Raiva, medo, alegria, tristeza, são emoções primarias e nem sempre as crianças, mesmo cognitivamente saudáveis, conseguem lidar com elas de forma equilibrada, principalmente quando estímulos familiares e escolares não são saudáveis.

Uma criança que se desenvolve numa família onde existem adultos instáveis, numa estrutura onde conflitos são comuns, e elas experimentam a dor da rejeição, impaciência, hostilidade, cobranças excessivas, criticas, etc… um comportamento evidente da depressão pode facilmente se instalar.

Sintomas como apatia, tristeza, isolamento, desanimo, cansaço, falta de energia, desinteresse no brincar, etc. podem revelar a depressão infantil. Mesmo a irritabilidade, falta de apetite ou agressividade podem estar presentes. Outras vezes há tristeza e evidencia da infelicidade sem esforços de luta ou rebeldia, como se fosse uma desistência.

“…A sintomatologia pode ser agrupada em sintomas cognitivos, afetivos, comportamentais e físicos. Enquanto as mudanças cognitivas estão relacionadas a uma visão negativa de si mesmas, do mundo e do futuro, incluindo auto critica, desesperança, pessimismo, dificuldade de concentração e pensamento de morte, alterações comportamentais referem-se ao afastamento social, falta de prazer e de interesse pelas pessoas e atividades”. (CRUVINEL, BORUCHOVITCH, pg.12).

Episódios depressivos maiores geralmente apresentam situações persistentes por mais de duas semanas, incluindo perda de apetite e peso consequente, insônia, alterações psicomotoras, prejuízos no pensamento e até pensamentos e atos suicidas, esse ultimo geralmente para acabar com sentimentos de dor (DSM-V).

Muitos familiares e professores não percebem esses sintomas, pois há algo profundamente interno que nem sempre percebemos o significado. Há poucos instrumentos para se avaliar e diagnosticar a depressão infantil, a maior parte é observação e adaptação de instrumentos e técnicas.

Publicação sugerida pelo autor.

75 Comentários Respondidos

  • Geovana do nascimento Nascimento  2 de julho de 2017 em 14:12

    Devemos ficar atento a estes sintomas,muitas das vezes os pais não ficam atentos a estes sintomas tornando difícil de indentifica-los,devido a rotina do dia a dia não isso os impedem de observar mas de perto o comportamento de seus filhos,tais esses,perdem o interesse de brinca ,se isolam,se sente culpados mediante algumas situações família, insônia, pesadelos,tédio , problemas ao relacionar com os familiares,ganho e perda de peso ,dor de estômago, cefaléia,na idade da pré escola ,a enurese,encoprese e crise de choros e regressão no desenvolvimento psicomotor.

    Responder
    • Lucilene de Ornelas  14 de setembro de 2017 em 23:50

      IImpossível ouvir e ficar calados diante de tais circunstancias, onda as observações, são que a relação entre os fatores biológicos, sempre vem sendo vulnerabilidade genética, complicações durante a gestação ou parto, além de temperamento; fatores ambientais, como o funcionamento familiar, a interação entre mãe e criança ou eventos adversos de vida, e fatores sociais, como a pobreza, o suporte social ou o acesso a Setenta por cento dos adultos que apresentam quadro de depressão crônica têm histórico desde o período da infância. “….De acordo com as falas do escritor Fábio Barbirato Nascimento da Silva, as recomendações tem que ser o uso de medicação adequado em paralelo ao acompanhamento psicológico, para deixa ló em paz, sem criar agressividade, criando contribuição favorável onde o paciente nunca romperá com o seu tratamento e acompanhamento psicológico, uma vez que seu tratamento sempre precisará da terapia pois a mesma fará um trabalho eficiente em longo prazo, para um efeito satisfatório

      Responder
  • Luciene Barbosa Lepaus  2 de julho de 2017 em 21:09

    O cuidado com nossas crianças na fase de amadurecimento escolar e familiar deve ser bem minucioso.As crianças são muitas vezes incompreendidas por nós adultos,porque tentamos torna-las modelo do que não somos.Realizamos nelas nossos sonhos e desejos,sem nem sequer levar em consideração que ela também possui sentimentos,fazendo com o que ela se sinta coagida quando não supera as expectativas.Como sociedade devemos verificar as atitudes de cada uma e caso percebemos essas alterações comportamentais encaminha-la o mais rápido possível a um profissional qualificado para poder ajuda-la antes que ela utilize como opção por fim em sua vida.

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  • Larissa Vieira Ferreira  3 de julho de 2017 em 11:12

    No texto diz que é difícil diagnosticar a depressão infantil, por isso precisamos sempre nos manter atentos sobre o comportamento de nossas crianças com intuito de livrá-las de sentimentos ruins a ponto de terem desejos suicidas, a qualidade do ambiente familiar e escolar são imprescindíveis para o crescimento físico e psicológico de uma criança, quando inseridas e incentivadas pelos pais a lugares de estimulações positivas teremos crianças com a infância realizada e adultos com futuro promissor.

