As disfunções e efeitos psicológicos das relações familiares 2Torna-se complexo dizer que existem famílias desestruturadas, visto que em diferentes circunstâncias ou ideais todas se estruturam de algum modo. Nesse sentido, acreditamos que existem funções justas e saudáveis que estas deveriam abraçar e que, por razões diversas, não o fazem. As famílias, em todo tempo e lugar, podem ser disfuncionais, se não cumprem com o seu papel, conforme os valores e princípios daquela sociedade onde estão inseridas, como garantem os Direitos Humanos e respeito a crianças e jovens representados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

Conviver é um processo difícil, por mais que seja necessário. Neste trabalho de vivência conjunta, muitos saem machucados. Outros mais realizados, e estas diferenças nem sempre estão associadas às personalidades difíceis. Em grande parte é a situação conjunta, contextual, intersubjetiva que explica determinados problemas, sendo que as personalidades são participantes nos resultados.

Dunny considera uma realidade a questão das pessoas problemáticas mas também concebe a ideia de que seja bem possível conviver com elas, desde que seja também possível alternarmos nossas maneiras de ver e interpretar pessoas e situações. Para o autor, HAs disfunções e efeitos psicológicos das relações familiares 3

Temos hoje, nos manuais diagnósticos, a dificuldade em classificar, por exemplo, as doenças psicossomáticas, pois o corpo objetivo e real, estudado plenamente pela medicina, acaba por denunciar aspectos psíquicos do sujeito humano, visto que as emoções, sentimentos e opressões culturais têm implicações tanto psíquicas quanto corpóreas. Corpo e psique funcionam, em conjunto, integrados, num mundo social.

Diversas vezes nem a medicina, nem a psicanálise e a psicologia conseguem dar conta dos conflitos existentes dentro do sujeito, em suas relações. A psicanálise trabalha sobre o corpo e a mente, levando em conta energias e pulsões enfatizando os recalques e as consequências como a neurose. A medicina, por sua vez. Tende muito mais a encontrar patologias orgânicas, embora possa reconhecer que o sintoma orgânico também traz em si material psíquico.

Um terapeuta familiar tem uma função essencial que é a de trabalhar o conjunto de cada família facilitando o ambiente de modo a alcançar certo equilíbrio funcional; ajudando-o a perceber que a culminância relacional, munida de saberes e disposições, precisam alterar suas tendências de julgamento.

São comuns os casos de projeção, racionalização, desistência e outros mecanismos de controle da dor para alcance de satisfações, assim como são frequentes os pontos corpóreos que aparecem prejudicados em função de um psiquismo pleno de ansiedades. Necessário se torna analisarmos e ajudarmos na tomada de consciência e ma decisão consciente de mudanças.

Diferentes patologias têm sintomas que possuem sentido simbólico, essas possuem um vínculo estreito com a história de vida do sujeito e que talvez se encontrem a partir do seu imaginário como uma realidade observável. Diante de situações de estresse, em que o sujeito não pode fugir nem lutar, seu organismo se altera, suas defesas imunológicas diminuem e cada pessoa dará um sentido próprio ao seu desespero.

Lembranças traumáticas e repressões, com alta carga afetiva tendem a induzir dores articulares, tiques, terror noturno, vômitos e outros comportamentos que aparentemente o terapeuta familiar não seria o indicado a facilitar a cura mas poderá ser excelente parceiro junto ao profissional da área médica. As disfunções e efeitos psicológicos das relações familiares 5

Casos constantes de maridos e esposas que, ao brigarem, tem picos de hipertensão, expressão bem as modificações corpóreas e alterações bioquímicas frente aos stresses. Situações de impasse podem alterar pessoas seguras e inseguras, no corpo e na mente, alcançando aspectos subjetivos mais complexos, tanto quanto a resistências a tentativas solucionadoras.

No campo da individualidade, nos deparamos com pessoas tímidas e extrovertidas, algumas que consideramos de bem com a vida ou de mal com a vida; no dia a dia somos levados a conviver com pessoas individualistas que contrastam bastante com aquelas que são solidárias; algumas sistemáticas ou flexíveis; hipocondríacas ou saudáveis mentalmente e outras tantas que, sem mesmo nos dar conta, fazemos comparações e selecionamos as mais agradáveis para conviver. Nem sempre nos lembramos que já tendo características problemáticas a rejeição se torna, para aquelas das quais nos afastamos, uma dor ainda maior.

