afetar afetar a criança pelo resto da vida.
    Em posição de terapeuta/psicólogo, devemos estar atentos ao comportamento da criança, a forma de se referir aos familiares, procurar saber o histórico familiar, pois se já existirem casos de depressão na família, as chances da criança são maiores

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  • Gleice Gonçalves Oliveira  2 de abril de 2019 em 20:49

    Boa noite?
    Sim, a várias estratégias,desde o momento em que deixamos nosso eu de lado, e olharmos mais para nossas crianças, porque crianças não precisa só de bem estar mas de carinho, atenção, momento família.
    E hoje vivemos momentos em nossa sociedade, onde o emprego está em primeiro lugar,saímos pela manhã e voltemos a noite ,”as crianças ficam esquecida , carente se sentido como se fosse órfão até mesmo da nossa sociedade,as vezes deixamos na escola ou creche e pensamos que está tudo bem.mas tem sim como mudar essa nossa realidade .

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  • Joilson da Silva Costa Junior  4 de abril de 2019 em 15:28

    O título do texto seguramente mantém a ideia central, reflexão sobre cuidados com o psique infantil .Alertando sobre atitudes a não serem adotadas por responsáveis, afim de minimizar ou evitar possível afetividade negativa nessas crianças. Considerando as condições biológicas neurais e fase no ciclo do desenvolvimento podemos dizer que a visão de mundo das crianças se distancia à de um adulto, logo dificulta o processo de avaliar as causas de quadros depressivos, como profissionais devemos nos sensibilizar e tentar compreender a dor na ótica da criança, orientando cuidadores sobre eventos ambientais estressores e criando métodos terapêuticos que não violem o desenvolvimento infantil.

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  • Robson De Araujo Merlo  6 de abril de 2019 em 17:30

    No texto vemos como o ambiente familiar na primeira infância pode afetar uma vida inteira. Logo na primeira infância se a criança não obtiver os devidos laços familiares como o amor, carinho, o zelo a falta disso poderá afetar tanto o seu psicológico quando sua saúde, trazendo complicações para o individuo, não só na sua infância quanto na sua vida adulta tornando-se pessoas tristes, depressivas e com uma afetividade negativa. Como profissionais devemos ajudar e compreender a dor dessas crianças e alertar as famílias do mal que lhes cercam.

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  • Esther Amon  6 de abril de 2019 em 19:51

    A psicologia mental e física de uma pessoa começa na primeira infância. Uma pessoa pode chegar a fase adulta com medo de tudo, com problemas psicológicos e mentais se passar por uma infância mal construida. Pessoas crescidas em um clima tenso, de constantes brigas e discordâncias poderá ter consigo disturbios, dificuldades de tomar decisoes e de se relacionar bem com os outros. Por isso é necessário tratar uma criança bem, e corrigir com amor, pois tudo que ela ver e ouvir é absorvido e poderá refletir no seu futuro.

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    • Daiane Marcial  20 de abril de 2019 em 22:25

      No texto podemos ver que são os detalhes que fazem a diferença na prevenção da depressão na infância, o simples ato de observação, de dar atenção, carinho e estar perto da criança são os fatores fundamentais no crescimento saudável da mesma. E caso não estejamos sabendo lidar com com os sintomas já apresentados devemos leva-los para um acompanhamento mais específico com profissionais da área para o tratamento adequado.

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  • Maria de Fátima Marcelino da Silva  6 de abril de 2019 em 20:15

    O texto trata da depressão infantil e traumas, problematiza sobre a importância dos afetos na primeira infância. Desse modo, a criança é resultado de uma rede de interações afetivas que envolvem cuidados como alimentação, conforto, aconchego e toque e como isso está relacionado ao sentimento de segurança.
    Esses fatores estão correlativamente atrelados com cuidados que uma criança necessita para crescer saudável no sentido biológico, emocional e psicológico. Por outro, vimos que a falta de conforto e segurança pode evidenciar em uma vivencia pobre em termos afetivos e consequentemente isso pode ocasionar casos de depressão infantil e por isso que alguns teóricos já se preocupavam com os cuidados elementares que as crianças deveriam ter.
    Nesse sentido, é importante saber que a criança é um sujeito histórico e social em processo de desenvolvimento constante, que, interage com o meio através da fala, escuta e emoções, é necessário um olhar humanizado, por parte dos que exercem papel de mediadores na primeira infância

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  • Eferson Michel Guinsberg  7 de abril de 2019 em 01:34

    Aqui no texto eu posso perceber que desde o nascimento a criança precisa ser observada pelos pais,e tipo todo cuidado em suas infância e válido.
    Porque se por algum motivo a criança for separado dos pais ou maltratada por ambos ou até por outras pessoas,isso pode gerar serios problemas em sua vida.
    Passar confiança,da amor,carinho e estabelecer um conforto, pode ajudar muito em sua criação.