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  • tania lucia coimbra santos oliveira  4 de julho de 2017 em 12:20

    acho que no caso de depressão infantil a atenção da familia tb influi, vivemos em um mundo onde as pessoas estão preocupadas com os fazeres do dia a dia, e esquece do convivio familiar, crianças precisam de amor, de conviver em um ambiente saudavel,

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  • Rafaela de Deus Freitas  4 de julho de 2017 em 23:37

    De acordo com o texto é possível observar o quanto é difícil interpretar o comportamento de uma criança, até mesmo as pessoas mais próximas não conseguem enxergar a situação e passa desapercebido. ex: as vezes uma criança não quer se comunicar e as pessoas logo pensam, é tímido (a) , mas muitas vezes a criança estar com medo de se envolver por algum motivo. Por isso ao notarmos alguma anormalidade no comportamento das nossas crianças devemos levar ao conhecimento de um profissional para analise, antes que se seja tarde de mais.

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  • Poliane Bitencourtt  5 de julho de 2017 em 15:15

    Infelizmente notamos que nem sempre é possível o diagnostico da depressão infantil. Pessoas que convivem diretamente com crianças como os pais, professores, cuidadores, etc… devem ficar atentos aos sinais da doença.

    Responder
  • Natache Damasio  5 de julho de 2017 em 15:42

    Devemos ficar atentos aos sintomas, pois nem sempre são claros e podem ser confundidos com um comportamento momentâneo. observar a persistência dos sintomas e a pré-disposição também. Se há algo no convívio familiar que possa levar ao desenvolvimento dessa doença, para podermos procurar ajuda de um profissional á tempo de não evoluir para o sintoma mais grave, que é o pensamento suicida.

    Responder
  • katissiani  6 de julho de 2017 em 12:35

    Na depressão infantil os sintomas muitas vezes passa despercebido justamente pela dificuldade que a criança tem de se referir ao que senti, quando damos conta a criança já foi gravemente afetada.Quando a criança e sujeita a perdas,separação dos pais, dificuldade para se adapta em uma casa nova ou escola nova pode gerar estresse no qual a criança entra em quadro depressivo.

    Responder
  • Evelyn Cristina  6 de julho de 2017 em 14:11

    Deve-se ter um olhar mais cuidadoso com a criança em todos os lugares, tanto em casa quanto na escola. No entanto, ter esse olhar cuidadoso não é nada fácil pois existem diversos fatores do dia-a-dia que impedem esse olhar mais aprofundado sobre a criança, por exemplo, o tempo, hoje geralmente as pessoas (enfatizando mais pais e professoras do ramo infantil), não olham mais para o relógio para ver que horas são e sim, para ver quanto tempo falta ou quanto tempo ainda tem para executar determinada coisa. Dessa forma parar o que está fazendo para observar a criança/filho é difícil mas é de extrema importância, pois os sintomas podem passar por despercebido com isso podem acabar acarretando em mais problemas futuros. A família e a escola tem uma grande importância sobre a vida psíquica da criança, por isso, se atente mais com o comportamento da sua linda criança.

    Responder
  • Patricia Batista Alonso  6 de julho de 2017 em 14:56

    Estar atento sempre ate um simples choro,grito e revolta da crianca pode ser um sinal de que ela nao estar bem e precisa de ajuda ,essa crianca e chorona demais ,essa crianca e muito rebelde sinais de que algo nao esta bem nem tudo que parece ser e.

    Responder
  • Luismar de Lima s. Teodorio  8 de julho de 2017 em 23:33

    Dever humano de apenas estar cada vez atento com nossas crianças principalmente nos dias de hoje onde os próprios lares se tornam cada vez mais cativeiros de sonhos tão doces quanto de uma criança.

    Responder
  • Miriam Almeida.  9 de julho de 2017 em 10:29

    sabemos que num mundo que vivemos hoje transtornos virão. para que isso não aconteça, nós pais devemos estar atentos e voltados para os filhos procurar dar atenção devida, amor e carinho mesmo em um lar turbulento procurar não fazer algo que venha prejudicar essa criança. porque dizem a criança é a alegria da casa, ai encontramos uma criança triste chorando o tempo todo e rebelde, podemos identificar que tem algo de errado.

    Responder
  • Luciene de Paula Tinoco  10 de julho de 2017 em 18:17

    Hoje vemos tantos fatos que tem ocorrido com as crianças que as tem causado tantos prejuízos na vida, que por vezes podendo levá-las a depressão. Mas por falta de cuidado dos responsáveis, os torna crianças problemáticas, psicologicamente, emocionalmente e sem esperança de futuro. Quando identificado esta deverá receber tratamento e cuidados necessário para superar seus traumas. Assim podemos também ver fatos de superação de pessoas que sofreram maus tratos, rejeição etc…

    Responder
  • Mikaela Calmon  16 de julho de 2017 em 17:51

    Toda criança precisa de atenção, cuidados, e ser bem observada diariamente.
    Uma criança que vive em um ambiente que a família vive em conflitos constantemente, é afetada psicologicamente, ela cresce transtornada e com uma visão completamente distorcida do que é ter uma família feliz e estruturada. Muitas vezes a escola não sabe muito sobre a vida do aluno, então passa desapercebido, só se dão conta quando o problema realmente se agrava.
    É claro que toda família tem seus desentendimentos, mas se evita los na frente da criança, já seria um meio de poupar o sofrimento da tal.
    A família é a base da criança, a escola da o suporte, entendo que se a criança cresce em uma família bem estruturada em um ambiente agradável com atenção voltada para ela, dificilmente esta criança terá problemas que afetarão seu psicológico.