Não pretendemos aqui defender posturas cristãs e humanísticas, embora sejamos preocupados com ela, mas a intenção será enfatizar a necessidade profissional de alterarmos nossos paradigmas e predisposições naturais a favor do outro que nos dispusermos a ajudar.

Atuar como terapeuta é, muitas vezes, despojar-se de conceitos preestabelecidos e aprisionamentos ao princípio do prazer, investindo nossas energias em realizações para fora de nós, em direção ao outro, aos outros, numa perspectiva mais ampla de cooperação e solidariedade

Quantas vezes, ao ouvirmos os pacientes dizerem que teriam sido mais felizes se tivessem tido alguém para os orientasse sobre seus sentimentos e suas ações, e ajudasse a entender as razões que os levavam a elas.

Embora trabalhemos para apoiar e restaurar sentimentos como o de culpa ou de abandono, induzimos nossos pacientes para retomadas e renovações com maior tranquilidade e felicidade essas retoAs disfunções e efeitos psicológicos das relações familiares 6madas de mudanças têm se revelado como pontos fortes a favor se muitas soluções

Existem realmente, não só pessoas difíceis de conviver ou pessoas com comportamentos problemáticos, mas relações indesejáveis entre familiares, estas que muitas vezes denominamos de doentias, a interação entre eles podem comprometer a tal ponto que algumas crianças apresentam condições estressantes, perturbações psicoafetivas que revelam claramente o efeito dos desencontros materno/paterno em suas vidas. Sérios distúrbios do desenvolvimento infantil e juvenil, na grande maioria, são reflexos dos problemas conjugais de seus próprios pais.As disfunções e efeitos psicológicos das relações familiares 4

As relações familiares ou intrafamiliares são quase decisivas na vida de muitas pessoas, e ao se casarem, aquela criança ou jovem vai levar para a sua nova família, a mesma pré disposição Del Nero é uma autora que aponta algumas situações relacionais perigosas, como a superproteção que tende a gerar sentimentos de incompetência, dependência emocional e infantilização, características que dificultam a tomada de iniciativas e a confiança em si mesma, tendendo a pessoa a sempre esperar do outro as respostas que deseja. 

Por outro lado, a autora enfatiza o enorme risco da rejeição que impede o saudável sentimento de valor pessoal, de sentir-se amado e aceito, principalmente pelos pais e familiares. A rejeição também é destrutiva da autoconfiança e da sensação de segurança; é capaz de alterar negativamente a saúde física e mental de uma criança e ou adolescente, principalmente o desenvolver básico da sua identidade.

Del Nero defende que se a base estrutural da personalidade de uma criança for plena de afeto, aceitação, apoio, compreensão e orientação saudáveis, esta enfrentará o mundo com maior confiança, disposição e, apesar dos problemas, tenderá a trabalhar melhor suas frustrações e decepções. Se, ao contrário, for rejeitada, abusada ou punida de modo cruel, sofrerá várias consequências devastadoras de sua vida pessoal e relacional ao enfrentar o mundo: “serias, profundas e duradouras deformações poderão trilhar o caminho de futuras perturbações psiquiátricas.”

Por certo, os sentimentos de menor valor, tanto poderá acionar defesas de fechamento, como de agressões e hostilidades. Crianças e casais se revelam constantemente repletos de necessidades de atenção e, as vezes, agressivos ou retrativos em excesso quando não conseguem se ver significativos diante do outro.

Pais que são perfeccionistas ou famílias excessivamente cobradoras também podem criar intensos conflitos nos seus membros. Quase sempre lhes é negado o direito natural de errar, falhar ou fazer diferente. A exigência da perfeição já caracteriza uma situação psicológica um tanto problemática nos pais; inconscientemente expressam desejos e expectativas sobre si mesmos e estas são projetadas nos seus filhos. Estas concepções psicanalíticas nos ajudam a entender melhor e apoiar revisões conjuntas em prol das funções familiares.

