A depressão infantil, então, não é frescura nem mimo ou besteiras de cabeça, como dizem leigos, é uma doença, de verdade, que leva a licenças medicas, afastamentos do trabalho e grande apatia. Segundo Silva, a depressão é um transtorno mental que altera, de modo significativo, o humor e seus portadores (pg.28), retira a disposição de tarefas, percepção boa e colorida de si e do real.

A autora diz que os transtornos depressivos são localizados no lado esquerdo do cérebro, o que nos leva a buscar muitas respostas quanto aos efeitos do sistema límbico emocional e sua relação com o lado direito do cérebro. O humor depressivo supõe emoções e sentimentos e estão ligados ao cognitivoperceptivo e valorativo ( valor pessoal e do real externo). Está ali, ligado à sentimento de culpa, perda, insignificância pessoal.

Pensamento e memoria, interpretação das sensações, atenção, concentração, associações de ideias, planejamento e decisão, tudo é egonição, mas, segundo Silva (2016), o deprimido apresenta disfunções ou comprometimento nessas funções, o que compromete sua aprendizagem escolar. (pg.31), diz Ana Beatriz Silva.

Atentar → concentrar + fixar e aprender = memorizar

Para a autora essa é uma doença da “pessoa inteira” não restrita a cabeça, afetando o corpo inteiro e sua vida social.

A depressão pode estar no nível leve, leve a moderado, moderado, moderado a grave e grave . Autores afirmam que a depressão altera os relacionamentos sociais, e lhe predispõe o jovem ao álcool e drogas além do suicídio.

Estudos mostram que na faixa etária dos 02 a 06 anos, os sintomas parecem em dificuldades de atenção, concentração, choro frequente, desinteresse lúdico, exaustão, entre outros sintomas. Entre 06 anos até a puberdade – os sintomas se apresentam em variedade, como tristeza, aborrecimento, retração social, dificuldade nas tarefas escolares, insegurança, pensamentos mórbidos, etc…

Na adolescência, esses sintomas se mostram com as características adolescentes e hormonais. Há demonstração de mau humor, irritabilidade, insatisfação, cansaço, desanimo, abandono de atividades, isolamento, recusa colaboradora na família, discussões com autoridades paterna e escolar, autoagressão, etc…

Na adolescência, as meninas apresentam o dobro desse estilo comportamental, cujo histórico familiar aparece como peso ou marca forte. (SILVA, pg. 97/98).

Frizzera (2015) ao analisar a depressão infantil para além dos diagnósticos, lembra que os pais e professores precisam estar atentos a cada aluno e sua singularidade e seu ritmo no tempo, olhando para cada criança em suas possibilidades e não para as incapacidades, valorizando a criança em seu sofrimento psíquico, ao invés de condená-la, criticar suas impossibilidades, de modo que a escola pode ser um local de aprendizagem mais agradável.

Muito positivo será valorizar a criança nas atividades de êxito ou realização, sabendo como se comunicar com ela e seus pais, já que a maior parte dos pais não reconhece a depressão, nem reconhece sua parte de responsabilidade nesse efeito depressivo.  

Frizzera (2015) ressalta a importância de, na prática médica e escolar, se abordar os aspectos sociais envolvidos na depressão infantil, evitando-se o repetitivo fracasso, tanto quanto se observar as enfermidades para bons resultados no tratamento.

Destaca o poder das famílias e das constantes avaliações do médico e do professor com o estabelecimento de “vínculos saudáveis” para dar maior certeza à criança de sua capacidade resolutiva – reforça a importância do intercambio entre educação e saúde e a inclusão da criança, com seu sofrimento psíquico nos objetivos solucionadores da escola.

 

Publicação sugerida pelo autor.

55 Comentários Respondidos

  • Jeferson  14 de junho de 2018 em 00:14

    Ao meu ver nos deparamos sempre com esses tipos de transtorno, até mesmo dentro de casa,E não sabemos lidar quando acontece. porque como o texto traz, logo falamos para a criança para de manha. Não sabemos o perigo de não precura um especialista para sabe o verdadeiro motivo de nossos jovem,filhos etc. Estarem assim .
    Esse texto me fez refleti e Está mais atento com as possível sintomas dentro de casa .

    Responder
  • larissa sandre  14 de junho de 2018 em 10:48

    Infelizmente nos dias atuais, nessa correria cotidiana, os pais deixam de prestar a devida atenção em seus filhos que estão gritando por um minuto de atenção.
    A criança por não entender a ausência dos pais devido ao trabalho, se sente abandonada por eles. Os pais por sua vez, para suprir a necessidade de sua ausência com as crianças, disponibilizam os eletro-eletrônicos em excesso. As referências que essas crianças passam obter em maior quantidade e frequência, são as do mundo virtual e pouco influenciado pelos pais.
    Assim ficam comprometidos os componentes afetivos e comportamentais dessas crianças, que começam a se isolar por se sentir sozinho, ou até mesmo se tornar agressivos em determinadas situações. A partir desse contexto, a depressão se instala, e começa a atrapalhar o seu desenvolvimento, que terá um impacto direto em sua vida adulta.
    Att. Larissa

    Responder
  • Raiane Pereira  14 de junho de 2018 em 14:07

    O texto trás bastante conhecimento sobre algo pouco comentado em escolas, de que a criança precisa ser bastante observada pelos pais, médicos e professores já que a própria não tem a capacidade de revelar o que está acontecendo com si próprio. Quanto mais cedo for feito a observação maior o resultado de melhoras. É notável que há pouca orientação sobre o assunto entre as famílias, por isso, textos, sites, vídeos e palestras são de grande importância nas escolas,bairros etc., Pois ajuda na orientação dos pais e familiares envolvidos.
    Assim, qualquer comportamento fora do normal observado na criança poderá será pesquisado e se convém, tratado. Ao invés de ser considerado normal como muitos pais fazem até hoje por falta de conhecimento.

