Esta área de conhecimentos multidisciplinar vem crescendo com importância pelas evidências de suas intervenções com efeitos produtivos.

O campo profissional da Psicopedagogia inclui a noção de equipe, onde psicólogos, pedagogos, médicos, sociólogos, linguistas, fisioterapeutas e outros estão voltados para um trabalho conjunto a favor do sujeito aprendente.

Abraçando as visões construtivistas e interacionistas da atualidade, no sentido da explicação e facilitação da construção e apropriação do saber, vemos, nessa nova modalidade de atendimento, nas questões de aprendizagem, uma poderosa força a reunir habilidades técnicas, conhecimentos específicos e habilidades interpessoais.

Sensibilidade e conhecimento em conjunto, parecem edificar uma fortaleza imbatível de cada ser que nesse mundo se abre para aprender a vida, é fato que emoção e razão precisam dessa sincronia móvel na sua comunicabilidade.

O perfil do psicopedagogo parece ser exatamente esse: um profissional, pessoa capaz de entender o outro, em profundidade, alcançando seus pontos vulneráveis oferecendo oportunidades de crescimento, ressignificados e novas formas de construções dessa comunicabilidade.

A Psicopedagogia, no Brasil, se abre para um novo tipo de compromisso, disponibiliza seu sentir e seu saber numa sociedade plena de carências, exclusões e desamparos, em meio a graves diferenças de classes sociais e, por mais que se tenham projetos, ainda existe a falta de oportunidades de desenvolvimento das crianças de periferia.

Sole (2001) ressalta a necessidade de que o psicopedagogo deva ter claro posicionamento e opções, tanto no campo da ética, quanto da ideologia e da ciência. Esse é um profissional que deve ter consciência política, engajamento nos processos de construção do saber e da cidadania.

O psicopedagogo é um profissional estratégico e reflexivo que analisa, avalia e interpreta os fenômenos que precisa enfrentar; que contribui com sua visão para que outros tomem decisões que permitam otimizá-los, que colabora, discute e chega a acordos. (SOLE, 2001, p. 28)

Dentro do contexto educacional e social, os feitos da psicopedagogia exigem uma postura articuladora e assertiva tomando por base o homem em seu valor de pessoa, seus direitos e possibilidades de vir a ser, na vivência educativa.

A Psicopedagogia em suas ações preventiva e inclusiva 3Os aspectos preventivos e inclusivos da ação pedagógica exigem um elevado grau de reflexões político-pedagógicas, assim como de conhecimentos da profissão em fusão com a sensibilização para os problemas que envolvem o processo da aprendizagem infantojuvenil.

Não pretendo romancear a ação psicopedagógica nem defender a pedagogia do amor, mas acredito ser possível usar uma linguagem sentida junto a uma responsabilidade ética e um saber refletido para obter transformações na forma de trabalhar com nossas crianças, e jovens, em processo de desenvolvimento e aprendizagem, em educação à felicidade. Perrenoud (2001) fala de uma pedagogia na escola das diferenças e de uma sociologia do fracasso. Acredita que precisamos, antes de tudo, nos sentirmos incomodados com os altos índices de fracassos escolares.

Parece ter havido certa sensibilidade quanto à indiferença às diferenças, diz o autor, já que é bastante incômoda a situação conforme a abordagem de Bourdieu e Parseron. Entretanto ainda está muito distante uma pedagogia inclusiva que consiga trabalhar bem a questão da diversidade em sala de aula.

Nessa linha de pensamentos, mais uma vez ressalto a psicopedagogia, como uma emergente função educativa e interventiva capaz de atuar de modo preventivo e inclusivo, abrindo alternativas de opções de saberes e construções dentro e fora das escolas de ensino regular.

Considerando que a maior preocupação da maioria dos professores é a de que seus alunos expressem seu aprendizado nos exercícios escolares, revelando habilidades e competências esperadas pelas instituições, é compreensível que estes mesmos professores se desliguem das questões socioafetivas dos alunos e suas outras habilidades a serem descobertas.

