A família em novas construções: o sujeito e o grupo familiar 3Um dos grandes e eternos problemas da humanidade liga-se à questão dos relacionamentos sociais. Cada homem parece trazer em si um impulso enorme em direção ao outro, talvez originado pela própria natureza dependente, talvez pelos registros arcaicos da sensação de fragilidade diante dos riscos do seu ambiente hostil, talvez por inerências ou outras razões. O fato é que cada um de nós necessita viver entre outros da mesma espécie, em trocas constantes, vinculares ou competitivas, para, quem sabe, se sentir vivo, significativo e mais seguro.

Angerami procura refletir sobre a complexidade da singularidade humana e a força dos relacionamentos. Diz que há vários modos de conceber o sentido de humano; cada um de nós traz a marca afirmativa de ser, numa espécie de imanência e esta é tão forte quanto à força da nossa inserção na cultura. É com essas duas forças que invariavelmente se processa a afirmativa da subjetividade e a consciência social da realidade.

O autor considera que cada ser humano é realmente sujeito único, mas com potenciais para ser social, e com estas duas características, busca sua completude, às vezes em desespero, na certeza de ser sempre inacabado.

Como edificador de sua identidade no contexto social, cada indivíduo o faz nas relações com os demais, e sua história única é também conjunta, ao mesmo tempo, em combinações e contestações, numa luta constante para afirmar-se sem prescindir do coletivo que sustenta e reforça seu sentido existencial no mundo.

A família em novas construções: o sujeito e o grupo familiar 4Deste modo, ao iniciarmos nossos trabalhos como terapeutas familiares, visualizando o sistema familiar, o mesmo jogo dinâmico precisa estar presente no grupo familiar e cada membro que o compõe. A dinâmica, ou processo relacional e intersubjetivo, nos parece tão forte que não temos como privilegiar um ou outro.

Por mais que estudemos as diferentes teorias, tanto as individuais como as grupais, nossas experiências de vida e trabalho veem reafirmar nosso compromisso com ambos – a individualidade com toda a subjetividade construída e o grupo familiar com suas forças de interatividade e conflito.

Vemos a ânsia de liberdade muitas vezes contrastando com as condutas de submissão e companheirismos, assistimos muitas vezes a autonomia se dobrar, abafando desejos e esperanças, para atender às expectativas do grupo de convívio, do qual se precisa.

Pode ser que não apenas sigamos as ordens da natureza quando buscamos a completude do matrimonio, ou quando decidimos nos abrir a uma comunidade; talvez haja mesmo uma parte do mais profundo humano em direção à comunhão com o outro a se debater com a outra parte que se defende dos grilhões impeditivos da liberdade de ser e fazer.

Na família, diversas vezes as pessoas se debatem entre a prisão e a soltura, entre sentimentos conflitivos, sentimentos de culpa, receio de perdas competindo com a ânsia de ser livre e automaticamente independente.

Na realidade prática, é fácil perceber que negando os princípios da modernidade racional, a lógica não é suprema decisória no mundo das pessoas em suas relações. As emoções, os sentimentos permeiam por tudo o que fazemos e decidimos.

Argerami diz que a construção em si mesmo, “o si não está definido previamente”, para ele a essência que existe na pessoa humana que se constrói, se estabelece frente a “um sem número de condições” e por certo, a maior parte das escolhas humanas transita entre essas condições e as “forças do coração”.

O construtivismo, como uma posição teórica, está embasado na questão da construção ativa de cada sujeito, inclusive como construtor de seu conhecimento, mas sempre a partir de relações e interações no mundo real, entre fatos, condições e sujeitos. Assim, a psicologia da construção mesmo insistindo nessa ação produtora, não ignora que tudo parte da constituição nascida, que é feita ativamente na vivência múltipla e relacional com o qual o sujeito se depara participativamente. É difícil afirmar que cada pessoa é única, no sentido de separada de outras pessoas, assim como é impossível afirmar que cada um é responsável pelos resultados de seus infortúnios ou algemas, produções ou perdas. Tornar-se humanos, muitas vezes é praticar a despersonalização ou a desistência de ser ele mesmo, não só em prol do outro, mas porque o outro está inserido como parte da humanidade social que nele existe.