    Att
    Raiane pereira

    Responder
  • Sandra Rose Falcao Vidal  14 de junho de 2018 em 14:15

    Muito precioso este estudo sobre depressão infantil, pois é comum que as pessoas a sua volta, até mesmo a família, não se atentam aos sintomas que cada criança ou adolescente apresenta, acreditando que é apenas ”coisa da idade”. Existem situações em que a criança apresenta dificuldade no aprendizado, tanto no seu convívio familiar como na escola, e isso deve ser observado de forma séria, pois pode ser um problema muito sério que comprometa sua aprendizagem escolar, afetando também a convivência com a família,colocando-a futuramente a situações que sejam prejudiciais ao seu desenvolvimento moral e social. É preciso um acompanhamento profissional a essa criança ou adolescente.

    Responder
  • Thayná de Souza  15 de junho de 2018 em 12:47

    Ao contrário do que muitos pensam, crianças também sofrem de depressão. Mas pra muitas pessoas é mais difícil diagnosticar a depressão em uma criança do que em um adulto, pois os sintomas normalmente são confundidos com irritabilidade, birras, mau humor e agressividade. E essa crianças, normalmente se percebem com baixo desempenho na escola e com dificuldades no seu dia-a-dia. No entanto, a forma como eles apresentam alguns sintomas tende a ser diferente. E é sobre essas diferenças que devemos repousar toda nossa atenção.

    Responder
  • Irone  15 de junho de 2018 em 17:24

    Muito rico esse estudo!
    Realmente muitas pessoas por desconhecer esse assunto , nao se atentam pra gravidade de um problema tao sério que é a depressão infantil, achando ser meninices de criança. As vezes nos deparamos diantes de tantas situações onde uma criança na sua adolecência demonstra mau humor, irritabilidades,discurções com autoridades paternas etc.
    Alterando seus relacionamentos sociais como diz o texto, levando os jovens ao alcool, drogas, e até mesmo suicídio.
    Essas situações tem acontecido muito próximo de nós!
    Enfim , amei todo esse conteúdo sobre a depressao infantil!

    Responder
  • Ruimar brito dos reis  16 de junho de 2018 em 13:03

    Parabéns pelo texto!
    Eramos para nos olhar mais para as nossas crianças,mas infelizmente na corria do dia a dia deixamos a desejar,muito trabalho,muito estudo etc… E nossas crianças ficam de lado, carentes de carinho e de atenção. se tudo isso faz falta na vida de um adulto, imagina na vida de uma criança!
    DEVEMOS NOS ATENTAR MAIS PARA NOSSAS CRIANÇAS.

    Responder
  • Edileuza Pessini  16 de junho de 2018 em 20:22

    A depressão é uma doença grave.
    A depressão é um estado prolongado de grande tristeza, falta de energia e desenteresse pela vida, durante muito tempo não se pensa em sofrimento psicológico associado ás crianças, uma vez que a infância seria a melhor fase da vida, as crianças tinham mas tempo para brinca, mas tempo com a família, hoje a família não tem tempo para as crianças, as crianças crescem com revolta da família, por que ninguém a escuta, ninguém a vê como uma criança, mas sim como adultos com responsabilidade de adultos com tanto sofrimento que a família nem veem que essa criança esta deprimida e leva uma depressão profunda aponto da criança não querer saber de nada…

    Responder
  • Elealza Alves ofrazio  17 de junho de 2018 em 00:11

    É muito triste porque tem muitas famílias que deixam passar despercebido, porque acha que é fase de criança e que vai passar,e tem famílias que nem sabe se criança pode ter depressão e as vezes não aceita, quando eles vão dar conta do que realmente está acontecendo,o quadro vai se agravando essa criança vai piorando cada vez mais,coisas que poderia ser tratadas no início vai se acumulando,e o mais importante não só a criança fazer o tratamento mas principalmente os familiares.

    Responder
  • Valesca Amaro Gomes  19 de junho de 2018 em 02:06

    Depressão infantil e algo muito serio, são diversos sintomas que podem passar por despercebidos ou ser confundido com birras e timidez, porem se estes sintomas permanecerem por algum tempo e necessário ir a um pediatra para fazer uma avaliação psicológica e verificar se e necessário iniciar um tratamento adequado.
    Conviver com uma criança com depressão não e fácil, porém os pais, familiares e professores devem ajudar a criança a ultrapassar a doença para que ela se sinta apoiada, amada e que não esta sozinha. Os pais devem ter muita paciência e carinho para poder lidar com esta situação nada fácil.