A Escola tem tentado acompanhar os progressos e valores mundiais em suas alterações paradigmáticas, mas ainda está bem distante. Por mais refinado e realístico que seja seu Projeto Político Pedagógico, percebe-se a distância enorme entre o ideal e o real, o que constituí um problema social e pessoal.

A psicopedagogia parece incitar a transposição dos limites do sujeito. As novas propostas psicopedagógicas partem do autoconhecimento e desenvolvimento emocional do educando.

Ele é convidado a se enveredar pelo conhecimento de si mesmo e do mundo onde está inserido como parte integrante, é estimulado a refletir sobre suas relações interpessoais e seu estilo de ser e viver aproveitando os conteúdos do seu pensar.

Aqui entram os conteúdos escolares, estão presentes os esforços por autonomia e uma liberdade transformadora a partir das novas relações aprendente e ensinante em sala de aula. Nessa linha, o psicopedagogo convida o professor a participar de seu trabalho na edificação de uma postura psicopedagógica em sala de aula.

Os limites dos alunos, em processo inclusivo, passam a representar motivos de desafio. Articulam-se os aspectos afetivos e intelectuais de modo a permitir prazer na construção de novos conhecimentos. Fonseca (1995) discutindo estratégias de intervenção psicopedagógica, defende uma filosofia educacional em que toda criança tem o direito de ter acesso a um modelo de educação que lhe estimule a realizar o máximo do seu potencial físico intelectual.

Fonseca acredita que a atitude passiva e pessimista dos educadores, diante das crianças com NEE, precisa ser alterada para outra – ativa e otimista. Defende-se as ideias dos diagnósticos abertos e desacredita-se na infalibilidade dos diagnósticos quantificados, pois são como uma forma de segregação, o que não condiz com a função educativa.

Ao profissional da psicopedagogia cabe também participar, sensitiva e cognitivamente, das ações preventivas nas instituições de modo a vasculhar causas, efeitos e riscos em relação às aprendizagens escolares. A Psicopedagogia em suas ações preventiva e inclusiva 4

O psicopedagogo, geralmente está atento para os diferentes fatores em relação aos quais possa estar à dificuldade na aprendizagem. Na psicopedagoga clínica, ressalta-se os fatores de natureza física (e de saúde); os de natureza cognitiva e maturacional (percepção, raciocínio etc); os de natureza emocional e socializadora; os fatores de natureza pedagógica (em suas diferentes modalidades); os fatores linguísticos e os ambientais de modo geral.

Para muitos estudiosos da área, a psicopedagogia tem uma ação terapêutica também preventiva, auxilia o sujeito na sua busca de modalidades de aprendizagem e atua em conjunto com outros profissionais para alcance dos objetivos em soluções de aprendizagem.

Giusta (1985) contesta o conhecer psicológico como sendo um todo harmonioso, pois a própria história dinâmica do homem não é harmoniosa. Em suas concepções de aprendizagem enfatiza as relações sociais já que cada eu é construído no compartilhar com muitos outros indivíduos por força das relações históricas e sociais.

  1. FONSECA, Vitor. Dificuldades de Aprendizagem. Porto Alegre. Artmed, 1995.

  2. GIUSTA, Ângela. Concepções de aprendizagem e práticas pedagógicas. Educação em Revista, Belo Horizonte (1): 24-31, jul/1985.

  3. PERRENOUD, P. A Pedagogia na escola das diferenças: fragmentos de uma sociologia do fracasso. 2 ed.. P.A. Artmed, 2001.

  4. SOLÉ, Isabel. Orientação Educacional e Intervenção psicopedagógica. Porto Alegre. Aritmed, 2001.

Publicação sugerida pelo autor.

25 Comentários Respondidos

  • Joselândia de Almeida Barbosa  6 de junho de 2017 em 16:32

    É notório a relevância deste profissional nas nossas escolas públicas, pelo fato do grande número de crianças com dificuldade de aprendizagem onde muitas causas são desconhecidas. O psicopedagogo num trabalho de equipe, junto a gestão, auxilia com medidas preventivas a um futuro fracasso escolar (alunos desmotivados a continuar a estudar).