A família em novas construções: o sujeito e o grupo familiar 5Na linha do aconselhamento familiar, a postura do terapeuta está na condução da equivalência do sistema familiar, e possivelmente abrange a interdependência e interatuação que tanto se caminha para a unicidade como a comunhão ou conjugação com o conjunto que lhe garante o alcance mais completo e próximo, na intimidade das trocas, a consciência de ser significativo, presente e atuante no mundo.

O indivíduo, visto como átomo ou partícula indivisível não pode prescindir dessa unidade que já é uma espécie de totalidade. No seu sentimento de existência única e personal também será necessário que se perceba como parte de um conjunto social que se inicia com a família. A singularidade não se definha mas se reveste de novas singularidades que com ela tornam nova configuração. Entre tanto, como qualquer mudança ou perda, traz desequilíbrios, dor, sofrimento e, consequentemente defesas, rejeições, e até agressões.

Percebemos, nesta linha de pensamento e nas experiências de orientação familiar, o quanto isso é desconhecido por cada membro e por toda a família que chega até nós; e temos a oportunidade de, por empatia, sentirmos o seu sofrimento e dificuldade solucionadora diante da complexidade da vivência familiar.

Cada um tenta se destacar e se tornar pertencente no grupo familiar, como se tivesse de conviver entre dois mundos, com suas estranhezas e familiaridades. As ações modernas são observadas como luta por afirmativas angustiantes, entre ser o centro de tudo, livre para atender seus desejos, e ao mesmo tempo necessitando ser significativo e aberto aos olhos dos outros; todos precisam da aprovação social,, as vezes isso deixa o sujeito fragilizado e quase impotente diante das frustrações, já que cada um hoje se percebe como ser possível de fazer a sua própria história

Argerami diz que em meio às carências, várias pessoas são atraídas pelo consumo, na ânsia de preencher suas faltas. Na família, esse consumo aparece na forma de cobrança de atenções, prioridades, carinho, preferências, plena aceitação do outro sobre suas características, gestos, desejos, encontrando-se dificuldades extremas em estabelecer trocas necessárias à vida no grupo familiar.

  1. ARGERAMI, Valdemar Augusto. Psicologia e Religião. Ed. Cengage Learning, 2008.

 

Publicação sugerida pelo autor.

34 Comentários Respondidos

  • Priscila Almeida  13 de maio de 2017 em 10:45

    Tanto na vida amorosa, quanto na relação de pais e filhos existe essa barreira, o parceiro (a) se submetem ao outro, deixando seus desejos e sua liberdade para trás. Existem casos de descontrole do causador, quando percebe que esta perdendo o controle da situação, fazendo leva- lo a loucura, até mesmo a morte; Então não esta só relacionada a pessoa que se redime e sim também ao manipulador.
    No caso dos pais, essa libertação fica mais visível na adolescência, onde jovens se descobrem de maneira radical, achando caminhos diversos, ate mesmo na violência e outras; No caso do sujeito do grupo familiar, o ato de punir e reprimir esse filho e sempre o primeiro passo a ser dado, e isso esta incorreto, pois é nessa forma que ele não o enxergar como um pai e sim como o autoritário de si próprio , construindo uma barreira, formando o sujeito e o grupo familiar indiferentes, sem união.
    Na minha opinião a solução é conversa com especialista, deixar que o outro desabafe, ao mesmo tempo descobrindo o que tornou você assim, e trazendo a família em um só mundo.

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  • Suellen xavier  13 de maio de 2017 em 21:47

    Hoje em dia as pessoas se privam de seus sonhos e desejos por causa de seus familiares ou de companheiros e isso acaba lhe trazendo uma grande frustração, no caso do casamento a pessoa por ser frustrada passa isso também para seu filho,tem alguns pais que por serem frustrados predeem demais seus filhos não os deixa viver a vida e por isso os filhos se sentem sufocados e começam a fazer coisas erradas, a família fica toda desestruturada e não sabem como se reerguer, na minha opinião essas famílias precisam de dialogo com um especialista que os ajude e ensine os pais dialogarem mais com seus filhos e seus filhos entenderem mais seus pais.