    Responder
  • suellen  17 de julho de 2017 em 13:52

    vendo este texto vi o quanto é importante ficarmos atentos com nossas crianças, as vezes ficamos tão preocupados e ocupados com afazeres que descuidamos dos nossos filhos, toda criança precisa de atenção por estão na faze de desenvolvimento e isso pode bagunçar sua cabeça, e dever dos pais ou responsáveis prestar atenção em qualquer mudança no comportamento da criança e ajuda-la fornecendo uma lar estruturado onde ela possa viver tranquilamente.

    Responder
  • suellen xavier  17 de julho de 2017 em 13:54

    vendo este texto vi o quanto é importante ficarmos atentos com nossas crianças, as vezes ficamos tão preocupados e ocupados com afazeres que descuidamos dos nossos filhos, toda criança precisa de atenção por estão na faze de desenvolvimento e isso pode bagunçar sua cabeça, e dever dos pais ou responsáveis prestar atenção em qualquer mudança no comportamento da criança e ajuda-la fornecendo uma lar estruturado onde ela possa viver tranquilamente.

    Responder
  • Toaeny Cristina  18 de julho de 2017 em 18:55

    Toda criança deve ter atenção necessária para não ter nenhum problema psicológico que possa atrapalhar o dia a dia dela na escola e na sua convivência dentro de casa, por isso temos que ficar de olho no comportamento da criança e devemos sempre ter um bom diálogo em casa, ter boas conversas, uma boa qualidade de vida é muito importante, por que uma família bem estruturada faz toda a diferença além de não causar problemas psicológicos para a criança.

    Responder
  • Fabricia Perovani da Rocha  19 de julho de 2017 em 03:01

    Diante do texto podemos constatar que não há uma forma exclusiva para detectar o problema, ou problemas que podem afetar a vida da criança. Mas torna-se fundamental a observação da criança em relação a forma com que ela interage e, se interage com os demais e com o mundo. Novamente retornamos ao ambiente familiar, a estrutura familiar precisa estar atenta a qualquer fator que esta criança possa apresentar em seu dia a dia, mudanças habituais, comportamentais, emocionais, alimentares, relacionamentos com familiares e colegas, participação em atividades..tudo torna-se um conjunto de avaliação que envolve outros profissionais para desenvolvimento de métodos, para proporção de bem estar à vida desta criança.

    Responder
  • LARISSA DUARTE CALDERIA  19 de julho de 2017 em 12:45

    Os sintomas da depressão infantil são mias comuns do que imaginamos, os pais devem ficar sempre atentos aos seus filhos, são sintomas como, tristeza, isolamento, desanimo, cansaço, desinteresse no brincar,
    que podem levar a depressão infantil.
    São os pais as famílias, mas também a escola que devem sempre observar as atitudes de cada criança para que se possível evitar essa depressão infantil.

    Responder
  • Jackeline Batista de Almeida Soares  19 de julho de 2017 em 17:51

    Eu sei o que é ter um filho com depressão. Mesmo em um lar estruturado onde há harmonia entre o casal e boa interação com minha filha, ela apresentou um sinal de depressão, (foi o que pensamos). Procuramos ajuda psicológica e psiquiátrica. Colocamos ela pra fazer natação pra ajudar no tratamento. O resultado foi positivo. Ela está mais animada. No meu caso o fator genético influenciou muito.

    Responder
  • Evelyn Alves da Cruz  19 de julho de 2017 em 18:55

    Toda criança que está passando por uma crise interna dá sinais, e cabe aos adultos que rodeiam essas crianças se atentarem a esses sinais. É de grande importância tratar os traumas da infância com rapidez, para que quando adultos não apresentem distúrbios emocionais.

    Responder
  • Marcela Olivera  19 de julho de 2017 em 23:17

    A realidade das criança de hoje em dia anda muito agitada.
    a rotina de nossas crianças vem sendo influenciada por tanta evolução tecnológica, dos meios de comunicação, a vida corrida dos pais preocupados, na maioria do tempo em trabalhar para manter o padrão familiar, usando inclusive a desculpa de que é para proporcionar o melhor para os filhos. Tudo isso leva a um descontrole emocional, tanto dos pais quanto dos filhos. Nesse momento de desencontro podem ocorrer os desentendimentos e a quebra do bom convívio, e a criança acaba sendo a mais prejudicada, desencadeando o inicio dos sintomas da tão triste e temida depressão. A demora no diagnóstico pode trazer consequências dura para apropria família, pois infelizmente podem ser irreverencieis.

