A eficiência dos novos aconselhamentos dependerá da capacidade que temos em compreender o que cada um realmente é, precisa e quer, e como responder a isso em suas ações.

May enfatiza a inexistência de quadros personais, acreditando realmente que cada personalidade é caracterizada pela “liberdade, individualidade, integração social e tensão religiosa”

Freud foi fantástico como um “divisor de águas na luta do homem por compreender-se a si mesmo”,pois ele teve a decência de tirar da humanidade certa hipocrisia. Sua descoberta sobre a profundeza das nossas razões existenciais, entretanto, retirou do homem sua inocência sobre suas verdades ocultas. Por seu lado, a liberdade alcançada pelo sujeito em seus poderes racionais, não o poupou dos encargos e responsabilidades dos seus atos vistos como não condizentes com a moralidade da vida social. Foi revelada ao mundo o quanto é cara e dolorosa a repressão desejos e medos, poderosos conteúdos do nosso inconsciente, o que incita o repressor sobre a liberdade de sentir, querer e agir.

Mas, como todo determinismo, é preciso cuidar para não cairmos na tentação das generalizações ao estabelecermos nossa relação de ajuda ao outro. Cada sujeito tem o poder da consciência e sua mente saudável e poderá restaurar sua liberdade de ser, escolher e responsabilizar-se pelo que sente e faz.

A liberdade da pessoa não ignora as forças do inconsciente, mas enfatiza e explora criativamente as possibilidades do ego ou consciência, repleta de elementos solucionadores, mesmo em potencial.

May lembra que o aconselhamento nunca deverá ser debate, há uma disposição de alerta de possibilidades com estimulação à aceitação de responsabilidades; ele é a favor da vontade criativa de enfrentamento do problema/situação.

É possível crescer na liberdade. Quanto mais saudavelmente a pessoa se tornar, tanto mais será capaz de atuar criativamente sobre os materiais da vida (..) Por isso, quando o aconselhador ajuda a superar problemas de personalidade, na verdade, ajuda a pessoa a tornar-se livre. ( MAY, 1996, p.14))

A individualidade não aparece aqui conectada a ideia de egocentrismo ou egoísmo, ela contém em si a maravilhosa originalidade do subjetivo. Concebe o autor que não é preciso destituir-se da individualidade para assumir um papel que não é o seu. Uma das finalidades do terapeuta seria poder ajudar cada um a encontrar seu papel “singular no universo”, sem prescindir da condição de “ser de relações sociais”.

A personalidade na Terapia Familiar 2Não há, pois, razões para se encaixar cada sujeito na expectativa familiar, mas sim ajudá-los a encontrar pontos de apoio entre as diferenças, em preservação das autonomias e da totalidade do conjunto de pessoas.

Existem muitos “si mesmos em conflitos” diz May. O inconsciente do homem é um “grande celeiro, contendo todo tipo de material psíquico: temores, esperanças, desejos e formas instintivas”. Nos lembrou Yung quando este afirmou que “as grandes decisões de vida estão mais relacionadas aos instintos e outros fatores inconscientes do que à vontade consciente e à razão bem intencionalizada.”

O terapeuta familiar deve se voltar ao conjunto de pessoas mas, cada uma delas possui um “si mesmo” que se busca (Self) enquanto também luta por encontrar segurança no grupo a que pertence. Quase sempre nos deparamos com sujeitos que ocupam a vida vivida a infância doida, a educação recebida ou a sociedade como estabelecida em relação à sua vida. A personalidade saudável, afirma May, precisa assumir seus conflitos, suas contradições, suas possibilidades e potencialidades, enfim toda a complexidade de sua subjetividade, operacionalizando, dando novos significados, enfrentando a realidade, a partir do mais profundo de si mesmo e não lançando o problema para fora de si. Para May, “Quando o indivíduo realmente se encontra, ele encontra sua sociedade e encontra suas raízes nas fontes espinhais do universo.”