Desejos, vontades, necessidades e pensamentos dos filhos, se encontram anulados e reprimidos diante da força de comando e expectativa dos pais, dificultando enormemente a construção de uma identidade sadia. Segundo Del Nero, “a atitude dos pais em relação ao filho, bem como rejeição e hostilidade que se camuflam por trás desse comportamento, só podem minar a personalidade da criança que se torna negativa”.

  1. DUNNY, J. Pessoas Problemáticas: como conviver com elas. São Paulo. Masdras, 2004.
  2. DEL NERO, Sônia. Psicanálise das relações familiares. São Paulo. Vetor, 2005.

Publicação sugerida pelo autor.

29 Comentários Respondidos

  • Geovana do nascimento Nascimento  2 de julho de 2017 em 17:26

    A famílias em que os conflitos,e má conduta,por parte dos membros individuais não cumprem seu papel dentro de uma sociedade da qual está inserido,que mediante a convivência alguns saem machucados psicologicamente,uns se sentem realizado , diferença essa está associada a personalidade difícil, brigas fazendo que o outro membro da família adoeça, criança com baixa produtividade escolar,com estres e maioria dos distúrbios do desenvolvimento infantil são reflexos de problemas conjugais.

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  • Luciene Barbosa Lepaus  2 de julho de 2017 em 21:46

    O ser humano nada mais é do que refém das doutrinas sociais e culturais.Não somos nos que decidimos o certo ou errado,é a sociedade que nos julga e define.Ela nos cria hábitos que não fazem parte da nossa criação mais foram criados para um bom convívio social.Vivemos em um mundo que somos instruídos a perfeição mesmo que não a alcancemos.Somos obrigados a criar nossos filhos em redomas por medo das inconsequências sociais de alguns.Até mesmo nossas opções religiosas são motivos pelos quais somos excluídos de certos grupos.Cada um de nós tem o direito de ter para si o que acha condizente com sua personalidade e não sermos fantoches na mão da sociedade.

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  • Larissa Vieira Ferreira  3 de julho de 2017 em 10:15

    A família tem que ser um porto seguro, todos se apoiando, se ajudando, mesmo que a convivência seja difícil, por estarmos nos relacionando com personalidades diferentes, jeitos diferentes que apesar de ser família cada um tem suas particularidades, precisamos estar unidos e dispostos a ajudar sempre, e buscar ajuda de profissionais quando houver necessidade. Sentimentos, emoções , influencia cultural são colocados diante de nós com a finalidade de darmos conta de tudo e quando não conseguimos muitas vezes transformamos essas frustrações em doenças, que afetam nosso corpo e nossa mente.

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  • tania lucia coimbra santos oliveira  4 de julho de 2017 em 13:05

    nesse caso tive uma experiencia com uma familia, onde brigas eram constante, os pais gritavam diante do filho de dois anos não davam a ele a atenção devida para uma criança de sua idade, um dia presenciei essa criança falando sozinha e dizendo,porque esta fazendo isso, para de gritar comigo, procurei a escola dele e a pedagoga disse que ele estava agressivo na escola batia nos colegas, não aceitava carinho, pude ver que aquilo era um reflexo do que ele vivia em casa, procurei a mãe e falei sobre o caso da criança e a indiquei pedir ajuda, para que essa criança não desenvolvesse um problema futuramente.

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  • Natache Damasio  5 de julho de 2017 em 13:57

    Uma triste realidade que só vem aumentando cada vez mais. O contexto familiar na vida da criança, é extremamente importante, pois “a criança que temos hoje, é o adulto que formará uma família amanhã”, é como uma corrente refletindo nas ações futuras dessa criança.
    Quando crianças procuramos referências em adultos, sem percebemos, isso faz com que ela imite o seu referencial. Se o contexto familiar dessa criança for de brigas, violências, repressões e tumultuosas, ela crescerá entendendo que aquilo é normal e que faz parte da vida, transmitindo futuramente em seu comportamento.

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  • Poliane Bitencourtt  5 de julho de 2017 em 13:57

    Os pais na maioria das vezes querem alcançar realizações nos filhos que não conseguiram realizar em si próprio, seja na questão profissional ou pessoal, isso acaba se tornando frustrante para ambos.
    Os pais tem papel fundamental na formação da personalidade de um filho. Observamos em muitas famílias que o processo de criação de um filho está se tornando algo mecânico e que valores necessários estão se perdendo.