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  • Amanda de Fátima Bernardes Wanderley  13 de maio de 2017 em 23:27

    No meu ponto de vista, ninguém devia se oprimir por ninguém, muitos casais deixam de lado desejos e sonhos porque​ o outro não apoiaria, se tiver uma desestrutura todos saem prejudicados, principalmente os filhos, tem pais que quer descontar problemas nos filhos, ser autoritários, e isso faz com que ele se revolte, queira conhecer coisas novas, e nessas horas que esse jovem entra pra criminalidade, ou perde o respeito com a família, se sente sozinho, oprimido e fica desacreditado de uma vida boa e agradável, e só enxerga a autoridade dos pais, não se sente compreendido, e tudo isso acaba gerando grandes conflitos nesse grupo familiar.
    País e filhos precisam de ajuda profissional, e saber dialogar mais, e buscar entender um ao outro, para ter uma boa convivência.

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  • CARLA RODRIGUES EDUARDO JARETA  14 de maio de 2017 em 16:52

    Quando decidimos formar nos familias, idealizamos a mesma em plena harmonia e funcionamento.
    Mas a prática é bem diferente, não existe uma receita onde podemos seguir que no final tudo sai perfeito.
    São pessoas diferentes dois seres com individualiades com ações diferentes que irão se conhecer para assim então construir este novo grupo familiar.
    A muitos contratempos que devem ser analizados de forma amigavel para que tudo sai de acordo com o desejado.
    A familia é algo único um lugar onde as diferenças são necessárias para que haja harmonia e singularidade não existe familia perfeita, mas espera-se que cada individuo seja de alguma forma feliz necessitamos de compreender e respeitar a individualidade para que haja um equilibrio

    Responder
  • Bárbara Roni  14 de maio de 2017 em 17:10

    Matrimônio – é uma cerimônia importante de amor, união e da confiança em Deus no casamento.
    Quero focar nessa palavra, muita das vezes o indivíduo busca no matrimônio algo de liberdade, mas se enganam, é algo mais sério do que essa sensação de liberdade. A vida sozinho acaba, porque tem que existir um compromisso maior com a família que vai constituir. No começo é algo difícil e complicado, a singularidade vai se perdendo e entra a coletividade. O indivíduo não esta mais só, constituiu um bem mais precioso que existe: “A Família”. Nesse novo passo de sua vida existe várias trocas de sentimentos que nos confundem e nos perguntamos se fizemos a escolha certa. Mas a palavra de Deus em Gen.2,18a diz: “Não é bom que o homem esteja só”. Enfim, chego a conclusão que o indivíduo fez,sim, a escolha certa. Apesar de tudo que acontece dentro de um relacionamento a dois no final vai vale a pena.

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  • Mikaela Calmon  14 de maio de 2017 em 22:37

    Fomos criados para viver em uma sociedade, para conviver com as diferenças.
    E sendo em um grupo familiar, não seria diferente, nenhum casal é perfeito, nenhum casamento é blindado. O homem e a mulher, tem suas desigualdades, suas concordâncias e discordâncias.
    Não é fácil manter uma vida a dois, manter uma família estruturada, mas também não é impossível.
    Muitas famílias se deixam levar por discussões bobas, por coisas que poderiam ser resolvidas de maneira fácil, mas optam por brigas, conflitos, assim causando o afastamento e a falta de diálogo, resultando na carência, a falta de amor.
    Família é coisa sagrada, a maior benção.
    Acredito que, com paciência, sabedoria e muita conversa, nossas famílias seriam melhores, mais felizes e muitos casais não se separariam.
    O diálogo é sempre muito bem vindo, seja ele em meio a família ou até mesmo com especialistas.

    Responder
  • Mikaela Calmon  14 de maio de 2017 em 22:38

    Fomos criados para viver em uma sociedade, para conviver com as diferenças.
    E sendo em um grupo familiar, não seria diferente, nenhum casal é perfeito, nenhum casamento é blindado. O homem e a mulher, tem suas desigualdades, suas concordâncias e discordâncias.
    Não é fácil manter uma vida a dois, manter uma família estruturada, mas também não é impossível.
    Muitas famílias se deixam levar por discussões bobas, por coisas que poderiam ser resolvidas de maneira fácil, mas optam por brigas, conflitos, assim causando o afastamento e a falta de diálogo, resultando na carência, a falta de amor.
    Família é coisa sagrada, a maior benção.
    Acredito que, com paciência, sabedoria e muita conversa, nossas famílias seriam melhor, mais felizes e muitos casais não se separariam.
    O diálogo é sempre muito bem vindo, seja ele em meio a família ou até mesmo com especialistas.