    Responder
  • Eferson michel guinsber  7 de abril de 2019 em 01:40

    Aqui no texto eu posso perceber que desde o nascimento a criança precisa ser observada pelos pais,e tipo todo cuidado em suas infância e válido.
    Porque se por algum motivo a criança for separado dos pais ou maltratada por ambos ou até por outras pessoas,isso pode gerar serios problemas em sua vida.
    Passar confiança,da amor,carinho e estabelecer um conforto, pode ajudar muito em sua criação.

    Responder
  • Emanuelle de Araujo Celis  7 de abril de 2019 em 10:47

    A criança é bastante influenciada pelo meio em que vive. Caso seja exposta em situações estressantes, como diz o texto, pode acabar desenvolvendo a depressão, que pode ou não prejudicar seu desenvolvimento regular. O familiar/ cuidador estar sempre atentos ao comportamento da criança e quando diagnosticada, como profissionais devemos orienta-los e ajudar a criança através de tratamentos para que não prejudique a formação da personalidade e nem desenvolva problemas permanentes.

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  • Marina Mattos  8 de abril de 2019 em 17:04

    Os primeiros anos da vida de uma criança são fundamentais para seu desenvolvimento. A evolução do cérebro acontece a uma velocidade incrível por isso nesse período deve exigir muito de uma criação, cultura e ambiente saudáveis, sem afetividade negativa, com uma base de confiança 100% para a criança crescer bem socialmente e fisicamente. Agora, já as crianças que estão afetadas por essa depressão, são os hábitos saudáveis que precisam aparecer.. como elogios para o comportamento positivo, reconhecimento dos pontos fortes da criança, levar para fazer um exercício ao ar livre, são pontos positivos para diminuir essa depressão que ataca a maioria das crianças que não possuem uma base familiar muito boa.

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  • bruna alvarenga  10 de abril de 2019 em 16:19

    Baseando-se em alguns aspecto do comportamentais da criança podemos se se dizer que a depressão esta instalada , Portanto o meio que a criança vive e a forma a qual ela e tratada são os principais fatores pra se da um diagnostico. Tudo se base-a-se no ambiente a qual se vive seja ele bom ou ruim.

    Responder
  • Raquel  13 de abril de 2019 em 10:00

    Bom dia!!!
    As crianças hoje estão desenvolvendo depressão cada dia mais cedo isso é gerado por vários fatores, mas o que eu gostaria de ressaltar é : falta de afeto dos pais para com os filhos e o diálogo. Hoje às crianças tem uma rotina muito acelerada, muito cheia de compromissos e os pais sobrecarregam os filhos para se sentirem menos culpados pela falta de tempo. As famílias cada dia sentam menos a mesa para fazerem pelo o menos uma refeição juntos e saber como foi o dia um do outro. Às vezes quando conseguem se juntar cada um pega seu smartphone e por fim ninguém mais dialoga com ninguém e o tempo vai passando e as crianças se sentindo cada vez mais sozinhas e começa a sentir a dor da solidão em meio a multidão. Para minimizar essa dor e evitar que mais crianças venham ser afetadas deveria de ter mais trabalho de abordagem e conscientização de que criança tem que ser amada respeitada e amparada principalmente por seus familiares em todos os estágios da vida. Nossas crianças merecem ser olhada nos olhos.

    Responder
  • Quezia Airam  13 de abril de 2019 em 10:39

    É inegável que para o bem psicológico de uma criança a família esteja bem estruturada, portanto é de fundamental importância que haja um acompanhamento não só da criança mais também do famíliar da mesma, pois no meu ponto de vista para uma melhor minimização da depressão infantil, é indispensável que a família entenda oque se está fazendo de prejudicial para essa criança. Haverá assim um melhor progresso em reduzir os impactos causados pelo ambiente onde essa criança vive.