    Responder
  • Bruna Holanda  21 de junho de 2018 em 15:33

    A depressão é algo muito mal compreendido, muita das vezes as pessoas utilizam o termo “estou deprimido” no lugar de alguma “chateação”. Ela é um quadro muito característico de uma tristeza continua. Esse texto ressalta da vigilância que se deve ter em relação a crianças e adolescentes pelas autoridades que os acompanha. O assunto é tratado assim como o suicídio, sendo taxado por uns como besteira, muito importante também expor o transtorno depressivo nas crianças, o que muita das vezes não tem sido tratado. A fala das autoras citadas nos traz uma perspectiva sobre a vida social de uma pessoa depressiva!

    Responder
  • Cristiane Araujo Coutinho Gil  21 de junho de 2018 em 22:19

    Texto maravilhoso! Que nos impulsiona a estarmos mais atentos aos sinais emitidos pelas crianças, que podem sim, estar apresentando quadros depressivos e com isso prejudicando a principal fase de sua vida, onde é constituido todos os alicerces de sua trajetória.
    O não cuidado dessa patologia, pode acarretar em consequências inrreparáveis por se tratar de um período crucial na formação do individuo em todas as áreas, incluindo a social e cognitiva.
    A divulgação de matériais como esse, podem proporcionar auxilio não apenas aos profissionais envolvidos, mas também a familiares e comunidade em si, podendo identificar e encaminhar para um tratamento adequado essa criança ou adolescente.
    O que outrora seria tratado como birra, pirraça ou rotulado por familiares como “temperamento”, poderá ser melhor investigado por profissionais habilitados para distinguir as causas com maior exatidão, podendo auxiliar na transformação dessa realidade de forma positiva.
    Muito bom!!!

    Responder
  • Andréia Baptista Falcão  22 de junho de 2018 em 16:04

    As crianças são o reflexo dessa sociedade que apostou tudo no capitalismo, no consumo, no poder, na aquisição de bens, na alienação frente as telas ( tv, celular, computador, tablet) e esqueceu de olhar para o interior de si mesmo.
    Distante da essência do ser, desconectado de si próprio, de sua família, sem noção de estar incluída numa comunidade, sem criar ” vínculos saudáveis”, como reproduzir crianças criativas, inteligentes, alegres, amorosas e com auto-estima?

    Responder
  • Estevão Barboza  27 de junho de 2018 em 00:01

    na grande maioria das vezes, por certa ignorância, a depressão é vista como mimo, rebeldia, formas de chamar atenção, entre outros.
    A criança em seu perfeito estado mental e social, não deve apresentar sinais cujos uma criança depressiva apresenta, como reclusão, choro, desinteresse e outros sintomas. Não somente os pais mas também os educadores e familiares devem estar atentos aos sinais transmitidos por uma criança em estado depressivo. Devemos estar atentos às particularidades de cada um, e sensíveis aos pequenos detalhes apresentados pelas crianças, para que assim possamos ajudá-las ainda em tempo.

    Responder
  • Elcimara Ferraz  27 de junho de 2018 em 22:05

    Depressão é uma questão muito seria, que atravessa diversas idades e realidades. E em relação a depressão infantil, como é de fato importante estarmos atentos á suas particularidades e comportamentos. É preciso observar com cuidado e cautela, sempre focando no incentivo e potencialidades da criança, jamais colocando em primeira instancia dificuldades e fragilidades.
    Por serem crianças, muitas das vezes o que acontece é o fato de suas queixas serem ignoradas, pois afinal, o que uma criança pode ter de problemas em sua vida ? Pois é, justamente nessa questão que devemos nos questionar e passar a ser mais sensíveis ao tocar o mundo do outro, independente de sua idade, pois todos somos sujeitos a isso nessa atualidade turbulenta, inclusive as crianças.

    Responder
  • Bruna Valandro  28 de junho de 2018 em 18:08

    Crianças não estão isentas de serem acometidas por isso. A depressão ocorre também na infancia e precisa ser olhada com cuidado. As crianças precisam de atenção da escola e principalmente da familia para que as incentive e as coloquem para cima, e não que as limite e piore seus sentimentos contra si mesma. Talvez a dificuldade de aprender, vai além de uma simples falta de vontade, que na verdade essa falta de vontade já está incluida na depressão.

    Responder
  • LAUDICEIA DE SOUZA RAMALDES LEAL  28 de junho de 2018 em 18:42

    E fato que nas maiorias das vezes nem sempre e percebido pelos pais, as crianças acaba desenvolvendo sinais no comportamento e tratado como se fossem manhas de criança. A adolescência e um período de intensas atividades e transformações na vida mental dos adolescentes, o que por si só, leva a diversas manifestações de comportamento que podes ser interpretados por seus familiares de maneiras como coisa de adolescência. Ótimo texto nos faz refletir como cuidar melhor de nossos filhos, nem sempre temos o cuidado de observar ou de dar a devida atenção necessária .
    Laudiceia de Souza Ramaldes leal

    Responder
  • YASMIM DE CARVALHO CORREIA  30 de junho de 2018 em 14:15

    A falta de informação sobre esse assunto em escolas, e até mesmo dentro das famílias é notável. Muitos pais por terem jornadas exaustivas de trabalhos acabam não observando com clareza o comportamento de seus filhos, gerando então depressão infantil em diversos casos. Muitos também acham que é papel somente das escolas (professores) de observa e relatar algum problema. Mas o certo e viável seria um trabalho em conjunto. Pais ter melhor comunicação com os profissionais da escola, e busca sempre informações ou estímulos familiares em conjunto com seus filhos. Por fim, obteriam melhor resultado em suas criações e desenvolvimento pessoal e social.