    Responder
    • Lucilene de Ornelas  15 de setembro de 2017 em 00:00

      Neste texto relato sobre a minha visão, de que a estrutura tem que ser uma base alicerçada em fortes meios de comunicações familiares para se manter um padrão de estruturado, onde conflitos não poderão influenciar na convivência.
      Trazendo paz e harmonia a familia.

      Responder
  • Christian Carla Neves de Souza Moreira  20 de julho de 2017 em 18:49

    Os sintomas geralmente atinge as criança e até os adolescentes até o final da adolescentes terão apresentado depressão será uma criança depressiva, irritada e até mesmo triste consigo mesma muitos pais nem dão importância para com isso, se os pais prestassem mais atenção nos filhos não existiria muitas crianças e adolescentes no meio das drogas.

    Responder
  • Ruth Ribeiro  21 de julho de 2017 em 16:52

    Devemos sempre ficar atentos aos sintomas que as crianças apresentam, principalmente os pais, mesmos sendo difícil a identificação da depressão infantil, não é impossível, sempre devem se dedicar a elas, hoje em dia com tantos afazeres esquecem disso, e isso é extremamente errado, pois elas precisam de atenção em todo o momento.

    Responder
  • Kaila S Plinio 1° Período de Pedagogia  21 de julho de 2017 em 20:15

    Para identificar os sintomas da depressão os pais ou responsáveis devem observar bastante as crianças, perceber o modo como se comportam, se vestem, falam qualquer coisa que esteja fora do normal é motivo de alerta se identificado levar a criança para fazer um acompanhamento para saber por qual motivo essa criança se encontra em estado depressivo .

    Responder
  • azenilda  22 de julho de 2017 em 10:03

    devemos ficar sempre atentos ao comportamento de uma criança,tanto em casa quanto na escola.crianças que convivem em ambientes desestruturados,em constante conflitos ,onde não a estabilidade entre adultos,onde a rejeição e constante a possibilidade e muito maior dessa criança se tornar uma criança depressiva,os sinais são bem claros ,como a falta de apetite,tristeza constante,isolamento entre outros.o olhar mais atento a nossas crianças tanto no ambiente familiar como no ambiente escolar são imprescindível para o crescimento psicológico como ate mesmo físico de uma criança.

    Responder
  • jessica gonçalves  22 de julho de 2017 em 16:52

    O responsável de uma criança deve sempre fica atento aos comportamento da criança, e para isso precisa da tempo,escuta-la e da atenção que toda criança precisa. O lar em que essa criança vive também pode ter influência na depressão infantil.

    Responder
  • toaeny Cristina  23 de julho de 2017 em 14:36

    Os sintomas da depressão em criança são os mesmo encontrados nos adultos, demos ficar atento com o comportamento da criança que ela pode se sentir culpado por algo, pode apresentar dificuldades, isolamento pode sofrer varias alterações, os pais devem procurar ajuda psiquiátrica para os filhos sempre que observarem comportamentos estranhos.

    Responder
  • Priscila almeida  23 de julho de 2017 em 21:25

    A sintomatologia é o estudo e interpretação do conjunto de sinais e sintomas observados no exame de um paciente. Nesse processo a criança terá um olhar diferenciado para ela, já que para termos esse pensamento terá que fazer o diferencial, o especulativo.
    Em minha opinião, o analista deve pesquisar os costumes dessa criança, assim será possível destacar a diferencia e poder estudar o que esta de fato acontecendo. A família é e sempre será a base do ser humano, mas em alguns casos essa teoria vira um transtorno mental, que pode ser muito prejudicial ao futuro, devemos ser especulativos em ambas as partes.
    Para evitarmos a depressão teríamos que ser bonecos, pois só desse jeito que não poderíamos ter sentimentos, esse ato de sentir nos fazem felizes e tristes, o mal é o danado que nos deixam doentes. Mas quem aprende a equilibrar essa dupla (bem e mal), vai saber ajudar a criança que esta no momento de desenvolvimento.

    Responder
  • Thais Vilela  25 de julho de 2017 em 00:05

    a criança sempre sinalizará quando estiver mal, pois o ser humano já nasce com esse mecanismo de comunicação! Basta o adulto que zela por essa criança ficar atento a esses sinais, que poderá proporcionar uma ação de neutralização da depressão infantil ainda no inicio da ”doença”.

    Responder
  • Thais Conceição  26 de julho de 2017 em 14:19

    Os pais devem se preocupar ,da atenção necessária para não chegar nesse ponto depressivo uma criança .Mas infelizmente depressão em crianças normalmente vem do convívio desestabilizado dentro de casa e nesse caso piora a situação dessa criança , devemos prestar atenção em todas as crianças não só nas que temos afeto familiar .