    Responder
  • Ester Domingos de Oliveira  13 de abril de 2019 em 14:57

    O modo no qual uma criança é tratada e também as condições no ambiente em que ela vive, ira se tornar parte essencial em seu desenvolvimento. A atitude de seu familiar/cuidador irá influencia-la em todo o seu crescimento. Sabemos que uma criança que convive com; atitudes negativas demostradas pelos responsáveis, dificilmente terá sua saúde psicológica normalizada. Devemos observar bem como elas reagem a certas situações que esta fora do padrão vivenciado por elas. Situações de stress como perda de alguém muito importante, separação dos pais, mal convívio no colégio, são os principais fatores para que a criança desenvolva tal transtorno. Profissionais responsáveis por tal transtorno deve não apenas estudar o porque a criança desenvolveu esse problema mas também o convívio dela com as pessoas ao seu redor e como ela é tratada dentro do seu lar.

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  • Andressa Merscher  14 de abril de 2019 em 17:35

    Diante do conteúdo que temos no texto, vemos que a forma de prevenir esses estressores é a criança crescer em um ambiente, que a proporcione sentir – se protegida, amada, aceita, com cuidados adequados para sua idade, informações adequadas para sua formação, estímulos que a tornaram uma pessoa que convive e respeita seus pais e demais cuidadores, pois o quanto antes for detectado essa patologia, menos danos comprometerá o desenvolvimento infantil.

    Responder
  • Ana carolina Brandão  15 de abril de 2019 em 20:27

    A infância é uma fase na qual a criança pecisa de atenção e cuidado ,pois essa ajudrá a no desencadeamento de ações futuras ,contudo, cada vez mais frequentes estão problemas como a depressão, que pode ser desencadeada tanto por fatores externos como por fatores internos ,e como o artigo diz o ambiente familiar pode se manifestar como fator externo ,porém o bebê tanbém pode apresentar sinais de depressão pois mesmo sendo pequeno demonstra sentimentos ,sendo assim devemos olhar com mais cuidado para as crianças pois não é só adulto que sofre com depressão crianças e bebês tanbém e se não forem tratados se tornaram adultos adoecidos .

    Responder
  • Alessandra Mariane littig  15 de abril de 2019 em 20:48

    A infancia, é a base para vida adulta, com tudo um ambiente familiar tóxico aliado a, predisposição biologica levam a depressão infantil, quebrando por muitas vezes vínculos afetivos exenciais para o desenvolvimento.
    Intensamente no papel responsável pelas crianças, devemos ficar atentos aos sinais e tratá-los.

    Responder
  • Bruno Da Penha Souza  19 de abril de 2019 em 17:57

    Talvez, “estratégia” não seria a palavra certa pois, transparece uma fraqueza sobre o assunto que, infelizmente, somos nós mesmos que ‘provocamos’. Para o desenvolvimento infantil, se requer contato constante entre criança, que está em estado de experiência pessoal o tempo todo, e adulto que passa a figura de mediador para a mesma. Assim, e extremamente importante o contato familiar, pois passará a confiança, o entendimento e a transparência que a criança precisa para se sentir segura e adaptada ao seu meio, na qual irá interferir completamente no seu comportamento social e pessoal. A depressao infantil é o acarretamento de insegurança, desconfiança, abalo emocional e varios outros fatores, que sem um acompanhamento próximo fará do desenvolvimento dessa criança um transtorno ao longo da vida.

    Responder
  • Júlia de Souza Furlani  19 de abril de 2019 em 22:50

    Por muita das vezes as crianças apresentam um comportamento mimado e com “birra” pra ter aquilo que deseja e, com isso, os adultos acabam não levando a sério um comportamento diferencial da criança que pode estar desencardeando a depressão infantil ou algum outro transtorno. Por isso, devemos quebrar esse tabu e entender mais sobre o mundo infantil. Além, de prestar atenção aos sinais que não são considerados normal nessa faixa etária.

    Entretanto, o texto também apresentam situações, que muita das vezes é considerado hábito no nosso dia a dia que deve ser evitados a todo custo perto das crianças, para que no futuro ela/ele não leve como mágoa, rancor, trauma ou como um comportamento não normal.

    Nós como profissionais da área não devemos estar atentos só com o comportamento da criança mas, também com o histórico familiar e com os ambientes que o cerca.