Com a ideia que o homem está sempre a procura de si mesmo, May não dispensa a integração social, visto que a pessoa, livre, original, subjetiva, autônoma “se move dentro de um contexto constituído de outras pessoas”. Considera que a saúde personal ocorre sempre dentro de uma comunidade, interdependente e interatuante com diferentes pessoas ao longo da vida. Diz que o senso de interdependência faz parte do nosso inconsciente coletivo; mesmo que o inconsciente individual deseje afirmar a sua liberdade e “vontade de poder.” Para May, o sentimento e o medo de inferioridade são universais, típicos da condição dependente e interdependente de ser humano. Parece estar registrada na fase da infância ou ao estágio de primitivo que viveu a humanidade, incitando a superação com os ganhos da inteligência e civilização que se conquistou criativamente.

No campo da família ou da Terapia Familiar, é imprescindível que cada um de seus membros consiga analisar, descobrir e aceitar tanto este sentimento quanto a certeza do seu poder superador, criador e restaurador, ser acionado individual e grupalmente, na família. Ambos são forças matrizes que auxiliarão a encontrar formas criativas para alcançar relacionamentos saudáveis em grupo.

Graus não exagerados do sentimento de inferioridade, uma vez conscientes e bem articulados, não induzem ao abuso de poder ou ambição de centralização, nem levará os egos a assumirem “fachadas de superioridade”.

Maldonado afirma que todos nós estamos mergulhados nos grandes desafios da modernidade, e que vivemos sempre em busca de respostas aos dilemas que se apresentam. Para ela, usamos nossa criatividade e inovação. Pois, modernos estão perdidos e confusos, os filhos conscientes de suas liberdades e direitos, questionam sugestões e diretrizes, resistem a assumirem tarefas necessárias e tendem a buscar entretenimentos nem sempre adequados.

A autora afirma que “as crianças são agentes de mudança nas famílias”, cada uma, com suas características e formas de ver e agir no mundo, também ensinam e não só aprendem com seus pais. Jovens adolescentes, muitas vezes rebeldes e desafiantes podem estimular seus pais a revisitarem suas posturas rígidas, conduzindo-os a reflexões e ações mais enriquecidas na família.

Assim, os terapeutas familiares, poderão, como facilitadores, ajudar pais e filhos a valorizarem as contribuições positivas de cada um na família, em prol de um ambiente agradável. Mesmo que o consenso não predomine, a compreensão das diferenças e dos múltiplos conceitos de julgamento poderá redundar em uma dinâmica de maior interatividade, segurança e afeto.

A complexidade e riqueza dos afetos, os desdobramentos da vida no cotidiano das famílias não cabem inteiramente nas palavras. Mas, apesar disso, a troca de ideias é importante, nos enriquece com novas reflexões e descobertas na fascinante viagem pelo tempo. (MALDONADO, 2006, P.220)

  1. MAY, Rollo. A arte do aconselhamento psicológico. Petrópolis. Ed. Vozes, 16 ed, 1996.
  2. MALDONADO, Maria Tereza. Cá entre nós: na intimidade das famílias. São Paulo. Editora Integrare, 2006.

Publicação sugerida pelo autor.

31 Comentários Respondidos

  • Geovana do nascimento Nascimento  2 de julho de 2017 em 15:52

    O principal objetivo da terapia famíliar e levar os indivíduos descobrirem suas verdadeiras personalidades e aprender sobre sua condutas,e assumir responsabilidade de seus atos,pois a personalidade de um indivíduo e de extrema importância no desenvolvimento de uma família,para que tenham um ambiente saudável e de afeto mutos.

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  • Luciene Barbosa Lepaus  3 de julho de 2017 em 09:12

    Cada ser humano conhece a si próprio,por meio dos seus prós e contras.A partir do que ele defende e do que ele critica.Sendo que cada um é influenciado pelo meio ao qual habita e deve se adequar a ele.A cada dia adquirimos um aprendizado,pois o mundo muda a cada dia suas regras e formas de vivência.As crianças estão em constante aprendizado,cada pequeno detalhe ocorrido no dia-a-dia e um conhecimento adquirido.Nossas heranças culturais são nosso aprendizado adquirido por meios de nossos antepassados.

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  • Larissa Vieira Ferreira  3 de julho de 2017 em 11:04

    O compreender-se a si mesmo é uma vitoria muito importante quando alcançada, porque estamos o tempo todo em busca dessas respostas e compreensões, mas como tudo, quando nos jogamos no nosso inconsciente e descobrimos tudo que está ali, nossos medos, desejos adormecidos, sentimentos guardados somos colocados a prova, pois ai seremos desafiados a lidar com essas descobertas e teremos que dosar o que vamos colocar em pratica a partir desse momento.