    Responder
    • vandabentoconstantino  27 de julho de 2017 em 11:04

      A CRIANÇA PRA CHEGAR NO PONTO DESSES, ALGO TERIA ACONTECIDO,ENTAO NÓS RESPONSAVEIS TEMOS QUE ESTAR SEMPRE EM ALERTA NO COMPORTAMENTO DIFERENTES DOS NOSSOS FILHOS

      Responder
  • vandabentoconstantino  27 de julho de 2017 em 11:02

    A CRIANÇA PRA CHEGAR NO PONTO DESSES, ALGO TERIA ACONTECIDO,ENTAO NÓS RESPONSAVEIS TEMOS QUE ESTAR SEMPRE EM ALERTA NO COMPORTAMENTO DIFERENTES DOS NOSSOS FILHOS

    Responder
  • Taisa De Lima Lira  27 de julho de 2017 em 14:52

    a Criança como sempre estão mas sensíveis e qualquer tipo de algo ruim absorve para si, os pais devem sempre está de olho nos seus filhos atentos em seu comportamento havendo essa mudança de comportamento saber oque está ocorrendo para poder ajudar seu filho para que ele não se afunda mas com seus problemas sozinhos e essa mudança de relacionamento se agrave e torne uma doença.

    Responder
  • Silvia Maria de souza Romanha  14 de setembro de 2017 em 23:32

    Crianças são jóias raras cada uma com suas características próprias e tem que ser sim observadas o tempo todo.
    Temos que está sempre atentos pois se não soubermos identificar a depressão na fase infantil ao chegar na adolescência ou fase adulto poderemos ter problemas maiores.

    Responder
  • Lucilene de Ornelas  14 de setembro de 2017 em 23:51

    IImpossível ouvir e ficar calados diante de tais circunstancias, onda as observações, são que a relação entre os fatores biológicos, sempre vem sendo vulnerabilidade genética, complicações durante a gestação ou parto, além de temperamento; fatores ambientais, como o funcionamento familiar, a interação entre mãe e criança ou eventos adversos de vida, e fatores sociais, como a pobreza, o suporte social ou o acesso a Setenta por cento dos adultos que apresentam quadro de depressão crônica têm histórico desde o período da infância. “….De acordo com as falas do escritor Fábio Barbirato Nascimento da Silva, as recomendações tem que ser o uso de medicação adequado em paralelo ao acompanhamento psicológico, para deixa ló em paz, sem criar agressividade, criando contribuição favorável onde o paciente nunca romperá com o seu tratamento e acompanhamento psicológico, uma vez que seu tratamento sempre precisará da terapia pois a mesma fará um trabalho eficiente em longo prazo, para um efeito satisfatório

    Responder
  • Nathália Barreto Pinheiro  5 de dezembro de 2017 em 15:31

    A sintomatologia é envolvida por diversos aspectos, dentre os quais já comentados em temas anteriores, como pais perfeccionistas geram efeitos colaterais, são um dos fatores que pode levar a depressão infantil. O século XXI está marcado por uma geração com problemáticas em contexto familiar, a base familiar vem se pluralizando, e novas ideologias vem sendo desenvolvidas, influindo diretamente no desenvolvimento cognitivo do indivíduo. Não podemos isolar os fatos, o assunto é grave, e precisamos ter um olhar mediador, para agirmos e orientarmos os pais, evitando traumas como o suicídio infantil, ou quaisquer atentado contra si.

    Responder
  • Andreia Ferreira Teixeira Freitas  5 de dezembro de 2017 em 19:16

    As emoções infantis são intensas, porém também passageiras. As crianças vão do amor ao ódio, como do choro as gargalhadas em instantes. A depressão infantil não é de fácil diagnóstico, como nos informa o artigo, porém um lar problemático e o tempo gasto em emoções destrutivas precisam ser investigados com mais cautela. Isolamento social, falta de desejo para brincadeiras tão normais nessa fase, tristeza constante e outros fatores devem ter mais atenção.

    Responder
  • Ana Paula Cosenza  10 de dezembro de 2017 em 14:42

    Muito pertinente o texto em suas observações, e principalmente nos alertar aos sintomas que por vezes podem ser imperceptíveis. Mais uma vez é possível identificar a grande importância da observação e acompanhamento de perto da família que por vezes está cada vez mais distante de seus filhos (as) e lares, assim como a importância do papel da escola e principalmente da importância do professor em sua atenção, observação na individualidade de cada criança. Depressão infantil é algo muito sério, pois ela ainda não tem a maturidade e repertório de palavras para dizer o que está sentindo. Se para um adulto já é difícil, imagine para uma criança?!

    Responder
  • Janine Manhães Teixeira  10 de dezembro de 2017 em 21:13

    Identificar os sintomas da depressão infantil desde o início é difícil, pois achamos que se trata de um momento e que depois tudo se resolverá, contudo quando não se resolve e os sintomas se agravam e a gente se dá conta, talvez possa ser tarde demais. Nessa situação o primordial é manter diálogos, seja no âmbito educacional, seja no seio familiar. Estreitar laços afetivos amenizam-se os problemas e a criança percebe que alguém se importa com seus sentimentos e tenta compreendê-la.

    Responder
  • Rejane Senna  10 de dezembro de 2017 em 21:19

    Precisamos ficar atentos a esses sintomas citados no texto. Tanto escol, quanto a família precisam observar a criança, e há qualquer sinal, buscar ajuda com profissionais especializados. O papel da família é criar um ambiente de convívio saudável, estável, seguro, afetivo, de diálogo, com adultos equilibrados, construindo um ambiente onde a depressão infantil não tenha brechas para se instalar.