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    • ELISÂNGELA OLIVEIRA LIMA  7 de junho de 2017 em 16:44

      Em um aspecto escolar sem duvidas é muito importante, para o ser aprendente que ele esteja inserido no âmbito escolar, para que ele possa interagir com o meio. Mas este espaço não deve ser limitado é preciso que haja acompanhamentos multidisciplinares.

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  • Thaynara Regina Samora  7 de junho de 2017 em 16:48

    Excelente texto, onde pude compreender mais sobre a psicopedagogia e alguma de suas funções, compreendi que o psicopedagogo não atua sozinho e sim com uma equipe de profissionais.

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  • Tania Regina Francisco  7 de junho de 2017 em 21:29

    Sem dúvida nenhuma que esse profissional , tem que analisar, interpreta pontos importantes. , com a capacidade de entender a outro de forma construtiva num trabalho de equipe, junto com getão, percebendo as dificuldade da criança no ensino de aprendizagem , assim vai motivando essa criança a continuar na escola .

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  • Rozineia Ferreira  7 de junho de 2017 em 21:52

    A psicopedagogia trouxe para o ambiente escolar uma junção de trabalho em equipe, onde os mais diversos profissionais se unem em volta de um objetivo: o sujeito aprendente. O psicopedagogo tem um perfil profissional articulador de utilizar estratégias para facilitar o diálogo entre essa comunidade escolar, buscando formas reflexivas que possibilitem a colaboração da construção do saber voltada para o crescimento escolar.

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  • Zenaide Fernandes  7 de junho de 2017 em 22:20

    Zenaide Fernandes,7 de Junho de 2017 em 22:07
    O papel do psicopedagogo escolar é muito importante, pode e deve ser pensado a partir da instituição,é de suma importância no seu papel na função de social de socializar os seus conhecimentos disponíveis, promover o seu desenvolvimento cognitivo,ou seja, através de aprendizagem, o sujeito é inserido de forma organizada no mundo cultural e o que é incorporada a sociedade.Na abordagem preventiva, o psicopedagogo preocupa-se especialmente com a escola, que é pouco explorada e há muito o que fazer, pois grande parte da aprendizagem ocorre dentro da instituição, na relação com o professor, com o conteúdo, e com o grupo social escolar como um todo.

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  • Claudia Santos Coutinho  8 de junho de 2017 em 09:45

    Sem sobra nenhuma de dúvidas, a figura deste profissional é de extrema importância para o homem. O seres em sua totalidade precisam ser olhados e entendidos como tais. A sensibilidade e alteridade desde profissional valoriza o ser de maneira global, contribuindo para seu desenvolvimento integral e o tornando mais seguro e confiante.

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  • Alcéia de Fátima Leite Barcellos  8 de junho de 2017 em 10:45

    O psicopedagogo é um profissional de fundamental importância no processo educacional, ele veio para tender a um demanda escolar, com suas articulações, propostas e mecanismo de ações; proporcionando ao professor um caminho facilitador no ambiente de construção de aprendizagem com novos recursos para que a criança possa ter uma melhor concentração com o uso das tecnologias, jogos e outras atividades.

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  • Simone Cândida de Andrade  8 de junho de 2017 em 17:37

    Diante da complexidade do processo de ensino-aprendizagem, a figura do psicopedagogo vem para apontar (e participar), aos atores sociais envolvidos neste processo, alternativas que os auxiliem. Porém, como já fora citado anteriormente, esta não é uma tarefa fácil, pois, requer políticas públicas educacionais eficazes.

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  • Suênia Pádua  9 de junho de 2017 em 09:54

    A mente humana é dotada de mistérios que a medicina ainda não conhece. Por mais que existam estudos avançados e muitas descobertas, esses mistérios desejam ansiosamente ser desvendados por médicos e outros profissionais. Na busca e tentativa de melhorar as condições de aprendizado do sujeitos aprendentes, estratégias e medidas tem sido adotadas por profissionais, para facilitar o desenvolvimento e diminuir as dificuldades encontradas por docentes e discentes.