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  • tania lucia coimbra santos oliveira  4 de julho de 2017 em 13:36

    a partir do momento em que a pessoa passa a conhecer a si mesmo ela consegue lida com os desafios que a vida lhe proporciona, não tem medo dos desafios, encara a vida e os problemas com mais facilidade, aprende a conviver tambem com a diferença das outras pessoas.

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  • Poliane Bitencourtt  5 de julho de 2017 em 14:19

    Em uma família é importante reconhecer e aceitar que todos os membros contribuem com conhecimentos e experiências, não somente os pais.
    Sabemos que os integrantes de uma família são diferentes, mas se houver respeito a convivência será mais leve.

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  • Natache Damasio  5 de julho de 2017 em 14:30

    Sabemos que o “conhecer a si mesmo”, não é tarefa fácil, por sermos seres influenciáveis. por isso, a terapia é tão importante, para nos mostrar e alertar do que poderíamos ser capazes, nos ajudando a compreender nossas atitudes e melhorando nosso convívio alheio, pois ao nos conhecer, temos ciencia de nossos limites.

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  • katissiani  7 de julho de 2017 em 09:43

    A função primordial da terapia familiar não é impor ou julgar nenhum conceito ou traço moral, mas ajudar os pais a transcenderem papéis básicos, lhes mostrando que proporcionar conforto, satisfazer as necessidades básicas dos filhos ainda é incompleto, mas mostrar afeto emocional, assim como as decepções e perdas são fundamentais para a arte de viver. Quanto aos filhos, o melhor que a terapia pode fazer é desobstruir as diferentes travas que impedem o pleno desenvolvimento de suas potencialidades.

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  • Patricia Batista Alonso  7 de julho de 2017 em 10:01

    A terapia familiar, vem com objetivo de fazer com que o individuo venha a se conhecer e se entender tirar o eu e com isso aprender respeitar uns aos outros.

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  • Evelyn Cristina  8 de julho de 2017 em 20:47

    Conhecer a si mesmo é um progresso complicado, não é tão simples enfrentar nossos maiores medos, conhecer nosso real desejo, sentimento e etc. No entanto quando as pessoas conseguem se alto conhecer, acredito que a vida delas mudam, a alta estima sobe e a confiança em si mesmo cresce, afinal a pessoa se alto conhece. Por isso a implicação da psicoterapia na vida ser humano é primordial para ajudar com que eles consigam se alto enxergar e saber de fato quem são eles atrás do inconsciente.

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  • Luismar de Lima s. Teodorio  8 de julho de 2017 em 23:02

    Acredito que não se pode amar o próximo sem amar-te a ti mesmo, e pra isso precisamos nos conhecer , quebrar alguns orgulhos bobos que só nos atrapalham e ter posterior à isso um ascendente e construtivo conhecimento de nós mesmos. Nos permitindo mais , para que assim pudéssemos começar a aceitar e entender o próximo.

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  • Miriam Almeida.  10 de julho de 2017 em 12:55

    Somos dotados de vontade, desejos só que não podemos deixar nosso ego e egoísmo tomar conta de nós. porque somos seres cognitivos e por isso não e porque o que eu quero o outro e obrigado a querer, podemos entender que vivemos sempre em busca de respostas aos dilemas que se apresentam. porque somos livres nossa mente e algo não observável por isso temos que ter muito cuidado como falamos ou expressamos com os da nossa família. principalmente as crianças precisamos ajuda-las ,vemos como e importante a terapia familiar para resgatar as origens da verdadeira família.

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  • Rafaela de Deus Freitas  16 de julho de 2017 em 19:50

    A Terapia familiar é um excelente instrumento do psicologo nas conduções de intervenção de trabalho. O terapeuta não pode estar cheio de conhecimentos deterministas, e muito menos religiosos, é necessário que utilize os recursos que dispões que fortaleça as relações familiares e gere mudança nesse comportamento. Sendo ele o mediador de conflitos poderá sugerir as mudanças necessárias para que haja o equilibro necessário.