    Responder
  • TATIANE APARECIDA DE SOUZA MENDONCA  10 de dezembro de 2017 em 22:13

    Tatiane Mendonça
    1º Período de Neuropsicopedagogia – Censupeg- Rio das Ostras – RJ – Turma 2
    Mais uma vez percebemos que a observação, nosso principal instrumento de trabalho, é de suma importância par o diagnóstico precoce da depressão infantil. Na escola, a observação aliada ao conhecimento da realidade do estudante, podem ser armas poderosas no tratamento dessa doença.

    Responder
  • Geisa Goulart Barreto  10 de dezembro de 2017 em 22:16

    Nota-se que há uma certa dificuldade em se perceber e diagnosticar a depressão infantil. Enquanto educadores, devemos observar o comportamento dos nossos alunos com atenção . Vários fatores devem ser levados em conta , principalmente o convívio familiar e escolar. Infelizmente, as crianças de hoje mal podem ser crianças de verdade. São cheias de compromissos e tarefas impostas pelas famílias , por julgarem ser o melhor para elas. A intenção dos pais é sempre boa , mas é preciso rever com cautela alguns conceitos do que seja “melhor” ou não. Criança tem que ser criança, mas sempre com limite e orientação .

    Responder
  • Gabriela Vasconcelos Gomes  10 de dezembro de 2017 em 22:20

    As crianças tendem a expor seus sentimentos e emoções de maneira espontânea. Por isso, fiquemos atentos ao cotidiano dessa criança, o ambiente, a fase escolar e o estímulo da família em todo processo cognitivo, afetivo e social. Pois a depressão infantil pode levar o bloqueio do desenvolvimento dessa criança, trazendo danos emocionais e físicos, precisando de profissionais que façam orientações e intervenções que evite o suicídio infantil.

    Responder
  • izabel cristina dos santos silva  10 de dezembro de 2017 em 23:36

    Ficar atentos aos sintomas nem sempre são claros e podem ser confundidos com um comportamento momentaneo e os pais hoje sempre sem tempos de observar melhor os filhos.

    Responder
  • Daniele Almeida Freire  11 de dezembro de 2017 em 11:39

    Escola e família precisam estar atentos ao comportamento apresentado pelas crianças, onde elas não tem maturidade para definir suas emoções necessitando do adulto para identificar seu estado emocional. Percebendo na criança perda de iniciativa, tristeza e isolamento já são sintomas que atentam para meditação psicológica que avaliará e conduzirá o caso de acordo a necessidade
    da criança.

    Responder
  • Jaqueline Paiva  11 de dezembro de 2017 em 16:52

    Mais uma vez observa-se o quão é importante o lar, o ambiente familiar e as relações afetivas durante toda a vida da criança. Se faz necessário uma ação em parceria da Instituição escolar e do ambiente familiar, ambos necessitam estar atentos aos sintomas, e até mesmo buscar métodos preventivos. Porém se faz necessário a busca pela informação para que esta ocorra de forma mais eficaz e atuante, para que possam intervir no momento adequado não permitindo ocasionar maiores transtornos a criança.

    Responder
  • Patricia de souza gomes medeiros  11 de dezembro de 2017 em 19:57

    Ser criança já não é tarefa fácil ,mesmo que pareça. É um ser grande demais para não entender o que se passa e pequeno demais para dar opinião ou resolver algum problema que possa estar enfrentando. A familia é a peça chave para o controle das emoções. Família frustrada criança frustradas, família insegura criança insegura. Difícil falar quando se tem filhos e estamos passando por situações de desespero. Falar do proceder do outro eu consigo. Mas o que fazer e como proceder quando se está passando por situações que muitas vezes criticamos no outro?

    Responder
  • Andreia Teixeira Pinto Figueira  12 de dezembro de 2017 em 10:41

    É de suma importância a presença dos pais na vida da criança. Os pais devem ter uma parceria constante com a escola, ciente de tudo que está se passando na vida do seu filho. E se por ventura a criança apresentar algum sentimento diferente, logo irão perceber e assim mais cedo se inicia um trabalho de equipe onde a criança terá um suporte consistente e eficaz.

    Responder
  • Gleice Gonçalves Oliveira  4 de abril de 2019 em 12:12

    temos que ter um olhar clínico,pois a observação nesses casos são muito importantes, não só para os pais mas também os formados em psicologia. Porque quando os pais chegam a levar seus filhos no consultório de um psicólogo algo de anormal está acontecendo com si. então há sim como diagnosticar uma criança depressiva, até mesmo porque cada uma tem um jeito ser e de ser expressa.