    Responder
  • Maria José da Silva Oliveira  30 de junho de 2018 em 22:17

    Depressão é um caso que todos devem levar a sério, principalmente quando o assunto e criança e adolescente, nas crianças são mais difícil de ser observado por existir um rótulo de que pode vir a ser uma manha, frescuras entre outras. Estes rótulos geralmente estão no meio familiar ou escolar que não reconhecendo como um transtorno depressivo poderá trazer sérios riscos na vida da criança futuramente tanto na escola, como também no socialmente . A maioria das vezes o mal comportamento infantil e adquirido no meio em que vive, por abusos sexuais, mortes, entre outros.
    Professores e familiares devem estar bem atentos aos diversos fatores e sinais que indicam a possibilidade de depressão que a criança apresenta.
    São diversas funções que podem levar a criança a uma depressão, que quanto mais cedo for observada possamos ajuda-las de uma melhor forma possível.

    Responder
  • Rafael Gomes  2 de julho de 2018 em 14:51

    Não é frescura nem mimo ou besteiras de cabeça o indivíduo vai formando logo cedo crenças negativas em relação a vida dele, o que vai fazendo com que cada vez mais ele fique com a autoestima baixa, cada vez mais inseguro, cada vez mais improdutivo, e algumas coisas negativas que acontece no cotidiano, se confirma por conta do comportamento. Alguns aspectos do comportamento infantil podem revelar que a depressão está instalada. Por natureza, a criança está sempre em atividade, explorando o ambiente, querendo descobrir coisas novas. Quando se sente insegura, retrai-se e o desejo de exploração do ambiente desaparece. Por isso, é preciso estar atento quando ela começa a ficar quieta, parada, com muito medo de separar-se das pessoas que lhe servem de referência, como o pai, a mãe ou o cuidador.

    Responder
  • Clislaine Oliveira  2 de julho de 2018 em 16:28

    Em dias atuais ao qual a criança está exposta a uma alienação ao qual a criança tem acesso a tecnologia de forma que perde o interesse em brincadeiras comuns como jogar bola, brincar ao ar livre em modo geral fazer atividade física, ao qual estimula a serotonina,dopamina,endorfina.. E a psicoterapia e muito importante para ajudar a esta criança.

    Responder
  • Eliane Torezani  2 de julho de 2018 em 23:55

    Ultimamente o tema depressão vem sendo abordado,porém pouco se fala da doença nas crianças.
    Pais cada dia com seu tempo reduzido por questão da carga horária de trabalho acabam por tentarem compensar a ausência com presentes entre outros.
    As vezes problemas familiares como desentendimentos e até mesmo sepração dos pais trazem à criança: medo, traumas, baixa auto- estima fazendo com que seu comportamento mude e que se não for percebida e tratada no inicio chega a depressão.
    Choros sem causa especifica, pirraças , isolamentos, ate comer compulsivamente ou a perda de apetite podem ser sinais.
    Deve -se levar em consideração qualquer alteração em seu comportamento e buscar ajuda.

    Responder
  • Wermenson S Brito  3 de julho de 2018 em 14:24

    As crianças estão expostas as coisas que o mundo mal às oferecem e os pais tentam jogar alguma forma de alienação como a tecnologia para ocupar as crianças com algo, deixando de ter uma comunicação saudável, tornando-as tristes e sentindo a falta de algo que é suprida pelos pais, os pais também deve se atentar juntamente com a escola aos diferentes comportamentos de uma criança em relação a outras, pois, o que é taxado como frescura pode se um transtorno.

    Responder
  • Thalia Gomes  3 de julho de 2018 em 16:06

    A depressão é um assunto muito sério, e não, não são somente os adultos que tem depressão. Crianças também podem apresentar um transtorno depressivo, e essa é uma situação muito difícil de lidar em todas as idades, mas nas crianças acredito ser mais complicado ainda.
    Quando se fala em depressão é comum pensar que a vida da pessoa com esse transtorno está um “lixo”, que tudo deva esta dando errado. Se a pessoa tem carro, casa, emprego e família, acreditam que não existam motivos para a mesma estar de tal forma, como se a pessoa escolhesse ter depressão. Se para os adultos já é difícil, imagina para as crianças que a maioria de suas queixas são negligenciadas, pois são vistas como manhãs de criança.
    É importante destacar que depois do ambiente familiar é na escola onde os sinais são vistos com mais facilidade, pois é na escola que começam as interações com pessoas e crianças diferentes. Familiares e professores devem estar atentos aos comportamentos evocados por essas crianças. A ajuda de um profissional é de extrema importância.