    Responder
  • Geilza de Souza Delfino Gomes  14 de maio de 2017 em 23:05

    É verdade que o ser humano não foi criado para viver só, ambons dependem um do outro . Hoje a nossa sociedade desenvolvida nos oferecem novas tecnologias que vem na contramão de tudo isso , é comum encontrarmos em um lar familiares dentro da sua própria casa com versando por aplicativos tecnológicos , tirando a necessidade de olhar nos olhos um do outro quando se conversa . construindo uma barreira e formando famílias indiferente e sem união.

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  • Neilza Monteiro Lopes  15 de maio de 2017 em 00:14

    Quando transferimos nossos desejos e anseios para o outro pode ser muito frustrante e, na maioria das vezes, o resultado não é positivo.
    Temos que buscar a realização individual e respeitar o desejo do outro. É muito comum nas famílias um membro se anular em detrimento de outro e ainda colocar a culpa de suas frustrações naquele em quem projetou seus anseios. O meu desejo não é o seu, mas podemos caminhar juntos, um respeitando o outro.
    Cada ser humano é único e para que haja harmonia e respeito, principalmente na família, é preciso muito diálogo e compreensão. Família é a base de tudo, nosso porto seguro, se não encontramos o equilíbrio nela, sairemos doentes para todas as outras etapas da vida.

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  • izi-costa  15 de maio de 2017 em 08:42

    As famílias evoluiu de tal forma que acabou perdendo assim o verdadeiro sentido de criar uma família.As coisas se perderam de um jeito que cada membro da família vivem por si mesmo,isso gera um conflito uns com outros prejudicando a união de todos ,deixando a família sem nenhuma estrutura,com a falta do dialogo os filhos são os que mas sofre por não ter um apoio familiar e acaba precisando da ajuda de um um especialista para ajudar no seu desenvolvimento .

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  • Veronica Lube  15 de maio de 2017 em 14:07

    A partir dessa experiência, tem-se como objetivo geral propor uma reflexão que dialogue com a teoria a partir de situações do cotidiano, possibilitando uma compreensão da realidade familiar, tendo em vista a necessidade de repensar os conceitos construídos acerca das questões familiares. Sendo assim, designar o que significa família, é um tanto que perigoso, pois essa concepção deve levar em conta o que está a sua volta, a realidade a qual está sendo mencionada, quais são as dificuldades, necessidades tanto materiais quanto afetivas dessas família

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  • Laisnara Cristina  15 de maio de 2017 em 15:24

    A partir do momento que decidimos ter uma família, temos que estar dispostos a aceitar e conviver com as diferenças.
    Quem acha que e fácil manter uma vida a dois está completamento iludido.
    Quando na família existe um individualismo, não se pode mais ser chamado de família. Para tudo nessa vida nós devemos pagar um preço, então no final vai valer a pena.

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  • CLAUDIA RABELO SANTOS  15 de maio de 2017 em 15:50

    No mundo contemporâneo, as mudanças nas formações desse núcleo social família, foram intensas e causam discussões, essas mudanças vem desde os tempos antigos, as características foram se modificando e permitindo apresentar um novo arranjo, os quais dificultam sua definição e impossibilitam seu enquadramento em um modelo universal. Pois cada geração que passa as pessoas estão menos interessadas em formar uma família, e quem consegue uma geralmente se enquadra nesse perfil moderno e com novos pensamentos e outros tipos de educação. Estas constantes mudanças afetam os membros familiares e as relações que se desenvolvem no interior dela , ocorrendo na medida em que acontecem as transformações da sociedade, uma vez que a organização familiar varia conforme a época, cultura e condições sociais. Sabemos que o tempo não para e sempre estaremos em evolução, mas será que essa mudança vai melhorar aquela base deixada pela família tradicional, seu valores, éticas ,passados de geração pra geração? A família contemporânea possui características diferentes das anteriores, agora não existe modelo único de família, que é substituta da tradicional. hoje um grupo de pessoas que escolhem por razões afetivas conviver com outras pessoas em determinado local tendo ou não criança, adolescentes, jovem ou idoso. Juntamente com essa nova formação familiar os problemas sociais, econômicos, psicológicos foram sendo constatados. Havendo uma tendência maior a retratar a importância e influências da família para a construção do sujeito.