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  • suellen xavier  17 de julho de 2017 em 14:42

    A terapia é uma ótima opção para a pessoa se ajudar, um psicologo tem o trabalho de ajudar as pessoas, ajuda-las a se auto conhecer e ajudar a lidar com a dificuldade familiar, as vezes só precisamos de alguém que possa nos ouvir e nos ajudar a fazer uma mudança em nossa família, muitas vezes a familia não sabe como se reerguer, por isso é sempre bom procurar um profissional que os ajude a encontrar uma maneira de lidar com os conflitos.

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  • Evelyn Alves da Cruz  18 de julho de 2017 em 18:12

    Por mais que dentro de uma família todos partilhem de uma mesma educação e mesmos princípios, todos carregam em si características próprias de personalidade. É importante ensinar e encorajar todo ser a refletir sobre si mesmo, fazendo assim com que se conheça melhor, pois quando sabemos quem realmente somos fica mais fácil enfrentar qualquer conflito interno e até mesmo conflitos com outras pessoas.

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  • LARISSA DUARTE CALDERIA  19 de julho de 2017 em 13:16

    Cada pessoa tem uma personalidade diferente, o casal que se junta para constituir uma família, cada um também tem a personalidade diferente é preciso ambos as partes entender isto para viver bem.
    Os filhos são espelhos dos pais, ou seja a criança vai se espelhar no pai e na mãe nas atitudes, quem forma o caráter do filho são pais, então é necessário os pais aprenderem a lidar com seus filhos, mas sempre os ensinos a ser pessoas com opiniões próprias.

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  • Jackeline Batista de Almeida Soares  19 de julho de 2017 em 18:17

    Quando nos conhecemos e nos aceitamos com nossos defeitos e qualidades fica mais fácil lidarmos com as dificuldades do outro. Diferenças sempre haverá, mas é necessário maturidade para reconhecer o erro e pedir desculpas. Quem se acha no direito de tudo e sempre quer ter razão, precisa se ato avaliar e buscar aconselhamento.

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  • Toaeny Cristina  19 de julho de 2017 em 18:23

    A terapia familiar sendo os conflitos os principais ponto da terapia até para a pessoa que esta sendo ouvida, que esta desabafando os conflitos é uma terapia que desenvolver o diálogo entre os membros familiares e assim ajudar na resolução de problemas e na conquista de relações respeitosas e ajudar a resolver os conflitos que se encontra o individuo, que vive seja lá qual for e melhorando o diálogo em família.

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  • Marcela Olivera  20 de julho de 2017 em 00:50

    A interferencia de uma terceira pessoa (profissional terapeuta) na vida familiar servirá como um alerta de que as coisas precisam melhorar, a ajuda profissional colabora a cada um para o encontro do “Eu mesmo”, da personalidade de cada um. As crianças são os grande responsáveis pelas mudanças e melhoras nos relacionamentos familiares.

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  • Mikaela Calmon  21 de julho de 2017 em 14:46

    Acredito que toda família deveria passar por um processo terapêutico, para se conhecer melhor e entender um pouco mais sobre oque acontece entre elas. Toda família tem seus altos e baixos, mas nada que não possa ser resolvido. Usando a minha família como exemplo, éramos completamente desunidos e vivíamos brigando, após o nascimento da minha filha que hoje tem 4 anos de idade, a estrutura da família mudou completamente. a chegada de uma criança com certeza transforma uma família.
    Talvez se tivéssemos passado por um especialista teríamos resolvido nossa situação de uma outra forma, mas não foi preciso graças a chegada de uma princesa.
    Uma criança pode mudar completamente um ambiente familiar.

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  • Ruth Ribeiro  21 de julho de 2017 em 16:13

    A terapia familiar é importante para as pessoas conseguirem resolver seus conflitos, conhecendo a si próprio, fazendo-lhe melhorar suas condutas no ambiente familiar, conseguindo lidar com os acontecimentos com mais facilidade.

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  • Kaila S Plinio 1° Período de Pedagogia  21 de julho de 2017 em 20:43

    O principal objetivo da terapia familiar e levar os indivíduos descobrirem suas verdadeiras personalidades pois cada individuo tem suas próprias características a partir do momento em que a pessoa passa a conhecer a si mesmo ela consegue lida com os desafios que a vida lhe proporciona, não tem medo dos desafios, encara a vida e os problemas com mais facilidade,e também aprende a conviver com a diferença das outras pessoas, como num casamento pessoas diferentes se unem mas aprendem a viver com as diferenças e dificuldades do outro formando então uma família.