    Responder
  • Jorly Cardoso Ottoni  2 de abril de 2019 em 17:29

    As afirmações exibidas no texto traz uma realidade que muitos tem e poucos descobrem a tempo de se tratar e aceitar que está doente.
    Muitos leigos acham que a depressão é falta de Deus e vontade própria para se tratar, mas não bem assim não…
    Tive em minha família um caso de uma criança de 03 a 06 anos idade que quando a mãe saia de casa ele se desesperava a chorar, no entanto achamos que no início era somente apego com a mãe, mas logo depois ele tinha picos de choro por todo o dia e começamos a ficar preocupados com tudo isso..
    Ai vem a desconfiança com quem cuida da criança, sua escola entre outras coisas que colocamos na frente da doença como auto proteção até que enxerguemos que ela está realmente precisando de ajuda.
    A solução que encontramos foi de um tio ir morar com esse sobrinho e tentar distrair o dia dele levando para brincar,entre outras coisas que desocupasse sua mentezinha com tormento.
    Não foi de imediato mas meses depois essa criança estava super bem e brilhando como toda criação deve estar.

    Responder
  • Gleice Gonçalves Oliveira  2 de abril de 2019 em 21:06

    Boa noite?
    Eu acredito que este transtorno depressivo, está correlacionado também ao desenvolvimento de cada um. grande mudança transitória acontecendo que vai desde o momento da infância até o momento da busca do seu primeiro emprego, primeiro amor aí vem suas decepção,pois nem tudo são flores e para superar perdas, constrangimento se eles ou elas, não tiver alguém que apóiem podemos enxergar uma pessoa frustada capaz de cometer vários danos, não só a sociedade mas também a si próprio.

    Responder
  • Iury Assis  3 de abril de 2019 em 15:54

    O ambiente familiar é um dos maiores influenciadores para a depressão infantil, pois os jovens na maioria das vezes, são a todo momento reprimidos e desmotivados.
    Os sintomas da depressão, muitas vezes são vistos como uma forma de chamar atenção, por isso os casos de suicidio são muito comuns.
    A depressão infantil deve ser percebida logo nos primeiros sintomas apresentados pelo jovem, para que seja corretamente tratado, quanto mais demorada for a percepção e mais demorado for o início do tratamento, mais dificil é para o psicológo trabalhar no caso.
    Mais importante que tratar, é previnir, e a prevenção deve começar dentro de casa, com o incentivo familiar, o companheirismo dos pais e irmãos.

    Responder
  • Robson De Araujo Merlo  6 de abril de 2019 em 18:06

    No nosso cotidiano nos deparamos muito com esse tipo de transtorno, sem ao menos perceber, é algo mais comum do que imaginamos. Em nosso trabalho, escola e até mesmo em nosso lar. Na maioria dos casos vemos e nos isentamos falando que é rebeldia, mentira, dengos da criança ou adolescente. O texto nos trás uma reflexão de que uma doença tão grave como a depressão, não é vista por nós do senso comum como ela realmente é, tratando a doença como um sentimento normal. Como os sintomas apresentados pela depressão não é algo que se vê, muitos dizem que é uma forma que a criança e o adolescente tem de chamar atenção da família ou de quem os rodeia.

    Responder
  • Esther Amon  6 de abril de 2019 em 21:16

    Pesquisas mostram que de uns anos para cá tem surgido crianças com medo de dormir sozinhas, insatisfações envolvendo as atividades diárias, chorando por “motivos banais”, crianças frequentando psicólogo, sendo medicadas com transtornos mentais. Essas são claras razões para uma chamada depressão infantil e quando são levadas ao médico, não são descobertos os sintomas reais de uma depressão, e são ignorados sintomas que podem ter sua base desde o ventre da mãe. Por essas razões e outras é necessário que a mãe tenha uma gravidez saudável e que a criança venha crescer em um lar saudável e equilibrado.

    Responder
  • Emanuelle de Araujo Celis  7 de abril de 2019 em 11:35

    Depressão infantil existe e é um transtorno depressivo.
    Pela maioria confundidos com pirraça ou birra. E ações podem acabar deixando o jovem ainda mais reprimido.
    Ao observar o texto, vimos que existem níveis para a depressão: leve, leve a moderado, moderado, moderado a grave e grave podendo levar ao suicídio. Os sintomas da depressão infantil devem ser percebidos logo para que não haja um agravamento e dificulte o tratamento profissional. É necessário que o jovem receba incentivos por parte da família para haver uma melhora no quadro depressivo.

    Responder
  • Joilson da Silva Costa Junior  10 de abril de 2019 em 13:19

    Olhando a depressão de uma forma mais abrangente: fato é, que os enfermos depressivos não são seletos por idade, cor, etnia etc, um transtorno mental que atinge todas as faixas etárias e classes sociais. Logo as crianças também estão expostas a possibilidade de desenvolver depressão, como abordado no texto, estamos carentes de orientação como estas lidas neste artigo, voltadas para pais e professores, como cita o texto em alguns trechos de Frizzera, isso porque vemos com grande naturalidade os mesmo reagindo de forma extintiva as expressões de início ou agravamento da depressão em crianças, na grande maioria das vezes por não estarem cientes da sintomatologia comportamental da depressão e suas fases, atribuindo esses comportamentos ao estágio do ciclo de desenvolvimento da criança (idade da criança), falando pessoalmente, conformidade passiva em ver crianças desenvolvendo sérios problemas psicológicos é o que não podemos aceitar enquanto profissionais da saúde mental e cidadãos eticamente coerentes, o reflexo do aumento do número de depressão infantil e o não tratamento é: tardiamente uma sociedade composta por adultos com problemas transtornais, às vezes irreversíveis e por hora crianças com dificuldade de pensar e memorizar, interpretar sensações, se atentar, concentrar-se, associar ideias, planejar e decidir, comprometendo muitos e muitos aspectos da vida dessas crianças, de quebra aumentando também a numeração de suicídios resultantes de pressão infantil. O tratamento terapêutico só é necessário quando a prevenção não é aplicada. Conscientizar sempre.