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  • Erieth dos reis pechincha rodrigus  15 de maio de 2017 em 15:54

    Vivemos em total conflito com nos mesmo,e muitas vezes buscamos nos completar em relacionamento,seja amoroso ou familiar.
    muitas vezes nos frustamos com nossas imperfeiçâes .
    Buscamos suprir nossas carencias atraves do consumoque pode ser manifestado em forma de combrça de atençâo,carinho,entre outras.

    Responder
  • Vitória Gomes Cassiano Barcellos  15 de maio de 2017 em 15:58

    Nós seres humanos, temos bastante dificuldade em se relacionar com outras pessoas, pois é muito difícil para nós aceitarmos as diferenças do próximo.
    Antes do casamento quando o casal possui um relacionamento onde eles não convivem o tempo todo juntos e não moram na mesma residência, é muito bom o convívio entre ambos. Já no casamento precisamos lidar com as diferenças do companheiro(a) o tempo todo, não é fácil lidar com uma pessoa que foi criada com costumes totalmente diferente dos seus, uma pessoa que tem uma outra visão para o mundo, mas necessitamos aprender a conviver e aceitar essas diferenças. No casamento não podemos nos privar dos nossos desejos (sempre respeitando o companheiro(a) é claro) precisamos nos sentir realizados, mas para evitar conflitos, precisamos sempre dialogar, precisamos nos realizar primeiro antes de realizar os desejos dos outros, precisamos crescer individualmente para que possamos ter um relacionamento saudável, mas para isso é preciso a aceitação do indivíduo como ele é.

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  • Lorenna Nascimento  15 de maio de 2017 em 16:19

    Em muitos casos a pessoa deixa de viver, fazer o que mais gosta por causa de alguém, com pensamentos até mesmo de que sem o outro não sera feliz e acaba guardando dor, angústia e muitas incertezas, uma mente confusa que ja não sabe mais se realmente está presa a aquela pessoa ou não. E com isso causando em si mesmo um futuro desequilíbrio emocional. Não se pode aceitar isso, somos pessoas livres. Usar máscaras para dizer que esta bem ou feliz mas que por dentro esta aos pedaços não é bom, não faz bem, é perca de tempo. Ninguém é igual a ninguém, mas o respeito é essencial, na vida, e principalmente dentro de um lar.

    Responder
  • MARA CRISTINA ANDRADE NUNES LIMA  15 de maio de 2017 em 17:12

    Quando se forma uma família temos que ter consciência que casamento é coisa séria, o tempo passou e as coisas mudaram.Pode acontecer de ter que abrir mão e alguma coisa para não gerar discoria entro e casa. Caso aconteça algum problema o melhor a fazer é ter dialogo, e tentar resolver o que está acontecendo para não envolver outras pessoas e principalmente os filhos. Falar com sabedoria e saber escutar o outro é fundamental para se ter um bom relacionamento.

    Responder
  • Evelyn Alves da Cruz  15 de maio de 2017 em 17:37

    O ser humano nasce com necessidade de convivência com outros, pois nessa convivência ocorrem trocas de experiências e aprendizados. A convivência se torna difícil pois nunca será fácil administrar as diferenças um dos outros, mesmo que por muitas vezes seja relevante.
    Os novos formatos de família afetam diretamente na construção do individuo, pois e a partir do que vivencia dentro de seu lar que inicia sua formação de identidade.
    Precisamos ter sabedoria para lidar com as diferenças, pois é importante respeitar o limite que cada indivíduo tem para se expressar. Pois cada pessoa trás com si sua identidade e dessa maneira escreve sua história.

    Responder
  • Thais Soares Ferreira  15 de maio de 2017 em 17:40

    Na vida temos que aprender que somos todos diferentes e que ninguém é perfeito. Devemos aprender a lidar com as outras pessoas e com as diferenças dela, não sendo egoísta em achar que somente o seu pensamento e sua forma de lidar com as coisas está correto, devemos ter sabedoria para escutar, entender, corrigir se necessário e jamais julgar sem antes saber. Assim se constrói uma boa sociedade e com menos discriminalidade e uma família estruturada. Não devemos esperar a aprovação de ninguém, devemos ser nós mesmos. Convivência em si é difícil, mais em todo lugar, no trabalho, com os amigos e principalmente em família deve haver respeito e harmonia, pois é em casa que aprendemos e devemos passar isso sempre adiante.