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  • Luciene de Paula Tinoco  21 de julho de 2017 em 23:16

    A terapia familiar é de grande valia nas famílias de hoje, devido a tantos fatores que afetam a sociedade em geral, que por vezes tem trazido transtornos familiares e sociais, independente de classe social. A interferência de um profissional nesta área ajudaria muito na análise e compreensão dos conflitos familiares para um bom desenvolvimento social.

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  • azenilda  22 de julho de 2017 em 11:55

    a importância de conhecer a si mesmo e de extrema importância,um tanto difícil as vezes não aceitamos nossos próprios defeitos ou as qualidades de que temos,como vamos compreender o outro. a terapia deveria ser uma ferramenta de extrema importância nas famílias,pois auxilia e ajuda na convivência. sendo exemplos para as crianças se tornarem exemplos no futuro proximo

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  • jessica gonçalves  22 de julho de 2017 em 15:43

    Cada um carrega sua própria personalidade, então cada integrante de uma família tem personalidades diferentes, e a família precisa reconhecer isso e aceita as diferenças. Então a terapia família tem uma grande importância na vida das famílias com problemas e dificuldades em aceita a personalidade do próximo.

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  • Priscila almeida  23 de julho de 2017 em 22:17

    Na infância tudo vira novidade, o ato de se conhecer pode existir em cada um, mas existem aqueles que preferem copiar os exemplares, que para eles pode ser bom ou ruim, dependendo da família que convivem. Uma frase bem explicativa para isso que escrevi é essa (filhos de médico viram médicos), não é uma colocação radical.
    Então a família primeiramente deve ser o psiquiatra, terapia com a criança se tornaria uma relação amorosa que em futuro poderá ser bem aproveitada.

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  • christian carla neves de souza moreira  24 de julho de 2017 em 13:00

    Cria vínculos amorosos amorosos esta é a base e ser aceito e aceitar o outro de forma plena e sem discriminação ou hostilidade configuram se meios para curar qualquer família disfuncional.

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  • Izimar A. da Costa  24 de julho de 2017 em 21:58

    A terapia familiar não é só falar da família e do que acontece no seu meio, mas sim mostrar o que ocorre também no meio social.A terapia familiar busca colocar as famílias no centro de tudo buscando solucionar algum tipo problema, trazendo sobretudo a reconstrução de laços familiares.

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  • Thais Vilela  25 de julho de 2017 em 00:26

    Para muitos pais as decisões tomadas por eles sempre estarão certas, já para os filhos na maioria das vezes as decisões tomadas pelos pais estarão erradas. para o equilíbrio de ambas as partes é fundamental a terapia familiar, onde serão esclarecidos pontos que estão sendo estopim para o desentendimento dentro da família. trazendo um ponto de vista diferente, um membro se colocando no lugar do outro para uma visão mais ampla da situação!

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  • Thais Conceição  26 de julho de 2017 em 14:30

    Acredito que a terapia familiar ajuda a evitar problemas familiares ou auxiliar como agir durante ,ajuda os pais em tomar decisões certas diante dos filhos sem prejudicar ambas partes ,e assim vise e versa , acima de tudo mantendo o bem estar familiar .

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  • Taisa De Lima Lira  27 de julho de 2017 em 14:21

    Creio eu que a terapia familiar auxilia o individuo a se identificar dentro de sua família,também consegue a ajudar os pais em alguns conflitos de decisões sobre seus filhos mantendo o equilíbrio matrimonial. Mostrando nos que a família foi restituída como bem maior e através da terapia pais e filhos conseguem manter um equilíbrio dentro de casa

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  • Geilza de Souza Delfino Gomes  30 de julho de 2017 em 00:14

    É a través do processo da terapia familiar que muitos casais e filhos aprendem e começa a reconhecer as suas diferentes personalidades e começam a em tender melhor uns aos outros e a sim vem o respeito mutuo para a família.
    Mas para essa comunhão familiar acontecer ambos tem que se entregar realmente essa alto ajuda tanto da terapia familiar quanto a de Deus , principalmente ajuda que vem do alto que é o nosso senhor Jesus jamais pode faltar a fé no seio de uma família.

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