    Responder
  • Quezia Airam  13 de abril de 2019 em 18:33

    A depressão na infância ainda é pouco discutida, e isso é bastante prejudicial para o bem psicológico da criança, pois ela ainda é incapaz de identificar que está deprimida e muito menos apta para procurar a juda por conta própria. Portanto, o entendimento de pessoas próximas sobre o assunto e de grande importância.

    Responder
  • Raquel  14 de abril de 2019 em 07:34

    Bom dia!!!
    A depressão infantil é um problema que devemos olhar com muita seriedade. Nós como país e profissionais da área que seremos devemos está atentos às nossas crianças o ambiente familiar e escolar. Eu li este texto junto com meus filhos de 12 e 17 anos e perguntei a opinião deles e eles começaram a me contar relatos de amigos que tem problemas graves de depressão chegando a mutilação e tentativa de suicídio. Um deles se sente culpado pelo pai ter dito que ia comprar cigarro e nunca ter voltado só ficou a lembrança do pai saindo pela porta, a outra foi estuprada pelo padrasto e a mãe sabia e não fez nada e ainda a culpou pelo ocorrido, ambos tem depressão em estágio gravíssimo e se mutilam diariamente. A família tem um papel fundamental para ajudar essas crianças a trabalhar e tratar a depressão, mas se por algum motivo a família não intervir com tratamento adequado aí tem que entrar a escola caso não tenha como ter o tratamento psicológico, que tenha pelo o menos um trabalho de prevenção e conscientização sobre a depressão infantil conscientizando os pais que depressão é uma doença e precisa ser tratado.

    Responder
  • Maria de Fátima Marcelino da Silva  14 de abril de 2019 em 10:49

    O texto trata da depressão como forma de doença e suas consequências, quando não é tratada. O sujeito deprimido passa a ter perdas graves no contexto social que está inserido, desde as relações pessoais a exclusão social, causando baixo rendimento profissional, pessoal e como forma mais grave, o suicídio. Diante desse fato, o indivíduo deve ser acolhido, ouvido e cuidado, e não julgado.
    Quando se trata de depressão infantil, podemos observar que é algo novo que vem surgindo com muita força. Embora exista estudos voltados para esta realidade, ainda ouvimos, por parte dos responsáveis por essas crianças que é frescura, causando o agravamento da doença e retardando o tratamento necessário para os pequenos. Por isso, é de suma importância a relação dialética entre família, escola e outros que exercem contato direto com essas crianças, com o intuito de identificar os primeiros sinais da depressão na infância.

    Responder
  • Andressa Merscher  16 de abril de 2019 em 10:25

    Quando temos uma criança com atitudes diferentes das habituais, ela está sinalizando que algo está em desordem, e que devemos voltar nosso olhar para elas e mostrar nossa preocupação e amparo diante do comportamento desenvolvido pela mesma que tem prejudicado sua relação e vivencia em seu ambiente, pré julgar o comportamento de uma criança ou ignora -lo é a reação mais errônea, que só tem a prejudicar o diagnóstico e tratamento adequado para o paciente. Devemos ter um olhar atento para nossas crianças que são seres dependentes de nós para seu desenvolvimento psíquico e comportamental. Vemos que Piaget acreditava que a criança tem essa sensibilidade de abstrair do mundo os fatos ocorridos ao seu redor.
    Vale salientar a necessidade que o campo da saúde mental tem para atuar no combate a depressão infantil.

    Responder
  • Ester Domingos de Oliveira  16 de abril de 2019 em 11:36

    A depressão infantil e algo que devemos sempre nos atentar. Quando uma criança que tem o habito de agir de tal maneira e com o tempo isso vai mudando e a criança começa a ter atitudes diferente do seu dia-dia é bom que estejamos atentos a esse comportamento. uma criança em si é bastante alegre e seu estado de tristeza não costuma durar, mas quando isso se torna algo repetitivo e duradouro tem que se avaliado, deve-se procurar por uma ajuda medica. Como citado no texto Frizzera cita que além do diagnostico medico é importante que professores e pais estejam atentos ao comportamento, olhando para a capacidade e não apenas para a incapacidade. Devemos ressaltar que não é frescura do paciente e que à sim algo de errado acontecendo. a falta de afeto pode causar esse quadro psíquico. Devemos sempre estarmos atentos as atitudes da nossa criança para seu bom desenvolvimento não só no crescimento como no psicológico.

    Responder
  • Patrícia Romualdo  18 de abril de 2019 em 00:25

    A família principalmente os pais devem estar em atentos aos sinais da depressão infantil.
    Ao perceber na criança alguns índices como: falta de apetite, perda no rendimento escolar, não quer brincar, sempre triste e alguns outros motivos, imediatamente as crianças, precisa de cuidados, muito amor, carinho, e os pais devem procurar ajuda profissional levando ao psicólogo, pois, o qual vai orienta-lo como deve ser o procedimento e todo cuidado com essa criança.