    Responder
  • Iury Assis  8 de abril de 2019 em 16:48

    Devemos ficar atentos a esses sintomas, para que se possa combater a depressão o quanto antes, deve-se perceber logo no início, mudança repentina de hábito, como brincar na rua, sair com amigos, mudança de alimentação, e até mesmo a diminuição dela.
    Ao desconfiar, percebendo esses sintomas, deve-se procurar um profissional para que se possa fazer o tratamento necessário, reprimir as ações, julgar de forma negativa, pode causar um dano maior ainda, e levar até mesmo ao suicidio

    Responder
  • Jorly Cardoso Ottoni  11 de abril de 2019 em 15:59

    Neste texto fica bem claro a complexidade de identificar a depressão mesmo com tantas informações técnicas.
    Devido o fato das emoções das crianças tipo alegria,choro e raiva serem em picos mais curtos que dos adultos, acaba sendo um pouco mais observável o diagnóstico, mas que na prática são os mesmos métodos para se chegar a uma conclusão plausível do verdadeiro estado de sua consciência mental.

    Responder
  • Robson De Araujo Merlo  14 de abril de 2019 em 01:13

    Devemos ficar atentos aos sintomas que nem sempre serão ‘observáveis’ da criança. Devido ao desgaste do dia-a-dia nem reparamos no comportamento das crianças que não brincam mais do mesmo jeito, não tem mais aquele animo de brincar como antes etc. A participação da família em casos assim é importantíssimo para ajudar a criança a combater esse problema psicológico que os cercam. Com bastante afetividade (amor, carinho) no dia-a-dia da criança ela terá menor chance de ter a depressão infantil.

    Responder
  • Raquel  16 de abril de 2019 em 05:50

    Nem sempre é fácil indentificar a depressão infantil, mas pais ,professores e médicos podem ficar atentos a esses sinais persistentes , olhar com atenção para as crianças pode salvar elas da dor e do sofrimento que ela está carregando dentro de si.

    Responder
  • Esther Amon  16 de abril de 2019 em 23:20

    É importante estar sempre atento ao comportamento das crianças, mesmo com tantos sintomas e atitudes que deixam clara a dor interna da criança, muitas vezes com as tarefas do dia a dia esquecemos de dar a atenção necessaria, deixando de lado alguns cuidados fundamentais.

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  • Quezia Airam  18 de abril de 2019 em 15:40

    Os pais são sim, extremamente necessários, e indispensáveis no momento da identificação e acolhimento do pequeno que está com sintomas da depressão. Mas, é preciso ir mais longe e investir na promoção da saúde mental de nossas crianças, precisamos olhar para a gigante fragilidade emocional delas. Destacar a importância do desenvolvimento social e emocional, intencificando dessa forma os mecanismos para se lidar com problemas internos e externos de forma a não prejudicar a saúde mental.

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  • bruna alvarenga  18 de abril de 2019 em 18:14

    Criancas que sao criadas em lares cognitivamente saudaveis dificilmente podera desencander sitomas depressivos , essas doença tem muito a ver a forma a qual a criança e tratada .

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  • Ester Domingos de Oliveira  19 de abril de 2019 em 14:30

    Para uma criança ter seu cognitivo saudavel é preciso que no ambiente no qual ela vive seja saudavel so assim ela terá um desenvolvimento adquado.
    Agora se uma criança cresce em um ambiente que se tem brigas constantes, agressividade, falta de demostração de carinho ela vai desenvolver esses modos de lidar com as situações. Uma criança precisar viver em um ambiente saudavel, com carinho e uma boa educação para que ela tenha um bom desenvolvimento psiquico…

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  • Eferson michel guinsber  20 de abril de 2019 em 02:26

    Isso é sério,nossas crianças estão muitas vezes não sendo observada e nem recebidas de forma adequada pelos pais ,aprendemos que o ambiente deve ser sempre positivo,saudável e amável, tudo começa na infância,o ambiente precisa se perceptível para uma boa criação,para então termos futuro jovem saudável mentalmente, fisicamente etc.

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  • Emanuelle de Araujo Celis  20 de abril de 2019 em 02:51

    Saber a causa para a depressão infantil é difícil, pode ser desencadeada por vários fatores.
    Identificar a depressão infantil é importante, tanto pra o tratamento profissional quanto para a família. Observamos no texto que os sintomas para a depressão são: apatia, tristeza, isolamento, desanimo, desinteresse, irritabilidade e falta de apetite.
    Depressão é coisa seria, seja ela infantil ou não. Devemos sempre estar atentos e zelar por quem estar ao nosso redor.

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  • Maria de Fátima Marcelino da Silva  20 de abril de 2019 em 12:50

    O texto trata dos principais sintomas da depressão na infância e sinaliza como identifica-las. A criança em um ambiente familiar, que pode ser geradora de desconforto afetivo por meio de atos como: críticas excessivas, conflitos constantes, hostilidade, impaciência… Torna-se um ambiente facilitador para desestabilidade emocional da criança provocando sintomas como: tristeza, desânimo, desinteresse por brincar, falta de energia que possivelmente levará ao quadro de depressão na primeira infância.

    A família e a escola, geralmente não percebem os sinais que a criança está emitindo por falta de clareza em relação ao assunto.

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  • Patrícia Romualdo  20 de abril de 2019 em 20:48

    Conforme o texto que mostra como identificar os sintomas de uma depressão, mesmo que observados pelos pais e professores fica difícil de descobrir o que a criança tem, os pais deve levar essa criança para um psicólogo que tem as teorias e as ferramentas necessárias para observar e descobrir o que está acontecendo com essa criança.