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  • katissiani  7 de julho de 2017 em 09:22

    A família e a base de todos os conflito que pode surgir no decorre da vida uma família desestabilizada pra uma criança iria gerar mais conflitos ainda a criança fica sem ninguém pra recorrer ou pode ajuda e esclarecer seus problemas então um lar que tem pessoas unidas vai proporcionar um ambiente estável e um convívio muito mais agradável

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  • Patricia Batista Alonso  7 de julho de 2017 em 10:26

    Aprendemos que desde de sempre, os pais são os espelhos para os filhos, e com isso vão se tornar o que os pais foram, se a família e equilibrada teremos filhos equilibrados, mais se a família e conturbada, vive brigando , trocam agressões ai teremos filhos completamente desequilibrados e com graves problemas psicológicos.

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  • Evelyn Cristina  8 de julho de 2017 em 21:35

    Família sem conflitos, não é família, no entanto quando isso se agrava e passa da normalidade, deve-se procurar ajuda para que futuramente uma frustração não vire um problema psíquico. Embora haja conflitos às vezes, o apoio da família é primordial, a estruturação familiar influência muito no desenvolvimento psíquico de uma criança, ajudando então com que ela consiga se preparar para diversas flechas cobrança e perfeição que a sociedade impõe. Sendo assim, tentar viver ou invés de só existir é importante para a saúde mental, hoje em dia as pessoas dão mais valor ao trabalho, estudos, enfim, estão sempre preocupados nos dias de amanhã, esquecem que existe uma família dentro de casa, esquece muita das vezes de dizer ‘’filho/pai/mãe/irmão eu te amo ‘’ mas não se esquecem ao deitar na cama de fazer o planejamento do próximo dia os futuros problemas psicológicos. Família é base de tudo, sempre que os conflitos passarem da ‘normalidade’ é importante procurar ajuda para assim ajudar a saúde do nosso cérebro tanto hoje quanto futuramente.

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  • Luismar de Lima s. Teodorio  8 de julho de 2017 em 22:41

    A criança sempre copia algo ou alguém , ou simplesmente cria a sua própria forma de lidar com as mais diferentes situações, porém estando ela criando ou copiando sempre se espelha em alguem e na maioria das vezes pessoas ligadas diretamente à elas , pais ou cuidadores, a criança ainda não tem o discernimento correto para saber diferenciar por exemplo uma agressão de um carinho mas consegue perceber as diferentes intensidades dos mesmos, porem independente do que é , aquilo se torna pra ela um exemplo, podendo ele ser seguido ou não, porém com a diferenciação apenas de uma oportuna chance de repeti-la.

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  • Miriam Almeida.  10 de julho de 2017 em 12:17

    No mundo que vivemos hoje dizer a palavra família! podemos dizer que a família está escarça, muitos lares desfeitos por problemas familiares, e muitos acham que não conseguem viver debaixo do mesmo teto, as vezes por pouca coisa, não tem a palavra,” perdão”, nas suas vidas. Achei muito importante as palavras de Del Nero. “A atitude dos pais em relação ao filho, bem como rejeição e hostilidade que se camuflam por trás desse comportamento, só podem minar a personalidade da criança que se torna negativa”. com essas palavras vemos a importância dos pais na criação dos filhos, temos que passar respeito, amor, afetividade, responsabilidade, mas em vez disso passam cargas negativas para as crianças, como disse no outro relato seria importante essas terapias existir a cada um que adquirisse uma família, porque e coisa nova para cada individuo. o bom que essas concepções psicanalíticas tem ajudada a entender, melhorar e apoiar visões conjuntas em prol e funções das famílias.

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  • Rafaela de Deus Freitas  16 de julho de 2017 em 19:17

    Os autores trazem uma demonstração de como o mal funcionamento da família, podem ocasionar reflexos daqueles que estão a sua volta. Podemos observa que existe casos de pessoas que desenvolvem patologias geradas a partir desse conflito familiar. Tendo a família o papel principal de socializar dependendo de como está organizada. Exemplos : Uma criança que cresce em um ambiente que só tem briga e discussões, ela passa a reproduzir esse comportamento em torno da sua vida. A prática de terapia pode ser uma saída para essa mudança, fazendo com que os conflitos sejam mediados propondo melhorias.