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  • Helenir de A. Bertoldo Buker  9 de junho de 2017 em 10:58

    Texto rico em informações onde podemos perceber que o psicopedagogo é de extrema importância para a real inclusão do sujeito aprendente, em especial os NEE. Porém para uma real inclusão e a garantia de que estes possam evoluir em seu aprendizado e obter sucesso nesse processo, é fundamental e indispensável um trabalho em equipe, onde envolva além dos profissionais de educação, os profissionais da área da saúde também.

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  • Evelyn de Amorim Bastos  9 de junho de 2017 em 11:50

    O psicopedagogo veio para somar com o trabalho dos profissionais na escola tanto quanto com as famílias também assim forma uma equipe positiva e transformadora na vida do aluno. O psicopedagogo auxilia o professor a lidar de forma favorável e positiva na vida de alunos com NEE, pois são conhecedores de técnicas somativas a essas situações, transformando situações que poderiam ser negativas em positivas com seu trabalho de incluir e otimizar acordos entre os professores e esses alunos, não apenas os professores mas a equipe escolar num todo.

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  • Eliana Azevedo Morellato Trancoso  9 de junho de 2017 em 19:39

    O psicopedagogo estuda os processos de aprendizagem de crianças, adolescentes e adultos. Ele identifica as dificuldades e os transtornos que interferem na assimilação dos conteúdos aplicados pelo professor em sala de aula. Assim, ele dará todo apoio necessário e positivos, principalmente a esses alunos com NEE , e até mesmo a família.
    Por isso que professor e psicopedagogo devem sempre ter sensibilidade e trabalhar em conjunto, para que essas crianças tenham um ensino de qualidade.

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  • Leticia Ramos Rodrigues  9 de junho de 2017 em 20:38

    O psicopedagogo num trabalho de equipe, junto a gestão, auxilia com medidas preventivas a um futuro fracasso escolar (alunos desmotivados a continuar a estudar) também auxilia ao professor a lidar de forma favorável e positiva na vida de alunos com NEE

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  • George Hilton Brito Pereira  7 de novembro de 2017 em 20:38

    Perceber o aluno de modo holístico e conduzir o processo de ensino e aprendizado considerando as muitas variáveis que envolve essa atividade, é fundamental na construção de métodos e políticas públicas que atendam as demandas escolares em seu papel facilitador do acesso ao conhecimento. a ciência pedagógica conta hoje com fortes aliados no enfrentamento dos muitos desafios que se apresentam na missão de educar, ao perceber a extrema carência emocional e a fluidez superficial das relações familiares e sociais a que os estudantes estão submetidos, não se pode ignorar a necessidade de um envolvimento emocional dos educadores. A pedagogia enfrenta o desafio de apresentar caminhos que possam contornar os danosos aspectos sociais que obstaculam o acesso ao saber, as mazelas sociais e as feridas emocionais engrossam tal desafio nos tempos modernos. obviamente não é responsabilidade apenas da psicopedagogia de promover o educar e aos mesmo tempo atender aos apelos emocionais do educando, perceber quais sejam tais apelos já é de grande contribuição na construção de uma educação preventiva e inclusiva.

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  • Ana Ligia Meira  22 de novembro de 2017 em 00:20

    Há pessoas que ficam anos sem saber ao menos o básico do que é ensinado na escola, não conseguem se adaptar aos colegas da sala de aula e nem acompanhar os conteúdos. Se ler e escrever pode se tornar algo complexo, que dirá as demais informações. Alguns professores conseguem notar sinais que algo não vai bem, mas nem sempre sabem lidar com o problema.
    Atualmente, o profissional especializado para identificar problemas durante o processo de aprendizagem do aluno é o psicopedagogo. Ele pode, junto com outros profissionais, diagnosticar qual é a disfunção exata que há com a pessoa, para que a mesma venha ter um desenvolvimento significativo na vida. Antes de procurar professores que deem aulas de reforço, é interessante buscar um diagnóstico clínico.