    Responder
  • Dalva Oliveira  20 de abril de 2019 em 00:38

    Crianças são seres em desenvolvimento, não entendi rapidamente tantos momentos a sua volta, tantas mudanças, tantas novidades. Não compreendem ainda o sentimento que se passa dentro de si . Pode se sentir incomodada mas , não sabe entender esse sentimento , não sabe ainda nem o que é sentimento.
    No geral os adultos olham para as crianças como um “boneco ” , bonitinha

    Responder
  • Késia Resende Francisco  20 de abril de 2019 em 21:12

    O ambiente em que cada criança convive e é criada de fato influência totalmente sua personalidade e reflete em seus sentimentos. Esse ambiente sendo bom ou ruim certamente irá acarretar sentimentos positivos ou negativos, se negativos, uma depressão infantil poderá ser desenvolvida.
    É importante ressaltar que, a família tem grande influência sobre esses sentimentos e sobre esse ambiente, sendo assim, o acompanhamento psicológico da família é tão importante quanto o da criança. Quanto mais estável a família for, melhor a criação e formação de caráter da criança. Como profissionais, devemos estar atentos a sinais e comportamentos da criança com a família e com os reflexos do ambiente em que ela convive.

    Responder
  • Ellen Cassia  20 de abril de 2019 em 22:42

    No texto vemos que há sim, várias formas para minimizar a depressão infantil. Mesmo sendo difícil contando com as características da primeira infância. Tem que haver uma observação maior para que se possa ver, e assim poder evitar essa futura doença, e também dar mais enfase ao ambiente que a criança vive, ao relacionamento com a família, e as situações no qual essa criança está sendo exposta, tudo isso conta para que esse índice de depressão infantil não cresça!

    Responder
  • Patrícia Romualdo  20 de abril de 2019 em 23:24

    A criança no seu desenvolvimento tudo é aprendizado a forma como a criança é tratada, o ambiente em que ela vive absorve o que ver e ouve, temos que ter cuidado com tudo que fazemos, e do modo como tratamos essa criança. A criança tem que se sentir segura com o carinho e atenção que recebe. Com esses cuidados podemos minimizar a depressão infantil na vida da criança.

    Responder
  • Marilza vergueiro  21 de abril de 2019 em 09:00

    A realidade em que a criança vive é totalmente a que nós profissionais pensamos , ela precisa sempre de afeto , carinho, atenção do adulto o tempo todo, pois evita de muitos problemas com a depressão infantil. A ciência tem nos mostrado essa doença de forma assustadora, quando percebemos algo assim em uma criança devemos ficar atentos .

    Responder
  • Meiriana  21 de abril de 2019 em 20:18

    O cuidado com nossas crianças deve ser primordial, elas são o futuro. Pais, educadores e terapeutas devemos ter sempre um olhar atento, zeloso e principalmente amoroso para com elas, para assim então identificar os sinais e buscar tratamento o quanto antes.

    Responder
  • Júlia Furlani  21 de abril de 2019 em 22:22

    Por muita das vezes às crianças apresentam um comportamento mimado e com “birra” para terem aquilo que desejam e, com isso, os adultos acabam não levado a sério um comportamento diferencial da criança que pode estar desencadeando a depressão infantil ou algum outro transtorno. Por isso, devemos quebrar esse tabu e entender mais sobre o mundo infantil. Além de prestar atenção aos sinais que não são considerados normais nessa faixa etária.
    Entretanto, o texto também apresenta situações, que muita das vezes é considerado hábito no nosso dia a dia que devem ser evitados a todo custo perto das crianças, para que no futuro ele/ela não leve como mágoa, rancor, trauma ou como um comportamento não normal.
    Nós como profissionais da área, não devemos estar atentos só com o comportamento da criança, mas também com o histórico familiar e com os ambientes que o cerca.

    Responder
  • Marilza Vergueiro  21 de abril de 2019 em 22:30

    A realidade da vida das crianças e totalmente diferente do que nos profissionais pensamos,tem crianças abandonadas de seus próprios país e família; de falta de afeto muitas vezes e por que não tenham tempo para seus filhos eles não convém com os pais por causa dos seus trabalhos passam o maior tempo destate dos filhos eles ficam aos cuidado dos outros. O caso de depressão em muitas crianças e por falta de afeto, e compreensão de seus familiares. A
    criança precisa ser amada e olhar de afetividade por causa da sua realidade de vida pelo os profissionais como professores terapeuta e psicologus muitas crianças tem pais separados vivem em metades e a causa de muitas depressões em ambas.