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  • suellen xavier  17 de julho de 2017 em 14:31

    A família é a base de tudo, viver em uma família estruturada e tudo oque uma criança precisa, a criança é reflexo da crianção que tem , se ela vive um uma família que só te discursão, falta de respeito e agressão, no futuro ela pode vir a fazer o mesmo. a criança precisa viver em um ambiente onde tenha pessoas unidas e que se respeitem, um ambiente onde tenha dialogo e ela se sinta bem e feliz!

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  • Evelyn Alves da Cruz  17 de julho de 2017 em 18:54

    Toda família apresenta conflitos internos que muitas vezes passam despercebidos aos olhares de quem não vive naquele lar, são conflitos que geram desgastes emocionais nos adultos e logo se refletem nas crianças. Crianças são como espelhos refletindo sempre o que vêem em seus pais, sejam ações boas ou ruins. Crescer em um lar onde os conflitos são constantes pode contaminar a personalidade que ainda está se formando.

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  • LARISSA DUARTE CALDERIA  19 de julho de 2017 em 13:05

    As famílias, precisam viver em harmonia, se da o amor um para com os outros membros da família, uma casa que vive de discussões desentendimento, seja entre pai e mãe, pais e filhos, não terá amor e tão pouco respeito entre si, hoje os jovens crescem e passam por certas fases que os pais precisam ser mais rígidos, em saber dizer não para seu filho saber conversar, para que suas palavras não afastem o filho da família, para que os pais e também os filhos não soram com problemas psicológico, pela imaturidade dos filhos são os pais que devem procurar ajuda para aprender a lidar com os filhos e ter uma família feliz.

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  • Jackeline Batista de Almeida Soares  19 de julho de 2017 em 18:35

    O convívio familiar nem sempre é um mar de rosas. Existem circunstâncias que interferem como problemas de saúde, problemas financeiros, falta de compreensão e de comunicação. E dependendo de como foi a criação de cada um pode ser que um dos lados acabe se magoando. Maturidade é essencial para chegar a uma estabilidade.

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  • Marcela Olivera  20 de julho de 2017 em 00:36

    A importancia das relações familiares na definição da vida adulta é determinante e pode nortear as familias que se originam a partir das outras. O olhar do profissional terapeuta deve ser sempre de imparcialidade frente as interferências do meio. A condução por parte do profissional deve ser de forma observadora, transmitindo a sensação de disposição no ouvir, independente de ideologias (religião, cultura e outras), tanto da parte da familia, quanto do profissional fisioterapeuta familiar.

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  • Toaeny Cristina  20 de julho de 2017 em 19:17

    Toda família passar por problemas mas temos que aprender a lidar com as circunstâncias, com as coisas que vem nos acontecendo, por que a família é uma base que nos dar estrutura e força, para que possamos se sentir abraçados, que possamos ser ouvido por que uma conversa ela muda muita coisa ainda mais todo acolhimento da família, toda aquela atenção redobrada faça com que todo acontecimento seja superado junto.

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  • Mikaela Calmon  21 de julho de 2017 em 14:19

    Existem pessoas que dizem que, os filhos são espelhos dos pais, se for este o caso, se os filhos vivem em uma família a qual só tem conflitos certamente os filhos terão somente esta visão de família.
    Certos acontecimentos no meio familiar atinge as crianças, afetando o psicológico delas causando variações de atitudes e comportamentos. Toda criança tem sua família como referência, poupar e resolver os problemas que de fato toda família tem de uma forma que não vá atingir os filhos, seria a melhor maneira de cria – los sem os prejudicar mentalmente.

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  • Ruth Ribeiro  21 de julho de 2017 em 16:02

    Uma família desestabilizada pode trazer grande prejuízo para os filhos, pois eles, na maioria se espelham nos pais, e se os pais só passam algo de ruim, fazem do ambiente onde deveria ser tranquilo, um lugar de brigas, a criança será a maior prejudicada na situação.