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  • Taciany Minini  15 de maio de 2017 em 18:00

    Vivemos em um mundo que ninguém é igual a ninguém, cada pessoa pensa de uma forma, age de um jeito, mas somos feitos para conviver com outras pessoas e apesar das diferenças, conseguimos nos adaptar. Em um casamento, por exemplo, é um desafio a cada dia, por mais que você esta com alguém que você goste, as diferenças podem atrapalhar bastante, pode gerar muitos conflitos, mas cabe ao casal manter um bom diálogo e aceitar as diferenças um do outro. Infelizmente ninguém nasce com manual de instruções, então só com o tempo e a convivência para poder conhecer uma pessoa. E para uma boa convivência é necessário saber ouvir e respeitar a opinião de cada indivíduo.

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  • taisa de lima lira  15 de maio de 2017 em 19:02

    Quando idealizamos uma família jamais pensamos no pontos negativo,por que afinal em nossa mente tudo e perfeito,mas na realidade não e bem assim. são pessoas diferentes tentando se encaixar num grupo familiar que muita da vezes não estão um lidados ao outro sem e importa.Não e fácil construir uma família mas também não e difícil fazer ela dar certo,são pais desatenciosos e filhos que também não ligam muito pra nada. Mas nossas famílias são benção do senhor,e no inicio ela vai dar errado sim,mas com perseverancia e união vai dar certo também.

    Responder
  • taisa de lima lira  15 de maio de 2017 em 19:10

    Quando idealizamos uma família,jamais passar por nossa mente os pontos ruins de uma convencia . Por que em nossa mente tudo e perfeito,mas na realidade não e bem assim.são pessoas totalmente diferentes tentando se encaixar em um grupo de família. Não é fácil construir uma família e fazer ela dar certo,vai ter seus contras sim mas também vai ter seus momentos de harmonia e carinho. no incio e não dar tudo errado mas se não desistir e perseverar vai dar tudo certo também.

    Responder
  • Jackeline Batista de Almeida Soares  15 de maio de 2017 em 22:36

    Ser individualista e ao mesmo tempo dividir sua vida com outra pessoa, será isso possível? “Depois o Senhor disse:
    — Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer para ele alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade.” Genesis 2:8
    Por mais que alguém seja bem resolvido em suas questões emocionais, sempre sentirá falta de se relacionar, pois foi para isso que fomos criados.
    FAEV

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  • Stefani Silva Lima  15 de maio de 2017 em 22:54

    Às vezes procuramos nos relacionamentos a felicidade,quando na verdade deveríamos apreender a ser felizes sozinhos e buscar um autoconhecimento para aí sim nos relacionarmos.
    Todo relacionamento seja ele de amizade ou de casal,merece o nosso melhor,não devemos projetar nos outros nossos medos e anseios,não podemos aceitar um relacionamento doentio e que não nos estimula a crescer como ser-humano.Mas também precisamos ceder e dialogar mais para o crescimento dos envolvidos e do relacionamento.

    Responder
  • Milena Minini Neto  15 de maio de 2017 em 22:56

    A família sempre teve um papel principal na criação de um indivíduo. No mundo novo, as mudanças na formação desse núcleo social foram intensas e causam discussões. Uma das realidades mais importantes da vida de cada um de nós é a família: a família de que viemos, a família em que vivemos a família que gostaríamos que nossos filhos constituíssem. Não se pode viver sem pertencer a uma família pra chamar de nossa, ela constitui nossa identidade e diz a quem pertencemos. E é de cada uma delas que sai pessoas de diferentes tipos, costumes, jeito distintos, e cabe a nós se adaptar uns aos outros para se viver em harmonia. Passamos por diversas situações em que a boa convivência tem que sempre ser posta em pratica, como local de trabalho escola e ate mesmo dentro de casa. Então precisamos de sabedoria para lidar com todas essas diferenças.

    Responder
  • Phelipe Pereira Domingos  15 de maio de 2017 em 23:10

    Acredito que quando se pronuncia a palavra família logo se imagina uma família feliz,mais não é bem assim,pq todas famílias tem problemas quando não é financeiro é emocional e assim por diante…outro fator é que são pessoas diferentes,muitas vezes até de culturas diferentes tentando constituir uma familia com uma base forte.
    E se mesmo diante dos problemas essa família conseguir,se preservar e superar os problemas no fim da tudo certo.