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  • Ellen Cassia  20 de abril de 2019 em 23:47

    Devemos sempre buscar saber mais sobre os sintomas da depressão infantil, para que saibamos identificar em nossas crianças. E dessa forma poder buscar a ajuda de um profissional, e também prestar atenção no ambiente em que a criança vive, por que muita das vezes ela só estar reproduzindo aquilo que vê, aquilo no qual convive!

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  • Marilza vergueiro  21 de abril de 2019 em 10:05

    Os sintomas, muitos profissionais já sabem quais são . O ambiente onde a criança convive , pode ser o principal local para desenvolver a depressão infantil. Se ela não tiver uma qualidade de vida de afeto, de liberdade de se expressar, brincar e explorar, ela poderá sim adquirir os sintomas da depressão infantil. A criança precisa crescer em um ambiente confortável e prazeroso , para que venha ser um adulto saudável.

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  • Andressa Merscher  21 de abril de 2019 em 11:23

    A abordagem do texto é bem clara quanto aos sintomas depressivos, devemos observar os comportamentos de nossas crianças para auxiliar de forma adequada na solução dessa doença que traz tantos malefícios e muitos ainda não sabem interpretar os sinais aparentes vividos por seus filhos, a busca de um Psicólogo, Terapeuta Familiar, Psiquiatra, etc.. se faz necessária para diagnosticar e medicar o paciente.

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  • Daiane Marcial  21 de abril de 2019 em 15:32

    A maneira de identificação é observar e tentar estimular a criança as atividades do dia a dia, como comer, estudar e brincar que são coisas básicas e não havendo esse interesse tem que procurar ajuda de profissionais da área psicologia ou psicanálise para tentar ajudar a criança. O que às vezes os próprios pais não percebem é que eles próprios são os culpados pela depressão da criança, por brigar na frente deles, por não tratar a criança de forma adequada ou em ambientes tóxicos.

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  • Joilson da Silva Costa Junior  21 de abril de 2019 em 20:25

    Tentando ciência da sintomatologia e de ferramentas de prevenção da depressão infantil, é exigível um ambiente familiar aonde se politize o respeito ao desenvolvimento infantil, adultos e figuras paternas excessivamente criticas, que propiciam uma ambientação composto de extressores como; desentendimentos e um lar inóspito às necessidades infantis: paciência, atenção, carinho, vão facilitar o desenvolvimento do quadro depressivo infantil.

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  • Júlia Furlani  21 de abril de 2019 em 21:09

    No texto, além de apresentar os diversos sintomas da depressão infantil, podemos observar que muita das vezes as crianças não sabem lidar com elas e que podem facilmente se instalarem no dia a dia. Também por serem profundamente internos, não é fácil de se perceber.

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  • Késia Resende Francisco  21 de abril de 2019 em 22:33

    O texto diz que é difícil o diagnóstico da depressão infantil, creio que por parte dos pais principalmente, já que estão mais preocupados com questões do dia a dia e esquecem dos comportamentos dos filhos. Crianças são alegres, tem muita energia, e quando esses comportamentos passam a ser raros, e tristeza, desânimo passam a ser coisas comuns, os pais devem estar atentos. O problema é quando acham que isso não passa de frescura, e o maior problema é esse tipo de pensamento.

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  • Meiriana  21 de abril de 2019 em 23:17

    É inegável que a depressão é de fato uma doença terrível, e se para um adulto é difícil exteriorizar o que se passa internamente é ainda mais difícil identificar vestígios dessa doença em crianças. A análise de sintomatologia da depressão infantil será em maior parte feita a partir da observação do comportamento da criança, algo que pode levar bastante tempo.

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  • Marina Mattos  22 de abril de 2019 em 12:47

    Comece a observar seu comportamento.. Quando a criança é muito pequena, fica mais difícil de encontrar esse diagnóstico, além da criança ainda não reconhecer que está doente, os pais também acabam achando que é a famosa “manha” daí fica mais difícil identificar o problema, agora quando a criança já é mais crescidinha, ela apresenta os sintomas e fatores correspondentes a doença e sente que tem algo errado com ela, algumas podem falar outras são mais fechadas. Mas prccure observar e analisar o comportamento dentro de casa, na escola.

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  • Alessandra Mariani Littig  22 de abril de 2019 em 19:48

    A depressão tiranos a capacidade de lidar com emoções de forma equilibrada, quando nós referimos a crianças, encontramos com uma dificuldade ainda maior, quanto menos idade mais difícil de detectar os sintomas, crianças tem a livre capacidade de instalar-se junto ao sintoma no seu cotidiano. Paciência, atenção em conjunto ao diálogo sempre irão facilitar o tratamento dos sintomas.

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  • Ana Carolina Brandão  22 de abril de 2019 em 22:34

    devemos ficar atentos aos sintomas ,pois podem ser confundidos facilmente com a pirraça ,birra e mal comportamento ,sendo que na verdade a criança está precisando de ajuda médica

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