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  • Nathália Barreto Pinheiro  4 de dezembro de 2017 em 16:17

    Pensar em ação interventiva, é algo que pensamos quando alguma situação chega ao extremo. O psicopedagogo atua profilaticamente, de maneira preventiva. Atua como parte da equipe multidisciplinar, que contribui como mediador em aspectos inclusivos. O mesmo é estratégico, avaliativo e intermediador de suas práticas.

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  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  5 de dezembro de 2017 em 20:52

    Em uma escola onde o quantitativo tem sobreposto o qualitativo, a psicopedagogia surge como um balsamo. Os professores mal dão conta do currículo exaustivo que precisam desenvolver, e a falta de uma formação mais profunda e ampla que lhes ofereçam uma capacitação apropriada para entender as diversas necessidades especiais de aprendizado.
    A psicopedagogia é uma ferramenta para profissionais, pais e educandos com necessidades especiais de aprendizado, e muito tem a contribuir para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social da criança.

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  • Ana Paula Cosenza  10 de dezembro de 2017 em 14:05

    Sem dúvida nenhuma o papel do psicopedagogo vem para somar a escola na construção do saber do aprendiz. Assim como ele, toda uma equipe multidisciplinar em seus diferentes papéis somam e alinham a busca do apreender em suas diferentes formas, pois sabemos que cada uma pode apreender dentro de seu tempo e de acordo com suas especificidades.
    Chamou-me atenção uma parte do texto que considero muito importante, onde relata a importância da equipe docente para o aprendiz em não só alcançar competências esperadas pela Instituição Escolar, mas também outras habilidades a serem descobertas e questões sócioafetivas; essas estão inseridas em um currículo oculto, com valores sociais importantíssimos pra vida. O psicopedagogo pode e deve mediar essa importante visão entre famílias, outros especialistas e escola para a vida do estudante.

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  • Rejane Senna  10 de dezembro de 2017 em 21:52

    O papel do psicopedagogo nas instituições de ensino, seja ela pública e/ou particular, se faz necessário pela sua relevância na área de atuação e na contribuição com outros profissionais/ multidisciplinar, contribuindo de forma positiva e produtiva, de maneira holística, identificando e evidenciando situações que possam prejudicar no desenvolvimento do aprendente.

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  • Janine Manhães Teixeira  10 de dezembro de 2017 em 22:19

    O objeto de estudo da Psicopedagogia é a aprendizagem, como ela se dá e o que a impede de acontecer. O psicopedagogo atuante, está em constante investigação com seus alunos, criando estratégias, traçando objetivos, observando os fatores de interferência. Em parceria com as demais áreas forma uma equipe multidisciplinar a fim de estimular avanços na aprendizagem.

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  • TATIANE APARECIDA DE SOUZA MENDONCA  10 de dezembro de 2017 em 22:33

    Tatiane Mendonça
    1º Período de Neuropsicopedagogia – Censupeg- Rio das Ostras – RJ – Turma 2
    A cada ano que passa, percebe-se a relevância do trabalho desse profissional. Ele facilita o trabalho do psicólogo, do neurologista. Ele age diretamente no auxílio às famílias e escolas. Busca estratégias de inclusão propriamente dita em estabelecimentos de ensino regulares. Precisamos nos apropriar com mais afinco da nossa importância na educação preventiva e inclusiva.

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  • Geisa Goulart Barreto  10 de dezembro de 2017 em 22:52

    Sem dúvidas o profissional da Psicopedagogia é de suma importância para a escola e para o aprendente. É notável ainda a crescente demanda destes profissionais, uma vez que ele se torna importante aliado na busca de soluções para as dificuldades de aprendizado para uma educação preventiva e inclusiva.

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  • izabel cristina dos santos silva  11 de dezembro de 2017 em 00:06

    A figura deste profissional é de importancia para a vida humana as pessoas precisam ser vistas de maneira diferenciada fazendo que ele se integre de forma culta e social;

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  • Daniele Almeida Freire  11 de dezembro de 2017 em 13:31

    Para se adquirir um desenvolvimento pleno, muitas carências já são explícitas na infância, onde o psicopedagogo contribui aplicando seu conhecimento para agir na circunstância , com o propósito de oferecer oportunidade de crescimento e ferramentas necessárias para a construção da aprendizagem.

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