    Responder
  • Camila da Penha Oliveira Carneiro  15 de maio de 2017 em 23:52

    Idealizamos sempre uma família perfeita. Quando na verdade, nenhuma família é perfeita. Em uma família, vira e mexe, haverá discussões. Na maioria das vezes, um de cara virada para o outro. Mais no final o amor prevalece, ele sempre estará lá. Porque família é família. Não importa as desavenças. O importante mesmo, é que, sempre a preservemos. Pois família é o bem mais precioso.

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  • Vanda Bento Constatino  17 de maio de 2017 em 15:36

    É através de uma historia que se podem descobrir outros lugares ,outros tempos outros jeito de agir e de ser ,outra ótica outra ética .O vínculo a comunicação a possibilidade de expressão dos afetos no interior da família visto que estes representa um dos contextos de desenvolvimento humano e grupo social primários ao sujeito nela inseridos.

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  • LARISSA DUARTE CALDEIRA  17 de maio de 2017 em 17:51

    Hoje existe muitos desafios para as famílias, no mundo hoje se tem muito preconceito, hoje nem todas as famílias podem ser ou fazer oque querem, com medo do peso da sociedade.
    Oque ocasiona a mal convivência familiar, onde o pais querem seguir as normas mas os filhos querem ser atualizados.
    O papel dos pais é mostrar para seus filhos a forma de viver fazendo o certo sendo atualizado com moral e ética, vivendo os os pais e os filhos em união sempre serão famílias felizes.

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  • THAIS CONCEIÇÃO SANTOS  17 de maio de 2017 em 20:24

    Casar , formar uma família é uma opção muitos confundem com obrigação devemos amar verdadeiramente o que escolhemos , falta de amor , compreensão entre os membros familiar trás problemas irreversível na vida .

    Responder
  • Toaeny Cristina dos santos  18 de maio de 2017 em 11:08

    Família é um grupo de pessoas,diferentes com modos,pensamentos diferentes muitas vezes até de culturas diferentes que estão tentando se “encaixar”a pesar de toda essa dificuldade de pensamentos…não é fácil mais com muita perseverança tudo se “encaixa” problemas sempre vão ter a final toda família tem.Mais o amor supera qualquer barreira.

    Responder
  • jessica gonçalves  27 de maio de 2017 em 16:10

    Família e constituída com pessoas diferentes e pensamentos diferentes. família e a nossa primeira identidade,então quando fomos formar uma família termos que ter a consciência de cada responsabilidade que vem junto ao casamento,nada é perfeito pessoas tem ideias e gosto diferentes e muitos seres humanos tem dificuldade em aceita essas diferenças.

    Responder
  • Ruth Ribeiro. 1' Período Faev  31 de maio de 2017 em 13:42

    Deus não criou o homem para viver só, e muitas vezes as pessoas colocam seus desejos, expectativas no outro, e em muitos casos o resultado não é positivo, e acabam se frustrando com isso.
    Não é fácil manter uma família, mais também não é impossível, precisa os dois lados quererem para dar certo. Casamento é coisa séria, não é um experimento que se não deu certo se acaba .

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  • Genilsa de Sousa Delfino Cézar  1 de junho de 2017 em 00:47

    Existem casos de descontrole do causador, quando percebe que está perdendo o controle da situação,fazendo levá-lo a loucura, até mesmo a morte; Então ñ está só relacionada à pessoa que se redime e sim também ao manipulador. Tanto na vida amorosa, quanto na relação de pais e filhos existe essa barreira, o parceiro (a) se submetem ao outro, deixando seus desejos e sua liberdade para trás.
    No caso dos pais, essa libertação fica mais visível na adolescência, onde jovens se descobrem de maneira radical achando caminhos diversos, até mesmo na violência e outros; no caso do sujeito do grupo familiar, o ato de punir e reprimir esse filho e sempre o primeiro passo a ser dado, e isso está incorreto, pois é nessa forma que ele ñ o enxergar cm um pai e sim cm o autoritário de si próprio , construindo uma barreira , formando o sujeito e grupo familiar indiferente, sem união.
    A solução é conversar com especialistas, deixar que o outro desabafei, ao mesmo tempo descobrindo oque o tornou assim, e trazendo a família em um só mundo.

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