    Responder
  • Dalva Oliveira  22 de abril de 2019 em 08:46

    Crianças são seres em desenvolvimento cognitivo, ainda não compreendem tantos movimentos a sua volta, tantas mudanças, tantas novidades , parece um sonho. Não compreendem ainda os sentimentos que passam dentro de si . Pode se sentir incomodada com algum acontecimento mas , não sabe explicar esse sentimento, não sabe expor o que se passa dentro de si , não sabe ainda nem sequer o que é sentimento.
    No geral adultos vêem as crianças como um fantoche , algo que é incapaz de raciocinar, sentir…, só está ali, ou pior, como um ser que já nasceu capaz de assimilar e compreender tudo a sua volta. Tudo ao extremo é complicado.
    Esperamos que as crianças sejam sempre espertas , bagunceira, alegres, que vivem para brincar. Não compreendemos que ainda são crianças, seres em constante desenvolvimento e o que mais as afetam é o meio em que vivem, os comportamento dos que a cercam.
    Precisamos estar atentos ao comportamento das crianças, precisamos compreender que apesar de não saberem falar com clareza sobre sentimentos , irão transparecer em suas atitudes. Por isso devemos ser tardios em julgar uma criança como levada , mal educada ou rebelde.
    Se há estratégias para minimizar a depressão infantil? Acredito que sim , a partir do momento em que todos que a cercam tiverem consciência de que há possibilidade dos pequenos desenvolverem depressão.
    Tento assim a chance de minimizar e até evitar que tal patologia chegue aos pequenos.

    Responder
  • Marilza Vergueiro  22 de abril de 2019 em 11:08

    A realidade da vida das crianças é totalmente diferente ao que nós profissionais pensamos. Tem muitas crianças que passam por muitas situações de abandono de seus próprios pais e família,de falta de afeto.
    Muitas vezes é por que os pais não tenham tempo para seus filhos,eles não conversam com os tais por causa do seu trabalho,passam a maior parte do tempo distante de seus filhos,que ficam aos cuidados dos outros.
    O caso de depressão em muitas crianças é por falta de afeto e compreensão de seus familiares.
    A criança precisa ser amada e compreendida,tendo um olhar mais de afetividade por causa da sua realidade de vida,pelos profissionais como, professores,terapeutas e psicólogos.
    Muitas crianças tem pais separados,vivem em metade,isso tem causado depressão em ambos.
    Este estudo sobre a depressão infantil é muito importante,a criança precisa de um ambiente agradável e cheio de afeto para se desenvolver com saúde. Há muitas famílias que precisam se modernizar sobre as doenças que estão aparecendo cada vez mais. Muitas crianças com mal desenvolvimento nas escolas como, déficit de aprendizagem e, até problemas na comunicação verbal,inquietos. Os pais nem desconfiam que pode ser uma depressão infantil,pelo modo de vida que a criança tenha com a família.

    Responder
  • Marilza Vergueiro  22 de abril de 2019 em 11:27

    Continuação:

    Apesar de ter ouvido falar que a depressão só atingia adultos,hoje a sociedade está mais atenta e preocupada quanto a essa doença, embora os filósofos sempre falassem sobre esse assunto ninguém entendia o que vinha a ser.
    Depois de muitos estudiosos estudarem esse assunto,hoje podemos ver que as crianças também tem sofrido dessa doença, o meio em que a criança vive pode influenciar os sentimentos e a qualidade de vida.

    Responder
  • Marilza Vergueiro  22 de abril de 2019 em 11:35

    SINTOMOLOGIA DA DEPRESSÃO INFANTIL

    Os ambientes onde a criança convive pode ser os principais locais para desenvolver a depressão infantil,se ela não tive afeto, e nem liberdade de se expressar,brincar,explorar,ela pode sim adquirir os sintomas da depressão infantil no seu ambiente familiar, onde seus pais vivem brigando, também poderá afetar seu cognitivo,seu modo de enfrentar os outros. Ela precisa crescer em um ambiente confortável e prazeroso, para que cresça saudável e que venha ser um adulto saudável.

    Responder
  • Marilza Vergueiro  22 de abril de 2019 em 11:42

    A INFLUENCIA FAMILIAR NA DEPRESSÃO INFANTIL

    O ambiente onde a família e a criança vive,e desenvolve deve ser prazeroso, e o bom relacionamento da família com a criança deve ser muito importante para o seu crescimento e desenvolvimento; pois irá continuar para seu comportamento em vários ambientes.
    O ambiente familiar pode sim influenciar na depressão infantil se for um ambiente conturbante, se houver brigas e,etc…

    Responder

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