    Responder
  • bruna  18 de abril de 2019 em 17:30

    Muito importante para os dias de hoje debatermos sobre esse mal que dia apos dia vem comprometendo o comportamento das crianças , precisamos estar muito atento para diagnosticar tal doença e precisamos mas que tudo transmitir muito amor carinho afeto e atenção , para combatermos esse mal do seculo que s chama depressão e estão levando nossas crianças a cometer suicídios e outras atrocidades.

    Responder
  • Eferson michel guinsber  19 de abril de 2019 em 21:03

    O texto nos trás bastante conhecimento,através dele posso perceber que talvez até hoje na minha casa a pessoas com esses sintoma.
    Percebo que nos dias atuais esses sintomas estão claramente envolvidos nos meios de nossas crianças, mas não é percebido por falta de conhecimento dos pais e até dos professores, e acaba passando despercebido,e leva e status de frescura e outros nome.

    Responder
  • Júlia de Souza Furlani  20 de abril de 2019 em 16:52

    Neste texto podemos observar que a cada idade há maneiras diferentes de se notar os sintomas da depressão infantil e os níveis de gravidade. Além disso, ressalta que nós adultos devemos estar alerto sobre os mesmos, para que, se preciso apresentar e ter um acompanhamento profissional.
    O texto também ressalta o quão importante é a presença e a comunicação dos pais na vida destas crianças e adolescentes, pois assim é mais fácil identificar e evitar os comportamentos que levam a desencadear a depressão.

    Responder
  • Késia Resende Francisco  20 de abril de 2019 em 21:58

    A depressão infantil é taxada como frescura ou manha talvez por falta de atenção dos pais e pessoas que cercam a criança. Crianças normalmente são agitadas, alegres, e, quando tristes, são tristezas passageiras, mas, quando se torna algo repentino, deve ser cuidado e tratado tanto por profissionais quanto pelos próprios pais. É importante saber do ambiente em que essa criança está e os motivos que levaram a isso, sendo possível um tratamento não só para a criança, mas também para pessoas que a cercam.

    Responder
  • Daiane Marcial  20 de abril de 2019 em 22:02

    Tema bem interessante, pois podemos ver esse tipo de comportamento dentro de casa quando os pais não identificam a depressão como uma doença, talvez por falta de conhecimento ou por achar que a criança está de manha ou querendo chamar atenção, mas a realidade é bem diferente… pois a criança está sofrendo e tentando mostrar isso dá maneira que sabe demonstrar, Por isso devemos observar com atenção e dar o máximo de atenção e compreensão aos sinais que a criança vem dando. Isso me faz ver o quão importante é orientação e acompanhamento médico ou psicológico nesses casos.

    Responder
  • Ellen Cassia  20 de abril de 2019 em 22:51

    Sempre nos deparamos com a depressão por ai, até dentro da nossa casa, e muita das vezes não conseguimos distinguir. E fica ainda mais difícil quando se trata de uma criança, Precisamos abrir a nossa mente para entender que não é frescura, e sim algo que precisa ser tratado, pois modifica a vida e o comportamento não só das crianças, mais de vários adultos, a depressão precisa ser tratada com seriedade!

    Responder
  • Marilza vergueiro  21 de abril de 2019 em 09:24

    Este texto é muito importante , onde nos leva a entender sobre a depressão infantil, a criança precisa crescer em um ambiente agradável e cheio de afeto, para se desenvolver com saúde. Infelizmente há muitas famílias que precisam de se atualizar nos dias de hoje, pois existem muitas crianças com comportamentos depressivos nas escolas, dificuldades de aprendizagem, mal comportamento com as outras crianças, problemas na fala, mudanças de humor, isolamento, nesses casos os professores devem ajudar as famílias encaminhando-os a um profissional com pediatra, psicólogo.

    Responder
  • Ana Carolina Brandão  21 de abril de 2019 em 16:12

    A depressão infantil muitas vezes vista como birra e preguiça ainda é um tabu que precisa ser quebrado ,percemos também que começa bem cedo com sintomas que muitas vezes passa despercebido .temos vivenciado crianças com vidas adultas, em redes sociais mesmo antes de nascer, e com responsabilidades que ás sobrecarregam ,tambem caem cobranças que são pésadas demais para alguém que deveria exercer seus direitos e compromissos de uma criança.

    Responder
  • Júlia Furlani  21 de abril de 2019 em 21:04

    Neste texto podemos observar que a cada idade há maneiras diferentes de se notar os sintomas da depressão infantil e os níveis de gravidade. Além disso, ressalta que nós adultos devemos estar alerto sobre os mesmos, para que, se preciso apresentar e ter um acompanhamento profissional.
    O texto também ressalta o quão importante é a presença e a comunicação dos pais na vida destas crianças e adolescentes, pois assim é mais fácil identificar e evitar os comportamentos que levam a desencadear a depressão.