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  • Kaila S Plinio 1° Período de Pedagogia  21 de julho de 2017 em 20:59

    Toda família passa por problemas mas temos o dever de aprender a lidar com as circunstâncias, como diz o ditado “Os pais são o espelho dos filhos” e é por isso que é importante que a família “os pais” sejam exemplos para seus filhos, as crianças de hoje serão os adultos de amanhã. A criança sempre copia algo ou alguma coisa de alguém na maioria das vezes pessoas ligadas diretamente à elas e crescer em um ambiente onde os conflitos que são contínuos pode acarretar vários problemas na vida do individuo que ainda está se formando.

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  • azenilda  22 de julho de 2017 em 11:40

    as famílias sempre foi a base de tudo,quando isso não acontece temos uma família desestruturada tornando muito difícil o convívio entre si.as crianças seguem sempre os passos dos pais,sendo bons ou ruis.viver em família nem sempre e só harmonia,mas quando tudo tem equilibro e possível tornar um local agradável de se conviver,e ter bons exemplos pra se tornar cidadãos de bem e exemplar em sua vida.

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  • jessica gonçalves  23 de julho de 2017 em 18:45

    Infelizmente efeitos psicológicos por parte da relação da própria família e grande, por que a criança se espelha na família e muitas vezes o contexto famíliar e de péssima qualidade. Se por um exemplo a criança tem um pai agressivo ou ela vai repetir a atitude do pai ou ela vai se sentir com medo e ter sérios problemas psicológico no decorrer do desenvolvimento.

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  • Izimar A. da Costa  23 de julho de 2017 em 22:17

    Muitas famílias vivem em conflitos uns com os outros e com isso acontece uma desestrutura familiar, na ausência de um lar harmonioso acaba cada um fazendo sua parte por si só.Isso afeta todos que envolve a família e os mas prejudicados são as crianças que convivem em um ambiente sem desfrutar de amor carinho e atenção.

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  • Priscila almeida  23 de julho de 2017 em 22:45

    Amor é mais discutido entre casais, quando falamos de família as pessoas param para pensarem, já nos casais sempre tem alguma critica para relatar.
    A diferencia de casal e família são poucas, já que casal também é família, mas a criança que pode surgir no meio desse relacionamento é um símbolo de que tudo esta bem (nem sempre), alguns casos os casais brigam tanto que aprofundam em agressões e seus filhos participam dessa cena de filme de terror, ficam nervosos; impacientes; explosivos e ate mesmo agressivos.
    O adulto que tem a guarda titular dessa criança deve mudar costumes negativos, se preparar para ouvir e responder seus familiares educadamente, com essa postura ele fará da infância do seu parente um momento agradável.

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  • christian carla neves de souza moreira  24 de julho de 2017 em 12:44

    A família e a base de tudo um lar em harmonia os filhos são umas bençãos. Os pais na maioria das vezes querem alcançar os seus objetivos e querem que os filhos fazem aquilo o que eles não conseguiram,isso acaba se tornando um papel frustante para todos.

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  • Thais Vilela  25 de julho de 2017 em 00:15

    O individualismo é algo prejudicial quando o assunto principal é família! o egoismo impede o olhar de um todo, causando conflitos familiares entre casais e outros membros da familia. Para uma vida familiar saudável é necessário que cada membro se importe um com o outro, formando uma blindagem harmônica que vencera qualquer dificuldade.

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  • Taisa de lima lira  25 de julho de 2017 em 11:01

    A família é vista como porto seguro perante a sociedade,todos vivem em união e harmonia. Apesar de não ser fácil lidar com outras pessoas com personalidades e aspectos diferentes,entendo que cada membro de uma família tem suas adversidades e dificuldades mas sempre temos que está disposto a ajudar quem amamos e sempre temos em mente que quando tudo está indo mal uma ajuda profissional só irá ajudar

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  • Thais Conceição  26 de julho de 2017 em 14:42

    Toda família tem algum tipo de problema ,mas devemos tomar cuidado para não expor a vida de uma criança nos problemas familiares , devemos auxiliar a vida de uma criança passando só o que realmente ira acrescentar futuramente beneficiando a vida dela porque as coisas ruinhas elas já a prederem na sociedades .

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