    Responder
  • Meiriana  21 de abril de 2019 em 21:13

    Depressão infantil é doença e deve ser tratada como tal. A escola que é o lugar onde se passa a maior parte do tempo precisa ter profissionais sempre qualificados para receber nossas crianças e orientá-las. Como pais precisamos estar atentos com aquele choro aparentemente sem motivo, a raiva de tudo e de todos, a preguiça de levantar de manha que se tornou frequente, mostrar para criança interesse pela sua vida, que é unica.

    Responder
  • Marina Mattos  21 de abril de 2019 em 22:09

    Por parecer pouco provável, as pessoas tratam a depressão infantil como manha ou frescura. O desenvolvimento dessa depressão, gera fatores como brigas entre os pais, bullying, dificuldades escolares, entre outros. O importante é saber identificar os sintomas e que nem sempre eles são aparentes, por esse motivo, fica mais difícil o diagnóstico. Nesses casos é sempre bom procurar um psiquiatra infantil para ajudar com precisão, e sempre mantendo a atenção no comportamento de seus pequenos para que não tenha problemas futuros.

    Responder
  • Bruno da Penha Souza  21 de abril de 2019 em 22:16

    A depressão ainda é algo difícil de lhe dar, então, ficamos receosos no tocar do assunto, mas como psicólogos devemos estar atentos a qualquer tipo de transtorno que identifique uma depressão e, o cuidado é maior ainda quando se trata de crianças. Cada vez mais cedo estão aparentes transtornos depressivos como isolamento, sono excessivo, desanimo, mudanças de humor e entre outros… E, por serem apenas crianças os pais acabam pensando que é somente uma fase mas, por trás disso tudo está ocorrendo o desenvolvimento de uma depressão. Então, é válido ressaltar que, durante todo o crescimento de uma criança é indispensável o acompanhamento, a atenção, o carinho e a presença de pessoas que influênciem de boa maneira a vida dessas crianças para que possam ser saudáveis, não só de corpo mas também de alma.

    Responder
  • Marilza Vergueiro da Silva Rodrigues  21 de abril de 2019 em 22:33

    Este estudo sobre a depressão infantil muito importante a criança precisa ter um ambiente agradável e cheio de afeto para se desenvolver com saúde há muito família que precisam se modernizar sobre as doença que estão aparecendo cada vez mais há muito criança com mal desenvolvimento nas escolas como definir aprendizagem até problemas nas comunicações verbal ingueita e os pais nem desconfiam que pôde ser uma depressão infantil pelo modo de vida quê a que a criança venha tendo com sua família

    Responder
  • Marilza Vergueiro  21 de abril de 2019 em 22:55

    Este estudo sobre depressão infantil e muito importante a criança precisa ter um ambiente agradável e cheio de afeto para se desenvolver com saúde a muitas famílias que precisa se modernizar sobre as doenças que estão aparecendo cada vez mas.ha muitas crianças com mal desenvolvimento nas escola com decote de aprendizagem até problemas na comunicação verbal, i os pais nem desconfiam que pode ser uma depressão infantil,pelo modo de vida que a criança tem com sua família.

    Responder
  • Dalva Oliveira  22 de abril de 2019 em 09:04

    Segundo a organização Mundial de Saúde (OMS) , até 2020 a depressão se tornará a doença mais incapacitante no mundo. Para mudar esse quadro, uma das medidas é tirar a depressão infantil da invisibilidade. ( Dráuzio Varella).
    Apesar de não esperarmos que uma criança desenvolva depressão, isso pode acontecer. Pré- disposição genética e problemas no entorno familiar podem desencadear esse transtorno tão devastador para vida .
    Precisamos sanar a discriminação em relação a patologia e o doente. Precisamos também parar de banalizar a doença para qualquer mudança momentâneas de sentimentos, humor . As pessoas ainda não entenderam o quão séria e perigosa é essa doença, ficam romantizando , minimizando o problema.
    Existem vários indícios que não devem ser encarados como frescura, precisamos estar atentos às mudanças em nossas crianças, precisamos atentar mais ao meio que as cercam e se necessário for , fazer mudanças, buscar ajuda . Crianças falam por expressões, atitudes… Vamos procurar ler nas entrelinhas.

    Responder
  • Alessandra Mariani Littig  22 de abril de 2019 em 17:23

    Como sabemos, a infância é a base pra a vida adulta. E a depressão infantil vista por muitas vezes como, birra ou pirraça, trás com sí grandes problemas sociais para vida do indivíduo depressivo. Como papel de responsável, devemos sempre estar atentos, é de muito valor trabalharmos com essas criança sua autoestima, sua confiança, comunicação. Tratando de crianças hoje, Estamos nos abstendo de um adulto propenso ao suícida, alcoólatra, dependente químico amanhã.

    Responder
  • Alessandra Mariani Littig  22 de abril de 2019 em 17:27

    Como sabemos, a infância é a base pra a vida adulta. E a depressão infantil vista por muitas vezes como, birra ou pirraça, trás com sí grandes problemas sociais para vida do indivíduo depressivo. Como papel de responsável, devemos sempre estar atentos, é de muito valor trabalharmos com essas criança sua autoestima, sua confiança, comunicação. Tratando de crianças hoje, Estamos nos abstendo de um adulto propenso ao suicidio, alcoolismo, dependente químico de amanhã.

    Responder

Deixe um comentário

Por favor, insira seu nome. Por favor, indique um endereço de email válido. Por favor, indique uma mensagem.